🔥 CONTOS DO MESTRE

Trezentas e sessenta e três histórias de submissão, prazer, dominação e sensação entre dois homens

1

A Primeira Vez na Garagem

Penetração

A garagem estava escura, iluminada apenas por uma lâmpada fraca que pendia do teto. O cheiro de graxa e concreto molhado preenchia o ar enquanto ele me empurrava contra o capô do carro. A superfície fria do metal arrepiava minha pele nua.

"Fica de quatro", a voz era baixa, mas carregada de uma autoridade que fazia meu sangue ferver. Obedeci sem pensar, apoiando os joelhos no chão duro da garagem. Ouvi o som do cinto sendo aberto e minha respiração ficou presa na garganta.

Suas mãos ásperas seguraram minha cintura com força, puxando meus quadris para trás. Senti o calor do corpo dele se aproximando, a ponta do pau roçando na entrada do meu cu. Ele cuspiu na mão, passou no próprio pau e começou a penetrar devagar.

Cada centímetro era uma invasão deliciosa. Eu gemi baixo, enterrando o rosto no braço enquanto ele se aprofundava. "Assim mesmo", ele sussurrou, começando um ritmo lento e profundo. O som dos nossos corpos se chocando ecoava pelas paredes vazias da garagem.

Ele socava com força agora, uma das mãos apertando meu ombro para me manter no lugar. Eu estava perdido, entregue completamente àquela sensação de ser preenchido e dominado. O suor escorria pelas nossas costas enquanto ele acelerava o ritmo.

"Goza pra mim", ele ordenou, e eu obedeci sem hesitar, derramando tudo no chão de concreto enquanto ele se enterrava fundo dentro de mim e gozava com um gemido gutural.

Ficamos ali por um minuto, ele ainda dentro de mim, ofegantes. Depois ele se afastou, e eu senti o gozo escorrendo pela minha coxa. "Limpa isso", ele disse, apontando para o chão. Ajoelhei-me e lambi, sentindo o gosto da nossa submissão e dominação misturados.

2

O Sabor da Autoridade

Sexo Oral

Ele se sentou na beirada da cama, as pernas abertas, os olhos fixos em mim. Eu estava ajoelhado no chão frio entre as coxas dele, esperando. O silêncio era pesado, carregado de expectativa.

"Abre a boca", ele ordenou. Obedeci, e ele colocou o pau na minha boca sem cerimônia. O gosto era salgado, quente, familiar. Fechei os lábios em volta e comecei a chupar devagar, sentindo o volume preenchendo minha boca.

Ele colocou a mão na minha nuca, guiando o ritmo. "Mais fundo", ele disse, e eu forcei a garganta a aceitar mais. O reflexo de vômito veio, mas eu engoli e continuei, os olhos lacrimejando.

Ele gemia baixo, os dedos enroscados no meu cabelio, puxando de vez em quando para controlar a profundidade. Eu amava aquilo — ser usado assim, reduzido a um instrumento de prazer para ele.

"Olha pra mim", ele mandou. Ergui os olhos, encontrando os dele, enquanto continuava a chupar. Ver o prazer no rosto dele era a maior recompensa. A expressão de controle absoluto, de saber que eu faria qualquer coisa que ele mandasse.

Ele começou a mover os quadris, enfiando o pau mais fundo na minha garganta, usando minha boca como bem entendia. Eu mantive os olhos fixos nos dele, sentindo o gosto amargo do pré-gozo na língua.

"Vou gozar", ele avisou, e eu chupei com mais vontade, querendo sentir cada gota. O jorro quente encheu minha boca, e eu engoli tudo sem hesitar, lambendo depois para limpar qualquer vestígio.

Ele sorriu, um sorriso lento de satisfação. "Bom menino".

3

O Presente na Janela

Gozo Anal

A janela do quarto estava aberta, a cortina se movendo lentamente com a brisa da noite. Lá fora, a rua estava silenciosa, mas qualquer um poderia olhar e ver — era isso que ele queria.

"Encosta no vidro", ele murmurou no meu ouvido, o hálito quente contra a pele. Apoiei as mãos no peitoril da janela, o corpo nu completamente exposto para a noite. Senti o ar frio na pele e o calor do corpo dele atrás de mim.

Ele passou as mãos pelos meus quadris, descendo até a minha bunda. "Linda", ele sussurrou, dando um tapinha que ecoou no quarto. Eu estremeci, empinando mais para ele.

Ele se posicionou atrás de mim, o pau roçando na entrada do meu cu. "Olha pra rua enquanto eu te como", ele ordenou. Mantive os olhos abertos, vendo as luzes distantes, as silhuetas das casas vizinhas. Qualquer um poderia estar olhando.

Ele penetrou devagar, deliberadamente devagar, fazendo questão que eu sentisse cada centímetro. Eu mordi o lábio para não gemer alto. "Você é tão apertado", ele rosnou, começando a se mover.

Cada estocada me empurrava contra o vidro da janela. Minhas mãos estavam suando, deixando marcas no vidro. O ritmo aumentou, mais rápido, mais profundo. Eu já não me importava se alguém via — eu queria que vissem.

Senti ele se contrair, sabia que estava perto. "Vou gozar dentro de você", ele avisou, e eu gemi de antecipação. O gozo quente encheu meu cu enquanto ele se enterrava fundo, gemendo meu nome.

Ficamos ali, ele ainda dentro de mim, olhando para a rua através da janela. O gozo escorria pela minha perna. "Perfeito", ele disse, me beijando o ombro.

4

Sob a Luz da Lua

Exibicionismo

A noite estava quente quando ele me levou para o quintal. A lua cheia iluminava o gramado, e o muro baixo separava a gente da rua. Qualquer pessoa passando poderia nos ver.

"Tira tudo", ele ordenou. Despi-me sem hesitar, sentindo a brisa noturna na pele. Ele ficou vestido, criando um contraste que me fazia sentir ainda mais exposto e submisso.

"Agora de joelhos." Ajoelhei-me no gramado, a grama molhada de orvalho fria contra a pele. Ele ficou na minha frente, abrindo as pernas. "Mostra o que você é."

Comecei a me masturbar debaixo do luar, sabendo que a qualquer momento um vizinho poderia acender a luz ou um carro poderia passar. O risco era real, e isso tornava tudo mais intenso.

Ele observava em silêncio, os braços cruzados. "Mais rápido", ele disse. Acelerei o ritmo, o som da minha mão no pau úmido ecoando no quintal silencioso. "Olha pra rua", ele ordenou.

Virei a cabeça e vi a rua vazia, os postes de luz, as sombras das árvores. Qualquer um poderia estar ali, escondido, observando. O pensamento me excitou ainda mais.

"Vou gozar", avisei, a voz trêmula. "Goza então", ele permitiu. Gozei na grama, o sêmen branco brilhando sob a luz da lua. Ele se ajoelhou ao meu lado e passou o dedo no meu gozo, levando à boca.

"Delicioso", ele disse, me puxando para dentro de casa.

5

A Contagem Regressiva

Controle de Gozo

Eu estava deitado de costas na cama, as pernas abertas, completamente entregue. Ele estava sentado ao meu lado, uma das mãos enrolando no meu pau, a outra segurando meu queixo para me forçar a olhar nos olhos dele.

"Vamos brincar", ele disse com um sorriso perverso. "Vou contar de 10 até 1. Você só pode gozar quando eu chegar no 1."

Minha respiração já estava ofegante só de ouvir aquilo. Ele começou a me masturbar devagar, a mão firme e quente. "10", ele disse, e eu já sentia o prazer subindo.

"9" — ele acelerou o ritmo. Eu mordi o lábio, tentando me controlar. "8" — a mão dele deslizava rápida pelo meu pau, e eu sentia o gozo se aproximando perigosamente.

"7" — pare. Ele parou completamente, a mão imóvel. Eu gemi de frustração. "Não ouse gozar antes do 1", ele avisou.

"6" — ele continuou, mais lento agora, torturante. "5" — a boca dele se aproximou, e senti a língua quente na cabeça do meu pau. "4" — ele chupou com força, e eu gritei.

"3" — pare de novo. Eu estava à beira do abismo, o corpo todo tremendo. "2" — ele mamou com tudo, a mão apertando a base do meu pau. "1" — gozei com um gemido que saiu do fundo da alma, jorrando na boca dele.

Ele engoliu tudo, limpando depois com a língua. "Na próxima vez, vou contar de 20", ele disse, e eu ri, sabendo que era verdade.

6

Água e Submissão

Banho

A água quente do chuveiro criava uma cortina de vapor enquanto eu estava ajoelhado no box. Ele estava em pé na minha frente, a água escorrendo pelo corpo dele, os músculos brilhando sob a luz.

"Lava ele primeiro", ele disse, entregando o sabonete. Peguei o sabonete com mãos trêmulas e comecei a ensaboar as pernas dele, subindo devagar. Cada movimento era uma declaração de submissão.

Passei o sabão nas coxas dele, nos quadris, no abdômen. Ele observava em silêncio, deixando que eu fizesse o trabalho. Quando cheguei no pau dele, ele já estava duro. Ensaboei com cuidado, sentindo o volume na minha mão.

"Agora de quatro", ele ordenou. Virei-me e apoiei as mãos no azulejo frio, a água quente batendo nas minhas costas. Senti ele se aproximar, o sabão escorrendo entre nós.

Ele passou a mão ensaboada entre minhas nádegas, os dedos deslizando na entrada do meu cu. "Relaxa", ele sussurrou, e eu obedeci, sentindo um dedo entrar devagar, depois dois.

A água escorria enquanto ele me estimulava, os dedos se movendo dentro de mim. Eu gemia baixo, o vapor quente enchendo meus pulmões. "Você é tão lindo assim", ele disse, e eu senti o calor subir do peito.

Ele finalmente me puxou para cima, me virando contra a parede do box. "Agora vou te comer aqui mesmo", ele disse, me levantando e penetrando de uma vez. O som da água, dos nossos corpos, dos gemidos — tudo se misturou enquanto ele me fodia contra o azulejo.

7

A Descoberta do Prazer

Dedos

Eu estava deitado de bruços na cama, os travesseiros amassados debaixo do meu quadril, a bunda ligeiramente empinada. Ele estava sentado ao meu lado, um frasco de lubrificante na mão.

"Você já fez isso antes?", ele perguntou, a voz baixa e calmante. Neguei com a cabeça, nervoso. "Então vou te mostrar como é bom", ele disse, e eu confiei.

Ele derramou lubrificante nos dedos, esfregando para aquecer. Depois passou suavemente na entrada do meu cu, fazendo círculos lentos. Eu estremeci, o corpo tenso. "Relaxa", ele disse, massageando a região com paciência.

Quando senti a ponta do dedo entrar, prendi a respiração. Era estranho, diferente, mas não doía. Ele parou, deixando que eu me acostumasse. "Mais?", ele perguntou. Assenti.

Ele empurrou o dedo inteiro, devagar, encontrando o caminho. Eu soltei um gemido baixo quando ele começou a se mover, fazendo círculos dentro de mim. "Isso", ele disse, "assim mesmo".

O segundo dedo veio acompanhado de mais lubrificante. Dessa vez a pressão era maior, mas ele foi paciente, esperando eu relaxar. Quando começou a mover os dois dedos, abrindo e fechando como uma tesoura, eu perdi o chão.

"Aqui", ele disse, pressionando um ponto específico. Uma onda de prazer subiu pela minha espinha, e eu gemi alto, enterrando o rosto no travesseiro. Ele riu baixo. "Achei."

Massageou a próstata com os dedos até eu gozar sem nem tocar no pau, algo que eu não sabia que era possível. Fiquei ofegante, olhando para ele com admiração. "Quero mais", eu sussurrei.

8

O Sabor de Nós Dois

Toma de Gozo

A sala estava silenciosa, apenas a respiração ofegante de nós dois quebrando o silêncio. Ele estava sentado no sofá, e eu de joelhos no chão, como tantas vezes antes.

"Vou gozar no seu rosto hoje", ele anunciou, e meu pau endureceu instantaneamente. Ele começou a se masturbar lentamente, me obrigando a assistir. "Quer ver?", ele perguntou.

"Sim, senhor", respondi, a voz rouca. Ele sorriu e acelerou o ritmo, a mão deslizando rápido no pau ereto. Eu observava hipnotizado, a respiração acompanhando o movimento da mão dele.

"Abre a boca", ele ordenou quando viu que estava perto. Abri a boca e estendi a língua. Ele gemeu alto, o corpo tenso, e o jorro quente atingiu meu rosto, minha boca, minha língua.

O gosto era forte, salgado, familiar. Fechei a boca, sentindo o líquido escorrer pelo meu queixo. "Limpou", ele disse. Passei os dedos no rosto, recolhendo cada gota, e levei à boca, lambendo tudo.

"Agora a sua vez", ele disse, me puxando para o sofá. "Goza em mim." Comecei a me masturbar sobre ele, sentindo o olhar dele me queimar. Gozei no peito dele, o sêmen espirrando quente na pele.

Ele passou o dedo no próprio peito, recolheu meu gozo e levou à boca. "Nós dois temos o mesmo gosto", ele disse, me beijando. Troquei o gosto de nós dois na boca dele, sentindo a mistura dos nossos desejos.

9

O Zumbido do Prazer

Vibração

Ele colocou o vibrador sobre a mesa de cabeceira, o objeto preto reluzindo sob a luz fraca do abajur. Eu olhei para ele com uma mistura de curiosidade e apreensão.

"Deita de costas", ele ordenou. Obedeci, as pernas abertas, o pau já duro de antecipação. Ele ligou o vibrador, o zumbido baixo preenchendo o quarto.

"Primeiro, os ovos", ele disse, pressionando o vibrador contra meu saco. A sensação era estranha no começo — uma vibração que se espalhava por todo o corpo. Fechei os olhos, deixando a sensação me consumir.

Ele moveu o vibrador lentamente, subindo pela base do pau. Quando chegou na cabeça, eu arqueei as costas, um gemido escapando. "Sensível?", ele perguntou, com um sorriso maligno. Aumentou a velocidade.

Eu me contorcia na cama, as mãos apertando os lençóis. A vibração na glande era quase insuportável de tão intensa. "Não goza", ele avisou, e eu tentei me controlar, mas era difícil.

Ele desligou o vibrador de repente, e o silêncio foi quase ensurdecedor. Ofeguei, aliviado e frustrado ao mesmo tempo. "Você aguentou", ele disse, satisfeito.

Então ele ligou o vibrador de novo, dessa vez pressionando contra o meu períneo, entre o cu e o saco. A vibração profunda atingiu um ponto que eu nem sabia que existia. Gozei sem avisar, o corpo inteiro tremendo, enquanto ele ria baixo, o vibrador ainda ligado contra mim.

10

Água Fria, Corpo Quente

Banho

O banheiro estava frio quando ele me empurrou para debaixo do chuveiro. A água gelada caiu sobre mim, fazendo meu corpo tremer. "Fica aí", ele ordenou, saindo do box e me deixando sozinho sob o jato frio.

Meus dentes batiam, mas eu não ousei sair. A água escorria pelo meu corpo, os mamilos duros, o pau encolhido pelo frio. Ele voltou segurando uma toalha e um plug de silicone.

"Você merece um castigo", ele disse, mostrando o plug. "Mas também merece um prêmio." Entrou no box comigo, a água fria batendo nos dois agora. Ele me virou de costas e começou a passar a toalha ensaboada no meu corpo.

A esfregação era forte, quase agressiva, mas o contraste entre a água fria e o atrito da toalha quente na pele era incrível. Ele ensaboou cada parte de mim, incluindo as partes mais íntimas, com uma intimidade que me fazia sentir possessão.

"Agora o prêmio", ele disse, lubrificando o plug. "Relaxa." Enfiou o plug devagar, a água fria escorrendo sobre nós enquanto ele empurrava o silicone para dentro de mim. O frio do plug contrastava com o calor interno do meu corpo.

Ele me virou, me beijou com força debaixo da água, a língua quente contra a minha. "Pronto", ele disse, desligando a água. "Vai usar o plug o resto da noite."

Saí do banho tremendo, mas excitado, o plug pulsando dentro de mim a cada passo. Ele me secou com a toalha, esfregando com força, e me levou para a cama, onde me aqueceu com o corpo.

11

Ritmo Implacável

Penetração

Eu estava de quatro na cama, o rosto enterrado no travesseiro, as mãos apertando os lençóis. Ele estava atrás de mim, e eu sabia que não teria piedade.

"Você pediu", ele lembrou, e era verdade. Eu tinha implorado por isso a noite inteira, provocando, provocando até ele perder o controle. Agora eu ia pagar.

Ele não usou lubrificante, só cuspiu na mão e passou no pau. A penetração foi seca, dolorosa, e eu gritei. Mas não pedi para parar. Ele sabia que eu não queria que parasse.

Começou a socar com força, um ritmo implacável que não dava trégua. Cada estocada me empurrava para frente, o pau dele batendo fundo dentro de mim. Eu gemia a cada impacto, as palavras saindo desconexas.

"Você é meu", ele rosnou, uma das mãos apertando meu quadril com tanta força que ia deixar marcas. "Diz."

"Sou seu", repeti, a voz abafada pelo travesseiro. "Mais." Ele obedeceu, socando mais rápido, mais fundo. Eu sentia o suor escorrer pelas nossas costas, sentia o calor dos corpos colados, sentia a completeza de ser possuído.

Ele gozou com um gemido longo, o corpo tenso por cima de mim, o hálito quente no meu pescoço. Ficou dentro de mim por um longo tempo, recuperando o fôlego. "Você é tão bom", ele murmurou, e eu sorri contra o travesseiro, exausto e satisfeito.

12

De Joelhos

Sexo Oral

O escritório estava silencioso, apenas o tique-taque do relógio marcando o tempo. Ele estava sentado na cadeira giratória, o Desktop aberto na mesa, fingindo trabalhar. Eu estava ajoelhado debaixo da mesa, esperando.

Ele não olhou para mim quando abriu a calça e puxou o pau para fora. A mão dele guiou minha cabeça para baixo, e eu entendi a ordem silenciosa. Abri a boca e comecei a chupar.

A posição era desconfortável — os joelhos doendo no carpete, o pescoço esticado — mas eu não reclamava. Eu queria estar ali. Eu queria ser o segredo dele durante o expediente.

Ele continuou digitando com uma mão enquanto eu trabalhava com a boca. De vez em quando, ele me puxava pelo cabelo para controlar o ritmo, mais fundo, mais rápido. Eu obedecia sem hesitar.

"Tem reunião daqui a pouco", ele disse, a voz casual, como se não tivesse meu pau na boca. "Então vamos terminar rápido." Acelerou o ritmo, forçando minha cabeça para baixo, segurando no fundo da garganta.

Gozou sem aviso, o jorro quente escorrendo pela minha garganta. Engoli tudo, tossindo um pouco, lambendo depois para limpar. Ele guardou o pau, fechou a calça e voltou a digitar.

"Pode sair", ele disse, ainda sem olhar para mim. Levantei com os joelhos doloridos, lambendo os lábios. Saí do escritório deixando-o trabalhar, o gosto dele ainda na minha boca.

13

O Portão de Grade

Exibicionismo

O portão de grade da frente era o limite entre o privado e o público. Ele me levou até lá, a brisa da noite gelada na pele. A rua estava deserta, mas qualquer carro poderia aparecer a qualquer momento.

"Encosta na grade", ele ordenou. Virei-me de costas para o portão e apoiei as mãos na grade fria. O ferro gelado contra a pele das costas, meu corpo nu completamente exposto para quem passasse.

"De joelhos." Ajoelhei no chão de cimento, os joelhos doendo contra a superfície dura. Ele ficou na minha frente, abrindo a calça. "Mostra pra rua o que você é."

Comecei a chupar ele com a certeza de que qualquer um poderia nos ver. O risco era real — um vizinho curioso, um carro passando, alguém voltando do trabalho tarde. O pensamento me excitava mais do que eu gostaria de admitir.

Ele começou a gemer baixo, uma das mãos no meu cabelo, a outra segurando a grade. "Mais rápido", ele sussurrou, e eu obedeci, esquecendo o perigo, focado apenas em dar prazer a ele.

Quando ele gozou, foi com um gemido abafado, o corpo tenso. Eu engoli tudo rápida, antes que alguém pudesse ver. Ele me puxou para cima, me beijando com força, o gosto de nós dois na boca.

"Vamos para dentro", ele disse, me puxando pelo braço. Entrei, trêmulo de excitação e medo, mas com um sorriso no rosto.

14

As Cinco Ondas

Controle de Gozo

Ele me amarrou na cama. Não com cordas, mas com ordens. "Você não vai gozar até eu mandar", ele disse, e era uma promessa e uma ameaça.

Começou a me masturbar lentamente, a mão quente e firme. Eu já estava excitado há horas, o corpo hipersensível. "Primeira onda", ele anunciou, acelerando o ritmo.

Senti o gozo subindo, aquela onda familiar de prazer se aproximando. Fechei os olhos, me entregando. Quando estava prestes a explodir, ele parou. A mão ficou imóvel, o polegar pressionando a base do meu pau.

Eu gemi de frustração, o corpo doendo de prazer negado. "Segunda onda", ele disse, começando de novo. Dessa vez foi mais rápido, mais intenso. Novamente, pare quando eu estava no limite.

Na terceira onda, eu já estava suando, ofegante, implorando. "Por favor", eu repetia, "por favor." Ele ignorou, continuando o jogo cruel.

Quarta onda — meus olhos lacrimejavam. Quinta onda — eu estava à beira da loucura, o corpo todo tremendo. "Agora", ele disse finalmente, e o mundo explodiu.

Gozei como nunca, jorrando com uma força que me surpreendeu, o corpo inteiro contraindo. Ele continuou me masturbando durante o gozo, prolongando a sensação até eu não aguentar mais.

Fiquei ali, exausto, ofegante, enquanto ele limpava meu gozo com a mão e levava à boca. "Cinco ondas", ele disse, sorrindo. "Na próxima vez, vão ser dez."

15

Mãos que Sabem

Dedos

As mãos dele eram a coisa mais erótica que eu já tinha visto. Grandes, fortes, veias saltando. Quando ele me tocava, eu sabia que estava nas mãos de alguém que entendia de prazer.

"Vira", ele disse, e eu virei de bruços. Ele se deitou ao meu lado, os dedos já lubrificados. "Você gosta quando eu faço isso", ele murmurou, não era uma pergunta.

Começou com um dedo, circulando a entrada do meu cu com movimentos lentos e precisos. Eu já estava relaxado, pronto. Ele entrou com facilidade, o dedo deslizando até o fundo.

O segundo dedo veio acompanhado de mais lubrificante. Eu gemi baixo, sentindo o estiramento. Ele movia os dedos com uma perícia que me tirava o fôlego, encontrando ângulos que faziam minha visão embaçar.

"Três hoje", ele anunciou, e eu prendi a respiração. O terceiro dedo entrou devagar, a pressão aumentando. Eu relaxei, confiando nele, e ele sentiu o momento certo. Os três dedos se moveram dentro de mim, abrindo, explorando.

Ele curvou os dedos, encontrando a próstata, e eu perdi o controle. Meu pau pulsou sem ser tocado, o gozo vindo em ondas enquanto ele massageava o ponto exato com os dedos.

Fiquei deitado, ofegante, enquanto ele tirava os dedos devagar. "Você é tão lindo quando goza", ele disse, mostrando os dedos molhados de lubrificante e suor. Levou à boca e chupou, fechando os olhos. "Delicioso."

16

A Cama Rangeu a Noite Inteira

Penetração

A cama rangeu quando ele me jogou sobre ela. Não havia gentileza naquela noite — havia fome. Ele me virou de costas, abriu minhas pernas e se posicionou entre elas.

Não houve preliminares. Ele cuspiu na mão, passou no pau e penetrou. Eu gritei — não de dor, mas de surpresa. Ele estava dentro de mim com uma urgência que me tirava o ar.

"Você é meu", ele repetia enquanto socava, as palavras ritmadas com as estocadas. "Meu, meu, meu." Eu segurava nos ombros dele, as unhas cravando na pele, os gemidos saindo sem controle.

Ele mudou o ângulo, e de repente o prazer ficou mais intenso. Eu gemi mais alto, e ele sabia que tinha encontrado o ponto certo. Focou ali, socando naquele ângulo perfeito, me levando ao limite.

"Goza", ele ordenou, e eu obedeci, o corpo inteiro se contraindo enquanto gozava entre nossos corpos. Ele continuou me fodendo durante meu orgasmo, prolongando a sensação até eu ficar hipersensível.

Só então ele se permitiu gozar, enterrando fundo e gemendo meu nome. O gozo quente me preencheu, e eu senti o corpo dele relaxar sobre o meu.

Ficamos ali, abraçados, suados, a cama rangendo baixo com nossa respiração. Ele beijou meu ombro, minha nuca, minha orelha. "A melhor parte", ele disse, "é depois." E eu sabia que era verdade.

17

O Banquete

Toma de Gozo

Ele espalhou três biscoitos de maisena no prato. "Você vai ganhar um prêmio hoje", ele disse, com um sorriso que eu já conhecia. "Mas primeiro, o trabalho."

Comecei a me masturbar na frente dele, seguindo suas instruções. "Mais devagar. Mais rápido. Para." Cada comando era uma tortura deliciosa. Eu estava à beira do gozo quando ele disse "espera".

Ele pegou um dos biscoitos e passou na cabeça do meu pau, esfregando o biscoito no pré-gozo que já escorria. "Abre a boca", ele ordenou. Abri, e ele colocou o biscoito na minha boca.

O gosto era surreal — doce do biscoito misturado com o salgado do meu corpo. Mastiguei devagar, sentindo o sabor, enquanto ele observava. "Continua", ele disse, e eu voltei a me masturbar.

Dessa vez ele me deixou ir até o fim. Gozei na mão dele, que recolheu todo o sêmen. Ele passou o segundo biscoito no meu próprio gozo. "Agora come.",

Mordi o biscoito, o gosto do meu sêmen misturado com a farinha doce. Era estranhamente bom. Ele comeu o terceiro biscoito comigo, como se estivéssemos compartilhando uma refeição sagrada.

"Isso é intimidade", ele disse, me beijando com a boca cheia de biscoito e sêmen. "Isso é confiança." Eu o beijei de volta, sentindo o gosto de nós dois, sabendo que ele tinha razão.

18

Dois Pontos, Um Prazer

Vibração

Ele tinha dois vibradores. Um para mim, um para ele. "Vamos ver quem aguenta mais", ele disse, ligando os dois no máximo.

Colocou o meu na entrada do meu cu, pressionando com firmeza. A vibração era intensa, sacudindo meu corpo inteiro. Fechei os olhos, tentando me concentrar em não gozar.

Ele colocou o dele no próprio pau, a base vibratória envolvendo o saco. Eu o observava, vendo o prazer no rosto dele, e isso me excitava ainda mais.

Nós nos encaramos, os dois se tremendo sob a vibração. "Quem gozar primeiro perde", ele disse, a voz trêmula. Eu mordi o lábio, determinado a ganhar.

O tempo passou lentamente. A vibração no meu cu era implacável, espalhando ondas de prazer por todo o corpo. Eu sentia o gozo se aproximando e lutava para segurar.

Ele gemeu baixo, e eu vi que ele estava perdendo o controle. "Vou gozar", ele avisou, e eu sorri, vitorioso. Ele gozou com um gemido longo, o vibrador ainda ligado contra o pau sensível.

Desliguei o meu vibrador antes de gozar, vencendo a aposta. "Você ganhou", ele disse, ofegante. "Qual o prêmio?" Eu me inclinei e o beijei. "Você.",

19

O Vizinho

Exibicionismo

O apartamento ao lado tinha a janela que dava exatamente para a nossa. A cortina estava aberta — eu tinha aberto antes dele chegar. Quando ele entrou e me viu nu, parado na frente da janela, ele entendeu na hora.

"Você é louco", ele disse, mas estava sorrindo. "O vizinho pode ver."

"Eu sei", respondi, me virando para mostrar melhor. "Vem aqui."

Ele se aproximou, os olhos fixos em mim, mas também na janela. "Se ele estiver olhando..."

"Que ele olhe", eu completei, puxando-o para um beijo. Nós nos beijamos na frente da janela, completamente nus, à vista de quem quisesse ver.

Ele me virou de costas para a janela, me curvando sobre o parapeito. O vidro estava frio contra minha pele. "Mostra pra ele", ele sussurrou no meu ouvido, me penetrando.

Nós transamos ali, na frente da janela, o risco de sermos vistos aumentando cada gemido. Eu olhava para o apartamento ao lado, imaginando se alguém estava assistindo, e isso me excitava mais do que qualquer coisa.

Quando gozamos, foi juntos, os corpos tremendo, os gemidos ecoando. Ele me puxou para longe da janela, me abraçando por trás. "Da próxima vez", ele disse, "a gente deixa a porta aberta."

20

O Jogo Final

Controle de Gozo

Era a noite do jogo final. Ele tinha preparado tudo — as velas, a música, as cordas de seda. Eu estava nu, deitado de costas na cama, os pulsos amarrados à cabeceira.

"Você confia em mim?", ele perguntou, a voz suave.—Confio", respondi, e era verdade.

Ele começou a me tocar com uma lentidão que beirava a crueldade. As pontas dos dedos deslizavam pela minha pele, traçando caminhos de fogo. Cada toque era uma promessa, cada carícia uma declaração.

Ele passou a língua pelo meu peito, chupou meus mamilos, mordeu meu ombro. Eu me contorcia, as amarras segurando meus pulsos. "Você é lindo assim", ele disse, "entregue."

Ele desceu pelo meu corpo, a língua quente traçando um caminho até o meu pau. Lambeu a cabeça com a ponta da língua, e eu arqueei as costas. "Por favor", eu sussurrei.

"Ainda não", ele disse, continuando a exploração. Lambeu meu saco, o períneo, a entrada do cu. Eu estava fora de mim de tanto desejo.

Finalmente, ele me chupou de verdade, a boca quente engolindo meu pau inteiro. Eu gritei, puxando as amarras, o prazer insuportável. Ele chupou com vontade, com fome, com possessão.

Quando eu estava prestes a gozar, ele parou. "Ainda não", repetiu. Depois voltou, me levando ao limite de novo. Parou de novo. E de novo. E de novo.

Na quinta vez, eu estava chorando de prazer. "Agora", ele disse, e eu gozei com um grito, o corpo inteiro explodindo, as amarras me segurando enquanto eu me debatia sob a onda de prazer mais intensa da minha vida.

Ele se deitou ao meu lado, me abraçando, desamarrando meus pulsos. "Eu te amo", ele disse, e eu respondi com um beijo, ainda ofegante, ainda tremendo, completo.

21

O Espelho Não Mente

Masturbação

O espelho do banheiro estava embaçado do vapor do chuveiro quente. Passei a mão no vidro, revelando meu reflexo. Nu, o corpo ainda molhado, o pau já meio duro. Era hora do meu ritual particular.

Me olhei nos olhos enquanto começava a me masturbar. O movimento era lento, deliberado. Queria ver cada expressão, cada careta de prazer que meu rosto fazia. Era como se eu fosse meu próprio mestre e meu próprio escravo.

Fechei os olhos por um momento e imaginei que ele estava ali atrás de mim, as mãos nos meus ombros, sussurrando ordens no meu ouvido. A imagem mental foi o bastante para endurecer meu pau completamente.

Olhei de novo para o espelho, mas agora via os dois — eu e a sombra dele que existia na minha mente. "Vai", eu disse em voz alta, como se fosse ele falando. "Vai fundo."

Acelerei o ritmo, a mão deslizando rápido no pau molhado. O som ecoava no banheiro vazio. Eu gemia, mas não me importava. Quem ia ouvir? Só eu e o fantasma que eu mesmo tinha criado.

Gozei no espelho, o jorro quente atingindo o vidro e escorrendo lentamente. Fiquei olhando para meu reflexo manchado de sêmen, ofegante, sozinho, mas satisfeito.

Limpei o espelho com a mão e lambi os dedos. O gosto era meu, o prazer era meu. Naquele momento, ser sozinho era uma escolha, não uma solidão.

22

O Zumbido Solitário

Vibração

O vibrador estava carregando na tomada quando eu cheguei em casa. Tirei a roupa ainda no corredor, deixando uma trilha de peças até o quarto. Peguei o vibrador, sentindo o peso na mão, e deitei na cama.

Liguei no nível baixo primeiro, passando o vibrador pelo peito, pelos mamilos, descendo pelo abdômen. A vibração era um zumbido constante que fazia minha pele formigar. Fechei os olhos e me concentrei na sensação.

Quando cheguei no pau, aumentei a intensidade. A vibração na glande era quase insuportável — uma linha tênue entre prazer e tortura. Ofeguei, as costas arqueando contra o colchão.

Passei o vibrador para os ovos, deixando o zumbido sacudir meu saco inteiro. A sensação se espalhava pelo corpo, subindo pela espinha, fazendo meus dedos dos pés se contraírem.

Deslizei o vibrador para trás, pressionando contra o períneo. O prazer era diferente ali — mais profundo, mais interno. Eu gemi alto, a mão livre apertando o lençol.

Coloquei o vibrador na entrada do cu, empurrando devagar. A vibração dentro de mim era alucinante. Fechei os olhos e imaginei que era ele me penetrando, o vibrador substituindo o pau dele.

Gozei violentamente, o corpo inteiro tremendo, o vibrador ainda ligado contra minha pele hipersensível. Desliguei e fiquei ali, ofegante, o zumbido ainda ecoando nos meus ouvidos.

23

A Janela Aberta

Exposição

A janela do quarto dava para a rua. Não era uma rua movimentada, mas de vez em quando passava um carro, um pedestre, um vizinho passeando com o cachorro.

Abri a cortina completamente. A noite estava escura, mas as luzes da rua iluminavam meu corpo nu emoldurado pela janela. Qualquer um poderia me ver.

Comecei a me masturbar devagar, de frente para a janela, o corpo todo exposto. O risco de ser visto me excitava mais do que qualquer toque. Cada farol de carro que se aproximava fazia meu coração acelerar.

Um carro diminuiu a velocidade. Prendi a respiração, mas continuei me masturbando. O carro passou devagar, os faróis varrendo meu corpo nu. Engoli seco, o pau pulsando na minha mão.

Depois que o carro passou, senti uma onda de excitação e alívio. Continuei mais rápido agora, sabendo que poderia ter sido visto, excitado com a possibilidade de que talvez tivesse sido.

Gozei na frente da janela, o sêmen espirrando no vidro. Fiquei ali por um momento, ofegante, o corpo ainda exposto para a rua. Depois fechei a cortina, lentamente, como se estivesse encerrando um espetáculo.

Limpei o vidro com a mão e lambi os dedos. O gosto do meu gozo misturado com o risco. Era o sabor da liberdade.

24

O que Está Escrito

Humilhação

Peguei a caneta e fiquei na frente do espelho. Nu, ereto, vulnerável. Respirei fundo e comecei a escrever no meu peito, a ponta da caneta arranhando a pele.

"PROPRIEDADE DO MESTRE."

As letras ficaram tortas, mas legíveis. Cada traço era uma declaração de posse. Olhei para meu reflexo marcado e senti uma mistura de vergonha e excitação.

Ajoelhei no chão frio, como ele mandaria se estivesse aqui. Mãos para trás, cabeça baixa. Repeti em voz alta: "Eu sou apenas um brinquedo do Mestre." A voz soou estranha no quarto vazio.

Continuei repetindo, cada vez mais baixo, até virar um sussurro. As palavras ecoavam na minha mente. Comecei a me masturbar de joelhos, ainda repetindo a frase.

Quando gozei, foi no chão, como um animal. O sêmen branco contrastando com o piso escuro. Olhei para a poça e depois para meu reflexo no espelho — as letras no peito, o joelho marcado do chão.

Lambi o gozo do chão, como ele mandaria. O gosto era salgado, e eu engoli, fechando os olhos. Não havia ninguém para ver, mas eu sabia. Eu sabia o que eu era.

25

Preenchido

Plug

Escolhi o médio. Não queria começar com o maior, mas também não queria o pequeno que mal sentia. O médio era o equilíbrio perfeito entre preenchimento e desafio.

Passei lubrificante generosamente no plug, esfregando para aquecer. Sentei na borda da cama, as pernas abertas, e levei o plug à entrada do meu cu. A ponta roçou, e eu estremeci.

Empurrei devagar, sentindo o anel externo ceder. O plug entrou com um estalo molhado, e eu gemi baixo. A base larga pressionava a entrada, o corpo do plug preenchendo completamente.

Fiquei parado por um momento, sentindo a presença do plug dentro de mim. Cada movimento que eu fazia era acompanhado pela sensação de estar preenchido. Levantei e andei pelo quarto, sentindo o plug se mover a cada passo.

Voltei para a cama e deitei de bruços, o plug pressionado contra o colchão. Comecei a me masturbar, o plug se movendo dentro de mim a cada empurrão. Era como ser fodido por um fantasma.

Gozei com o plug ainda dentro, as contrações do orgasmo apertando o silicone. Tirei o plug devagar depois, sentindo o vazio que ele deixava. Era quase triste.

Olhei para o plug na minha mão, brilhando de lubrificante. Guardei-o na gaveta, sabendo que amanhã eu ia querer de novo. Talvez o grande, dessa vez.

26

As Três Vezes

Edging

Eu me deitei na cama e fechei os olhos. Respirei fundo três vezes, como ele me ensinou. "Controle.", Comecei a me masturbar lentamente.

Subi o ritmo devagar, sentindo o prazer se acumular na base do pau. Quando senti que estava perto, parei. A mão ficou imóvel, o polegar pressionando a uretra para segurar o gozo.

Ofeguei, o corpo inteiro tenso. Contei até dez antes de continuar. A espera era quase tão boa quanto o prazer.

Segunda vez — comecei mais rápido dessa vez, sabendo que o limite vinha mais cedo. Quando parei, estava à beira do abismo. Meu pau pulsava na minha mão, implorando para ser liberado.

Esperei mais tempo dessa vez. Quinze segundos que pareceram uma hora. Suava, tremia, mas segurei.

Terceira vez — não segurei. Deixei o gozo vir com tudo, o corpo inteiro se contraindo, o sêmen jorrando quente na minha mão e no meu abdômen. Fiquei deitado, ofegante, sentindo o latejar do pós-gozo.

Três vezes. Era o que ele exigia de mim quando estava longe. E eu obedecia, mesmo sozinho, porque era a única maneira de sentir que ele ainda estava no controle.

27

O Travesseiro Entre as Pernas

Masturbação

Coloquei o travesseiro entre as pernas e deitei de bruços. A pressão do travesseiro contra o pau era exatamente o que eu precisava. Comecei a me mover contra ele, socando o travesseiro com movimentos lentos e profundos.

Fechei os olhos e imaginei que era o corpo dele debaixo de mim. Imaginei o cheiro da pele dele, o som da respiração dele, o calor do corpo dele. O travesseiro era um substituto pobre, mas a imaginação era fértil.

Mordi o travesseiro enquanto socava mais rápido, abafando os gemidos. O atrito do tecido contra o pau era áspero e bom. Eu me movia num ritmo que era meu e dele ao mesmo tempo.

Senti o gozo subindo, mas não quis parar. Continuei socando o travesseiro, mais rápido, mais desesperado, até explodir contra o tecido. O sêmen ensopou o travesseiro, e eu fiquei ali, ofegante, abraçado a ele.

Depois, olhei para a mancha úmida no travesseiro e ri sozinho. Lavei a fronha, pensando em como era patético e maravilhoso ao mesmo tempo. A solidão tinha seus prazeres secretos.

28

A Sacola Plástica

Vibração

Eu estava no banheiro, enrolado na toalha depois do banho, quando vi a sacola plástica no lixo. Uma sacola simples de supermercado. Mas minha mente já estava fervendo com ideias.

Peguei a sacola e voltei para o quarto. Tirei a toalha e deitei na cama. Coloquei a sacola sobre o pau, o plástico fino envolvendo a glande. Comecei a me masturbar através da sacola.

O som era erótico — o farfalhar do plástico, o som molhado da minha mão deslizando. A textura lisa e fria do plástico contra o pau era diferente de tudo que eu já tinha sentido.

Pressionei a sacola contra a cabeça do pau, criando uma sucção de vácuo. A sensação era intensa, quase dolorosa, mas incrível. Ofeguei, o corpo se contorcendo.

Continuei por vários minutos, explorando a sensação, descobrindo novos ângulos. O plástico amassava e farfalhava, criando uma trilha sonora de prazer proibido.

Quando gozei, foi dentro da sacola. O sêmen quente ficou preso no plástico, e eu olhei para aquilo — meu gozo contido numa sacola de supermercado. Era estranhamente poético.

Joguei a sacola no lixo e me deitei, rindo sozinho. As coisas mais simples eram às vezes as mais excitantes.

29

A Hora do Lixo

Exposição

Eram três da manhã quando eu decidi. A rua estava deserta, mas não completamente. Sempre tinha um ou outro insone, um caminhão de lixo, um táxi passando.

Abri a porta de casa e coloquei um pé para fora. O ar frio da madrugada arrepiava minha pele nua. Eu estava completamente pelado, parado na soleira da porta, olhando para a rua vazia.

Dei um passo. Depois outro. Estava na calçada agora, nu, à luz do poste. O coração batia tão forte que eu achava que ia acordar a vizinhança.

Caminhei até o portão, os pés descalços no asfalto frio. Encostei o corpo na grade, sentindo o ferro gelado contra o peito e o pau. Fiquei ali, imóvel, por um minuto inteiro, exposto para quem passasse.

Um carro virou a esquina. Os faróis varreram a rua. Prendi a respiração, mas não me movi. O carro passou. O motorista não me viu. Ou talvez tenha visto e não se importou.

Voltei para dentro correndo, o corpo elétrico de excitação. Fechei a porta, tranquei, e me masturbei ali mesmo, encostado na porta, gozando no chão da entrada.

Três da manhã. A hora do lixo. A hora dos loucos. A hora dos que amam o risco.

30

A Escadinha

Plug

Comecei com o pequeno. O plug menor, quase um brinquedo, que mal preenchia. Inseri com facilidade, sentindo apenas uma leve pressão. Mas não era o bastante.

Tirei o pequeno e peguei o médio. Dessa vez precisei de mais lubrificante, mais paciência. O plug entrou devagar, esticando, preenchendo. Fechei os olhos e deixei o corpo se acostumar.

Andei pela casa com o plug médio dentro, sentindo cada passo mover o silicone dentro de mim. Ocupei-me de tarefas bestas — lavar a louça, dobrar roupa — tudo com o plug me lembrando da minha submissão.

Depois de uma hora, troquei para o grande. Esse era o verdadeiro desafio. Respirei fundo, lubrifiquei generosamente, e empurrei. A resistência era grande, mas cedeu. O plug entrou com um estalo que ecoou no quarto.

Sentei na cama, ofegante, sentindo o volume dentro de mim. Estava completo. O plug grande me preenchia de uma maneira que quase doía, mas doía bem.

Masturbei-me com o plug grande dentro, o orgasmo vindo em ondas mais intensas do que qualquer outra coisa. Gozei gritando, o corpo inteiro contraindo em volta do plug.

Tirei o plug devagar, centímetro por centímetro, sentindo cada anel de músculo se fechar. O vazio depois era sempre uma surpresa. Mas eu sabia que amanhã ia começar de novo. Sempre do menor para o maior.

31

O Vídeo

Humilhação

Abri a câmera do celular e apoiei o telefone na mesa de cabeceira, apontando para a cama. A luz vermelha de gravação acendeu, e eu me coloquei no quadro.

Nu, de joelhos, mãos para trás. Olhei diretamente para a lente. "Meu nome é...", comecei, mas travei. Respirei fundo e continuei: "Meu nome não importa. Eu sou apenas um objeto de prazer."

A vergonha era real. Falar aquilo em voz alta, sabendo que estava sendo gravado, me fazia sentir exposto de uma forma que ia além do físico. Era minha alma que estava nua agora.

Deitei na cama e comecei a me masturbar para a câmera. Segui as instruções que ele me deu quando estava aqui — movimentos lentos, gemidos controlados, olhar fixo na lente.

Quando gozei, foi na minha mão, e mostrei para a câmera, o sêmen escorrendo entre os dedos. "Isso é para você", eu disse, a voz trêmula.

Desliguei a gravação e fiquei olhando para o vídeo. Meu rosto, meu corpo, minha submissão, tudo gravado em alta definição. Nunca mostraria a ninguém. Mas eu sabia que existia.

Deletei o vídeo depois de assistir uma vez. Mas a imagem ficou na minha mente. Eu, nu, dizendo que era um objeto. E sabendo que era verdade.

32

O Gosto de Mim

Masturbação

Eu estava nu na cozinha, de madrugada, quando a ideia veio. O pote de Nutella estava aberto no armário. Peguei uma colher e passei uma camada generosa no pau.

A sensação do chocolate cremoso na pele era estranhamente sensual. Comecei a me masturbar lentamente, o chocolate derretendo com o calor do corpo. O cheiro doce preenchia a cozinha.

Fechei os olhos e lambi os dedos sujos de chocolate, misturando o gosto doce com o salgado da minha pele. Era erótico de uma forma absurda, quase cômica, mas eu estava excitado como nunca.

Continuei me masturbando, o chocolate agora misturado com o pré-gozo, criando uma substância cremosa e doce. Eu gemia baixo, a colher ainda na mão, o pote aberto na bancada.

Quando gozei, foi na minha mão cheia de chocolate. Levei a mão à boca e lambi tudo — o chocolate, o sêmen, a mistura dos dois. O gosto era indescritível, uma combinação de doce e salgado, de prazer e pecado.

Limpei a bagunça depois, lavando o pau na pia da cozinha, rindo sozinho daquela loucura. Mas naquela noite, o gosto de mim com chocolate foi o melhor que já provei.

33

O Controle Remoto

Vibração

O vibrador tinha controle remoto. Uma daquelas coisas que ele comprou para "brincarmos juntos", mas que agora eu usava sozinho. Coloquei o vibrador no lugar — preso ao corpo com um arnês de couro, a ponta pressionada contra o períneo.

Sentei no sofá, o controle remoto na mão, e liguei a TV. O noticiário da noite começou. A âncora falava sobre política, economia, coisas sérias. Enquanto isso, eu apertava o botão do vibrador.

Nível baixo — um zumbido suave que mal sentia. Aumentei para o médio, e a vibração começou a espalhar ondas de prazer pelo corpo. Cruzei as pernas, tentando parecer normal, como se não tivesse um vibrador zumbindo entre elas.

Nível alto — arqueei as costas, a mão apertando o sofá. A âncora do noticiário continuava falando, alheia ao meu pequeno inferno particular. Eu gemia baixo, abafando os sons com a mão.

Desliguei de repente, ofegante. Depois liguei de novo no máximo, e o prazer foi tão intenso que eu gritei. O controle caiu no chão enquanto eu me contorcia, gozando nas calças como um adolescente.

Fiquei sentado no sofá, a TV ainda ligada, a mancha de gozo crescendo na minha calça. Sorri. Ele ia adorar saber que eu usava o brinquedo sozinho.

34

O Varal

Exposição

O varal no quintal era visível da casa do vizinho dos fundos. Eu sabia porque já tinha visto o vizinho na janela dele, várias vezes. Ele olhava para o meu quintal com um binóculo. Eu finjo que não vejo.

Hoje eu resolvi dar um show. Peguei um lençol úmido e saí para o quintal completamente nu. O sol da tarde aquecia minha pele. Comecei a estender o lençol devagar, esticando os braços, me espreguiçando.

Sabia que ele estava olhando. Sentia os olhos dele me queimando. Demorei o máximo possível para estender aquele lençol, cada movimento calculado para ser sensual, para mostrar meu corpo.

Virei-me de costas para a casa dele e me curvei para pegar outra peça no cesto, a bunda empinada propositalmente. Fiquei ali por alguns segundos, sabendo que ele estava vendo tudo.

Endireitei-me e estendi mais roupas, sempre devagar, sempre exibindo. Quando terminei, olhei rapidamente para a janela dele e vi o vulto se afastando. Sorri.

Voltei para dentro e me masturbei na cozinha, olhando para o varal através da janela. O lençol branco balançava ao vento, e eu gozei pensando no vizinho, nos binóculos dele, no espetáculo que eu tinha dado.

35

O Cronômetro

Edging

Coloquei o cronômetro do celular para 30 minutos. Era o tempo que eu tinha para me masturbar sem gozar. Se gozasse antes, perdia. E eu não gostava de perder.

Comecei devagar, quase preguiçosamente, passando a mão pelo pau semi-ereto. O cronômetro marcava 28 minutos. Muito tempo pela frente. Respirei fundo e mantive o ritmo lento.

25 minutos. Acelerei um pouco, sentindo o pau endurecer completamente. A respiração ficou mais pesada. Desacelerei, forçando a calma. Era um exercício de controle, tanto físico quanto mental.

20 minutos. A mão deslizava rápida, o prazer subindo. Parei quando senti o limite chegando. Esperei 30 segundos, o coração batendo forte, e continuei.

15 minutos. Parei de novo. Dessa vez foi mais difícil recomeçar. O pau pulsava, implorando. Fechei os olhos e pensei em coisas chatas — contas, trabalho, trânsito. Ajudou.

10 minutos. O ritmo estava mais rápido agora, a vontade de gozar quase incontrolável. Parei e recomecei três vezes nos últimos 10 minutos. Cada parada era uma vitória.

5... 4... 3... 2... 1. O cronômetro apitou. Soltei o ar que estava preso e me permiti gozar. O orgasmo foi explosivo, merecido, conquistado. Trinta minutos de controle para cinco segundos de êxtase.

Valeu cada segundo.

36

O Metálico

Plug

O plug metálico era diferente dos de silicone. Era frio, pesado, implacável. Quando eu o segurei, senti o peso na mão, o metal liso e polido. Engoli seco.

Lubrifiquei generosamente — metal não cede como silicone, então precisava de mais preparo. Sentei na borda da cama, as pernas abertas, e pressionei a ponta do plug contra minha entrada.

O metal estava frio, e o contraste com o calor do meu corpo era chocante. Empurrei devagar, sentindo cada anel de músculo se abrir para o objeto estranho. O plug entrava com uma firmeza que o silicone não tinha.

Quando a base tocou minha pele, soltei um gemido longo. O plug metálico estava dentro de mim, pesado, presente. Cada movimento que eu fazia era acompanhado pela sensação do metal frio se movendo.

Levantei e andei pelo quarto. O plug se movia dentro de mim com um peso diferente, mais real. Cada passo era uma lembrança do que eu tinha feito.

Deitei de costas e comecei a me masturbar. O plug metálico aquecia com o calor do corpo, mas ainda mantinha uma fresca que contrastava com o calor do meu pau. Gozei sentindo o metal dentro de mim, o orgasmo mais intenso por causa daquela presença fria e firme.

Tirei o plug devagar, o metal saindo com um som molhado. Limpei-o com cuidado, guardando na caixa original. Era especial demais para ficar jogado.

37

As Palavras

Humilhação

Eu estava de joelhos no quarto, as mãos para trás, a cabeça baixa. Em volta de mim, no chão, eu tinha espalhado papéis. Cada papel tinha uma palavra escrita: "submisso", "inferior", "objeto", "puto", "escravo".

Respirei fundo e comecei a ler em voz alta. "Eu sou submisso." A palavra ecoou no quarto vazio. Passei para o próximo papel. "Eu sou inferior." A voz tremeu, mas continuei.

Cada palavra era uma facada no orgulho, mas também uma chave que abria algo dentro de mim. Quanto mais eu falava, mais verdadeiro parecia. As palavras deixavam de ser apenas palavras e se tornavam identidade.

Quando cheguei no último papel, "escravo", a voz já estava firme. "Eu sou um escravo." Fechei os olhos e repeti: "Eu sou um escravo do prazer."

Comecei a me masturbar de joelhos, cercado pelos papéis, as palavras me encarando do chão. Cada movimento era uma afirmação daquilo que eu tinha dito.

Gozei no chão, sobre os papéis, o sêmen borrando as palavras. Peguei o papel mais próximo, manchado de gozo, e li: "inferior." Levei o papel aos lábios e beijei a palavra molhada.

Depois, juntei todos os papéis e queimei no cinzeiro. As cinzas eram o único testemunho do que eu tinha feito. Mas as palavras continuavam na minha cabeça.

38

O Lubrificante Quente

Masturbação

Comprei um lubrificante com efeito de aquecimento. A embalagem prometia "sensação térmica intensificada". Eu estava cético, mas curioso.

Apertei uma quantidade generosa na palma da mão. O gel era transparente, liso. Esfreguei as mãos para aquecer e comecei a passar no pau. No começo, era apenas frio e escorregadio.

Depois de alguns segundos, senti o calor. Não era um calor forte, mas um aquecimento gradual que fazia a pele formigar. Fechei os olhos, surpreso com a sensação. O lubrificante parecia vivo.

Comecei a me masturbar, e cada deslizada era acompanhada por uma onda de calor. O pau inteiro parecia em chamas, mas de uma maneira boa. O contraste entre o calor químico e o calor natural do tesão era alucinante.

Passei mais lubrificante, dessa vez nos ovos, e o calor se espalhou ainda mais. Eu gemia, a mão deslizando rápido no pau lubrificado, o calor aumentando a cada movimento.

Gozei com um gemido longo, o sêmen quente misturado ao lubrificante ainda mais quente. A combinação era quase sobrenatural. Fiquei deitado, ofegante, sentindo o calor diminuir lentamente.

Olhei para o frasco de lubrificante na mesa de cabeceira. Ía render muitas noites.

39

O Desafio das 5

Edging

O desafio era simples: me masturbar até o limite cinco vezes, parando sempre antes de gozar. Só na quinta vez eu podia me liberar. Parecia fácil quando eu pensei. Não era.

Primeira vez — subi o ritmo lentamente, sentindo o prazer se acumular. Quando senti o primeiro aviso do gozo, parei. Respirei fundo. Foi fácil demais. Subestimei.

Segunda vez — o prazer veio mais rápido. Meu pau já estava sensível da primeira tentativa. Parei mais cedo dessa vez, o coração batendo forte. A respiração já estava irregular.

Terceira vez — mal comecei e já estava perto. A hipersensibilidade tornava cada toque quase doloroso. Parei com um gemido de frustração, a mão tremendo. Estava suando.

Quarta vez — lágrimas nos olhos. Não de tristeza, mas de puro desejo negado. Meu pau doía de tão duro, pulsava no ar, implorando. Parei no limite, um fio de pré-gozo escorrendo. Quase chorei.

Quinta vez — a mão mal tocou no pau e eu já estava explodindo. Gozei com um grito, o corpo inteiro se contraindo, o sêmen jorrando em arcos que atingiram meu peito, meu rosto, minha mão. Fiquei tremendo por um longo minuto.

Cinco vezes. Eu consegui. Era meu próprio mestre e meu próprio escravo, e naquela noite, eu venci.

40

O Chuveiro Frio

Plug

Enfiei o plug antes de entrar no chuveiro. O médio, de silicone, bem lubrificado. Fechei os olhos sentindo o plug se acomodar dentro de mim, e abri a água.

Fria.

O choque térmico foi violento. Gritei, o corpo inteiro se contraindo. A água gelada batia no meu peito, nas minhas costas, enquanto o plug se expandia e contraía com o frio.

Fiquei debaixo da água, tremendo, mas não saí. O plug dentro de mim era um ponto quente no meio do frio. Cada gota de água gelada na pele era um contraste com o calor do silicone dentro de mim.

Minha respiração estava ofegante, o corpo coberto de arrepios. O pau, que tinha encolhido com o frio, começou a endurecer de novo, desafiando a temperatura.

Comecei a me masturbar debaixo da água fria, a mão deslizando no pau molhado e gelado. O plug se movia dentro de mim a cada movimento. Era uma sinfonia de sensações contraditórias — frio e quente, duro e macio, dor e prazer.

Gozei debaixo do chuveiro frio, o orgasmo tão intenso que eu quase caí. O sêmen quente contrastou com a água fria, criando uma sensação que eu nunca tinha experimentado.

Desliguei a água e fiquei ali, tremendo, o plug ainda dentro de mim, o corpo marcado pelo frio. Saí do banho e me enrolei na toalha mais grossa que encontrei. O plug me aquecia por dentro.

41

A Porta Que Não Trancou

Flagra - Individual

Eu estava no quarto do hotel, nu, deitado na cama, o vibrador no máximo contra o pau. A porta estava trancada — ou pelo menos eu achava que estava. O êxtase era tão intenso que eu não ouvi a chave girar.

A camareira entrou com o carrinho de limpeza. Congelamos os dois. Eu, nu, o vibrador zumbindo na mão, o pau ereto e brilhante de lubrificante. Ela, de uniforme azul, os olhos arregalados.

"Desculpa!" Ela gritou, saindo correndo. Mas antes de fechar a porta, ela olhou de novo. Rápido, mas eu vi. O olhar dela desceu pelo meu corpo, parou no meu pau, no vibrador, no gozo que começava a escorrer.

Ela fechou a porta, e eu fiquei ali, imóvel, o vibrador ainda ligado, o coração batendo a mil. O constrangimento era imenso, mas a excitação era maior. Eu não conseguia parar.

Continuei, sabendo que ela estava do lado de fora, talvez ouvindo, talvez imaginando. Gozei violentamente, abafando o gemido com o travesseiro, o corpo inteiro tremendo de vergonha e prazer.

Depois, me vesti rapidamente e saí. Ela estava no corredor, vermelha, desviando o olhar. Passei por ela sem dizer nada. Mas antes de virar o corredor, olhei para trás. Ela estava me olhando.

Nunca mais voltei naquele hotel. Mas toda vez que passo perto, lembro do vibrador, do carrinho de limpeza e do olhar dela.

42

O Motorista de Aplicativo

Flagra - Dupla

O banco de trás do carro era apertado, mas a gente não se importava. Ele estava me beijando com gosto, a mão já dentro da minha calça, enquanto o carro andava pela cidade. O motorista estava ouvindo música, alheio ao que rolava atrás.

Eu estava de quatro no banco, a calça arriada, ele atrás de mim. Minha testa colada no vidro lateral, o hálito embaçando o vidro. Ele tinha aberto a braguilha e estava me penetrando devagar, em silêncio.

O motorista olhou pelo retrovisor.

O olhar dele encontrou os meus olhos no espelho. Ele viu tudo — minha cara de prazer, o corpo do meu parceiro atrás de mim, o movimento rítmico. Ele desviou o olhar rapidamente, mas já era tarde. Sabia que tínhamos sido vistos.

Ele não disse nada. Continuou dirigindo, o olhar fixo na estrada, as mãos firmes no volante. Mas eu vi o sorriso no canto da boca dele.

Isso me excitou mais do que qualquer coisa. Saber que ele estava assistindo, mesmo que de relance, mesmo que disfarçando. Meu parceiro continuou me fodendo em silêncio, e eu gemi baixo, abafando o som.

Quando gozei, foi no banco de trás do carro, mordendo o braço para não gritar. O motorista não olhou de novo. Mas quando descemos, ele disse: "Boa noite, rapazes." E piscou.

Nunca demos gorjeta tão grande para um motorista de aplicativo.

43

Janela Indiscreta

Flagra - Individual

Eu morava no segundo andar, e a janela do quarto dava para a rua. Não era uma rua muito movimentada, mas o suficiente. Eu estava me masturbando na frente do computador, vendo um vídeo qualquer, quando ouvi a buzina.

Olhei para a janela e vi o entregador de pizza no portão. Ele estava com o capacete na mão, olhando para cima. Para mim. Direto nos meus olhos. Eu estava nu, o pau na mão, a tela do computador iluminando meu rosto.

Não dava mais para disfarçar. Ele tinha visto tudo. Por um momento, fiquei paralisado, a mão ainda no pau, os olhos arregalados. Ele não desviou o olhar. Ficou me encarando, um sorriso lento se formando no rosto.

Eu devia ter fechado a janela, corrido, me escondido. Mas não fiz nada disso. Continuei me masturbando, olhando para ele. Ele apoiou a pizza no capô do carro e ficou assistindo.

Foi a masturbação mais pública da minha vida. Eu me exibindo na janela, o entregador assistindo da rua. Gozei com ele me olhando, o sêmen espirrando no parapeito da janela. Ele sorriu, acenou, e entrou no carro.

A pizza ficou no portão. Eu comi fria, sentado no chão da cozinha, nu, rindo sozinho. A pizza mais cara que já comi — e a mais gostosa.

44

Os Pais Chegaram Mais Cedo

Flagra - Dupla

Eles disseram que iam voltar só no domingo. Era sábado à noite, a casa vazia, o quarto dos pais disponível. A cama enorme, os lençóis limpos, a privacidade total. Total? Não.

Eu estava montado em cima dele, cavalgando com vontade, os dois gemendo alto, sem preocupação. A TV estava ligada no volume máximo para disfarçar os sons. Mas não adiantou.

A luz do quarto acendeu.

Eles estavam na porta. Os dois. A mãe dele com a bolsa ainda no ombro, o pai dele com as chaves na mão. Os olhos deles foram do meu corpo nu montado no filho deles para o rosto do meu parceiro, que estava vermelho de vergonha.

O silêncio durou uma eternidade. Eu ainda estava em cima dele, o pau dele ainda dentro de mim. Ninguém se mexia. O pai dele foi o primeiro a falar: "A gente vai esperar na sala." E fechou a porta.

Saímos um do outro em silêncio. Vestimo-nos sem falar. Quando passamos pela sala, eles estavam sentados no sofá, olhando para a parede. "Desculpa", eu disse. A mãe dele acenou com a cabeça, sem olhar.

Fomos para a casa dele na semana seguinte. O pai dele me cumprimentou normalmente. A mãe dele me deu um abraço um pouco mais apertado que o normal. Nunca mais tocamos no assunto. Mas acho que eles respeitam a gente mais depois daquilo.

45

O Vizinho do Lado

Flagra - Individual

A parede do apartamento era fina. Fina demais. Eu sabia que o vizinho ouvia tudo — minhas músicas, minha TV, meus gemidos. Mas eu não me importava. Talvez fosse por isso que eu gemia mais alto.

Uma noite, eu estava particularmente inspirado. O plug enfiado, o vibrador no talo, gozando como se não houvesse amanhã. Quando terminei, ofegante, ouvi três batidas na parede.

Três batidas. Secas. Deliberadas.

Meu coração congelou. Ele estava ouvindo. Não apenas ouvindo — ele estava participando. As batidas eram uma resposta, uma confirmação, uma provocação.

Na noite seguinte, bati na parede primeiro. Duas batidas. Ele respondeu com duas batidas. O jogo começou. Batíamos na parede um do outro enquanto nos masturbávamos, cada um do seu lado, criando um código de prazer compartilhado.

Uma noite, ele bateu três vezes. Eu bati três de volta. Depois, ouvi a porta dele abrir. Eu abri a minha. Ele estava no corredor, nu, o pau duro. Sorriu. "Cansou de bater na parede?", ele perguntou.

Entrei no apartamento dele naquela noite. E na noite seguinte. E em muitas outras. Tudo por causa de uma parede fina demais.

46

O Estacionamento Vazio

Flagra - Dupla

O estacionamento do shopping estava deserto naquele horário. Nós tínhamos ido ao cinema, mas o filme era um pretexto. O que a gente queria mesmo era o banco de trás do carro.

Ele estava me beijando, a mão quente na minha nuca, quando a luz dos faróis nos cegou. Um carro tinha entrado no estacionamento e estacionado duas vagas à frente. O motorista apagou os faróis, mas não saiu do carro.

Nós congelamos. O vidro do carro era escuro, mas não tanto. Dava para ver vultos. Será que ele via a gente? Ficamos imóveis por um minuto. O carro na nossa frente não se mexia.

Ele sussurrou: "Foda-se." E continuou me beijando.

Transamos no banco de trás sabendo que tinha alguém nos vigiando. O risco tornou tudo mais intenso. Cada gemido era abafado, cada movimento era calculado para não balançar o carro demais.

Quando gozamos, foi em silêncio, os corpos tremendo um contra o outro. Depois, olhamos para o carro na nossa frente. Ele ainda estava lá. Quando saímos do carro, arrumando a roupa, o motorista do outro carro deu a partida e foi embora.

Nunca soubemos quem era. Mas agradecemos pelo espetáculo.

48

O Provador da Loja

Flagra - Dupla

O provador da loja de departamento era apertado, mas a cortina chegava até o chão. Eu estava experimentando uma calça quando ele entrou. "Acha que fica bem em mim?", ele perguntou, mostrando uma camisa.

Eu ri, mas quando ele fechou a cortina atrás de si, entendi que não era sobre a camisa. A loja estava cheia, vozes de clientes e vendedores ecoando pelos corredores. Mas ali dentro, éramos invisíveis.

Ele me puxou para um beijo, rápido, furtivo. Minhas mãos foram para o cinto dele. As dele para o zíper da minha calça. Trabalhamos em silêncio, o riso de uma criança lá fora nos lembrando do perigo.

Ele me virou de costas e me curvou sobre o banquinho do provador. A calça arreava, a cueca descia. Eu segurei na barra da cortina para não cair. Ele me penetrou devagar, a mão na minha boca para abafar o gemido.

Cada movimento era um risco. A cortina balançava com nossos corpos. Qualquer um poderia abri-la. Uma vendedora perguntou do lado de fora: "Está tudo bem aí?" "Tudo", respondi, a voz trêmula, o pau dele dentro de mim.

Gozamos em silêncio, o mais rápido que pudemos. Vestimo-nos em segundos, alisando a roupa, arrumando o cabelo. Saímos do provador separados, como se não nos conhecêssemos.

Ele comprou a camisa. Eu não comprei a calça. Mas saímos da loja com um segredo que ninguém nunca vai descobrir.

49

O Colega de Quarto

Flagra - Individual

Eu dividia apartamento com ele há seis meses. Éramos amigos, nada mais. Ele saía todo fim de semana, e eu aproveitava a casa vazia para me soltar. Mas naquele sábado, ele voltou mais cedo.

Eu estava no sofá da sala, nu, o vibrador no cu e o pau na mão, gemendo como um louco. Não ouvi a chave na porta. Não ouvi os passos. Só ouvi a voz dele: "Caralho."

Levantei o olhar e vi ele parado na entrada, a mochila nas costas, os olhos fixos no meu pau, no vibrador, no gozo na minha barriga. Ele ficou olhando por um tempo que pareceu uma hora.

"Desculpa", eu consegui dizer, a voz falhando. Mas ele não foi embora. Ele largou a mochila, fechou a porta e se aproximou. "Precisa de ajuda?", ele perguntou.

Naquela noite, ele me ajudou de maneiras que nenhum colega de quarto deveria. O vibrador foi substituído pelos dedos dele, depois pelo pau dele. O sofá ficou uma bagunça.

No dia seguinte, tomamos café juntos como se nada tivesse acontecido. Mas na semana seguinte, ele chegou mais cedo de novo. Dessa vez, eu estava esperando.

50

O Voo Noturno

Flagra - Dupla

O voo estava lotado, mas conseguimos as poltronas do fundo, perto do banheiro. Ele era meu namorado, e a viagem era nossa primeira grande aventura juntos. Mas a aventura começou antes de chegar ao destino.

A manta fina da companhia aérea cobria a gente até a cintura. A luz da cabine estava baixa, a maioria dos passageiros dormindo. Ele colocou a mão na minha coxa, devagar, como quem não quer nada.

A mão dele subiu, abriu o zíper da minha calça, encontrou meu pau já duro. Olhei para ele, assustado. "Louco", sussurrei. Ele sorriu e começou a me masturbar debaixo da manta.

Eu mordi o lábio, tentando não gemer. A aeromoça passou no corredor, perguntando se queríamos bebida. "Não, obrigado", respondi, a voz falhando, a mão dele trabalhando sem parar.

O homem na poltrona do lado virou a cabeça. Olhou para a manta que se movia no meu colo. Olhou para o meu rosto, vermelho, ofegante. Depois olhou para a mão do meu namorado desaparecendo sob a manta.

Ele não disse nada. Apenas sorriu. Um sorriso cúmplice, de quem já fez coisas piores. Virou-se de novo para a frente e colocou os fones de ouvido.

Gozei na mão do meu namorado a trinta mil pés de altitude, abafando o gemido na manta, enquanto o passageiro ao lado fingia que não via nada.

Quando aterrissamos, o homem do lado nos deu um selinho e disse: "Aproveitem a viagem, rapazes." Piscou e foi embora.

51

A Ordem do Mestre

Masturbação e Gozo

O celular vibrou com a notificação que eu esperava. Uma mensagem do Mestre. Apenas três palavras: "Masturbe-se e goze."

Eu estava no trabalho, escondido no banheiro do escritório. A ordem era clara, direta, inegociável. Olhei para a porta trancada, para o celular na mão, para o pau já endurecendo dentro da calça social. Não havia escolha — nem eu queria uma.

Arriei a calça, sentei no vaso e comecei a me masturbar olhando para a mensagem. A tela escura refletia meu rosto, e eu via meus próprios olhos suplicantes. Cada movimento era uma declaração de obediência. Eu não estava me masturbando por prazer — eu estava me masturbando porque o Mestre mandou.

O gozo veio rápido, intenso, silencioso. Eu abafei o gemido com a mão livre enquanto o sêmen jorrava na palma da outra mão. Fiquei ali, ofegante, a mão cheia de gozo, olhando para o celular.

A segunda mensagem chegou: "Lamba tudo."

Levei a mão à boca e lambi cada gota, sentindo o gosto salgado da minha própria submissão. Quando terminei, respondi: "Obrigado, Mestre." Guardei o celular, arrumei a roupa e voltei para a reunião como se nada tivesse acontecido.

52

O Espelho Testemunha

Masturbação e Gozo

O espelho do quarto era grande, ocupando quase toda a parede. Eu estava de pé na frente dele, completamente nu, o pau na mão, aguardando a ordem final. O Mestre tinha dito: "Olhe para si mesmo enquanto goza. Não desvie o olhar."

Comecei a me masturbar devagar, vendo meu próprio reflexo. Meu corpo estava tenso, os músculos do abdômen contraídos, o peito subindo e descendo com a respiração acelerada. Meus olhos estavam fixos nos olhos do meu reflexo.

Era estranho — e excitante — me ver daquele jeito. Ver o próprio pau na própria mão, ver a expressão de prazer e vergonha misturados no meu rosto. Eu era o espectador e o protagonista ao mesmo tempo.

O ritmo aumentou. Minha mão deslizava mais rápido, a respiração ficou ofegante. Eu via no espelho o momento exato em que o prazer tomava conta — os olhos semicerraram, a boca se abriu, o corpo arqueou.

Gozei olhando nos olhos do meu reflexo. O sêmen espirrou no espelho, manchando a superfície limpa. Fiquei ali, ofegante, vendo o gozo escorrer pelo vidro, vendo meu reflexo coberto de marcas de mim mesmo.

Limpei o espelho com a mão e lambi os dedos. O Mestre ia gostar de saber que eu obedeci até o fim.

53

O Quarto de Velas

Masturbação e Gozo Gourmet

Eu preparei o ambiente como ele mandou: meia luz, uma música suave, o lençol limpo esticado sobre a cama. Acendi sete velas e as coloquei em volta do quarto, criando sombras dançantes nas paredes. Depois me deitei nu, esperando.

A ordem era clara: "Masturbe-se com movimentos lentos e circulares, sentindo cada terminação nervosa. O gozo é a conclusão do ritual."

Comecei a tocar meu corpo antes de tocar o pau. Passei as mãos pelo peito, pelos mamilos, descendo pela barriga, sentindo a pele arrepiar sob meus próprios dedos. A música envolvia o ambiente, e as velas tremeluziam no ritmo da minha respiração.

Só quando o tesão já era quase insuportável é que toquei o pau. Movimentos lentos, circulares, como ele tinha instruído. Cada volta era uma onda de prazer que subia da base à cabeça. Eu gemia baixo, o som se misturando à música.

O gozo veio como uma maré, lenta e inevitável. Recolhi o sêmen na mão e lambi cada gota com calma, saboreando. As velas ainda queimavam, testemunhas do meu ritual de submissão.

54

Chuva de Prazer

Masturbação e Gozo

O Mestre ordenou que eu me masturbasse no chuveiro frio. Disse que a água gelada contra a pele quente intensificaria o gozo. Eu obedeci, como sempre.

A água fria bateu no meu corpo e o choque térmico roubou minha respiração. Meu pau murchou instantaneamente, mas eu não desisti. Ordenei a mim mesmo que continuasse, que obedecesse. Esfreguei o pau com as mãos molhadas, tentando trazer de volta a ereção.

Demorou. A água fria contra a pele, os dedos deslizando com o sabão. A sensação era diferente — menos calor, mais determinação. Eu não estava ali para sentir prazer. Eu estava ali para cumprir uma ordem.

Quando o pau finalmente endureceu, foi uma vitória. Masturbei-me debaixo da água, vendo o gozo se misturar com a água e escorrer pelo ralo. O orgasmo foi rápido, quase violento, um espasmo de obediência.

Fiquei debaixo da água fria por mais um minuto depois de gozar, sentindo o latejar do pau diminuir. Saí do banho tremendo, a pele arrepiada, mas a alma satisfeita. Mais uma ordem cumprida.

55

A Janela Aberta

Masturbação e Gozo

Ela mandou: "Vá até a janela, masturbe-se e goze olhando para fora."

Eu morava no térreo, e a janela do quarto dava para a calçada. As pessoas passavam — velhos caminhando, mães com carrinhos de bebê, adolescentes de skate. Qualquer um poderia olhar para o lado e me ver.

Corri a cortina e fiquei de pé na frente do vidro. A rua estava movimentada. Uma senhora passou com um cachorro. Um entregador de aplicativo parou do outro lado da rua, olhando para o celular. Ninguém olhou para mim. Ainda.

Comecei a me masturbar devagar, pau em punho, os olhos fixos na rua. Cada pessoa que passava era um risco. Meu coração batia forte, o tesão misturado com o medo de ser visto. A mão se movia mais rápido a cada passo na calçada.

Um homem parou do lado de fora. Acendeu um cigarro. Olhou para o lado. Olhou para a janela. Me viu.

Eu vi o choque nos olhos dele. Depois o reconhecimento. Depois — surpreendentemente — o interesse. Ele não desviou o olhar. Ficou fumando, me olhando, enquanto eu me masturbava para ele ver.

Gozei com ele me assistindo. O sêmen espirrou no vidro da janela. Ele terminou o cigarro, sorriu, acenou e foi embora. Limpei o vidro depois, mas a marca do gozo ficou — e a memória também.

56

O Desafio da Disciplina

Faça sem Gozar

Ele me desafiou: "Fique nu o dia inteiro em casa. Não vista nada. Trabalhe, cozinhe, limpe, faça tudo nu. E não goze."

O primeiro dia foi uma tortura. Cada movimento era um lembrete de que eu estava nu. O vento da janela na pele, o frio do chão nos pés descalços, a sensação de vulnerabilidade constante. Meu pau endurecia a cada brisa, a cada pensamento.

Eu tentei me distrair. Liguei o computador e tentei trabalhar. Mas era impossível ignorar o corpo nu, o pau balançando entre as pernas a cada vez que me levantava para pegar água. Cada ida à cozinha era um exercício de controle.

No segundo dia, ele disse: "Agora com o plug." Enfiei o plug e continuei minhas atividades. O plug dentro de mim era um lembrete constante, um ponto de pressão que não me deixava esquecer por um segundo que eu estava seguindo ordens.

No terceiro dia, ele mandou eu me lubrificar e brincar com o pau, mas sem gozar. Passei a manhã à beira do abismo, parando segundos antes do ponto sem retorno. Cada parada era mais difícil que a anterior.

No quarto dia, ele disse: "Pode gozar." Eu gozei em segundos, o corpo inteiro vibrando de alívio e prazer. Nunca um gozo foi tão merecido.

57

A Massagem Proibida

Faça sem Gozar

O terapeuta era cego. Ele perdeu a visão aos vinte anos, mas desenvolveu uma sensibilidade tátil que ia além do que qualquer vidente poderia alcançar. Quando ele disse "tire a roupa e deite de bruços", eu obedeci sem pensar.

Suas mãos eram quentes e firmes. Começaram pelos meus ombros, desfazendo nós que eu carregava há meses. A cada movimento, eu relaxava mais, o corpo se entregando ao toque daquele homem que não podia me ver, mas sentia cada centímetro de mim.

"Vire de costas", ele disse. Quando me virei, meu pau estava duro, ereto e inconfundível. Ele não podia ver, mas suas mãos encontrariam. E encontraram.

Suas mãos desceram pelo meu peito, pela barriga, e pararam. Ele sentiu o calor, a ereção, o batimento cardíaco acelerado. "Você está excitado", ele disse, sem julgamento. Apenas um fato.

Ele continuou a massagem, evitando deliberadamente a área. Passou as mãos pelas minhas coxas, pela virilha, sempre perto, nunca tocando. O tesão era insuportável. Eu queria pedir, implorar para que ele me tocasse.

"Não pode gozar", ele disse, como se lesse meus pensamentos. "A massagem termina quando você se controlar." Levei mais vinte minutos para me acalmar. As mãos dele trabalharam meu corpo até eu relaxar, até o pau murchar, até a disciplina vencer o desejo.

Quando a sessão terminou, ele sorriu. "Volte na semana que vem." Eu voltei. Sempre voltei.

58

O Jantar Pelado

Faça sem Gozar

O Mestre ordenou que eu preparasse um jantar completo completamente nu. Não apenas cozinhar — picar, refogar, temperar, servir — tudo sem roupa, sem gozar, sem tocar no pau.

A cozinha era aberta, com uma janela grande que dava para a rua. Eu cortava cebolas nu, o vapor das panelas aquecendo minha pele. Cada vez que me curvava para pegar algo no forno, sentia o ar fresco na bunda exposta.

O cheiro da comida se espalhava pela casa. Eu estava nu, cozinhando, o pau balançando a cada passo. O avental estava pendurado na porta, e eu olhava para ele, tentado. Mas a ordem era clara: completamente nu.

Quando o jantar ficou pronto, o Mestre chegou. Sentou-se à mesa, me olhou de cima a baixo. "Servido", ele disse. Eu servi o prato, nu, sentindo o olhar dele no meu corpo. Ele comeu devagar, me observando.

"Você não gozou?", ele perguntou. "Não, Mestre." Ele sorriu. "Bom menino. Agora pode comer — de joelhos, ao lado da mesa."

Comi meu próprio jantar ajoelhado no chão, nu, enquanto ele terminava o dele. A comida estava deliciosa. A humilhação também.

59

A Dedada Disciplinar

Faça sem Gozar

A ordem era simples: lubrificar o cu e enfiar o dedo indicador dez vezes. Devagar. Cinco segundos para dentro, cinco para fora. Sem gozar. O objetivo não era o prazer — era o controle.

Deitei de lado na cama, o lubrificante ao lado, e comecei. O primeiro dedo entrou com resistência. Meu cu estava apertado, desacostumado. Contei até cinco enquanto sentia a penetração, depois comecei a retirar lentamente: cinco segundos para fora.

Na terceira penetração, meu pau começou a endurecer. O toque no cu ativava alguma conexão primitiva, e o corpo respondia independente da minha vontade. Continuei contando, forçando a respiração a se manter calma.

Na sétima, o tesão era quase insuportável. Eu queria descer a mão para o pau, me masturbar, gozar. Mas a ordem era clara: só o dedo no cu, sem gozar. Respirei fundo e continuei.

Na décima, tirei o dedo lentamente, limpei no lenço e fiquei deitado, ofegante. O pau estava duro, latejando, negado. Sentei na cama e esperei o tesão passar. Levou alguns minutos, mas passou.

Mandei uma mensagem para o Mestre: "Ordem cumprida." Ele respondeu: "Bom. Amanhã repete com dois dedos."

60

A Corrente de Ar

Faça sem Gozar

Era inverno, e o apartamento estava gelado. O Mestre mandou eu abrir todas as janelas, tirar a roupa e ficar de pé no centro da sala por 10 minutos. Sem me mexer. Sem me tocar. Sem gozar.

O vento frio entrou pelas janelas abertas, criando correntes de ar que percorriam todo o ambiente. Minha pele se arrepiou instantaneamente. Os mamilos endureceram, os pelos do corpo se eriçaram. O pau encolheu-se com o frio, se retraindo para dentro do corpo em busca de calor.

Os primeiros minutos foram de puro choque térmico. Meus dentes começaram a bater. Meus braços se apertaram contra o corpo instintivamente. "Braços abertos", a ordem dizia. Forcei os braços a se abrirem, o peito exposto ao vento gelado.

No quinto minuto, meu corpo começou a se adaptar. A pele ainda estava arrepiada, mas o frio já não doía mais — apenas existia. Eu respirava fundo, sentindo o ar gelado encher meus pulmões.

No décimo minuto, fechei as janelas. Meu corpo estava vermelho, trêmulo, mas o pau estava manso, o tesão completamente congelado. Tomei um banho quente para me aquecer, sentindo o contraste queimar a pele.

Mandei a foto do meu corpo vermelho para o Mestre. Ele respondeu: "Perfeito. O frio doma o tesão."

61

O Dia do Plug

Plug

Ele disse: "Hoje você vai usar o plug o dia inteiro. No trabalho, no almoço, na reunião. Ninguém vai saber. Mas você vai saber."

Eu enfiei o plug médio antes de sair de casa. A sensação inicial era estranha — o corpo rejeitando o objeto estranho, o cu se contraindo em volta do silicone. Mas depois de alguns minutos, o corpo aceitou. E o plug se tornou parte de mim.

No metrô, cada balanço do vagão movia o plug dentro de mim. Eu apertava os olhos, tentando manter uma expressão neutra enquanto o silicone massageava meu interior. As pessoas ao redor não faziam ideia. Eu estava de terno, gravata, segurando a pasta — e com um plug enterrado no cu.

Na reunião, sentei na beirada da cadeira para não pressionar o plug. O chefe falava sobre metas e resultados, e eu ouvia com atenção, mas uma parte de mim estava concentrada em não gemer. Cada vez que me movia, o plug se ajustava, lembrando-me da minha submissão.

No almoço, fui ao banheiro e conferi: o plug ainda estava no lugar. Passei mais lubrificante e voltei para o escritório. A tarde foi mais fácil — o corpo já tinha se acostumado.

Quando cheguei em casa e tirei o plug, o vazio foi quase tão intenso quanto a penetração. Sentei no chão do banheiro, ofegante, o buraco se fechando lentamente. Mandei a mensagem: "Plug usado o dia todo, Mestre."

"Bom. Amanhã usa o grosso."

62

O Zumbido Secreto

Vibração

O vibrador era pequeno, discreto, silencioso. Coube na palma da minha mão. O Mestre disse: "Coloque no cu, ligue no mínimo e vá ao supermercado."

Eu coloquei o vibrador dentro de uma camisinha, lubrifiquei e inseri. A ponta ficou para fora, pressionando a entrada do cu. Liguei no nível mais baixo — um zumbido suave que vibrava nas profundezas do meu corpo.

Vesti a calça jeans apertada, que pressionava o vibrador contra o cu. Cada passo que eu dava em direção ao mercado era uma onda de vibração que subia pela espinha. Minhas pernas estavam fracas, minha respiração irregular.

No supermercado, peguei um carrinho e comecei a fazer as compras. O zumbido constante no cu era uma tortura deliciosa. Eu passava pelos corredores devagar, sentindo cada vibração, o pau duro dentro da calça, o suor escorrendo na testa.

Uma mãe com uma criança passou por mim no corredor dos laticínios. Sorri educadamente, mas por dentro eu estava à beira do gozo. O vibrador no nível mínimo, constante, implacável.

Paguei as compras com mãos trêmulas, fui para o carro e desliguei o vibrador antes de gozar. A ordem era clara: sentir a vibração, não gozar com ela. Cheguei em casa, tirei o vibrador e joguei na cama. Mais uma missão cumprida.

63

O Portão de Grade

Exposição

O portão de casa era de grade — daqueles que deixam ver quem está do lado de dentro. O Mestre mandou: "Fique de frente para o portão, completamente nu, mãos na cabeça, por 2 minutos."

Eram três da tarde. A rua era movimentada. Eu olhei para o portão, para a rua além dele, para as pessoas passando. Meu coração batia forte. Cada fibra do meu corpo gritava para não fazer aquilo.

Tirei a roupa no corredor, dobrei cada peça com cuidado. Depois fui até o portão, parei de frente para a grade e coloquei as mãos na cabeça. O ar frio tocou minha pele nua. A rua estava ali, a poucos centímetros de distância.

Um carro passou. Diminuiu a velocidade. O motorista olhou. Eu mantive os olhos fixos na frente, o coração pulando na garganta. O carro seguiu. Uma senhora com um cachorro passou na calçada do outro lado. Ela olhou, desviou o olhar, olhou de novo.

Meu pau endureceu. Não de tesão — de nervoso. A exposição me excitava de uma forma que eu não sabia explicar. Estar ali, nu, visível, vulnerável, era aterrorizante e eletrizante ao mesmo tempo.

Quando os dois minutos terminaram, entrei correndo, fechei a porta e desabei no corredor, ofegante. Meu coração parecia querer sair do peito. Mandei a mensagem: "Feito, Mestre."

"Eu sei", ele respondeu. "Eu estava passando de carro."

64

A Testa Marcada

Humilhação

Ele me deu um batom vermelho. "Escreva 'SUBMISSO' na testa", ele ordenou. "Depois vá até a janela e fique de joelhos por 5 minutos."

Eu escrevi no espelho do banheiro, a letra torta, o vermelho contrastando com minha pele pálida. SUBMISSO. Em letras garrafais. Na minha testa. Olhei para meu reflexo e senti uma onda de vergonha e excitação.

Fui até a janela da sala, ajoelhei no chão frio e fiquei de frente para a rua. A cortina estava aberta. Qualquer um poderia ver. O batom na testa, a nudez do corpo, a posição de submissão.

Os minutos se arrastaram. Cada carro que passava, cada pedestre, eu imaginava o que eles estavam vendo. Um homem nu, ajoelhado na janela, com "SUBMISSO" escrito na testa. A humilhação era completa, absoluta.

Mas dentro de mim, algo mudou. Quanto mais tempo eu ficava ali, mais a vergonha se transformava em algo parecido com paz. Eu não era mais eu — eu era o que a testa dizia. Eu era submissão pura.

Quando ele mandou eu me levantar, ajoelhei mais um minuto por vontade própria. Depois levantei, fui ao banheiro e lavei o rosto. O vermelho desceu pelo ralo, mas a palavra ficou gravada na minha mente.

65

A Escada do Prazer

Penetração

A escada do prédio tinha três lances. Ele me colocou de quatro no segundo patamar, o corrimão frio sob minhas mãos, os degraus arranhando meus joelhos. A porta do andar de cima estava aberta, e qualquer morador poderia descer e nos ver.

Ele subiu um degrau atrás de mim, ajustando a posição. O pau dele roçou na entrada do meu cu, molhado de lubrificante. "Você está pronto?", ele perguntou, a voz baixa. "Sim", respondi, a voz trêmula.

Ele penetrou de uma vez, sem aviso. O grito que eu soltei foi abafado pela minha mão. Ele começou a se mover, cada estocada me empurrando para cima no degrau. Eu segurava o corrimão com tanta força que meus dedos doíam.

O ritmo era implacável — rápido, profundo, constante. O som dos nossos corpos se chocando ecoava na caixa da escada. Eu ouvia a respiração pesada dele, os gemidos baixos que ele soltava a cada penetração.

"Vou gozar", ele avisou. "Goza dentro", eu pedi. E ele gozou, o corpo tenso por trás de mim, o gozo quente enchendo meu cu. Fiquei ali, de quatro na escada, sentindo escorrer.

Subimos para o apartamento depois. Ele me limpou com um pano úmido. "Ninguém viu", ele disse. Mas eu queria que tivessem visto.

66

A Banheira de Leite

Masturbação e Gozo Gourmet

A ordem era incomum: "Prepare uma banheira com água morna e deite-se nela por 10 minutos. Depois, masturbe-se debaixo d'água e goze dentro da banheira."

Enchi a banheira, senti a temperatura com o cotovelo — morna, perfeita. Deitei-me, a água cobrindo meu corpo até o pescoço. O relaxamento foi imediato. Os músculos foram se soltando um a um, o calor envolvendo cada parte de mim.

Depois de 10 minutos, minha pele estava macia, meus dedos enrugados. Comecei a me masturbar debaixo d'água. Os movimentos eram mais suaves, mais lentos. A água amortecia cada toque, criando uma sensação etérea, como se eu estivesse flutuando.

O prazer cresceu devagar, como a maré. Eu via meu pau se mover dentro da água límpida, as bolhas subindo à superfície com cada movimento. A água morna aquecia ainda mais o tesão.

Quando gozei, vi o sêmen se espalhar na água como nuvens brancas, se dissolvendo lentamente ao meu redor. Fiquei deitado na banheira, imóvel, boiando no meu próprio gozo diluído.

Fiquei ali por mais 5 minutos, sentindo o corpo relaxado, a água esfriando lentamente. Depois me enxaguei no chuveiro e me vesti. O Mestre perguntou se eu tinha gozado na água. "Sim", respondi. "Você bebeu a água do banho?", ele perguntou. "Não", eu disse. "Agora vai lá e bebe."

67

Cinco Minutos de Fogo

Masturbação e Gozo

"Você tem 5 minutos. Quando o cronômetro apitar, você goza. Nem um segundo antes."

Eu coloquei o cronômetro no celular e o deixei ao lado. A pressão era imensa. Cinco minutos pareciam uma eternidade e um piscar de olhos ao mesmo tempo. Comecei a me masturbar em pé, pau na mão, relógio na frente.

Os primeiros dois minutos foram calmos, controlados. Eu mantinha um ritmo moderado, sentindo o prazer crescer devagar. Sabia que precisava administrar a energia, não podia chegar ao limite antes do tempo.

No terceiro minuto, o tesão começou a apertar. Minha mão acelerou inconscientemente. Forcei a desacelerar, respirando fundo. "Calma", eu dizia para mim mesmo. "Tem tempo."

No quarto minuto, eu já estava perto. Muito perto. Cada movimento me levava mais para a beira do abismo. Olhei para o cronômetro: 1 minuto e 20 segundos. Muito tempo. Diminuí o ritmo, quase parando. O pau pulsava na minha mão, implorando por liberação.

Faltando 30 segundos, acelerei. O cronômetro marcava os segundos finais. 10, 9, 8 — minha mão voava. 5, 4, 3 — eu estava no limite. 2, 1 — o alarme tocou e eu gozei, o sêmen espirrando longe, o corpo inteiro sacudindo.

Caí de joelhos ofegante. 5 minutos. Nem um segundo antes. Ordem cumprida.

68

Vendado e Entregue

Faça sem Gozar

Ele me vendeu os olhos com uma gravata de seda preta. "Você não vai ver nada. Você vai apenas sentir. E não vai gozar."

A escuridão era completa. A venda bloqueava toda a luz, e eu flutuava em um universo de sensações sem referência visual. Eu estava nu, deitado de costas, as mãos soltas ao lado do corpo. Ouvia a respiração dele ao meu lado, mas não sabia onde ele estava exatamente.

A primeira coisa que senti foram as pontas dos dedos dele no meu peito. Leves, quase imperceptíveis. Arrepiei inteiro. Os dedos desceram devagar, traçando caminhos aleatórios pela minha pele. Cada toque era uma surpresa — eu não sabia onde a mão dele ia aparecer.

Ele passou os dedos pela minha barriga, pelas minhas coxas, pelo meu pescoço. Nunca no pau. Sempre perto, sempre evitando. O tesão crescia a cada toque negado. Meu pau estava duro, latejando, implorando por atenção.

"Por favor", eu sussurrei. "Por favor, o quê?", ele perguntou. "Me toca", eu pedi. "Estou te tocando", ele respondeu, os dedos traçando círculos na minha virilha, ainda longe do pau.

Ele me manteve naquele estado por 30 minutos. Trinta minutos de toques negados, de prazer negado, de gozo negado. Quando ele finalmente tirou a venda, a luz do quarto me cegou por um momento. Ele estava sentado ao meu lado, completamente vestido, sorrindo.

"Boa resistência", ele disse. Levantou-se e foi embora. Fiquei nu na cama, o pau duro, o gozo negado. Mas a disciplina venceu. Não gozei.

69

O Varal Humano

Exposição

Ele mandou: "Vá até o varal pelado e finja que está estendendo roupa por 5 minutos."

Eram 11 da manhã de sábado. Os vizinhos estavam em casa. Eu ouvia as vozes, os sons da rua, a vida normal das pessoas ao redor. Peguei o cesto de roupa, tirei a roupa no corredor e fui para o quintal completamente nu.

O varal ficava no fundo do quintal, visível da casa do vizinho dos fundos. A cerca era baixa — dava para ver por cima. Peguei uma camisa molhada, sacudi e pendurei no varal com movimentos lentos, deliberados. Meu corpo nu se esticava a cada peça pendurada.

Eu via a cortina da casa do vizinho se movendo. Alguém estava olhando. Continuei pendurando as peças — calças, cuecas, toalhas. Cada movimento era uma exibição. O sol quente batia na minha pele nua, e meu pau endureceu, impossível de esconder.

Pendurei a última peça e fiquei ali, parado, de frente para a casa do vizinho. A cortina se abriu um pouco mais. O rosto de um homem apareceu. Ele me olhou, olhou para o varal, olhou para o meu pau. Não desviei o olhar.

Ele fechou a cortina. Mas eu sabia que ele tinha visto. Entrei em casa, vesti a roupa e pensei no que ele estaria pensando naquele momento. Talvez ele estivesse contando para a esposa. Talvez ele estivesse se masturbando. Talvez ele estivesse planejando uma visita.

70

O Metal Gelado

Plug

O plug metálico era diferente dos outros. Era frio, pesado, inflexível. O silicone cedia ao corpo, se adaptava. O metal não — ele impunha sua forma, sua temperatura, sua presença.

Naquela noite, o Mestre ordenou: "Plug metálico. Grosso. Lubrifique e insira. Depois vá até a janela."

O metal tocou a entrada do meu cu e eu estremeci. O frio do metal contrastava com o calor do meu corpo. Lubrifiquei generosamente e comecei a inserir devagar. Cada centímetro era uma sensação nova — a rigidez, o peso, a temperatura.

Quando o plug estava completamente inserido, a base de metal fria pressionada contra minha entrada, fiquei imóvel por um momento, sentindo o objeto dentro de mim. O metal estava se aquecendo com a temperatura do meu corpo, mas ainda mantinha seu frescor original.

Fui até a janela como ordenado. A brisa noturna tocou minha pele. Senti o plug metálico lá dentro, frio, presente. Cada movimento que eu fazia era acompanhado pela sensação do metal se deslocando dentro de mim.

Fiquei na janela por 5 minutos, o plug metálico no cu, o corpo exposto para a noite. Depois tirei o plug, lavei com água quente e guardei. O metal ainda estava frio quando eu o coloquei de volta na caixa. Mas dentro de mim, ele tinha esquentado.

71

A Ducha de Controle

Faça sem Gozar

A ordem era cruel: "Tome um banho frio. Enquanto a água gelada cai, massageie o pau com sabão. Não goze. O banho não é para prazer — é para limpeza."

Abri o registro no máximo frio. A água gelada bateu no meu peito e eu gritei — um grito abafado, involuntário. O choque térmico foi tão intenso que minha respiração parou por um segundo. Meu pau encolheu instantaneamente.

Ensaboei as mãos e comecei a lavar o corpo. Peito, braços, axilas, barriga. Quando cheguei ao pau, a água gelada escorria sobre ele, mantendo-o murcho e encolhido. Massageei com sabão em movimentos circulares, sem intenção sexual, apenas higiene.

Mas o corpo trai. Mesmo sob a água fria, o toque repetitivo começou a despertar algo. O pau começou a endurecer lentamente, desafiando a temperatura. Senti o movimento de crescimento contra a água gelada, uma ereção teimosa que insistia em aparecer.

Desacelerei a massagem, respirei fundo. A água fria continuava caindo, ajudando a conter o tesão. Olhei para o chuveiro, para os azulejos, para qualquer lugar que não fosse meu pau. Ocupei a mente com pensamentos chatos — contas a pagar, prazos de trabalho, listas de supermercado.

A ereção passou. Terminei o banho frio, me enxuguei com uma toalha áspera e me vesti. O corpo estava gelado, mas a mente estava vitoriosa. Não gozei. A disciplina prevaleceu.

72

O Gosto da Obediência

Masturbação e Gozo

O Mestre ordenou: "Masturbe-se e goze na própria boca. Engula tudo."

Deitei de costas na cama, a cabeça pendurada para fora da borda, a boca aberta. A posição era desconfortável, quase circense. Meu pescoço doía, mas eu mantive a posição. Eu precisava que o ângulo estivesse certo para o gozo cair diretamente na minha boca.

Comecei a me masturbar de cabeça para baixo, o sangue subindo para o crânio. A visão invertida do quarto era desorientadora. Meu corpo estava virado, as pernas no ar, a boca aberta esperando.

O tesão veio rápido — a posição invertida, a antecipação do ato, a humilhação de gozar na própria boca. Senti o aperto se aproximando, ajustei a posição da cabeça, abri mais a boca.

O primeiro jorro acertou o céu da boca. O segundo, a língua. O terceiro escorreu pelo queixo. Fechei a boca, sentindo o gosto salgado e quente do meu próprio sêmen. Engoli. O gozo desceu pela garganta com um gosto de obediência.

Lambi os lábios, lambi os dedos, lambi o queixo. Não desperdicei uma gota. Levantei a cabeça, tonta, e olhei para o teto. A missão estava cumprida. O Mestre ia ficar orgulhoso.

Mandei a mensagem: "Gozado e engolido, Mestre." Ele respondeu: "Bom escravo."

73

O Gelo na Pele

Faça sem Gozar

Ela mandou: "Pegue um cubo de gelo e passe lentamente pelo corpo. Menos no pau. O gelo vai te acalmar."

O cubo de gelo queimava de frio na minha mão. Comecei pelo pescoço, traçando uma linha gelada até o peito. A pele se arrepiou instantaneamente, os mamilos endureceram com o choque térmico. O gelo derretia, deixando um rastro de água gelada.

Passei o gelo pelos ombros, pelos braços, pela barriga. Cada centímetro de pele que o gelo tocava ficava vermelho, sensível, vibrando. Meu corpo estava acordado, alerta, cada terminação nervosa em estado de atenção máxima.

O pau endureceu, traindo meu controle. O calor do tesão lutava contra o frio do gelo. A tentação de passar o gelo no pau era imensa. Eu imaginava a sensação — o gelo na glande, o choque, o prazer. Mas a ordem era clara: nada de pau.

Passei o gelo pelas coxas, pelas canelas, pelos pés. Quando terminei, o cubo era do tamanho de uma moeda. Coloquei na boca e chupei até derreter completamente, a boca gelada, o corpo inteiro desperto e arrepiado.

Deitei na cama sentindo cada ponto de frio na pele. O pau ainda estava duro, mas estava diminuindo. O gelo tinha vencido o tesão. Mais uma vez.

74

A Mesa do Escritório

Penetração

O escritório estava vazio. Eram 22h, e todos tinham ido embora. Exceto nós dois. Ele era meu chefe, e nos últimos meses, a relação profissional tinha se transformado em algo bem diferente.

Ele me curvou sobre a mesa, os papéis se espalhando com o impacto. A madeira fria pressionava meu peito nu enquanto ele arriava minha calça. "Você queria isso", ele disse, a voz rouca. "Sim", eu respondi, a bochecha colada na mesa.

Ele não usou lubrificante — só cuspiu na mão e passou no pau. A penetração seca doeu, mas eu queria a dor. Cada estocada era uma afirmação de poder, uma renegociação dos termos da nossa relação. Ele não era mais meu chefe — ele era meu dono.

A mesa rangeu com o ritmo. Os papéis voaram para o chão. O monitor do computador balançava a cada impacto. Eu segurava as bordas da mesa, os dedos brancos de força, enquanto ele me fodia sem piedade.

Ele gozou dentro de mim, um gemido longo e satisfeito. Depois se afastou, fechou a calça e sentou na cadeira. "Arrume a mesa", ele ordenou. Ajoelhei e comecei a catar os papéis espalhados, o gozo dele escorrendo pela minha perna.

No dia seguinte, na reunião de equipe, ele pediu para eu ficar depois. "Portas fechadas", ele disse, e eu sabia exatamente o que aquilo significava.

75

O Óleo e a Seda

Masturbação e Gozo Gourmet

A ordem era de um Mestre que entendia de rituais: "Aqueça óleo de coco nas mãos. Deite-se sobre um lençol de seda. Masturbe-se com as duas mãos, uma sobre a outra. Goze nas próprias mãos e lamba."

Comprei o óleo de coco e o lençol de seda especialmente para a ocasião. Aqueci o óleo entre as palmas, sentindo o cheiro adocicado e tropical. Espalhei no pau, nas coxas, na barriga. A pele ficou brilhante, escorregadia, perfumada.

Deitei no lençol de seda. A sensação era indescritível — a seda fria deslizando sob minhas costas, o óleo quente na pele. Comecei a me masturbar com as duas mãos, uma sobre a outra, como ele tinha instruído. O deslize era perfeito, suave, quase líquido.

O som do movimento era úmido, rítmico. O cheiro do óleo de coco preenchia o quarto, se misturando ao cheiro do meu tesão. Fechei os olhos e me perdi na sensação — a seda, o óleo, as mãos, o calor.

Gozei nas mãos, como ordenado. O sêmen se misturou ao óleo, escorrendo pelos meus dedos. Levei as mãos à boca e lambi, sentindo o gosto do coco misturado ao gosto do meu próprio gozo. Uma combinação estranha e deliciosa.

O lençol de seda ficou manchado. Guardei-o como lembrança daquela noite de obediência perfumada.

76

A Meditação do Controle

Faça sem Gozar

A ordem parecia simples demais: "Sente-se nu de pernas cruzadas. Coloque duas velas acesas na sua frente. Medite olhando para a chama por 10 minutos. Não se masturbe. Apenas medite."

Eu esperava algo mais intenso — uma ordem de exposição, de humilhação, de risco. Mas meditação? Sentei no chão, nu, acendi as velas e cruzei as pernas. A chama dançava na minha frente, amarela e laranja, lançando sombras nas paredes.

Os primeiros minutos foram de agitação mental. Minha cabeça estava cheia de pensamentos — trabalho, contas, o Mestre, o que ele estaria fazendo, se ele ia me testar depois. A chama tremia, e minha mente tremia junto.

Respirei fundo, como em uma meditação guiada. Inspirei pelo nariz, segurei por 4 segundos, soltei pela boca. Aos poucos, os pensamentos foram se aquietando. A chama se tornou o centro do meu universo.

O pau endureceu em algum momento — não de tesão, mas de relaxamento. O corpo, ao se acalmar, deixava o sangue fluir livremente. Mas eu não toquei. Apenas observei a chama. Observei minha respiração. Observei o pau endurecer e, eventualmente, amolecer sozinho.

Quando os 10 minutos terminaram, soprei as velas. Uma sensação de paz tomou conta de mim. A nudez já não era vulnerabilidade — era apenas meu estado natural. A meditação tinha funcionado.

77

O Desafio do Portão

Exposição

O portão eletrônico da garagem demorava 15 segundos para abrir completamente. O Mestre disse: "Fique nu atrás do portão enquanto ele abre. Quando estiver completamente aberto, você estará visível para a rua. Fique ali por 30 segundos. Depois feche."

Eram 3 da manhã. A rua estava deserta. Era o melhor horário para o risco mínimo, mas o risco ainda existia. Um carro passando, um pedestre noturno, um vizinho acordado — qualquer um poderia ver.

Tirei a roupa no corredor e apertei o controle. O motor do portão rangeu e começou a abrir. Cada centímetro a mais expunha mais do meu corpo. Primeiro os pés, depois as pernas, depois o tronco, depois o rosto.

Quando o portão terminou de abrir, eu estava completamente exposto para a rua. Nu, imóvel, visível. A rua estava vazia, mas a sensação de vulnerabilidade era avassaladora. Meu coração batia tão forte que eu ouvia o pulsar nos meus ouvidos.

Contei os 30 segundos devagar. Um carro apareceu no fim da rua. Meu coração parou. O carro se aproximou lentamente. 15 segundos. 10 segundos. O carro estava a meia quadra. 5 segundos. O carro ia passar na minha frente.

Apertei o controle no segundo 30. O portão começou a fechar enquanto o carro se aproximava. O portão fechou segundos antes do carro passar. O motorista não viu nada. Ou quase nada. Caí no chão do corredor, ofegante, o corpo tremendo de adrenalina.

Nunca mais fiz isso. Mas toda vez que o portão abre, lembro daqueles 30 segundos de pura exposição.

78

O Sabor da Fruta Proibida

Masturbação e Gozo Gourmet

A ordem veio pelo aplicativo de mensagens: "Compre morangos. Lave-os. Deite-se nu na cama com a tigela ao lado. Masturbe-se com uma mão. Com a outra, coma os morangos. Goze enquanto prova a fruta."

Comprei os morangos mais vermelhos que encontrei. Lavei um por um, sentindo a textura áspera das sementes na ponta dos dedos. Coloquei-os em uma tigela branca e levei para o quarto. Deitei nu, a tigela ao lado.

Comecei a me masturbar devagar, pau na mão esquerda, a direita livre para as frutas. Peguei o primeiro morango, mergulhei nos lábios e mordi. O suco explodiu na minha boca — doce, ácido, fresco. Enquanto mascava, minha mão continuava trabalhando no pau.

Alternava entre mordidas de morango e movimentos de masturbação. O doce da fruta contrastava com o salgado do tesão. Cada morango era uma explosão de sabor que se misturava com a antecipação do gozo.

Senti o aperto se aproximando enquanto mordia o último morango. O suco escorria pelo meu queixo enquanto eu gozava, o sêmen espirrando na minha barriga. Fiquei ali, imóvel, com o gosto de morango na boca e o gosto de gozo na barriga.

Passei o dedo no gozo, misturei com o suco de morango que escorria pelo meu peito, e lambi. A combinação era estranhamente deliciosa. Mandei a foto da tigela vazia para o Mestre. "A fruta mais gostosa que já comi", eu disse.

"Agora lamba o prato", ele respondeu.

79

A Escrita Disciplinar

Faça sem Gozar

"Escreva 50 vezes: 'Eu controle meu corpo, eu sirvo sem gozar'. Depois leia todas em voz alta."

Sentei nu à mesa do escritório, uma caneta preta e uma folha de papel sulfite na minha frente. A primeira linha saiu torta, a letra ainda instável: "Eu controlo meu corpo, eu sirvo sem gozar."

A cada linha, a frase ganhava significado. A repetição era quase hipnótica. A caneta deslizava no papel, e as palavras se gravavam na minha mente. "Eu controlo meu corpo." Linha 12. "Eu sirvo sem gozar." Linha 13.

Na linha 20, meu pau endureceu. O movimento repetitivo da mão, a nudez, a concentração — tudo contribuía para o tesão. Mas a ordem era continuar escrevendo. Não podia parar para me masturbar. Não podia desviar o foco.

Continuei escrevendo. Linha 30. A mão começou a doer. Linha 35. O pau ainda estava duro, mas eu ignorava. Linha 40. A dor na mão competia com o tesão no pau. Linha 45. Faltavam 5.

Linha 50. A frase completa pela quinquagésima vez. Deixei a caneta de lado e levantei a folha. Li todas as 50 frases em voz alta, nu, sentado à mesa. Minha voz estava rouca, mas cada palavra era dita com clareza.

Quando terminei, rasguei a folha em pedaços pequenos e joguei no lixo. O pau tinha amolecido durante a leitura. O poder das palavras tinha vencido o poder do corpo.

80

A Última Gota

Masturbação e Gozo

Era a última ordem da noite. O Mestre disse: "Masturbe-se e goze. Depois de gozar, continue se masturbando até a última gota sair. Só então pode parar."

Eu já tinha gozado duas vezes naquele dia. Meu pau estava sensível, quase dolorido. Mas a ordem era clara. Deitei na cama, fechei os olhos e comecei.

A ereção veio com esforço. Meu corpo estava cansado, mas a mente obedecia. Movimentos lentos no início, construindo o tesão do zero. Eu me concentrava nas sensações, ignorando o desconforto, buscando o prazer escondido na exaustão.

O terceiro gozo demorou a chegar. Quando veio, foi mais fraco que os anteriores — um fio de sêmen, não um jorro. Mas veio. E eu continuei me masturbando, como ordenado.

A hipersensibilidade era quase insuportável. Cada toque no pau era uma faca de prazer e dor misturados. Minha mão se movia lentamente, extraindo gotas residuais, pequenas quantidades de sêmen que ainda restavam.

Quando a última gota saiu, parei. Minha mão caiu ao lado do corpo, exausta. O pau latejava, vermelho e sensível. Fiquei deitado, recuperando o fôlego, sentindo o corpo todo vibrar de cansaço e satisfação.

Mandei a mensagem: "Última gota extraída, Mestre."

"Bom. Agora durma. Amanhã tem mais."

81

O Sofá da Sala

Penetração

A sala estava escura, apenas a luz azulada da televisão iluminava o ambiente. Ele estava sentado no sofá, as pernas abertas, me esperando. Ajoelhei-me entre as coxas dele, sabendo o que viria.

"Quero você por cima hoje", ele disse, a voz rouca de desejo. Subi no sofá, montando no colo dele de costas. Senti o pau já duro roçando na entrada do meu cu. Ele cuspiu na mão, passou no pau e me puxou para baixo.

A penetração foi lenta, deliberada. Eu controlava o ritmo — subindo e descendo no colo dele, sentindo cada centímetro me preencher. Ele segurava minha cintura, guiando o movimento, apertando quando queria mais rápido.

"Assim mesmo", ele gemeu, a cabeça jogada para trás no encosto do sofá. Eu cavalgava com vontade agora, o som dos nossos corpos se chocando preenchia a sala silenciosa. O suor escorria pelas minhas costas.

Ele sentou-se ereto de repente, abraçando meu peito por trás, os lábios colados no meu ouvido. "Goza comigo", ele sussurrou, as mãos apertando meus mamilos. Senti o gozo dele me encher por dentro enquanto eu derramava no sofá à nossa frente.

Ficamos encharcados e ofegantes, eu ainda montado nele, ele ainda dentro de mim. O sofá estava manchado, mas nenhum de nós se importava.

82

Contra a Porta do Quarto

Penetração

Mal entramos no quarto e ele já me empurrava contra a porta fechada. A maçaneta cavava minhas costas, mas eu nem sentia a dor. A urgência era maior que qualquer desconforto.

Ele me virou de costas para ele, pressionou meu peito contra a madeira da porta e puxou minha calça para baixo com um puxão seco. O tecido raspou na pele, e o ar frio do quarto atingiu minha bunda nua.

"Fica quieto", ele rosnou, cuspindo na própria mão e passando no pau. Ouvi o som molhado e senti a ponta probeando minha entrada. Empurrou de uma vez, sem aviso.

O grito que saiu da minha boca foi abafado pela madeira. Ele estava enterrado até o fundo, e eu sentia cada batida do coração dele através do pau dentro de mim. "Você é tão apertado assim de repente", ele disse, começando a se mover.

Cada estocada me empurrava contra a porta, fazendo o batente tremer. Minhas mãos estavam abertas contra a madeira, os dedos arranhando tinta. Ele socava com força agora, sem pena, me usando como queria.

O gozo veio como uma onda — primeiro nele, que gemeu alto me enchendo de leite, depois em mim, que jorrava contra a porta sem nem tocar no pau. Ele riu baixinho atrás de mim. "Gostou, né?"

83

A Mesa do Escritório

Penetração

O escritório era o único cômodo da casa que ainda não tínhamos usado. Ele decidiu mudar isso. Me curvou sobre a mesa de trabalho, espalhando papéis e canetas, e baixou minha calça até os joelhos.

"Você trabalha aqui todo dia", ele disse, passando a mão na minha bunda. "Agora vai ser lembrado de outra coisa quando sentar nessa mesa." Ele se posicionou atrás de mim, o pau já lubrificado e pronto.

A primeira penetração foi profunda, me fazendo arquear as costas e apoiar o peito nos papéis espalhados. Ele começou num ritmo médio, constante, cada estocada fazendo a mesa ranger.

O monitor do computador balançava a cada impacto. Eu segurava na borda da mesa, os nós dos dedos brancos de tensão. "Olha só", ele disse, apontando para o reflexo na tela preta do monitor — eu, curvado, sendo comido em cima da minha própria mesa de trabalho.

Ele se inclinou sobre mim, o peito suado contra minhas costas, e acelerou o ritmo. Eu gemia sem controle agora, a cara enterrada nos papéis, o cheiro de tinta e suor misturados.

Gozamos juntos, ele dentro de mim, eu nas pernas da mesa. Depois ele se afastou, e eu fiquei ali, curvado, recuperando o fôlego entre os documentos espalhados.

84

O Preço da Distração

Sexo Oral

Eu estava no celular, distraído, quando ele se aproximou por trás. "Se está com tempo para o celular, está com tempo para mim", ele disse, tirando o telefone da minha mão. "Ajoelha."

A ordem era seca, direta. Ajoelhei sem pensar, o tapete macio amortecendo meus joelhos. Ele abriu o shorts e deixou o pau cair na minha frente, já semi-duro. "Abre."

Abri a boca e ele colocou o pau lá dentro, não com violência, mas com firmeza. Uma mão na minha nuca, guiando. "Chupa como se estivesse pedindo desculpa", ele disse. E eu chupei, realmente me desculpando pela distração.

Mantive os olhos erguidos, encontrando os dele. Ele gostava quando eu olhava. Passei a língua em volta da cabeça, deslizei a boca pelo corpo do pau, engoli o máximo que conseguia. Ele gemeu baixo, puxando meu cabelo.

"Quer gozar na boca ou na cara?" ele perguntou, a voz falhando. Eu gemi em resposta, mantendo a boca cheia. Ele entendeu. Segurou minha cabeça com as duas mãos e gozou na minha boca em jorros quentes.

Engoli tudo, mostrando a língua limpa depois, como ele me ensinou. "Bom menino", ele disse, guardando o pau no shorts. "Agora pode pegar o celular de volta."

86

No Escuro do Quarto

Gozo Anal

Ele apagou todas as luzes do quarto. Ficamos no escuro total, apenas a respiração um do outro quebrando o silêncio. Era a primeira vez que transávamos no escuro.

Sem a visão, os outros sentidos se amplificaram. Senti as mãos dele no meu corpo antes de vê-las, o calor da pele dele antes de sentir o contato. Ele me deitou de bruços na cama e subiu em cima de mim.

A lubrificação veio no escuro — o som do gel sendo aberto, as mãos dele passando no meu cu, o dedo entrando para preparar. No escuro, cada toque era uma surpresa. Cada movimento, uma descoberta.

Quando ele penetrou, eu senti cada detalhe: a largura, o comprimento, a velocidade. Minhas mãos apertavam o lençol enquanto ele se movia dentro de mim, lento e profundo no breu absoluto.

"Não vou avisar quando gozar", ele sussurrou no meu ouvido. "Quero que você sinta." E eu senti — o pau endurecendo mais, as bolas apertando contra meu cu, o jorro quente enchendo meu interior. Gozei junto só de sentir ele gozar dentro de mim.

Ficamos no escuro, deitados, ele ainda dentro de mim, os corpos colados. Eu não queria que a luz voltasse.

87

Na Escada do Prédio

Gozo Anal

A escada do prédio era deserta àquela hora da noite. Ninguém usava escada em prédio com elevador. Era por isso que ele tinha me levado até lá.

Ele me posicionou de quatro nos degraus, as mãos apoiadas no lance acima, os joelhos nos degraus duros. A porta de acesso estava entreaberta, um risco calculado. Qualquer morador podia resolver usar a escada.

Ele levantou minha camiseta e baixou minha bermuda até os joelhos. O ar do poço da escada era frio na minha pele. "Alguém pode descer", eu sussurrei, o coração disparado.

"É esse o ponto", ele respondeu, e penetrou sem mais delongas. Uma mão na minha cintura, a outra tapando minha boca. As estocadas ecoavam no poço da escada, subindo andares.

Eu estava em estado de alerta total, cada sentido ligado — qualquer barulho de porta, qualquer passo, podia ser alguém descendo. E ele metia em mim sem parar, usando o risco como lubrificante.

Gozou rápido, dentro de mim, me puxando para trás contra ele. Senti o gozo escorrer pela minha coxa enquanto ele me segurava imóvel. Depois me vestiu às pressas, me beijou e me empurrou para dentro do apartamento. "Ninguém viu", ele disse, sorrindo.

88

O Desfile dos Cômodos

Exibicionismo

"Quero ver você andar nu pela casa inteira. Devagar. De frente para as janelas." A ordem veio enquanto eu ainda estava na cama, coberto até o pescoço. Levantei nu, o ar frio do quarto me arrepiando.

Comecei pelo quarto, andando até a janela. A rua estava movimentada — carros passavam, pessoas andavam na calçada. Parei de frente para o vidro, o corpo inteiro visível para quem olhasse.

Depois fui para o corredor, as paredes apertadas de cada lado. Na sala, as cortinas estavam abertas. Andei de um lado para o outro, sentindo o olhar invisível da rua sobre minha pele nua.

Na cozinha, a janela sobre a pia dava para o quintal do vizinho. Lavei as mãos lentamente, demorando, o corpo exposto para quem estivesse no quintal ao lado.

No banheiro, a janela era pequena mas dava para o corredor do prédio. Fiquei de frente para ela, escovando os dentes nu, como se fosse a coisa mais normal do mundo.

Terminei o desfile na sala, onde ele estava sentado me esperando. Ele me olhou de cima abaixo. "Bom. Agora vem aqui." Sentei no colo dele, ainda nu, e ele me beijou. "Gostou de se exibir?" Eu só balancei a cabeça, envergonhado e excitado.

89

A Janela do Banheiro

Exibicionismo

O banheiro do apartamento dele tinha uma janela que dava para o poço de luz do prédio. Não dava para ver outros apartamentos diretamente, mas qualquer movimento era ouvido. Ele abriu a janela e me chamou.

"Entra no box e deixa a porta aberta", ele disse, apontando para o chuveiro. Entrei, o piso frio sob meus pés, o vapor começando a subir. Ele ligou a água quente e ficou me observando do lado de fora.

O som da água ecoava no poço de luz. Vozes de outros apartamentos subiam pelo vão. Eu estava completamente visível da janela aberta do banheiro, a silhueta recortada contra o box de vidro.

"Ensaboa devagar", ele ordenou. Passei o sabão pelo peito, pelos braços, descendo pelas pernas, cada movimento lento e deliberado. Eu sabia que não dava para ver detalhes de outros apartamentos, mas o risco fazia meu coração disparar.

"Agora ensaboa o pau. Devagar." Obedeci, passando a mão ensaboada no pau já duro, os movimentos lentos e circulares. Ele me observava, os braços cruzados, um sorriso nos lábios.

Depois do banho, ele me secou pessoalmente, passando a toalha em cada centímetro do meu corpo. "Você é tão obediente", ele disse, beijando meu ombro molhado.

90

A Lavagem do Submisso

Banho

Ele me levou até o banheiro e apontou para o box. "Entra." Entrei, e ele veio atrás de mim, ainda vestido. Ligou a água e me puxou para debaixo do chuveiro, a roupa dele começando a molhar.

"Hoje quem te lava sou eu", ele disse, pegando o sabonete líquido. Ensaboou as mãos e começou pelo meu pescoço, descendo devagar pelos ombros, pelas costas, cada movimento firme e possessivo.

As mãos dele passaram pelo meu peito, os dedos encontrando os mamilos e apertando de leve. Eu fechei os olhos debaixo da água, me entregando ao toque. Ele ensaboou minha barriga, descendo até a virilha.

Quando as mãos dele encontraram meu pau, ele lavou com cuidado, sem pressa, como se estivesse limpando um objeto precioso. O pau endureceu na mão dele, e ele riu baixinho. "Gosta de ser lavado?"

Ele me virou de costas e ensaboou minha bunda, os dedos deslizando entre as nádegas, tocando a entrada do cu. Passei as mãos na parede do box para me apoiar enquanto ele lavava cada parte de mim.

"Agora enxágua", ele disse, me colocando debaixo da água. Fiquei ali, o sabão escorrendo, me sentindo limpo e possuído ao mesmo tempo. Ele saiu do box, encharcado, e me olhou. "Perfeito."

91

O Plug no Chuveiro

Banho

Antes do banho, ele colocou um plug em cima da pia. "Hoje você vai tomar banho com isso", ele disse, apontando para o plug médio de silicone. Lubrifiquei e inseri, ocu se abrindo para receber o objeto.

Entrei no box com o plug já dentro, sentindo cada movimento dos meus passos deslocarem o silicone dentro de mim. Ele ligou a água quente e começou a me ensaboar, os dedos encontrando a base do plug nas minhas costas.

"Contrai o cu", ele ordenou. Obedeci, e senti o plug se apertar dentro de mim, a pressão interna aumentando. "Segura. Agora relaxa." O plug pareceu se expandir quando soltei a contração.

Ele me ensaboou inteiro, passando as mãos em volta do plug, tocando a pele esticada em volta da base. Eu estava duro, o pau batendo na coxa a cada movimento que ele fazia atrás de mim.

"Vou tirar agora", ele avisou, segurando a base do plug. Puxou devagar, e eu senti o silicone deslizando para fora, o cu se contraindo em volta da perda. Quando saiu completamente, o vazio era maior que o preenchimento.

Ele me virou e me beijou debaixo da água, a língua entrando na minha boca como o plug tinha entrado no meu cu. "Amanhã a gente usa o grosso", ele disse.

92

A Descoberta da Próstata

Dedos

Eu nunca tinha deixado ninguém colocar o dedo no meu cu antes. Quando ele sugeriu, eu hesitei. "Confia em mim", ele disse, os olhos fixos nos meus. "Vai ser bom."

Deitei de costas, as pernas abertas, nervoso. Ele lubrificou o dedo indicador generosamente e se aproximou. "Respira fundo", ele disse, enquanto a ponta do dedo começava a circular na minha entrada.

O primeiro toque foi estranho — uma pressão que parecia errada. Mas ele foi devagar, paciente, esperando eu relaxar. "Empurra como se fosse fazer cocô", ele instruiu. Fiz, e o dedo entrou.

A sensação era difícil de descrever — não era dor, mas uma pressão interna estranha. Ele mexeu o dedo lentamente, explorando, até que encontrou um ponto que fez meu corpo inteiro tremer.

"Achou", ele disse, sorrindo. Passou a massagear a próstata em movimentos circulares, e eu perdi o controle. Meu pau, que não estava sendo tocado, começou a vazar pré-gozo. Eu gemia sem parar, as mãos apertando o lençol.

"Vou gozar", eu avisei, a voz falhando. "Goza então", ele disse, massageando mais forte. Gozei sem ninguém tocar no meu pau, apenas o dedo dele na minha próstata. Foi o orgasmo mais intenso da minha vida.

93

Dois Dedos, Depois Três

Dedos

Ele começou com um dedo, como sempre. Me preparou devagar, sentindo o cu se abrir em volta da primeira falange, depois do dedo inteiro. Eu estava de quatro, o rosto enterrado no travesseiro.

"Vou colocar o segundo", ele avisou. Senti a ponta do segundo dedo pressionando junto com o primeiro, a entrada do cu esticando para acomodar os dois. Ele esperou, deixou eu me acostumar, depois empurrou.

Dois dedos dentro de mim era uma sensação completamente diferente de um. A pressão era maior, o preenchimento mais completo. Ele abriu os dedos ligeiramente, esticando o cu por dentro, e eu gemi alto.

"Mais um", ele disse, e eu senti o pânico e a excitação misturados. O terceiro dedo foi mais difícil. Ele lubrificou de novo, pacientemente, e foi empurrando devagar. A entrada queimava com o esticamento.

Quando os três dedos estavam dentro, ele parou. A sensação era de estar completamente preenchido, quase desconfortável, mas estranhamente bom. Ele moveu os três dedos juntos, devagar, e eu gemi sem controle.

"Você está pronto para coisas maiores", ele disse, tirando os dedos lentamente. O cu se fechou em seguida, vazio. "Da próxima vez, a gente tenta o punho." Meu coração disparou ao mesmo tempo que meu pau endureceu.

94

O Café da Manhã do Mestre

Toma de Gozo

Era domingo de manhã. Ele estava deitado na cama, ainda sonolento, quando me aproximei. "Bom dia", ele murmurou, o sorriso preguiçoso. "Bom dia, Mestre", respondi, ajoelhando ao lado da cama.

Ele abaixou a cueca e o pau já estava semi-duro, o cheiro matinal de corpo adormecido. Abri a boca e comecei a chupar devagar, acordando ele com a língua. Ele gemeu baixo, passando a mão no meu cabelo.

Chupei com calma, sem pressa, como quem prepara um café da manhã especial. O pau foi endurecendo na minha boca, crescendo a cada movimento da língua. Ele colocou as mãos atrás da cabeça e relaxou, deixando eu trabalhar.

"Quero gozar na sua boca hoje", ele disse, a voz ainda rouca de sono. Acelerei o ritmo, engolindo o máximo que conseguia, sentindo a garganta se adaptar. Ele gemeu mais alto, os quadris começando a acompanhar o movimento.

O gozo da manhã veio quente e abundante, enchendo minha boca. Engoli tudo em goles lentos, sem desperdiçar. Mostrei a língua limpa depois. Ele sorriu, espreguiçando. "Melhor café da manhã que eu já tive."

95

O Troféu no Peito

Toma de Gozo

Ele gostava de gozar no meu peito. Dizia que era a tela dele, a prova do trabalho bem feito. Naquela noite, ele me deitou de costas na cama e montou em cima de mim, de frente para o meu peito.

"Quero ver meu gozo escorrendo por você", ele disse, começando a se masturbar. Eu fiquei imóvel, os braços estendidos ao lado do corpo, oferecendo meu peito como tela. Ele se masturbava olhando para meu corpo nu.

"Passa a mão no seu peito", ele ordenou. Passei as duas mãos no peito, apertando os mamilos, arranhando a pele. Ele gemia mais alto, o ritmo da mão acelerando. "Assim. Se exibe pra mim."

Continuei me tocando enquanto ele se masturbava, os olhos fixos nos meus dedos apertando meus mamilos. Eu estava duro, mas não tocava no pau. O foco era ele, o prazer dele, o gozo dele.

Quando ele gozou, dirigiu o jorro para o meu peito — linhas quentes de sêmen que marcaram minha pele como tinta. Ele continuou se masturbando até a última gota, espalhando o gozo no meu peito com a mão.

"Agora usa os dedos e raspa tudo. Depois lambe." Peguei o gozo do meu peito com os dedos e levei à boca, saboreando cada gota. Ele observou até o fim, satisfeito.

96

A Contagem Regressiva

Controle de Gozo

Ele começou a me masturbar enquanto fazia a contagem regressiva. "Dez", ele disse, a mão deslizando no meu pau lenta. "Nove. Oito." Cada número era uma eternidade. Eu estava no limite já no sete.

"Seis. Cinco." A mão dele acelerou, e eu mordi o lábio para não gozar. "Quatro. Três." Eu estava suando, o corpo tremendo, cada músculo tenso esperando o zero. "Dois. Um."

Ele parou a mão no zero — não gozei. Ficou imóvel, a mão parada na base do meu pau. "Você achou que era tão fácil?", ele disse, sorrindo. Minha respiração era ofegante, o corpo pedindo o alívio que não veio.

"Vamos de novo. Dez." E recomeçou. Na segunda vez, foi pior. Eu já estava sensível da contagem anterior, e cada número era um passo mais perto do abismo. "Três. Dois. Um." Parou de novo.

Na terceira vez, eu já estava implorando. "Por favor, Mestre, deixa eu gozar." Ele fingiu pensar. "Não sei se você merece." Mas começou a contagem de novo. "Dez. Nove. Oito."

No zero da terceira vez, ele não parou. Continuou me masturbando com força, e eu gozei gritando, o corpo inteiro se contraindo. "Bom menino", ele disse, me beijando enquanto eu ainda me recuperava.

97

As Três Vezes do Edging

Controle de Gozo

"Você vai gozar três vezes hoje. Mas só na minha permissão." A ordem era clara. Ele me deitou na cama, os braços amarrados na cabeceira com uma gravata, completamente entregue.

Ele começou a me masturbar lentamente, sentindo o pau endurecer na mão dele. Eu estava hipersensível, cada toque elétrico. Ele me levou até o limite, parou. "Ainda não."

A primeira vez foi rápida. Ele me masturbou com vontade, me levou ao ápice e parou cinco vezes antes de finalmente deixar eu gozar. O primeiro gozo veio forte, me fazendo arquear as costas.

Ele esperou eu me recuperar, passou a mão no meu peito suado e disse: "Agora a segunda." Meu pau estava dolorido, mas ele começou de novo. Dessa vez foi mais difícil — a sensibilidade pós-gozo tornava cada toque quase insuportável.

O segundo gozo foi mais demorado. Ele me levou ao limite e me segurou lá por um tempo que pareceu uma eternidade antes de finalmente liberar. Gozei com menos força, mas mais intensidade.

"A terceira é sua", ele disse, soltando meus braços. "Se masturba e goza na minha mão." Eu me masturbei olhando nos olhos dele, o corpo exausto, e gozei na mão dele estendida. Ele levou a mão cheia de gozo à boca e lambeu.

98

Meia Hora de Tesão Contido

Edging

"Você tem trinta minutos para ficar à beira do gozo sem gozar." A ordem parecia impossível. Coloquei o cronômetro ao lado da cama e comecei a me masturbar.

Os primeiros cinco minutos foram fáceis. Eu controlava o ritmo, mantendo um prazer constante mas longe do limite. A respiração controlada ajudava. Mas o tempo passava devagar.

Aos dez minutos, comecei a sentir o aperto. Acelerei o ritmo por engano, me aproximei demais do limite e tive que parar completamente por trinta segundos. O cronômetro corria, e eu perdia tempo precioso.

Quinze minutos. Eu já estava suando, o corpo tenso, o pau latejando na minha mão. Cada movimento era calculado — rápido demais e eu gozava, lento demais e o prazer diminuía. O equilíbrio era uma tortura.

Vinte e cinco minutos. Faltavam cinco. Eu estava no limite absoluto, a respiração ofegante, a mão tremendo. Cada movimento era uma aposta. Olhava para o cronômetro a cada segundo: 26, 27, 28, 29.

Trinta minutos. Desliguei o cronômetro e soltei o pau. Não gozei. O corpo inteiro vibrava de tesão contido, mas eu tinha conseguido. Deitei na cama, ofegante, vitorioso. O Mestre ia ficar orgulhoso.

99

As Seis Ondas

Edging

Seis vezes. Ele disse que eu tinha que chegar ao limite seis vezes antes de poder gozar. Seis vezes à beira do abismo, seis vezes recuando no último segundo.

Na primeira vez, fui ingênuo, pensando que seria fácil. Cheguei ao limite, parei, esperei o tesão baixar. "Uma", ele contou. "Faltam cinco."

A segunda foi mais difícil. O pau já estava mais sensível, o tesão acumulado. Cheguei ao limite mais rápido, e parei com menos margem. "Duas." Minha respiração estava irregular.

Terceira, quarta, quinta — as vezes se misturaram numa névoa de tesão e frustração. Cada vez que eu parava, o corpo pedia para continuar, para deixar o gozo vir. Mas a ordem era clara: seis vezes.

Na sexta vez, eu estava chorando. Não de tristeza, mas de puro tesão acumulado. O corpo inteiro tremia, o pau dolorido de tanto ser levado ao limite e negado. "Pode gozar", ele disse finalmente.

Gozei como se fosse a primeira vez da minha vida. O gozo jorrou em ondas, uma atrás da outra, enquanto eu gritava no travesseiro. Seis vezes de espera para um gozo que durou segundos, mas valeu cada parada.

100

O Nome na Testa

Humilhação

Ele tirou o batom vermelho da gaveta e disse: "Vem cá." Escreveu "PROPRIEDADE DO MESTRE" na minha testa, as letras vermelhas e garrafais. "Pronto. Agora vai até a janela."

Fui até a janela da sala, completamente nu, a frase na testa. A rua estava movimentada — pessoas voltando do trabalho, carros buzinando. Qualquer um que olhasse para cima veria a frase na minha testa.

Fiquei ali por cinco minutos, o coração batendo forte. Cada pessoa que passava era uma ameaça e uma excitação. O batom na testa queimava como uma tatuagem.

Quando ele me chamou de volta, eu estava duro. "Gostou de se exibir como propriedade?", ele perguntou. Balancei a cabeça, envergonhado. "Então vamos fazer de novo amanhã, com uma frase diferente."

Na semana seguinte, passei com "SUBMISSO", "CACHORRO", "VAGABUNDA" e "SÓ SERVE PARA DAR O CU" escritos na testa, um dia após o outro. Cada frase era uma camada de humilhação que me fazia mais dele.

No final da semana, ele me beijou e disse: "Agora você não precisa mais escrever na testa. Todos já sabem."

101

O Animal no Chão

Humilhação

"Quatro", ele disse, e eu me ajoelhei no chão da sala. Mãos e joelhos, cabeça baixa, bunda para cima. Ele andou em volta de mim como se eu fosse um animal numa exposição.

"Assim que eu gosto de ver você", ele disse, passando a mão nas minhas costas. "No chão, onde você pertence." Eu mantive a posição, respirando fundo, sentindo a humilhação e a excitação se misturarem.

Ele se sentou no sofá e me chamou. "Vem aqui." Eu fui de quatro, as mãos e joelhos se movendo no carpete, até chegar aos pés dele. "Lamba", ele ordenou, apontando para os dedos.

Passei a língua nos dedos dele um por um, sentindo o gosto de sal e pele. Ele observava lá de cima, os olhos satisfeitos. "Bom cachorro." A palavra me fez estremecer de vergonha e prazer.

Ele me fez restar de quatro pela sala inteira — da sala para a cozinha, da cozinha para o quarto, do quarto para o banheiro. Eu seguia ele como um animal doméstico, as mãos e joelhos doloridos do atrito.

No final, ele me deitou no chão, de bruços, e sentou nas minhas costas. Ficamos assim por cinco minutos, ele assistindo TV sentado em mim. "Melhor sofá da casa", ele disse, e eu sorri contra o carpete.

102

A Troca de Mãos

Masturbação

"Dez segundos com cada mão. Alternando. Sem parar." A ordem parecia simples, mas era mais difícil do que parecia. Comecei com a mão direita, o movimento familiar e confortável.

Dez segundos depois, troquei para a esquerda. A mão não dominante era desajeitada, o movimento estranho, o ângulo diferente. O prazer diminuía, e eu tinha que me concentrar para manter o ritmo.

"Mais rápido", ele disse, observando de perto. Acelerei com a mão esquerda, mas o movimento era impreciso. Troquei para a direita — o alívio do movimento familiar, mas o ritmo tinha que continuar acelerado.

As trocas ficaram mais fáceis com o tempo. A mão esquerda aprendeu o movimento, a direita descansou. Mas quando o cansaço bateu, as duas mãos começaram a falhar. Cada troca era uma luta contra a fadiga.

"Quero ver você gozar com a mão esquerda", ele disse. Absorvi o desafio. Troquei para a esquerda e acelerei, ignorando o desconforto, o movimento desajeitado. Senti o gozo se aproximando e mantive o ritmo.

Gozei com a mão esquerda, o jorro mais fraco que o normal, mas a sensação de vitória era maior que a do gozo. "Orgulhoso de você", ele disse, e isso valeu mais que qualquer gozo.

103

O Ritmo da Música

Masturbação

Ele colocou uma música com batida constante — cento e vinte batidas por minuto. "Cada batida é um movimento", ele disse. "Não sai do ritmo."

Comecei a me masturbar no ritmo da batida. Cada som era um movimento da mão, da base à cabeça do pau. A música ditava a velocidade, e eu não tinha controle sobre ela.

No início era fácil. O ritmo era natural, o corpo acompanhava. Mas a música não diminuía, não tinha piedade. Batida após batida, minha mão subia e descia, subia e descia, sem parar.

Aos dois minutos, minha mão começou a cansar, mas a batida continuava inflexível. Eu não podia desacelerar, não podia parar. A música era o Mestre agora, e eu era escravo do ritmo.

Quando a música começou a acelerar no final, eu entrei em desespero. Minha mão acompanhou a aceleração, o pau latejando, o gozo se aproximando. A batida final veio, e eu gozei exatamente na última nota.

Fiquei ofegante, a música acabando aos poucos. Ele sorriu ao lado. "Perfeito. Você dançou muito bem."

104

O Zumbido no Períneo

Vibração

Ele colocou o vibrador no chão e apontou para ele. "Senta." Olhei para o vibrador, depois para ele. "Senta no vibrador. No chão. Agora."

Ajoelhei e sentei no vibrador, a ponta pressionando o períneo — aquele ponto entre o cu e o saco. A superfície era fria no contato inicial. "Liga", ele ordenou. Liguei no mínimo.

O zumbido subiu pelo períneo, vibrando nos meus ossos. A sensação era estranha — não diretamente prazerosa, mas uma vibração profunda que se espalhava pelo corpo inteiro. Minhas pernas começaram a tremer.

"Aumenta." Passei para o médio, e o zumbido se intensificou. Senti o pau endurecendo sem ninguém tocar nele, a vibração no períneo estimulando a próstata por baixo. O tesão subia das profundezas.

"Máximo." Liguei no máximo, e o vibrador sacudiu meu corpo inteiro. Minhas pernas falharam, e eu caí para o lado, o vibrador ainda pressionado entre as pernas. O zumbido era ensurdecedor, o prazer avassalador.

Gozei sem tocar no pau, apenas com a vibração no períneo. O orgasmo veio de dentro, sacudindo meu corpo no chão. Ele desligou o vibrador e me ajudou a levantar. "Boa viagem", ele disse, me beijando.

105

Vibração Dupla

Vibração

"Hoje você vai sentir os dois lados", ele disse, colocando dois vibradores na cama. Um pequeno, para o pau. Um maior, para o cu. Deitei de costas, as pernas abertas, esperando.

Ele ligou os dois vibradores e se aproximou. Primeiro colocou o menor na cabeça do meu pau, pressionando suavemente. O zumbido subiu pelo corpo do pau, fazendo minhas pernas se contraírem.

Depois ele lubrificou o maior e começou a inserir no meu cu. A ponta entrou com resistência, mas ele foi paciente, empurrando devagar. Quando o vibrador inteiro estava dentro, ele ligou.

Dois zumbidos simultâneos — um no pau, outro no cu. As vibrações se encontravam em algum lugar dentro de mim, se misturando, se amplificando. Eu gemia sem parar, as mãos apertando o lençol.

Ele controlava os dois vibradores, alternando as velocidades. Vibração forte no cu, fraca no pau. Forte nos dois. Fraca no cu, forte no pau. Cada combinação criava uma sensação diferente.

"Vou ligar os dois no máximo", ele avisou. Quando as duas vibrações atingiram o pico, eu perdi o controle. Gozei com uma intensidade que apagou meus pensamentos, o corpo inteiro vibrante. Ele desligou os vibradores e me abraçou enquanto eu tremia.

106

O Dia com o Plug

Plug

"Você vai usar o plug o dia inteiro", ele disse, colocando o plug médio na minha mão. "Coloca agora. Só tira quando eu mandar." Olhei para o plug, depois para ele. Era sábado, eu ia passar o dia em casa.

Lubrifiquei e inseri, sentindo o silicone preenchendo o cu. A base ficou justa entre as nádegas, um lembrete constante da minha submissão. Coloquei uma roupa folgada e comecei o dia.

Tomar café com o plug foi estranho — cada movimento na cadeira deslocava o plug dentro de mim. Lavar a louça era uma tortura, a posição em pé forçando o plug mais fundo. Cada passo era uma consciência nova do objeto dentro de mim.

No almoço, ele me mandou uma mensagem: "Ainda está com o plug?" Respondi que sim. "Manda uma foto." Tirei uma foto mostrando a base do plug entre minhas nádegas e mandei. Ele respondeu com um coração.

À tarde, fui ao mercado rápido. O plug dentro de mim enquanto andava pelos corredores, as pessoas ao redor sem saber que eu estava sendo preenchido por dentro. O segredo era excitante.

À noite, ele veio me ver. "Tira", ele disse. Tirei o plug devagar, o cu contraído e vazio. Ele olhou para o plug, depois para mim. "Agora vou usar você." E usou, longamente.

107

A Escala dos Plugs

Plug

Ele espalhou os três plugs na cama — pequeno, médio, grosso. "Hoje você vai passar pelos três", ele disse. "Um por um. Dez minutos cada." Comecei com o pequeno, que entrou fácil, quase sem resistência.

Dez minutos com o plug pequeno. Senti o cu se acostumar com a presença, relaxando em volta do silicone. Quando tirei, o cu se fechou rapidamente, pronto para o próximo.

O plug médio exigiu mais lubrificante. Empurrei devagar, sentindo o cu esticar para acomodar o diâmetro maior. Quando a base encaixou, respirei fundo, deixando o corpo se adaptar ao novo tamanho.

Dez minutos com o plug médio. O cu já estava mais aberto, mais receptivo. Cada movimento que eu fazia deslocava o plug dentro de mim, criando uma pressão constante na próstata. O pau estava duro o tempo todo.

O plug grosso era intimidador. Ele viu minha hesitação e disse: "Respira e empurra." Lubrifiquei generosamente e comecei a inserir. A entrada queimou com o esticamento, mas eu continuei, centímetro por centímetro, até a base encaixar.

"Agora deixa por vinte minutos", ele disse. Os vinte minutos mais longos da minha vida. O plug grosso me preenchia completamente, cada movimento uma redescoberta da capacidade do meu cu. Quando tirei, o vazio era tão imenso quanto o plug.

108

O Vento na Pele

Exposição

Era noite e ele abriu a janela do quarto. "Fica de pé aqui, de frente para a rua", ele disse, apontando para a janela. Aproximei-me, o ar noturno entrando em contato com a pele nua.

A rua estava silenciosa, mas algumas luzes estavam acesas nas casas vizinhas. Qualquer um que olhasse veria minha silhueta nua contra a luz do quarto. Fiquei imóvel, os braços ao lado do corpo, completamente exposto.

O vento fresco da noite passava pelo meu corpo, arrepiando a pele. Meus mamilos endureceram com o frio, e o pau começou a endurecer com a excitação do risco. Ele estava atrás de mim, me observando.

"Cruza as mãos na nuca", ele ordenou. Obedeci, e a nova posição abriu meu peito, deixando meu corpo ainda mais exposto. O vento tocava minhas axilas, minha barriga, meu pau já duro.

Uma cortina se moveu na casa da frente. Alguém estava olhando? Meu coração disparou. Mas eu não me mexi. A ordem era ficar ali, e eu ficaria. O risco era parte do prazer.

Depois de cinco minutos, ele fechou a janela e me puxou para dentro. "Alguém te viu?", ele perguntou. "Não sei", respondi, verdadeiro. "Bom. Amanhã a gente repete, em horário de mais movimento."

109

O Portão Entreaberto

Exposição

Ele abriu o portão de casa alguns centímetros. Só o suficiente para alguém ver através da fresta. "Fica atrás do portão, nu, por um minuto", ele disse. Eu estava nu, o coração batendo forte.

Posicionei-me atrás do portão entreaberto, o corpo parcialmente visível pela fresta. Da rua, dava para ver meu ombro, meu quadril, parte da minha perna. Qualquer um que passasse poderia notar.

Ouvi passos na calçada. Alguém estava vindo. Meu corpo congelou, mas eu não me movi. A pessoa passou, e eu vi uma silhueta que não virou a cabeça. Ou não notou, ou fingiu não notar.

Mais passos, dessa vez mais próximos. Duas pessoas conversando. Elas passaram devagar, e eu ouvi a conversa parar por um segundo. Uma delas tinha visto alguma coisa. Meu pau endureceu ainda mais com o pânico.

Quando as vozes se afastaram, ele me puxou para dentro. "Alguém viu?", ele perguntou, curioso. "Acho que sim", respondi, a voz falhando. Ele sorriu, satisfeito.

"Agora imagina se tivesse sido uma criança ou um vizinho conhecido", ele disse, enquanto me levava para o quarto. A possibilidade pairou no ar, excitante e aterrorizante. "Da próxima vez, deixo mais aberto."

110

O Banquete de Sensações

Masturbação e Gozo Gourmet

O Mestre me mandou preparar um banquete — não de comida, mas de sensações. "Separe gelo, água morna, um lençol de seda, uma venda e óleo de massagem", ele instruiu. Preparei tudo na cama.

Vendei os olhos primeiro. No escuro, coloquei o óleo nas mãos e aqueci entre os dedos. Passei no pau lentamente, sentindo o deslizar macio do óleo na pele. O cheiro era doce, relaxante.

Com uma mão, peguei um cubo de gelo e passei nos lábios, depois no peito, descendo até o pau. O contraste do gelo com o óleo quente era elétrico. O pau endureceu sob o frio, uma sensação contraditória.

Deixei o gelo de lado e mergulhei a mão na água morna. Toquei o pau com a mão aquecida, e o calor parecia derreter o óleo, espalhando ainda mais. Alternei entre a água morna e o pau, criando um ciclo de temperatura.

Peguei o lençol de seda e enrolei em volta do pau, deslizando o tecido suave pelo corpo. A seda deslizava sem atrito, uma carícia líquida. Comecei a me masturbar através da seda, a textura aumentando cada movimento.

Com a venda ainda nos olhos, apenas as sensações guiando, gozei na seda, um gozo longo e profundo. Tirei a venda e vi a mancha no tecido. O Mestre ia gostar de saber que eu tinha aproveitado cada textura.

111

A Louça do Submisso

Trabalhos Domésticos

Ele me mandou lavar a louça pelado. Era uma ordem simples, mas carregada de significado. Tirei toda a roupa no meio da cozinha e me aproximei da pia. O ar frio do ambiente tocou cada centímetro da minha pele.

Liguei a torneira quente e comecei a ensaboar os pratos. Cada vez que me curvava para pegar mais louça debaixo da pia, sentia o ar gelado na bunda exposta. O pau balançava entre as pernas, começando a endurecer com a excitação de estar nu e vulnerável.

Ele apareceu na porta da cozinha e me observou em silêncio. Sabia que eu estava sendo observado. Cada prato lavado era uma performance. O barulho da água, o cheiro do sabão, o calor do vapor subindo — tudo contribuía para a atmosfera de serviço e submissão.

"Lava com mais cuidado", ele disse. Diminuí o ritmo, passei a esponja devagar em cada prato, cada copo, cada talher. O movimento lento dos braços fazia o corpo se mover de forma mais sensual.

Quando terminei, me virei para ele, ainda nu, as mãos molhadas. Ele se aproximou, passou a mão no meu pau duro e disse: "Bom trabalho. Agora vai lavar o banheiro."

112

O Banheiro de Joelhos

Trabalhos Domésticos

A ordem era limpar o banheiro de joelhos. Nu, com uma escova e desinfetante. Ajoelhei no piso frio do banheiro e comecei a esfregar o box. A posição era humilhante — joelhos no chão, bunda empinada para trás, cu exposto para a porta aberta.

O cheiro forte do desinfetante queimava as narinas enquanto eu esfregava o rejunte do box. A escova ia e vinha com movimentos circulares, e cada movimento fazia meu quadril balançar. O pau balançava livremente, batendo na coxa.

Ele abriu a porta do banheiro e ficou me observando. Fiquei imóvel por um segundo, a escova parada no ar. "Continua", ele disse. Voltei a esfregar, sabendo que ele estava olhando para minha bunda empinada, para o cu exposto entre as pernas.

Esfreguei o vaso por dentro com a escova, o movimento do braço esticando o corpo. Depois lavei o piso com um pano, andando de joelhos de um lado para o outro, deixando o chão brilhando.

"Agora lambe o chão", ele ordenou quando terminei. Pousei a língua no piso frio e lambi uma linha reta. O gosto de desinfetante e água misturados. "Bom escravo de banheiro", ele disse.

113

O Varal de Carne

Trabalhos Domésticos

O sol da manhã entrava pela janela quando ele disse: "Vai estender a roupa. Pelado." Peguei o cesto com a roupa molhada e fui até o varal no quintal, completamente nu. O vento fresco tocou minha pele arrepiada.

Cada peça que eu pendurava exigia que eu levantasse os braços, esticando o corpo inteiro. O pau apontava para cima a cada alongamento, e o vento tocava os ovos balançando. Eu me sentia exposto, vulnerável, visível para qualquer vizinho que olhasse.

Uma cortina se moveu na casa ao lado. Alguém estava olhando. Meu coração disparou, mas continuei pendurando as roupas — camisetas, calças, cuecas — cada peça um ato de serviço e exposição.

O vento balançava as roupas no varal e também balançava meu pau. Era quase uma dança, o corpo nu se movendo entre os lençóis brancos. Peguei um lençol grande e o estendi, meu corpo desaparecendo atrás do tecido por um momento.

Quando terminei, olhei para o varal cheio de roupas e para meu corpo nu. Ele estava na porta do quintal, me observando. "Lindos lençóis", ele disse. "Mas você é a vista mais bonita."

114

A Máquina Vibrante

Trabalhos Domésticos

Ele me mandou lavar roupa na máquina e esperar pelado até o ciclo terminar. Coloquei a roupa, o sabão, o amaciante e liguei a máquina. O tambor começou a girar, enchendo a área de serviço com o barulho da água batendo.

"Encosta o pau na máquina", ele ordenou. Aproximei-me da máquina de lavar e pressionei o pau contra a carcaça metálica. A vibração do tambor sacudiu meu corpo inteiro — era como um vibrador gigante.

A máquina batia e tremia, e cada batida era transmitida diretamente para o meu pau. Senti o pré-gozo começando a escorrer. O zumbido constante, o calor do motor, o cheiro de sabão — tudo se misturava numa tempestade sensorial.

"Masturba enquanto a máquina bate", ele disse. Passei a mão no pau, agora molhado de pré-gozo, e comecei a me masturbar no ritmo das batidas da máquina. Cada ciclo de centrifugação me levava mais perto do limite.

A máquina apitou o fim do ciclo. Parei de me masturbar, o corpo inteiro vibrando de tesão contido. Ele sorriu. "Boa lavagem. Agora estende a roupa."

115

O Chão Brilhando

Trabalhos Domésticos

"Passa desinfetante no chão. De quatro." Ajoelhei nu no chão da sala com um balde de água e desinfetante. Molhei o pano e comecei a passar, andando de quatro pelo cômodo. O pano deslizava no chão, deixando um rastro brilhante.

De quatro, o cu ficava completamente exposto para trás. O movimento de passar o pano fazia o quadril balançar, o pau balançando entre as pernas. Eu era um animal doméstico limpando a casa do dono.

Passei o pano em cada canto da sala, ao redor do sofá, debaixo da mesa. O cheiro forte do desinfetante preenchia o ar. Meus joelhos começaram a doer no chão duro, mas eu continuei, cômodo após cômodo.

Na cozinha, o piso era frio. No quarto, mais macio. No corredor, apertado. Passei pano na casa inteira de quatro, deixando cada centímetro brilhando. O suor escorria pelas minhas costas.

Quando terminei, ele me fez deitar de bruços no chão molhado. "Agora deixa o desinfetante secar em você também." Fiquei ali, o corpo contra o chão frio e úmido, me sentindo parte da limpeza da casa.

116

A Poeira dos Móveis

Trabalhos Domésticos

Com um pano de microfibra na mão, comecei a tirar o pó dos móveis completamente nu. Cada superfície merecia atenção — a mesa de centro, a estante, os tampos das criadas mudas. O pano deslizava na madeira, e meus dedos seguiam o contorno de cada objeto.

Para limpar as prateleiras altas, precisei me esticar. O corpo se alongava, o pau apontando para cima, as costas arqueadas em exposição total. A cada prateleira, uma pose diferente de submissão.

As superfícies baixas exigiam que eu me curvasse. Debruçado sobre a mesa, o cu se abria ligeiramente, convidando quem estivesse atrás. Ele estava atrás. Eu sentia o olhar dele nas minhas costas, no meu cu, nos meus ovos balançando.

"Passa o pano devagar", ele disse. Diminuí o ritmo, deslizando o pano em círculos lentos sobre a madeira lustrosa. O movimento era quase sexual, o pano acariciando a superfície como eu gostaria de ser acariciado.

Depois de duas horas de limpeza, a casa estava impecável. Ele passou o dedo numa prateleira e verificou: limpa. "Bom serviço. Agora vai tomar banho. Depois te uso."

117

O Ferro e o Vapor

Trabalhos Domésticos

Liguei o ferro de passar e esperei esquentar. Nu, com uma pilha de roupas ao lado, comecei a passar — camisas, calças, lençóis. O vapor subia do ferro, criando uma névoa quente ao redor do meu corpo nu.

Cada peça de roupa era esticada na tábua. Eu alisava as dobras com cuidado, sentindo o calor do ferro nas mãos. O vapor molhava minha pele, o suor começava a escorrer. O ferro chiava a cada contato com o tecido úmido.

Passar uma camisa exigia precisão. Os movimentos eram largos e firmes, e o corpo acompanhava — para a esquerda, para a direita, inclinado sobre a tábua. O pau balançava livremente, batendo na coxa a cada movimento.

Ele passou pela sala e parou para me observar. Eu estava concentrado, a língua entre os dentes, alisando uma calça jeans. "Gostoso ver você trabalhando assim", ele disse. "Todo dedicado."

Depois de passar todas as roupas, dobrei cada peça com perfeição. Empilhei camisetas, pendurei camisas, organizei as calças. O cheiro de roupa passada a ferro era o cheiro do dever cumprido.

118

A Cozinha Quente

Trabalhos Domésticos

Ele me mandou preparar o jantar completamente nu. Abri a geladeira, sentindo o ar frio bater no meu peito e nos mamilos que endureceram na hora. Peguei os ingredientes e comecei a cozinhar.

O calor do fogão aqueceu meu corpo. O óleo quente estalava na frigideira, e eu me afastava rápido para não ser queimado — cozinhar nu era perigoso. Cada vez que me virava para pegar um tempero, sentia o ar quente da cozinha em todo o corpo.

Cortar legumes exigia concentração. A faca deslizava na tábua, e eu me curvava sobre os vegetais, o pau pendendo para frente. A cada corte, o corpo se movia, e o pau balançava no ritmo da faca.

Mexer a panela exigia movimento de braço. O corpo se torcia, os músculos das costas se contraíam. Provei o molho com uma colher, sentindo o calor na língua. A cozinha inteira estava aromática e quente.

Quando a comida ficou pronta, servi dois pratos. Ele se sentou à mesa, e eu fiquei de joelhos ao lado, nu, enquanto ele comia. "Melhor refeição que já fiz", ele disse. "O tempero secreto é a nudez do cozinheiro."

119

A Lavagem do Carro

Trabalhos Domésticos

O sol do meio-dia batia forte quando ele disse: "Vai lavar o carro. Pelado. Agora." Saí para a garagem, nu, pegando o balde e a mangueira. O calor do sol na pele nua era imenso e exposto.

Ensaboei o carro com a esponja, fazendo movimentos circulares largos no capô, no teto, nas laterais. O sabão escorria pelo carro e pelo meu corpo, deixando rastros brancos na minha pele. Cada curva que eu dava em volta do carro era um desfile.

Liguei a mangueira para enxaguar. A água fria bateu no meu peito, escorrendo pela barriga, molhando o pau e os ovos. O choque térmico fez meu pau endurecer instantaneamente. Continuei enxaguando, a mangueira na mão, o pau duro.

Um carro passou na rua. Buzinou. Meu coração disparou, mas continuei lavando, agindo como se fosse normal estar nu lavando o carro no meio do dia. As mãos tremiam um pouco na esponja.

Quando terminei, o carro brilhava. Eu também brilhava — molhado, nu, o pau ainda duro. Ele veio até a garagem, me secou com uma toalha, me beijou e disse: "Carro mais limpo da rua. E o servo mais bonito."

120

O Plug na Louça

Trabalhos Domésticos

"Enfia o plug. Depois lava a louça." Obedeci. Lubrifiquei o plug médio e inseri no cu, sentindo o silicone preencher o vazio. A base do plug se acomodou entre as nádegas. Fui até a pia e comecei a lavar a louça pelado.

Cada movimento na pia deslocava o plug dentro de mim. Quando me curvava para pegar mais louça, o plug penetrava mais fundo. Quando me esticava para guardar um prato limpo no escorredor, o plug se movia para fora, só para entrar de novo na próxima curva.

Lavar copos era sensual — a mão dentro do copo, o movimento de girar, o plug girando dentro. Lavar panelas exigia força, e o plug respondia com pressão interna. A água quente na mão, o plug quente dentro.

Ele veio até a cozinha e passou a mão na minha bunda, sentindo a base do plug. "Bem apertado", ele disse, empurrando o plug mais fundo com o dedo. Eu gemi, mas continuei lavando.

Quando a louça terminou, ele me curvou sobre a pia, tirou o plug e me penetrou ali mesmo. "Prêmio por ter lavado tudo direitinho", ele disse, enquanto me comia sobre a louça limpa.

121

O Quintal Molhado

Trabalhos Domésticos

Com a mangueira na mão, lavei o quintal dos fundos completamente nu. A água fria jorrava no chão de cimento, lavando a poeira e as folhas secas. Eu dirigia o jato para cada canto, sentindo a água respingar nas minhas pernas.

O quintal era semiaberto, visível dos fundos dos vizinhos. Qualquer um podia me ver nu com a mangueira na mão. O sol da tarde aquecia minhas costas enquanto a água fria molhava minha frente. Contraste perfeito.

Lavei as paredes, o tanque, o chão. A mangueira era uma extensão do meu corpo. A cada jato, eu me movia, o pau balançando, a água escorrendo. As plantas ao redor recebiam respingos, agradecidas.

No final, joguei a água no meu próprio corpo. Fechei os olhos e deixei a mangueira lavar o suor, o sabão, o cansaço. A água escorria pelo meu peito, pela barriga, pelo pau, levando tudo embora.

Entrei em casa molhado, deixando pegadas no chão. Ele me esperava com uma toalha. "Lavou o quintal e se lavou também. Eficiente."

122

A Máquina Como Amante

Trabalhos Domésticos

A máquina de lavar batia forte no ciclo de centrifugação. Ele me posicionou de quatro na frente dela, com o pau encostado na tampa. "Fica aqui. Sente a vibração."

A máquina tremia e vibrava, e a vibração passava diretamente para o meu pau. Meu corpo inteiro sacudia com o ritmo do tambor. Cada batida era um impacto elétrico no pau endurecido.

O barulho do motor preenchia a área de serviço. Ele se ajoelhou atrás de mim e passou a mão nas minhas costas. "Gosta da máquina?", ele perguntou. Eu gemi em resposta, incapaz de formar palavras com a vibração no pau.

Ele começou a me penetrar enquanto a máquina vibrava. Sentia o pau dele entrando e a vibração da máquina ao mesmo tempo — duas sensações, duas invasões. O ritmo da penetração combinava com o ritmo das batidas.

Gozei na tampa da máquina, o sêmen escorrendo no plástico branco. Ele gozou dentro de mim logo depois. "A máquina lavou a roupa", ele disse. "E a gente sujou ela de gozo."

123

A Cama Desarrumada

Trabalhos Domésticos

Arrumar a cama era uma tarefa simples — até ele ordenar que eu fizesse pelado. Tirei os lençóis sujos e coloquei os limpos. Esticar o lençol de baixo exigia que eu me debruçasse sobre o colchão, o corpo esticado, o cu para cima.

Cada ponta do lençol era ajustada com cuidado. Eu andava nu em volta da cama, esticando, alisando, ajeitando. O colchão era macio sob minhas mãos, mas duro contra meu pau que começava a endurecer.

Colocar o edredom era uma dança. Abri o edredom e deixei ele planar no ar antes de cair sobre a cama. O tecido frio tocou meu corpo nu por um segundo — uma carícia rápida e fugaz.

Os travesseiros foram os últimos. Coloquei as fronhas limpas, sentindo o algodão fresco. Organizei os travesseiros no encosto da cama com perfeição simétrica. A cama estava pronta.

"Agora deita nela", ele disse. Deitei nu na cama arrumada, os lençóis limpos sob meu corpo. Ele se deitou ao meu lado. "Melhor cama da casa. Porque tem você nela."

124

A Geladeira Fria

Trabalhos Domésticos

"Organiza a geladeira. Pelado." Abri a geladeira e o ar gelado bateu no meu corpo nu. Os mamilos endureceram instantaneamente. O pau murchou com o frio, mas a excitação de estar nu de porta aberta me mantinha alerta.

Retirei todos os alimentos, organizei por categoria: laticínios, carnes, vegetais, bebidas. Cada vez que me curvava para pegar algo na prateleira de baixo, o ar frio envolvia meu cu exposto. Era como ser beijado por gelo.

Os vegetais na gaveta de baixo exigiam que eu me agachasse. Agachado nu diante da geladeira aberta, o cu escancarado para o ar gelado. Os ovos encolhiam com o frio. Selecionei os vegetais um por um.

Depois de organizar, limpei as prateleiras com um pano. O movimento de limpar, o corpo nu, a geladeira aberta — parecia uma cena de um sonho surreal. Fechei a porta e senti o corpo todo gelado.

Ele se aproximou e passou as mãos no meu peito frio. "Seus mamilos estão durinhos", ele disse, apertando. "Provou que o frio é bom para algumas coisas."

125

A Louça Gozada

Trabalhos Domésticos

"Lava a louça se masturbando. Alterna: lava um prato, masturba um pouco." A ordem era estranha e excitante. Comecei a lavar a louça pelado, a água quente na mão esquerda, o pau na mão direita.

Lavei um prato com cuidado, passando a esponja em círculos. Depois larguei o prato e me masturbei algumas vezes, sentindo o prazer subir. Depois larguei o pau e peguei outro prato. O ciclo era hipnótico.

Cada vez que me masturbava, o prazer ficava mais perto do limite. Cada vez que largava o pau para lavar, o tesão recuava um pouco. A alternância entre serviço e prazer era uma tortura deliciosa.

Lavei todos os pratos, copos e talheres assim — um movimento de serviço, um movimento de prazer. A pia ficou cheia de louça limpa e eu fiquei cheio de tesão acumulado.

Quando o último copo foi lavado, ele disse: "Agora goza na pia." Gozei no fundo da pia, o sêmen escorrendo pelo ralo junto com a água. "Próxima vez que lavar louça, vai lembrar disso."

126

O Pó de Joelhos

Trabalhos Domésticos

Ele me colocou de joelhos no chão da sala com um pano de microfibra. "Tira pó dos móveis assim. Ajoelhado. Os braços para cima." Ajoelhado nu, estiquei os braços para limpar o tampo da mesa de centro.

A posição era humilhante e desconfortável. Joelhos no chão, tronco esticado, braços para cima. O pau apontava para o teto, os ovos pendendo. Cada móvel exigia uma variação da pose — mais inclinado, mais esticado, mais torcido.

A estante era a pior. Prateleiras em diferentes alturas exigiam que eu me esticasse para as altas e me curvasse para as baixas, sempre de joelhos. O pano deslizava nas prateleiras, e eu deslizava de joelhos pelo chão.

No meio do serviço, ele colocou música clássica. "Para acompanhar sua performance", ele disse. Continuei limpando ao som de violinos, nu e de joelhos, como um servo numa mansão antiga.

Depois de duas horas, meus joelhos estavam vermelhos e minhas costas doíam. Mas a casa estava impecável. Ele me ajudou a levantar. "Bom servo. Merece um prêmio." E me levou para cama.

127

O Varal Noturno

Trabalhos Domésticos

Eram dez da noite quando ele disse: "Vai estender a roupa que está na máquina." Peguei o cesto e fui para o quintal. A noite era escura, mas as luzes da casa vizinha iluminavam o varal. Eu estava nu.

O ar da noite era fresco, quase frio. Pendurei as peças uma a uma, os braços esticados para alcançar o varal. A brisa noturna tocava meu corpo, arrepiando a pele. As estrelas no céu testemunhavam minha nudez.

Uma luz acendeu na casa ao lado. Alguém estava na janela. Meu coração disparou, mas continuei pendurando. Peguei um lençol branco e o estendi — o tecido voou no vento noturno antes de se acomodar no varal.

Ele veio até o quintal e ficou me observando. Sob a luz fraca da noite, meu corpo nu brilhava, contrastando com a escuridão ao redor. "Você é mais bonito à noite", ele disse. "O escuro destaca seu contorno."

Quando terminei, ele me puxou para perto. Meu corpo estava frio, mas o dele estava quente. Me envolveu num abraço. "Vem para cama. Vou te aquecer."

128

A Lavagem no Tanque

Trabalhos Domésticos

Lavar roupa no tanque à mão era um trabalho que eu não fazia desde criança. Ele me fez lembrar. "Pega aquela peça íntima e lava na mão. Devagar. Sentindo cada fibra."

Enchi o tanque com água e sabão em pó. Mergulhei as mãos na água morna e peguei uma camiseta. Esfreguei o tecido contra si mesmo, torcendo, batendo, lavando. O movimento de vai e vem sobre a tábua de lavar era hipnótico.

Cada peça exigia o mesmo ritual: molhar, ensaboar, esfregar na tábua, torcer, enxaguar, torcer de novo. O movimento de esfregar na tábua era igual ao movimento do sexo — vai e vem, vai e vem. O pau endureceu na frente do tanque.

Ao lavar sua cueca, segurei o tecido que ele usaria. Passei o sabão na cueca, esfreguei onde o pau dele encostava, sentindo uma intimidade estranha com o objeto. A cueca dele nas minhas mãos nuas.

Depois de torcer a última peça, coloquei tudo no cesto. Olhei para minhas mãos enrugadas pela água. Serviço feito. Ele sorriu da porta. "Lavou minha roupa. Agora vem lavar meu pau."

129

O Desinfetante e a Língua

Trabalhos Domésticos

Ele me fez passar desinfetante no chão da cozinha. Depois de passar o pano de joelhos, ele disse: "Agora lambe um quadrado do chão." Olhei para o piso brilhante e úmido, o cheiro de desinfetante forte no ar.

Baixei a cabeça e estendi a língua. Toquei o chão frio — o gosto era químico, forte, desagradável. Mas lambi. Passei a língua no piso, sentindo a textura áspera do porcelanato contra a língua mole.

"Mais", ele disse. Lambi outro quadrado, mais devagar. O desinfetante queimava um pouco a língua. O gosto de limpeza e produtos químicos. Levantei a cabeça, a língua ardia.

Ele se ajoelhou na minha frente e me beijou. A língua dele na minha língua, provando o desinfetante. "Agora a casa está limpa por dentro e por fora", ele disse.

Fiquei de joelhos, ainda nu, o chão brilhando ao redor. Minha língua ainda ardia, mas meu coração estava quente de satisfação.

130

O Serviço Completo

Trabalhos Domésticos

Foi um dia inteiro de trabalho. Acordei nu e ele me deu uma lista: lavar louça, varrer a casa, passar pano, tirar pó, lavar banheiro, estender roupa, lavar carro, passar roupa, cozinhar. Tudo pelado.

Comecei pela louça, ainda com o corpo descansado. Depois varri a casa inteira, uma vassoura na mão, o pau balançando a cada passada. O pano veio depois — de joelhos, cômodo por cômodo.

O banheiro foi o mais difícil: ajoelhado no box, esfregando o rejunte, o cheiro forte de água sanitária. Depois estendi a roupa no varal, o sol quente na pele. Lavei o carro no meio da tarde, a água fria trazendo alívio.

À noite, passei roupa e cozinhei o jantar. Meu corpo doía, minhas mãos estavam cansadas, meus joelhos vermelhos. Mas a casa estava impecável, a roupa lavada e passada, o jantar pronto.

Ele me chamou para a mesa. "Você trabalhou o dia inteiro", ele disse. "Merece uma recompensa." Me levou para o quarto e me deitou na cama que eu mesmo tinha arrumado. E me comeu devagar, como prêmio pelo serviço completo.

131

Ajoelhado Diante Dele

Sendo Passivo

A ordem do Mestre foi clara: ajoelhar-se diante do ATIVO e chupar o pau dele sem parar. Ajoelhei no chão frio, as mãos para trás, e olhei para cima. Ele estava em pé na minha frente, o pau já duro, esperando.

Abri a boca e ele se adiantou, colocando o pau na minha língua. Fechei os lábios e comecei a chupar devagar, sentindo o volume crescer. Ele colocou a mão na minha nuca, guiando o ritmo. "Mais fundo", ele disse.

Forcei a garganta a aceitar mais. O reflexo veio, mas eu engoli e continuei. Os olhos lacrimejando, a respiração pelo nariz. Ele gemia baixo, os dedos enroscados no meu cabelo.

"Vou gozar na sua boca", ele avisou. Acelerei o ritmo, querendo sentir cada gota. O jorro quente encheu minha boca, e eu engoli tudo sem hesitar. Mostrei a língua limpa depois, como o Mestre mandou.

Ele sorriu, satisfeito. "Bom passivo." Levantei e ele me beijou, provando o próprio gosto na minha boca.

132

De Quatro na Cama

Sendo Passivo

"Fica de quatro na beira da cama", o Mestre ordenou. Obedeci, apoiando os joelhos no colchão e empinando a bunda. O ATIVO se aproximou por trás, as mãos quentes nos meus quadris.

Senti o pau dele roçando na entrada do meu cu. Ele cuspiu na mão, passou no pau e começou a penetrar devagar. Cada centímetro era uma invasão que eu recebia de olhos fechados, o rosto enterrado no travesseiro.

Ele começou a se mover, lento no início, depois mais rápido. Eu gemia a cada estocada, o corpo balançando com o ritmo. Ele segurava minha cintura com força, me puxando contra ele a cada penetração.

"Assim que o Mestre gosta", ele disse, socando mais forte. O som dos nossos corpos se chocando preenchia o quarto. Eu estava perdido, entregue à sensação de ser preenchido e usado.

Ele gozou dentro de mim com um gemido baixo. Ficamos ali, ele ainda dentro, recuperando o fôlego. O Mestre aplaudiu da porta. "Perfeito."

133

Montado de Costas

Sendo Passivo

O Mestre mandou eu subir no colo do ATIVO de costas. Sentei no colo dele, sentindo o pau já duro entre minhas nádegas. Ele segurou minha cintura e me guiou para baixo, o pau entrando devagar.

Quando estava completamente dentro, ele parou. Senti o preenchimento total, o pau enterrado até o fundo. "Cavalga", ele sussurrou no meu ouvido. Comecei a subir e descer, controlando o ritmo.

Cada descida era mais fundo que a anterior. Eu gemia alto, as mãos apoiadas nos joelhos dele. Ele apertava meus mamilos enquanto eu cavalgava, a dor e o prazer se misturando.

"Mais rápido", o Mestre ordenou. Acelerei o ritmo, subindo e descendo com vontade. O som molhado da penetração enchia o ar. Eu suava, ofegante, completamente entregue ao movimento.

Gozei cavalgando, o sêmen jorrando nas minhas pernas. Ele gozou dentro de mim logo depois, me puxando para baixo contra ele. Ficamos colados, ofegantes, eu ainda montado.

134

Na Janela Exibido

Sendo Passivo

O Mestre queria que eu fosse usado na janela. Fiquei de quatro no peitoril, o rosto encostado no vidro frio. A rua lá embaixo estava movimentada. Eu estava nu, exposto, esperando.

O ATIVO se posicionou atrás de mim e penetrou sem aviso. Eu gemi, o hálito embaçando o vidro. Ele começou a se mover, cada estocada me empurrando contra a janela. Qualquer um que olhasse para cima veria.

O risco era imenso e excitante. Minhas mãos escorregavam no vidro suado. O ATIVO socava com vontade, sem se importar.

"Goza no vidro", o Mestre ordenou. Eu gozei, o sêmen espirrando no vidro à minha frente. Ele continuou me comendo enquanto eu gozava, prolongando a sensação. Depois gozou dentro de mim.

Ficamos ali, eu de quatro, o gozo escorrendo pelo vidro e pela minha perna. O Mestre se aproximou e passou o dedo no meu gozo no vidro. "Lembrança sua pra rua."

135

O Peso Sobre Mim

Sendo Passivo

O Mestre ordenou que eu deitasse de bruços na cama. O ATIVO se deitou sobre mim, o corpo quente contra minhas costas. Senti o pau dele pressionando entre minhas nádegas, procurando entrada.

Ele penetrou devagar, o peso do corpo dele me prensando contra o colchão. Eu estava imobilizado, preso entre o corpo dele e a cama. Cada estocada era acompanhada do peso dele descendo sobre mim.

Era uma sensação de ser dominado completamente. O pau dele dentro, o peso dele em cima, o calor do corpo dele nas minhas costas. Eu não podia me mover, apenas sentir.

"Assim que eu gosto de você", ele disse, a boca perto do meu ouvido. "Preso. Imóvel. Só sentindo." Ele acelerou o ritmo, o peso aumentando a cada estocada.

Gozamos juntos, eu espremido entre ele e a cama, ele enterrado dentro de mim. Depois ele ficou deitado em cima de mim por um minuto, o peso ainda me imobilizando.

136

De Conchinha

Sendo Passivo

Deitei de lado, as pernas encolhidas. Ele se deitou atrás de mim, o corpo colado nas minhas costas. Ele levantou minha perna e penetrou devagar, entrando por trás na posição mais íntima possível.

Cada estocada era curta e profunda, o corpo dele colado no meu. O ATIVO me beijava o ombro enquanto me comia, o braço em volta da minha cintura. Eu me sentia possuído e cuidado ao mesmo tempo.

O Mestre observava em silêncio. "Intimidade também é submissão. Entregar o cu de conchinha é confiar."

Gozamos devagar, um gozo longo e quente. Ficamos de conchinha depois, ele ainda dentro de mim, os corpos colados.

137

Olho no Olho

Sendo Passivo

Subi no colo do ATIVO, montando de frente, as pernas em volta da cintura dele. Ele me penetrou com um movimento seco e eu gemi, os braços em volta do pescoço dele. Ficamos assim, olho no olho.

"Rebola", ele disse. Comecei a mexer os quadris em círculos lentos. Olhar nos olhos dele enquanto era penetrado era intenso. Via o prazer no rosto dele refletido no meu.

Ele começou a me guiar, as mãos na minha cintura. Eu cavalgava mais rápido, o suor escorrendo. O Mestre assistia, satisfeito.

Gozei nos peitos dele, o sêmen espirrando entre nós. Ele gozou dentro de mim logo depois, me apertando contra o peito. Ficamos abraçados, eu ainda montado.

138

Na Mesa da Sala

Sendo Passivo

Curvei-me sobre a mesa da sala, as mãos apoiadas na borda oposta. O ATIVO se posicionou atrás de mim e penetrou em pé. Cada estocada me empurrava contra a mesa, fazendo os objetos tremerem.

Ele socava com força agora, o ritmo implacável. A mesa rangia a cada impacto. O Mestre apontou para o tampo lustroso. "Olha o reflexo." Eu via o reflexo do ATIVO me comendo.

Gozei na mesa, o sêmen escorrendo pela madeira. Ele gozou dentro de mim se curvando sobre minhas costas.

139

Plug e Carne

Sendo Passivo

O ATIVO lubrificou o plug e começou a inseri-lo no meu cu. Eu estava de quatro, sentindo o silicone entrar devagar. Quando o plug estava completamente dentro, ele esperou meu cu se acostumar.

"Agora tira", o Mestre disse. O ATIVO puxou o plug lentamente. Senti cada centímetro saindo, o cu se contraindo em volta da perda.

"Agora penetra." O ATIVO colocou o pau na entrada do meu cu, ainda aberto, e penetrou de uma vez. O contraste era bruto — silicone frio substituído por carne quente.

Ele me comeu com força. "Plug prepara, pau domestica."

140

Silêncio Total

Sendo Passivo

A porta do quarto estava entreaberta. Havia pessoas na sala ao lado. O Mestre sussurrou: "Fica de quatro perto da porta. Ele vai te comer. Você não pode fazer barulho."

O ATIVO penetrou devagar em silêncio. Eu mordia o lábio para não gemer. Cada estocada era controlada, silenciosa. Lá fora, as vozes conversavam sobre coisas banais.

Gozei em silêncio, o corpo tremendo, a boca fechada. Ele gozou dentro sem fazer som. Ficamos imóveis, ouvindo as vozes lá fora.

141

Língua de Servo

Sendo Passivo

Deitei no sofá. O ATIVO se posicionou sobre meu rosto, o cu bem na minha frente. Estendi a língua e toquei a entrada do cu dele. Ele estremeceu. Passei a língua em volta, explorando cada dobra.

Lamber o cu do ATIVO era submissão total. Ele se masturbava enquanto eu lambia, gemia lá em cima. "Enfia a língua", ele ordenou. Empurrei a língua para dentro.

Ele gozou no meu peito. Depois desceu e me beijou, provando o próprio cu na minha boca.

142

Debaixo D'Água

Sendo Passivo

Fiquei de quatro no box, a água quente caindo nas minhas costas. O ATIVO entrou atrás de mim e penetrou. Cada estocada era acompanhada pelo som da água batendo. O vapor cobria os azulejos.

Ele ensaboou minhas costas enquanto me comia, as mãos escorregadias. O sabão descia pelo meu corpo. "Lava ele bem."

Gozamos debaixo d'água, o gozo sendo levado pelo ralo. Ele me enxaguou depois. Banho completo.

143

No Escuro

Sendo Passivo

O quarto ficou completamente escuro. Deitei sem ver nada. Senti o ATIVO se aproximar pelo cheiro, pelo calor. Ele penetrou devagar, e no escuro cada detalhe era amplificado.

"Descreve o que está sentindo", o Mestre ordenou. "O pau dele... entrando... quente... profundo..." Eu falava entre gemidos.

Gozei no escuro sem ver nada. O orgasmo veio das profundezas, mais intenso que qualquer outro.

144

Mão Dupla

Sendo Passivo

Deitei de costas, uma perna levantada. O ATIVO penetrou enquanto minha mão encontrava meu pau. A sensação era dupla: o pau dele dentro e minha mão no meu pau.

Cada estocada ecoava no meu corpo, e minha mão acompanhava o ritmo. "Goza junto com ele."

Gozei primeiro, o sêmen jorrando na minha mão. A contração apertou o cu em volta do pau dele, e ele gozou logo depois. Levei a mão cheia de sêmen à boca e lambi.

145

A Cadeira que Range

Sendo Passivo

De quatro na cadeira, joelhos no assento, mãos no encosto. O ATIVO penetrou e a cadeira gemeu junto comigo. Cada estocada fazia a madeira chiar.

"A cadeira está participando." O ATIVO socava mais forte, a cadeira rangendo mais alto. Eu estava nu de quatro na cadeira, sendo comido.

Gozamos no ritmo da cadeira. Desci, as marcas dos meus joelhos no assento.

146

No Espelho

Sendo Passivo

Ajoelhei diante do espelho, de quatro. Via meu cu exposto, minhas costas arqueadas. O ATIVO se aproximou no reflexo, penetrou, e eu vi tudo — o pau entrando, meu cu sendo preenchido.

Olhei nos olhos dele no espelho enquanto ele me comia. O contato visual através do reflexo era estranho e excitante.

Gozei no chão, o sêmen formando uma poça no reflexo. Ele gozou dentro de mim e eu vi o momento exato.

147

Sendo Passivo

Ajoelhei e chupei o ATIVO até ele gozar na minha boca. O gozo encheu minha boca, quente e salgado. Levantei e me aproximei do rosto dele.

Nossos lábios se encontraram. Passei metade do gozo para a boca dele. Nos beijamos, o sêmen escorrendo entre nossas línguas.

O Mestre observou. "Compartilhar o próprio gozo é confiança total."

148

Contra a Parede

Sendo Passivo

Braços para cima, mãos entrelaçadas, corpo contra a parede. O ATIVO me penetrou em pé. Cada estocada me pressionava contra o reboco frio.

Ele segurava meus pulsos contra a parede enquanto me comia. Preso, exposto, ocupado.

Gozei na parede, o sêmen escorrendo. Ele gozou dentro sem soltar meus pulsos.

149

Segurando o Gozo

Sendo Passivo

"Ele vai gozar dentro. Depois você aperta o cu e não deixa escorrer até eu permitir."

O ATIVO gozou enterrado fundo. Senti o jorro quente me encher. Ele se retirou e contraí o cu com toda força. O gozo ficou preso dentro.

Fiquei assim por dois minutos, cu apertado, gozo retido. Quando o Mestre disse "pode soltar", relaxei e senti escorrer. "Saber reter é saber servir."

150

O Dueto Final

Sendo Passivo

Subi no ATIVO de frente, montando, o pau dele entrando em mim. Cavalguei, os dois nos olhando. "Quero ouvir vocês dois."

Acelerei o ritmo, os gemidos se encontrando. Senti ele se contrair dentro, gozando. Gozei junto, o sêmen espirrando entre nós.

Ficamos abraçados, eu montado, ele dentro. "Dois corpos, um só prazer, uma só submissão."

151

Dominando de Quatro

Sendo Ativo

O Mestre me olhou nos olhos e disse: "Coloca ele de quatro. Penetra com força. Mostra quem manda." Olhei para o PASSIVO, ajoelhado na cama, a bunda empinada esperando. Aproximei-me, as mãos quentes nos quadris dele.

Passei a mão no pau já duro e encostei na entrada do cu dele. Ele estremeceu, mas não se moveu. Penetrei de uma vez, sem aviso. O gemido que ele soltou foi abafado pelo travesseiro. Comecei a socar com ritmo, cada estocada mais profunda que a anterior.

Segurei a cintura dele com força e acelerei. O som dos nossos corpos se chocando preenchia o quarto. Ele gemia sem controle agora, as mãos apertando o lençol. Eu dominava cada movimento, cada gemido, cada contração do cu dele em volta do meu pau.

"Assim que o Mestre gosta", eu disse, socando mais forte. O PASSIVO estava perdido, entregue, completamente meu. Cada estocada era uma reafirmação de quem mandava.

Gozei dentro dele com um gemido, enterrado até o fundo. O Mestre sorriu da porta. "Bom trabalho, ATIVO."

152

Olho no Olho

Sendo Ativo

O Mestre ordenou: "Deita ele de costas. Penetra olhando nos olhos. Quero ver o olhar dele enquanto você entra." Deitei o PASSIVO na cama e abri as pernas dele. Subi entre elas e me posicionei, o pau na entrada.

Olhei nos olhos dele enquanto penetrava devagar. A expressão no rosto dele mudava a cada centímetro — surpresa, prazer, entrega. Eu via tudo. Cada nuance, cada piscada, cada lágrima de tesão que escorria pelo canto do olho.

"Assim", o Mestre disse. "Olha como ele reage a cada estocada." Eu penetrava lentamente, mantendo o contato visual. O PASSIVO não desviava o olhar, preso no meu. Estávamos conectados pelo olhar e pelo pau.

Acelerei o ritmo, mas mantive os olhos nos dele. Ele gemia, as mãos apertando meus braços. Quando gozei, vi o orgasmo nos olhos dele primeiro — a pupila dilatando, o olhar perdendo o foco.

O Mestre se aproximou. "Viram como o olhar entrega mais que as palavras?"

153

Guia o Quadril

Sendo Ativo

"Senta ele no teu colo de costas", o Mestre ordenou. Sentei na cadeira, pau duro pra cima. Chamei o PASSIVO com um gesto. Ele veio, montou de costas em mim, e eu penetrei puxando ele para baixo.

"Guia o quadril dele", o Mestre disse. Coloquei as mãos na cintura do PASSIVO e comecei a marcar o ritmo. Para cima, para baixo, cada movimento controlado por mim. Ele era um boneco nas minhas mãos.

Eu apertava a cintura dele, puxando mais forte a cada descida. O som da penetração era molhado e ritmado. Ele gemia, a cabeça jogada para trás no meu ombro. Lambi o pescoço dele enquanto guiava o movimento.

"Mais rápido", o Mestre disse. Acelerei o ritmo das mãos, fazendo ele cavalgar mais rápido. O corpo dele suava, os gemidos ficavam mais altos. Eu controlava cada aspecto do prazer dele.

Gozei puxando ele fundo contra mim, enterrado completo. Ele gozou logo depois, o sêmen jorrando nas pernas dele. Ficamos ali, eu ainda dentro, as mãos ainda na cintura.

154

Mão no Cabelo Sendo Ativo

"Põe ele de quatro e puxa o cabelo", o Mestre disse. Coloquei o PASSIVO de quatro e penetrei. Com uma mão no quadril, a outra enrosquei no cabelo dele e puxei para trás. As costas dele arquearam, o cu se abrindo mais.

A pose era de submissão total — cabeça puxada para trás, costas arqueadas, bunda empinada. Eu socava com força, a mão no cabelo dele controlando cada movimento. Ele gemia com a cabeça virada para cima.

"É assim que se domina", o Mestre disse. Puxei o cabelo mais forte e acelerei. O PASSIVO gemia palavras soltas, perdido entre a dor no couro cabeludo e o prazer no cu.

Gozei puxando o cabelo dele com força, sentindo o corpo dele tremer. Soltei devagar, e ele desabou na cama, ofegante.

155

Peso e Dominação

Sendo Ativo

O Mestre mandou eu deitar em cima do PASSIVO. Deitei meu peso sobre ele, de bruços, o pau encontrando o cu por trás. Penetrei devagar, sentindo o corpo dele preso debaixo de mim.

Cada estocada prensava ele contra o colchão. Ele não podia se mover, apenas sentir. O peso do meu corpo imobilizava qualquer reação. Eu era o cobertor de carne que o sufocava de prazer.

"Assim", o Mestre sussurrou. "Prensado. Imóvel. Só sentindo." Continuei penetrando, o peso esmagando ele contra a cama. Eu ouvia a respiração ofegante dele abafada pelo colchão.

Gozei enterrado fundo, o peso ainda sobre ele. Fiquei deitado em cima por um minuto depois, sentindo o corpo dele tremendo sob o meu.

156

A Conchinha Poderosa

Sendo Ativo

"Deita de conchinha com ele e penetra por trás", o Mestre disse. Deitei atrás do PASSIVO, corpo colado. Levantei a perna dele e penetrei devagar, entrando por trás na posição mais íntima.

Cada estocada era curta, profunda, íntima. Beijei o ombro dele enquanto penetrava, o braço em volta da cintura. A conchinha era doce, mas a penetração era de dono.

O contraste entre a posição de carinho e a força da penetração era o poder. Eu abraçava e comia ao mesmo tempo. O PASSIVO não sabia se se sentia amado ou possuído. Os dois, na verdade.

Gozei devagar, um gozo longo e quieto. Ficamos de conchinha depois, eu ainda dentro. O Mestre observou. "Intimidade também é dominação."

157

Na Janela Sem Medo

Sendo Ativo

"Leva ele pra janela", o Mestre disse. "Quero ele exposto." Levei o PASSIVO até a janela do quarto e o curvei no peitoril. Ele estava nu, visível para a rua. Eu me posicionei atrás e penetrei.

Cada estocada empurrava ele contra o vidro. O corpo dele ficava mais exposto a cada movimento. Eu olhava a rua lá embaixo, imaginando quem poderia estar vendo. O risco era combustível.

"Soca com vontade", o Mestre disse. Aumentei o ritmo, sem me importar com quem via. O PASSIVO gemia, o hálito embaçando o vidro. As mãos dele escorregavam no peitoril.

Gozei dentro dele na janela, o corpo dele pressionado contra o vidro. Olhei para a rua. Talvez alguém tivesse visto. Talvez não. O mistério era parte do prazer.

158

O Plug e o Pau

Sendo Ativo

O Mestre me entregou o plug. "Prepara ele." Lubrifiquei o plug e comecei a inserir no cu do PASSIVO, que estava de quatro. Ele gemeu quando a ponta entrou, mas segurou a posição.

Empurrei devagar, sentindo o cu se abrir em volta do silicone. Quando o plug estava completamente dentro, esperei. Ele respirava fundo, se acostumando. Passei a mão na bunda dele, sentindo a base do plug.

"Tira e penetra." Puxei o plug lentamente. O cu dele se contraiu em volta da perda. No mesmo movimento, coloquei o pau na entrada e penetrei. O gemido dele foi mais alto — o contraste era brutal.

Comecei a socar com força, o cu já preparado aceitando cada centímetro. O Mestre observou satisfeito. "Plug prepara, pau doma."

159

Masturbando Enquanto Penetro

Sendo Ativo

O Mestre disse: "Penetra e masturba ele ao mesmo tempo. Duas sensações." Sentei o PASSIVO de costas no meu colo, penetrando. Com uma mão na cintura guiando o movimento, a outra envolvi o pau dele.

Cada estocada minha era acompanhada de um movimento da mão no pau dele. Ele gemia sem controle, as duas sensações se sobrepondo. O pau dele pulsava na minha mão a cada penetração.

"Leva ele ao limite", o Mestre disse. Acelerei os dois movimentos — mão no pau, quadril penetrando. O PASSIVO estava perdido, gemendo alto, o corpo tenso.

Ele gozou primeiro, o sêmen jorrando na minha mão. Senti o cu dele apertar em volta do meu pau com o orgasmo, e isso me levou junto. Gozei dentro dele, as mãos cheias de gozo dos dois.

160

O Sussurro

Sendo Ativo

"Penetra e sussurra no ouvido", o Mestre ordenou. Deitei o PASSIVO de bruços, penetrei por trás e curvei sobre ele, a boca perto do ouvido. "Você é meu", sussurrei. "Cada gemido é meu."

Comecei a me mover, as palavras saindo junto com cada estocada. "Vou te comer até esquecer seu nome." "Esse cu é meu." "Você nasceu pra isso." Cada frase era uma estocada verbal.

A voz se mostrou mais poderosa que o pau. Ele gemia mais alto a cada palavra, o corpo respondendo às frases. O sussurro no ouvido penetrava tão fundo quanto o pau no cu.

Gozei sussurrando "goza comigo" no ouvido dele. Ele gozou na hora, obedecendo à voz. O poder das palavras era real.

161

Na Mesa da Cozinha

Sendo Ativo

"Usa ele na mesa da cozinha", o Mestre disse. Curvei o PASSIVO sobre a mesa, os objetos voando para os lados. Penetrei em pé, cada estocada empurrando ele contra a madeira. A mesa rangeu.

Um copo caiu e quebrou no chão. "Não para", o Mestre disse. Continuei socando, o som da mesa rangendo e dos nossos corpos se chocando. O PASSIVO segurava na borda oposta, os nós dos dedos brancos.

A mesa era grande e firme, mas rangia a cada impacto. A cozinha inteira testemunhava. Os talheres, os pratos, o fogão — tudo via o PASSIVO sendo comido na mesa.

Gozei dentro dele, curvado sobre suas costas. Depois olhei para os cacos de vidro no chão. "Depois ele limpa."

162

A Imobilidade

Sendo Ativo

"Penetra e não se mexe. Deixa ele sentir." Penetrei o PASSIVO de costas e parei. Fiquei imóvel dentro dele, apenas sentindo o cu apertar em volta do meu pau. Ele olhava para cima, confuso.

O poder da imobilidade era imenso. Eu estava enterrado nele, pulsando, mas sem me mover. Ele não sabia o que fazer — se pedia para eu me mexer ou se agradecia pela pausa. O controle era absoluto.

"Vê como ele aperta?", o Mestre disse. O cu do PASSIVO se contraía em volta de mim, involuntariamente. Cada pulsação era um pedido silencioso. Mas eu não me movia.

Depois de um minuto parado, comecei a penetrar devagar. O gemido de alívio que ele soltou foi a melhor recompensa. A espera tinha valido a pena.

163

A Cadeira Geme

Sendo Ativo

"De quatro na cadeira", o Mestre disse. Coloquei o PASSIVO de quatro na cadeira da escrivaninha, joelhos no assento, mãos no encosto. Penetrei por trás, e a cadeira gemeu junto com ele.

Cada estocada fazia a madeira chiar. O som ritmado dos rangidos preenchia o quarto. A cadeira participava, denunciava, testemunhava. O PASSIVO segurava no encosto, o corpo balançando.

"A cadeira tá gemendo mais que ele", o Mestre riu. Aumentei o ritmo, e a cadeira respondeu com rangidos mais rápidos. Estávamos os três — eu, ele e a cadeira — num ritmo só.

Gozei no ritmo da cadeira. Cada rangido final foi um gozo. O PASSIVO desceu da cadeira, as marcas dos joelhos no assento. A cadeira ficou quieta.

164

Lamber Depois de Gozar

Sendo Ativo

O Mestre deu a ordem: "Goza dentro. Depois lambe o cu dele. Sua língua limpa o que seu pau sujou." Penetrei o PASSIVO de costas e gozei dentro, sentindo o jorro enchendo ele.

Tirei o pau devagar. O gozo começou a escorrer. Abaixei a cabeça e passei a língua no cu dele, lambendo o sêmen que escorria. O gosto era salgado, quente, familiar.

"Limpando o que sujou", o Mestre disse. Continuei lambendo, a língua entrando no cu, provando a mistura de nós dois. O PASSIVO tremia, hipersensível.

Depois de limpar, beijei a bunda dele. "Pronto. Limpinho de novo."

165

Espelho da Verdade

Sendo Ativo

"Coloca ele de quatro no espelho", o Mestre disse. "Quero que ele veja." Posicionei o PASSIVO diante do espelho grande, de quatro. Penetrei por trás e forcei a cabeça dele para cima. "Olha."

No espelho, ele via tudo — o próprio cu sendo penetrado, meu pau entrando e saindo, a expressão de prazer no rosto dele. O reflexo não mentia. Cada estocada era visível, cada reação, cada gemido.

"Vê como você é lindo sendo comido?", perguntei. Ele gemia, os olhos fixos no espelho. Eu via no reflexo o rosto dele se contrair a cada penetração.

Gozei no espelho, vendo os dois refletidos — ele de quatro, eu por trás, os corpos conectados. A imagem ficou gravada.

166

Ritmo Alternado

Sendo Ativo

"Alterna: 10 rápidas, 1 lenta e profunda. Quebra o ritmo dele." Coloquei o PASSIVO de quatro e comecei. Dez estocadas rápidas, uma lenta e profunda. O padrão quebrava o controle dele.

Nas rápidas, ele gemia sem parar, o corpo sacudindo. Na lenta, eu enterrava fundo e parava, sentindo ele apertar em volta. A alternância era uma tortura calculada.

"Não sabe o que vem", o Mestre disse. "Perde o controle." Continuei o padrão, vendo ele tentar se antecipar, sem conseguir. Cada transição era uma surpresa, cada ritmo uma descoberta.

Na última lenta e profunda, gozei enterrado, o corpo dele apertando em volta. O padrão quebrou ele.

167

Debaixo do Chuveiro

Sendo Ativo

"No chuveiro", o Mestre disse. Entramos no box, a água quente caindo. Coloquei o PASSIVO de quatro, mãos na parede de azulejo, e penetrei debaixo da água. O vapor começou a encher o banheiro.

A água escorria nas costas dele enquanto eu socava. Ensaboei as costas dele com uma mão enquanto penetrava com a outra. O sabão deslizava, a pele ficava escorregadia. Cada estocada era mais fácil com a água.

O vapor cobria o espelho, o box, os vidros. Estávamos escondidos pela névoa. A água quente relaxava os músculos dele, e o pau entrava mais fundo, mais fácil.

Gozei dentro dele debaixo da água, o gozo sendo levado pelo ralo. Enxáguei ele depois, passando as mãos no corpo para tirar o sabão. Banho completo.

168

A Mão na Garganta

Sendo Ativo

O Mestre disse: "Penetra com uma mão na garganta. Suave. Dominação total." Coloquei o PASSIVO debaixo de mim, de costas, e penetrei. Com uma mão, fechei suavemente a mão em volta da garganta dele.

A pressão era leve, só para marcar presença. Cada estocada era acompanhada do aperto suave na garganta. Ele olhava para cima, confiante, entregue. O controle da respiração e da penetração nas mesmas mãos.

"Vê como ele não luta?", o Mestre disse. "Confia." Continuei penetrando, a mão na garganta. Cada vez que ele gemia, eu sentia a vibração na mão.

Gozei com a mão ainda na garganta, a dominação completa. Depois soltei devagar, acariciando o pescoço dele.

169

O Abraço Final

Sendo Ativo

"Depois de gozar, abraça ele", o Mestre disse. "Domingo termina em cuidado." Gozei dentro do PASSIVO e deitei ao lado dele. Puxei ele para perto, o corpo suado colado no meu.

O abraço depois do sexo era tão importante quanto a penetração. Eu segurava ele, o pau ainda sensível encostado na coxa dele. A respiração ofegante dos dois acalmava junto.

"Dominação não é só força", o Mestre disse. "É também cuidado." Continuei abraçando, sentindo o coração dele desacelerar contra o meu. A pose final da dominação era um abraço.

Ficamos assim, abraçados, até a respiração voltar ao normal. O PASSIVO adormeceu no meu braço. O Mestre cobriu a gente com um lençol.

170

O Esplendor do Ativo

Sendo Ativo

O Mestre me chamou no final do dia. "Você foi o ATIVO hoje. Como se sente?" Olhei para o PASSIVO,放松ado na cama, marcado e satisfeito. "Poderoso", respondi.

Ser o ATIVO era mais que penetrar. Era conduzir, proteger, dominar com responsabilidade. Cada ordem do Mestre era um voto de confiança. Cada gemido do PASSIVO era a prova do meu trabalho.

O Mestre sorriu. "Bom ATIVO. Amanhã trocam os papéis." Olhei para o PASSIVO, que sorriu de volta. Ser ativo hoje significava que amanhã eu seria passivo. O ciclo continuava.

Deitei ao lado do PASSIVO, exausto e satisfeito. O corpo doía, mas a alma estava cheia. Ser ATIVO era um presente e uma responsabilidade. E eu tinha feito o Mestre orgulhoso.

171

A Primeira Noite do Casal

Casal H&M

O Mestre nos olhou, a mim e a ela. "Hoje vocês vão aprender a servir juntos. HOMEM, deita a MULHER de costas. MULHER, abre as pernas para ele." Ela deitou, os olhos fixos nos meus, as pernas se abrindo lentamente.

Deitei entre as pernas dela e penetrei a buceta devagar. Ela gemia baixo, as mãos no meu peito. O Mestre observava em silêncio. Cada estocada era uma declaração — eu a possuía, e ela se entregava.

"Olha nos olhos dela enquanto soca", o Mestre disse. Mantive o olhar fixo nos dela enquanto penetrava. Via o prazer crescer, a pupila dilatar, a respiração ofegante. Ela apertava meus braços a cada estocada mais funda.

Gozamos juntos, os corpos tremendo no mesmo ritmo. O Mestre sorriu. "Boa primeira vez." Ficamos abraçados, o suor nos unindo.

172

Ela de Quatro

Casal H&M

O Mestre ordenou: "MULHER, de quatro. HOMEM, por trás." Ela se ajoelhou na cama, empinando a bunda. O corpo dela era curvas e convites. Aproximei-me por trás, o pau roçando na entrada molhada da buceta dela.

Penetrei devagar, sentindo a buceta dela me apertar. Ela gemeu, a cabeça baixa. Segurei o quadril dela e comecei a me mover, cada estocada fazendo os peitos dela balançarem.

"Puxa o cabelo dela", o Mestre disse. Enrosquei a mão no cabelo dela e puxei suavemente. Ela arqucou as costas, o cu se abrindo. O Mestre se aproximou e passou o dedo no cu dela. Ela gemeu mais alto.

Gozei dentro dela, puxando o cabelo. Ela gozou junto, o corpo tremendo. "Perfeito", o Mestre disse.

173

Ela Montada

Casal H&M

"HOMEM, deita de costas. MULHER, monta." Deitei na cama, pau duro. Ela subiu em cima de mim, montando de frente, e sentou no meu pau. Os dois gememos juntos quando ela encaixou.

Ela começou a cavalgar, o corpo se movendo num ritmo hipnótico. Os peitos dela balançavam na minha frente. Eu segurava a cintura dela, guiando o movimento. Ela jogava a cabeça para trás, os cabelos voando.

"Aperta os peitos dela", o Mestre disse. Levei as mãos aos peitos dela e apertei os mamilos. Ela gemeu mais alto, cavalgando mais rápido. O quarto inteiro ouvia o som dos nossos corpos.

Ela gozou primeiro, o corpo inteiro se contraindo em volta do meu pau. Senti o aperto e gozei dentro dela. Ela desabou no meu peito, ofegante.

174

Língua no Cu Dele

Casal H&M

O Mestre disse: "MULHER, vira o HOMEM de bruços. Lambe o cu dele." Ela me virou na cama, e eu senti as mãos dela separando minha bunda. A língua quente tocou meu cu, e eu estremeci.

Ela lambeu devagar, passando a língua em volta, explorando cada ruga. A sensação era nova e avassaladora. Eu gemia no travesseiro, as mãos apertando o lençol. Ela ria baixinho, satisfeita com o efeito.

"Enfia a língua", o Mestre disse. Ela empurrou a língua para dentro do meu cu, e eu perdi o controle. O prazer prostático era imenso. Ela ria lá atrás, a língua me penetrando.

Gozei sem ninguém tocar no meu pau — só a língua dela no cu. Ela se deitou ao meu lado, me beijou. "Gostou?" Eu só conseguia gemer.

175

Dedos Dela no Cu Dele

Casal H&M

"MULHER, coloca um dedo no cu do HOMEM enquanto ele te penetra", o Mestre disse. Fiquei de quatro atrás dela, penetrando a buceta. Ela colocou a mão para trás e encontrou meu cu.

O dedo dela entrou lubrificado pelo meu pré-gozo. A sensação dupla era avassaladora — meu pau na buceta dela, o dedo dela no meu cu. Cada estocada era acompanhada de um movimento do dedo dela.

"Mais um dedo", o Mestre disse. Ela enfiou o segundo dedo, e eu gemi alto. Dois dedos no cu enquanto eu penetrava. O prazer prostático combinado com a sensação da buceta dela era quase demais.

Gozei com os dedos dela no cu, o orgasmo mais intenso da minha vida. Ela gozou junto, apertando os dedos dentro de mim.

176

O Plug Nele

Casal H&M

O Mestre entregou um plug pequeno à MULHER. "Coloca no cu dele. Depois ele te penetra." Ela lubrificou o plug e me colocou de quatro. Senti a ponta do plug na entrada do meu cu.

Ela empurrou devagar, e o plug foi entrando. O silicone preenchia, esticava. Quando a base encaixou, ela passou a mão na minha bunda. "Pronto. Agora me penetra."

Penetrei a buceta dela com o plug dentro de mim. Cada estocada deslocava o plug, criando uma pressão interna que aumentava o prazer. Ela sentia meu pau e sabia que eu estava sendo preenchido ao mesmo tempo.

Gozei com o plug dentro, o orgasmo amplificado pela pressão interna. Ela tirou o plug depois, lambendo. "Gostoso."

177

Na Janela

Casal H&M

O Mestre apontou para a janela. "Quero vocês expostos. MULHER, de quatro no peitoril. HOMEM, por trás." Ela foi até a janela, nua, e se curvou no peitoril. A rua lá embaixo estava movimentada.

Penetrei a buceta dela na janela, cada estocada empurrando ela contra o vidro. Qualquer um podia ver — uma mulher nua de quatro na janela, sendo comida. O risco era combustível puro.

"Olha pra rua", o Mestre disse. Ela olhou para baixo, viu as pessoas andando. Gemeu mais alto, sabendo que podia ser vista. Eu socava com força, sem medo.

Gozamos na janela, o gozo escorrendo pela perna dela. O Mestre fechou a cortina. "Bom exibicionismo."

178

No Chão da Sala

Casal H&M

"No chão", o Mestre ordenou. Deitei a MULHER no tapete da sala, o chão frio contra as costas dela. Deitei sobre ela, o corpo quente contra o dela, e penetrei devagar. O contraste de temperaturas era intenso.

O chão era duro, mas o corpo dela era macio. Cada estocada me pressionava contra ela, e o tapete arranhava minhas pernas. Ela ria e gemia ao mesmo tempo, perdida na estranheza da posição.

"Assim no chão, sem cama, sem conforto", o Mestre disse. "Só o sexo puro." Continuei penetrando, o som dos corpos no tapete.

Gozei no chão, em cima dela. Ficamos deitados no tapete, ofegantes. O Mestre sentou no sofá, observando. "Sexo no chão é mais honesto."

179

Ela Chupa, Ele Aperta

Casal H&M

"MULHER, ajoelha. HOMEM, em pé." Ela ajoelhou na minha frente, os olhos erguidos. Pegou meu pau com a mão e colocou na boca. A língua quente envolveu a cabeça, e eu gemi.

Ela chupava com vontade, a boca subindo e descendo no pau. Eu segurava a cabeça dela, guiando o ritmo. O Mestre observava. "Aperta os ovos dela enquanto ela chupa", ele disse.

Abaixei e apertei os seios dela enquanto ela chupava. Ela gemeu com a boca cheia, a vibração ecoando no meu pau. A combinação de boca e mãos era demais.

Gozei na boca dela, e ela engoliu tudo, mostrando a língua depois. "Bom serviço", o Mestre disse.

180

Ele Chupa Ela

Casal H&M

O Mestre disse: "HOMEM, ajoelha na frente dela. Lambe a buceta dela." Ajoelhei entre as pernas abertas da MULHER, o cheiro dela me envolvendo. Passei a língua nos lábios, sentindo o gosto.

Ela gemeu quando minha língua encontrou o clitóris. Chupei devagar, em círculos, ouvindo os gemidos dela como guia. Mais rápido quando ela gemia mais alto, mais devagar quando ela se acalmava.

"Enfia dois dedos enquanto chupa", o Mestre disse. Enfiei dois dedos na buceta dela enquanto a língua trabalhava o clitóris. Ela gritou, as mãos no meu cabelo, o corpo se contorcendo.

Ela gozou na minha boca, o líquido quente escorrendo. Lambi tudo, limpei. Ela me puxou para cima e me beijou, provando o próprio gosto.

181

69 Intenso

Casal H&M

"69", o Mestre ordenou. Deitei de costas na cama. A MULHER deitou em cima de mim de bruços, de frente para meus pés, a buceta dela na minha cara, o pau dele na boca dela.

Começamos a nos lamber ao mesmo tempo. Língua no clitóris, boca no pau. Cada movimento meu nela era respondido com um movimento dela em mim. O prazer era cíclico, aumentando.

O Mestre observou o 69. "Equilíbrio. Cada um dá prazer ao outro." Nós nos devorávamos, gemendo um na boca do outro.

Gozamos ao mesmo tempo, ela na minha boca, eu na boca dela. Um gozo duplo, sincronizado. Ficamos deitados, eu ainda debaixo dela, provando o gosto um do outro.

182

Na Mesa da Cozinha

Casal H&M

"Na cozinha", o Mestre disse. Levamos o sexo para a mesa da cozinha. Curvei a MULHER sobre a mesa, os utensílios voando. Penetrei a buceta dela enquanto a mesa rangia. Um copo caiu e quebrou.

"Não para", o Mestre disse. Continuei socando, a mesa rangendo, os objetos caindo. Ela gemia, os peitos espalmados na madeira fria. A cozinha inteira era nosso palco.

O cheiro da comida, o barulho da mesa, o vidro quebrado no chão. Tudo contribuía para a atmosfera de sexo selvagem na cozinha.

Gozei dentro dela na mesa da cozinha. "Depois ela limpa tudo", o Mestre disse. E ela limpou, nua, com um pano.

183

Na Porta Entreaberta

Casal H&M

A porta de casa estava entreaberta. Havia pessoas na rua. O Mestre sussurrou: "HOMEM, penetra ela perto da porta. Sem fazer barulho."

Posicionei a MULHER perto da fresta, de quatro. Penetrei devagar, em silêncio. Cada movimento era controlado, sem som. Lá fora, vozes passavam. Dentro, eu penetrava em silêncio.

Ela mordia o lábio para não gemer. Eu segurava a respiração. O perigo de ser descoberto tornava cada estocada mais intensa. Alguém podia empurrar a porta a qualquer momento.

Gozamos em silêncio, o corpo tremendo sem som. Ficamos imóveis, esperando as vozes se afastarem. Depois fechamos a porta e rimos, aliviados e excitados.

184

Contra a Parede

Casal H&M

"HOMEM, levanta ela contra a parede", o Mestre disse. Ergui a MULHER, as costas dela contra a parede, as pernas em volta da minha cintura. Penetrei a buceta dela em pé, o peso dela sustentado por mim.

Cada estocada era mais difícil, mas mais intensa. Ela segurava meu pescoço, os olhos nos meus. O sexo contra a parede era primal, instintivo. Eu a possuía e a sustentava ao mesmo tempo.

O Mestre observou. "Dominação e cuidado na mesma posição." Continuei penetrando, sentindo as pernas dela apertarem minha cintura.

Gozei com ela na parede, os dois gemendo juntos. Depois desci ela devagar, as pernas dela tremendo.

185

Mão Dela no Cu Dele

Casal H&M

O Mestre deu uma ordem ousada: "MULHER, enfia a mão no cu do HOMEM enquanto ele te penetra de quatro." Ela colocou a mão para trás, lubrificou os dedos com saliva e começou a enfiar no meu cu.

Primeiro um dedo, depois dois. Eu gemia alto, o prazer prostático combinado com a sensação da buceta dela. Ela movia os dedos no ritmo das minhas estocadas.

"Mais", o Mestre disse. Ela enfiou o terceiro dedo, e eu perdi o ritmo por um segundo. Ocu cheio de dedos, pau na buceta. Três níveis de prazer.

Gozei violentamente, os dedos dela ainda no cu. Ela gozou junto, apertando os dedos dentro de mim. Uma trindade de orgasmo.

186

No Chuveiro

Casal H&M

"No chuveiro", o Mestre disse. Entramos no box, a água quente caindo. Coloquei a MULHER de quatro, mãos no azulejo, e penetrei a buceta dela debaixo da água. O vapor começou a encher o banheiro.

A água escorria nas costas dela enquanto eu socava. Ensaboei os peitos dela, o sabão deslizando. Ela gemia, a água entrando na boca. O vapor escondia nossos corpos.

O Mestre abriu a porta do box, deixando o vapor escapar. "Quero ver." Continuamos, o vapor saindo, nossos corpos ficando visíveis.

Gozamos no chuveiro, a água levando tudo. Depois nos ensaboamos, lavando um ao outro. Banho completo.

187

No Espelho

Casal H&M

O Mestre nos levou até o espelho grande do quarto. "De quatro no espelho, HOMEM por trás. Quero ver os dois."

Coloquei a MULHER de quatro diante do espelho. Penetrei por trás e forcei a cabeça dela para cima. "Olha." No espelho, ela via o próprio corpo sendo penetrado, os peitos balançando, meu pau entrando e saindo.

Eu via no espelho o reflexo dela — o rosto de prazer, os olhos semiabertos, a boca entreaberta. Era erótico ver a própria penetração refletida.

Gozamos no espelho, vendo os dois corpos se contraírem juntos no reflexo. A imagem ficou gravada.

188

Ela Cavalga de Costas

Casal H&M

"MULHER, monta de costas", o Mestre disse. Sentei na cadeira, pau duro. Ela montou de costas em mim, sentando no pau. Começou a cavalgar, as costas curvadas, a cabeça jogada para trás.

Eu via as costas dela, a curva da coluna, a bunda subindo e descendo. Apertei os peitos dela por trás, puxando os mamilos. Ela gemia, cavalgando mais rápido.

"Ela controlando o ritmo", o Mestre disse. "Você apenas recebe." Ela cavalgava com vontade agora, o som da penetração molhado e ritmado.

Gozei dentro dela, puxando os peitos. Ela gozou cavalgando, o corpo inteiro tremendo. Ficamos na cadeira, eu ainda dentro, ela montada.

189

Orgulho e Preconceito

Casal H&M

O Mestre nos desafiou: "Quero ver vocês transarem em todos os cômodos da casa. Um por um. Sem roupa. Sem vergonha."

Começamos na sala, no sofá. Ela montou em mim, e eu a penetrei vendo TV ao fundo. Depois fomos para a cozinha, ela curvada na mesa. O quarto foi o mais longo — de quatro, de costas, de lado.

No banheiro, no chuveiro. No corredor, contra a parede. Na área de serviço, perto da máquina de lavar. Cada cômodo tinha uma posição, um gemido, uma memória.

O Mestre nos seguiu, observando cada cômodo. No final, estávamos exaustos, nus, deitados na cama. "Casa inteira abençoada pelo sexo", ele disse.

190

O Final do Casal

Casal H&M

O Mestre nos chamou no final da noite. "Vocês foram um casal exemplar. HOMEM, você a penetrou com força e cuidado. MULHER, você se entregou e o provocou."

Nós nos olhamos, nus, exaustos, satisfeitos. Ela estava sentada no meu colo, eu ainda dentro dela. A noite tinha sido longa e intensa — dedos, línguas, plugs, posições, cômodos.

"O sexo entre homem e mulher é dança", o Mestre disse. "Um conduz, o outro segue. Os dois trocam de papel. Os dois gozam."

Ficamos abraçados, os corpos colados. Ela me beijou. "Obrigado por ser meu par." Beijei de volta. A noite terminou com a gente dormindo abraçado, o Mestre cobrindo a gente com um lençol.

194

Vendado Trabalhando

Home Office

Peguei uma gravata e amarrei em volta da cabeça, cobrindo os olhos. O mundo ficou escuro. As mãos encontraram o teclado pelo tato.

Digitar sem ver era um desafio. Eu errava letras, apertava teclas erradas. Cada erro era uma frustração. Mas eu continuava.

Sem a visão, a audição se amplificou. Ouvia cada clique do mouse, cada notificação. O vento na janela parecia mais alto.

Respondi e-mails vendado, guiado pelo som. Quando tirei a venda, vi os erros que tinha cometido. Corrigi tudo.

Aprendi que o tato e a memória são mais poderosos que a visão. E que obedecer vendado é confiar cegamente.

195

A Janela das 10h

Home Office

O alarme tocou às 10h. Levantei da cadeira, nu, e fui até a janela da sala. Fiquei imóvel, o corpo visível para a rua. Um carro passou. Uma pessoa na calçada.

Às 11h, de novo. A janela do quarto, mais exposta. Fiquei de perfil, mostrando o contorno do corpo. O vento tocou meu pau.

13h, 14h, 15h. A cada hora, uma janela diferente. Os vizinhos deviam estar se acostumando com o homem nu que aparecia a cada hora.

Às 18h, último ritual. Um minuto na janela da sala, o sol se pondo. O dia marcado pela nudez e pelo risco.

196

A Escala de Plugs

Home Office

"Troca de plug a cada 2 horas. Fino às 9h. Médio às 11h. Grosso às 13h. Super grosso às 15h."

9h: plug fino. Entrou fácil. 11h: plug médio. Troquei no banheiro. Sentei e senti o preenchimento maior.

13h: plug grosso. O cu esticou. Respirei fundo e empurrei. O preenchimento era completo.

15h: plug super grosso. O maior. O cu queimou ao receber. Últimas 2 horas com o maior plug dentro. Às 17h, tirei. O vazio era ensurdecedor.

197

O Capuz do Escritório

Home Office

Peguei uma fronha escura, fiz dois furos para os olhos e coloquei. O tecido cobriu meu rosto. Sentei nu na cadeira, o capuz na cabeça.

No reflexo da tela, via minha imagem — um homem nu com capuz trabalhando. Anonimato e exposição ao mesmo tempo.

Cada e-mail enviado era anônimo. O capuz escondia a identidade, mas revelava o corpo.

Às 18h, tirei o capuz. Meu rosto apareceu. Mas algo tinha mudado — eu tinha trabalhado anônimo, nu, submisso.

199

Mãos Presas

Home Office

"Amarra as mãos. Trabalha com uma mão só." Amarrei o pulso direito ao encosto da cadeira.

Digitar com uma mão era frustrante. Cada palavra exigia esforço. Eu errava, apagava, tentava de novo.

Responder e-mails era tortura. Olhava para a mão presa, imaginando como seria mais fácil. Mas a ordem era clara.

Depois do almoço, amarrei de novo. A tarde foi longa. Às 18h, soltei. O pulso marcado era o registro da obediência.

200

A Sacada do Escritório

Home Office

"Senta perto da janela aberta da sacada. Trabalha ao ar livre com o Desktop na mesa." Arrumei a cadeira perto da janela que dava para a sacada. O sol batia no meu corpo. O vento tocava minha pele.

Os vizinhos podiam me ver pela janela aberta. Um deles olhou, depois desviou. Acenei como se fosse normal.

O vento batia no pau enquanto eu digitava no Desktop fixo na mesa. O sol aquecia minhas costas. Trabalhar perto da janela aberta nu era libertador.

No final do dia, fechei a janela. O sol tinha queimado meus ombros. A pele vermelha era a lembrança do dia perto da janela.

201

A Primeira Sessão de Estudo

Estudos Auto-ditadas

O Mestre disse: "Você vai estudar hoje. Nu. Com um plug. Cada página lida é uma lição de submissão." Sentei nu à mesa, os livros abertos, um plug fino no cu.

Cada parágrafo era acompanhado de uma contração involuntária em volta do plug. A cada página virada, o movimento deslocava o silicone dentro de mim. O estudo e o prazer se misturavam.

Na terceira página, meu pau endureceu. Ignorei. Continuei lendo. O plug me lembrava que eu estava ali para aprender e servir ao mesmo tempo.

Depois de duas horas, tinha lido 50 páginas e contraído o cu centenas de vezes. O conhecimento tinha entrado junto com o plug.

O Mestre perguntou: "O que aprendeu?" Respondi. Ele sorriu. "Bom aluno. Amanhã plug médio."

202

O Vibrador Estudioso

Estudos Auto-ditadas

O Mestre ordenou vibrador no cu enquanto eu estudava cálculo. A matéria já era difícil — com o zumbido dentro de mim, era quase impossível.

Liguei o vibrador no mínimo. As equações dançavam na minha frente enquanto o cu vibrava. Cada fórmula era acompanhada de uma onda elétrica interna.

Quando aumentei para o médio, perdi o foco por um segundo. As integrais se misturavam com as contrações. Respirei fundo e continuei.

No final da sessão, tinha resolvido todos os exercícios. O vibrador tinha sido meu companheiro de estudo improvável.

O Mestre mandou mensagem: "Cálculo vibrado. Aprovado."

203

Estudo na Janela

Estudos Auto-ditadas

"A cada 10 páginas, janela por 30 segundos", o Mestre ordenou. Coloquei o livro na mesa e comecei a estudar nu.

Página 10: levantei e fui até a janela. Fiquei imóvel, o corpo exposto para a rua. As pessoas passavam, indiferentes ou curiosas. 30 segundos. Voltei ao livro.

Página 20: janela do quarto. Mais exposta. O sol da tarde iluminava meu corpo nu.

Página 30: janela da cozinha. O movimento da rua era maior. Fiquei de perfil, mostrando o contorno.

Quando terminei o capítulo, tinha me exibido 5 vezes. O estudo e a exposição andaram juntos.

204

Estudo de Quatro

Estudos Auto-ditadas

O Mestre ordenou: "Estude de quatro. Livro no chão." Ajoelhei no tapete, apoiei as mãos e coloquei o livro na minha frente. O cu exposto para trás, a cabeça baixa.

Ler de quatro era desconfortável. O pescoço doía de olhar para baixo. As costas arqueadas. Mas cada palavra lida era um ato de submissão.

O vento entrava pela janela e tocava meu cu. O ar fresco na entrada era um lembrete constante da posição. Estudei um capítulo inteiro assim.

No final, minhas costas doíam, mas o conteúdo tinha entrado. O Mestre disse: "De quatro é a posição do aprendiz."

205

A Escada de Plugs do Estudo

Estudos Auto-ditadas

"A cada 20 páginas, troca de plug. Fino, médio, grosso, super grosso." Os plugs estavam alinhados na mesa. Comecei a estudar com o fino.

20 páginas depois: plug médio. O cu já relaxado aceitou. A leitura continuou.

40 páginas: plug grosso. O cu esticou. Respirei fundo e continuei lendo.

60 páginas: plug super grosso. O maior. Senti cada centímetro do silicone entrando. Terminei o capítulo com o cu completamente preenchido.

Ao final, tirei o plug. O vazio era o silêncio depois do estudo. O conhecimento e o plug tinham me preenchido igualmente.

206

Leitura em Voz Alta

Estudos Auto-ditadas

O Mestre disse: "Leia em voz alta enquanto se masturba. Cada palavra, um movimento."

Comecei a ler o texto de história, a mão no pau acompanhando cada sílaba. As palavras saíam entrecortadas pelos gemidos. "A Revolução... Francesa... começou em... 1789..."

Cada movimento da mão no pau era uma batida no ritmo da leitura. O conteúdo entrava pelos olhos e saía pela boca, enquanto a mão criava uma trilha sonora de prazer.

Li três páginas assim. No final, não sabia se tinha aprendido história ou se tinha apenas transformado a Revolução Francesa numa punheta educativa.

O Mestre riu. "Agora me explique a Revolução Francesa sem gozar."

207

Dedos no Cu Estudando

Estudos Auto-ditadas

O Mestre ordenou que eu colocasse dois dedos no cu enquanto estudava. "Parados. Imóveis. Enquanto lê um capítulo."

Enfiei dois dedos e comecei a ler. Os dedos parados dentro, o cu apertando em volta. Cada vez que virava a página, os dedos se moviam ligeiramente.

O capítulo era sobre biologia celular. Enquanto lia sobre mitocôndrias e ribossomos, sentia os dedos dentro de mim, pulsando. O estudo da vida dentro e fora.

Quando terminei o capítulo, tirei os dedos. O cu se contraiu no vazio. O conteúdo tinha entrado, os dedos tinham saído.

O Mestre perguntou: "O que são ribossomos?" Respondi corretamente. "Bom. Os dedos ajudaram."

208

O Gelo no Estudo

Estudos Auto-ditadas

O Mestre disse: "Gelo na boca enquanto estuda. O frio te mantém acordado."

Coloquei um cubo de gelo na boca e abri o livro. O frio queimava a língua. A água gelada escorria pelo queixo enquanto eu lia.

O gelo derretia lentamente, e eu engolia a água fria. O contraste entre o frio na boca e o calor do corpo nu era hipnótico.

Quando o gelo acabou, coloquei outro. E outro. Estudei três páginas com gelo na boca. O frio mantinha o foco.

No final, minha boca estava gelada, mas o conteúdo estava quente na mente. O Mestre aprovou: "Método criogênico de estudo."

209

Vendado Aprendendo

Estudos Auto-ditadas

O Mestre ordenou estudo vendado. Coloquei a venda e liguei um audiobook ou leitor de tela. O mundo ficou escuro, só a voz guiando.

Sem a visão, cada palavra tinha mais peso. A voz do narrador preenchia o vazio. Eu me concentrava apenas no som, sem distrações visuais.

O plug no cu me lembrava da minha condição. Vendado e plugado, estudando no escuro. A voz entrava pelos ouvidos, o plug preenchia o corpo.

Depois de uma hora, tirei a venda. A luz doeu nos olhos. Mas o conteúdo estava lá — armazenado na escuridão.

O Mestre disse: "Às vezes, a cegueira temporária melhora o foco."

210

O Relatório Final

Estudos Auto-ditadas

Depois de horas de estudo, chegou a hora do relatório final. O Mestre ordenou: "Escreva o resumo do que aprendeu. Depois leia em voz alta se masturbando. O gozo conclui o estudo."

Escrevi três páginas de resumo, a mão dolorida, o plug dentro. Depois comecei a ler em voz alta, a mão no pau.

Cada frase lida era um movimento no pau. O resumo se transformava em uma narrativa erótica de conhecimento. As palavras saíam entre gemidos.

Quando cheguei à última frase, gozei. O sêmen espirrou no papel, manchando o resumo. O gozo finalizava o ciclo de estudo.

O Mestre disse: "O conhecimento entra pela mente e sai pelo corpo. Você aprendeu e serviu. Perfeito."

211

Mãos Presas, Mente Livre

Estudos Auto-ditadas

O Mestre amarrou meus pulsos com uma gravata. "Estude sem as mãos. Use a boca para virar páginas."

Virar página com a boca era ridículo e difícil. Molhava o papel, amassava a ponta. Mas eu conseguia. Cada página virada com os lábios era uma vitória.

A leitura era mais lenta, mas mais focada. Sem as mãos para me distrair, cada palavra entrava direto. O esforço físico de virar páginas com a boca me mantinha presente.

Depois de um capítulo, minhas mandíbulas doíam. Mas o conteúdo estava na cabeça. O Mestre disse: "Mãos presas, mente aberta."

212

Estudo na Sacada

Estudos Auto-ditadas

O Mestre ordenou estudo ao ar livre. Abri a janela da sacada e coloquei uma cadeira perto. O Desktop ficou na mesa, eu sentei nu na cadeira perto da janela aberta. O sol da manhã aquecia meu corpo enquanto eu lia.

Os vizinhos do prédio ao lado me viam. Um deles acenou. Acenei de volta, como se fosse normal estudar nu na sacada. O vento batia nas páginas do livro.

Uma criança gritou na rua. Um carro passou com música alta. A vida urbana continuava enquanto eu estudava nu, exposto, aprendendo.

No final da manhã, tinha lido 30 páginas e me exibido para meia dúzia de vizinhos. Produtividade acadêmica e exibicionista.

213

A Leitura Erótica

Estudos Auto-ditadas

O Mestre disse para ler um poema em voz alta enquanto me masturbava lentamente. "Cada verso, um movimento no pau. O ritmo do poema dita o ritmo da mão."

Li o poema, a mão acompanhando as sílabas. Os versos fluíam como ondas, e minha mão seguia o fluxo. O poema erótico ganhava uma camada extra de significado.

Quando cheguei ao verso final, gozei. O sêmen espirrou no livro, manchando a página. O poema estava marcado para sempre com minha submissão.

O Mestre disse: "A poesia entra pela mente e sai pelo corpo. Você entendeu o poema."

214

Plug e Concentração

Estudos Auto-ditadas

Estudar com plug grosso era um desafio. Cada movimento na cadeira deslocava o silicone, criando ondas de pressão interna. O desconforto e o prazer competiam.

Eu lia sobre filosofia, tentando entender Kant com um plug grosso no cu. As categorias do entendimento se misturavam com as categorias do silicone.

No final do capítulo, percebi que o plug tinha me mantido mais focado. O desconforto constante impedia a mente de vagar. Kant e o plug, parceiros improváveis.

O Mestre disse: "O desconforto aguça a mente. Kant com plug entra mais fundo."

215

O Mapa Mental Erótico

Estudos Auto-ditadas

O Mestre ordenou que eu fizesse um mapa mental do conteúdo estudado. "Desenhe com o pau duro. O mapa mental do tesão e do conhecimento."

Meu pau estava duro, e eu desenhava o mapa mental nu. As conexões entre os tópicos eram linhas que saíam de um centro. Eu desenhava com a mão livre, o pau balançando.

No centro do mapa, escrevi o tema principal. Ao redor, os subtópicos. As setas conectavam ideias. Meu corpo conectava tesão e aprendizado.

O mapa mental ficou lindo. Cores, setas, conexões. E no meio, um homem nu de pau duro fazendo anotações. A imagem do estudante submisso.

216

Hora do Teste

Estudos Auto-ditadas

Depois de estudar, o Mestre disse: "Hora do teste. Vou fazer perguntas. Cada resposta errada, uma dedada no cu. Cada resposta certa, um beijo no pau."

Começou pelas perguntas fáceis. Respondi certo. Ele lambeu a cabeça do meu Pau. O estímulo me distraía para a próxima pergunta.

Errei uma. Ele enfiou o dedo no meu cu sem lubrificante. A dor foi rápida e seca. Não queria errar de novo.

Acertou as outras. Cada acerto era uma lambida, cada erro uma dedada. No final, tinha acertado 8 de 10. O cu doía um pouco, mas o pau brilhava de saliva.

Nota 8. Aprovado com dedadas e lambidas.

217

Debaixo da Mesa Estudando

Estudos Auto-ditadas

O Mestre disse: "Estude debaixo da mesa. O tampo sobre você. O espaço apertado."

Levei o livro para debaixo da mesa de escritório e sentei no chão. O tampo roçava minha cabeça. O espaço era minúsculo, apertado, claustrofóbico.

Ler debaixo da mesa era desconfortável, mas estranhamente seguro. O teto baixo me mantinha encurvado, focado. Cada palavra ecoava no espaço apertado.

Passei uma hora debaixo da mesa, lendo. Quando saí, a luz doía nos olhos. Mas o conteúdo estava lá.

O Mestre disse: "Às vezes, o espaço apertado concentra a mente."

218

Leitura Coletiva

Estudos Auto-ditadas

O Mestre disse: "Leia em voz alta para o espelho. Olhe nos seus próprios olhos enquanto lê."

Fiquei em pé nu diante do espelho grande, o livro nas mãos. Comecei a ler em voz alta, olhando nos olhos do meu reflexo. O homem no espelho lia junto comigo.

Cada palavra era dita para ele. Cada conceito era explicado para o reflexo. Eu era professor e aluno ao mesmo tempo. O espelho não mentia.

Quando terminei o capítulo, fiz uma pergunta para o reflexo. Ele respondeu com minhas próprias palavras. Eu tinha aprendido.

O Mestre disse: "O espelho é o melhor professor. Ele mostra quem você é enquanto aprende."

219

Estudo com Água Fria

Estudos Auto-ditadas

O Mestre ordenou que eu estudasse com os pés em uma bacia de água fria. Enchi a bacia, coloquei debaixo da mesa e sentei nu, os pés submersos.

A água fria nos pés contrastava com o calor do corpo. O sangue parecia subir das pernas para a cabeça. Cada vez que me distraía, a água fria me lembrava de voltar ao livro.

Os pés ficaram dormentes depois de 30 minutos. Mas a mente estava alerta. O frio nos pés mantinha o corpo acordado e a mente focada.

Depois de duas horas, tirei os pés. Estavam vermelhos e frios. Mas o estudo estava completo.

220

A Conclusão dos Estudos

Estudos Auto-ditadas

O Mestre disse: "Última ordem de estudo. Tire o plug, tire a venda, tire tudo. Fique nu sem nada. Respire fundo. Você estudou e serviu."

Obedeci. Tirei o plug, o vibrador, a venda. Fiquei nu, sem objetos, sem amarras. A pele livre. Respirei fundo.

O dia de estudo tinha sido intenso. Plugs, vibradores, exposição, leitura em voz alta, dedos, água fria, espelho. Cada método era uma forma de aprender e servir ao mesmo tempo.

Olhei pela janela. O sol se punha. O estudo tinha terminado. O conhecimento estava dentro de mim, assim como os plugs tinham estado.

O Mestre disse: "Aprender é um ato de submissão. Você se abre para o conhecimento como se abre para o Mestre."

221

O Primeiro Trio

Trio Bi

O Mestre reuniu os três. HOMEM1, HOMEM2 e MULHER. "Hoje vocês vão aprender a servir juntos. HOMEM1, penetra a MULHER de quatro. HOMEM2, fica na frente para ela chupar você."

HOMEM1 se posicionou atrás da MULHER e penetrou a buceta dela lentamente. Ela gemeu, as mãos apoiadas na cama. HOMEM2 ficou na frente dela, o pau duro na altura da boca dela. Ela abriu a boca e chupou.

Ela estava conectada aos dois — pau na buceta, pau na boca. HOMEM1 socava por trás, e cada estocada empurrava a cabeça dela mais fundo no pau do HOMEM2. Os dois homens trabalhavam em sincronia.

O Mestre observava os três. "Ela é o elo entre vocês." Ela servia os dois, e os dois serviam a ela. O trio respirava junto.

No final, os três gozaram juntos. Ela recebeu o gozo do HOMEM1 na buceta e o do HOMEM2 na boca. O Mestre aplaudiu.

222

Dupla Penetração

Trio Bi

O Mestre ordenou dupla penetração. MULHER de quatro na cama. HOMEM1 se posicionou atrás, o pau na entrada do cu dela. HOMEM2 se posicionou na frente, pau na entrada da buceta.

"Um em cada buraco", o Mestre disse. "Ao mesmo tempo." Os dois homens penetraram juntos. Ela gritou com a sensação dupla — cu e buceta preenchidos ao mesmo tempo.

Os dois homens começaram a se mover, cada um em seu ritmo. HOMEM1 socava o cu, HOMEM2 socava a buceta. Ela estava entre os dois, sendo preenchida nos dois lados.

A dupla penetração era intensa. Cada estocada de um homem se somava à estocada do outro. Ela gemia sem parar, perdida entre os dois paus.

Os dois gozaram dentro dela ao mesmo tempo. Ela sentiu dois jorros quentes — um no cu, um na buceta. O Mestre disse: "Isso é ser preenchida por completo."

223

O Plug no Homem

Trio Bi

O Mestre quis preparar HOMEM1 primeiro. "MULHER, coloca um plug no cu do HOMEM1. HOMEM2, coloca um plug no cu da MULHER."

MULHER lubrificou o plug e começou a inserir no cu do HOMEM1, que estava de quatro. Ele gemeu, sentindo o silicone entrar. Ao mesmo tempo, HOMEM2 inseria um plug no cu da MULHER.

Os dois estavam sendo plugados simultaneamente. A sala tinha dois cus sendo preparados. O Mestre observava, satisfeito.

"Depois dos plugs, HOMEM2 penetra o cu da MULHER com o plug dentro. HOMEM1 chupa o pau do HOMEM2." A corrente começou. HOMEM1 chupava, MULHER era penetrada. Cadeia de prazer.

224

Sanduíche de Três

Trio Bi

O Mestre montou o sanduíche: HOMEM1 deitado de costas na cama. MULHER montou nele, sentando no pau dele. HOMEM2 deitou em cima da MULHER e penetrou o cu dela.

Ela estava entre os dois, prensada. HOMEM1 debaixo, pau na buceta. HOMEM2 em cima, pau no cu. Cada estocada do HOMEM2 empurrava ela contra o HOMEM1.

O sanduíche de três corpos. HOMEM1 sentia o peso dos dois. MULHER sentia os dois paus. HOMEM2 sentia o corpo dela debaixo do dele. Três corpos, três prazeres.

Os três se moviam juntos, um ritmo só. HOMEM1 empurrava para cima, HOMEM2 empurrava para baixo. MULHER no meio, recebendo tudo.

Gozaram juntos, os três corpos tremendo em uníssono. HOMEM1 gozou na buceta, HOMEM2 gozou no cu. MULHER gozou apertando os dois paus. Sanduíche completo.

225

Na Varanda

Trio Bi

O Mestre quis exposição. "Vão para a varanda. MULHER, debruça no gradil. HOMEM1, penetra a buceta. HOMEM2, penetra o cu."

Os três foram para a varanda nus. MULHER debruçou no gradil, olhando a rua. HOMEM1 se posicionou atrás e penetrou a buceta. HOMEM2 se posicionou atrás também e penetrou o cu.

Ela estava sendo penetrada nos dois buracos ao ar livre. A rua lá embaixo, as pessoas andando. Qualquer um que olhasse veria três corpos nus na varanda.

Os dois homens socavam em ritmos diferentes. HOMEM1 rápido na buceta, HOMEM2 lento no cu. Ela gemia para a rua, os peitos balançando no ar livre.

Um carro buzinou. Alguém viu. O trio continuou, sem medo. O Mestre disse: "A cidade é plateia de vocês."

226

Corrente Anal

Trio Bi

O Mestre montou a corrente anal. HOMEM1 de quatro. MULHER de quatro atrás dele. HOMEM2 atrás da MULHER. "HOMEM2 penetra o cu da MULHER. MULHER coloca um vibrador no cu do HOMEM1."

HOMEM2 penetrou o cu da MULHER. Ela gemeu, mas manteve a posição. Com a mão, colocou o vibrador no cu do HOMEM1 e ligou.

A corrente estava formada. HOMEM2 dando prazer à MULHER, MULHER dando prazer ao HOMEM1. O prazer fluía em cadeia, de um para o outro.

HOMEM1 gemia com o vibrador. MULHER gemia com o pau do HOMEM2. HOMEM2 gemia penetrando a MULHER. Os três gemiam em coro.

Gozaram em corrente — HOMEM2 gozou na MULHER, MULHER gozou apertando o vibrador no HOMEM1, HOMEM1 gozou com o vibrador. Corrente de orgasmos.

227

Ela no Meio

Trio Bi

O Mestre colocou a MULHER no centro. HOMEM1 e HOMEM2 deitados lado a lado. "MULHER, alterna entre eles. Chupa um, depois o outro. Cada um recebe sua atenção."

Ela começou com HOMEM1. Colocou o pau dele na boca e chupou devagar, enquanto a mão massageava o pau do HOMEM2. Alternou: soltou HOMEM1 e virou para HOMEM2.

Os dois homens gemiam, esperando sua vez. Ela alternava entre os dois, dando a mesma atenção, o mesmo carinho. Cada um recebia o mesmo tempo.

O Mestre observava. "Ela é juíza. Decide quem recebe a boca, quem recebe a mão." Ela alternava no ritmo dela, provocando os dois.

Quando decidiu, fez HOMEM1 gozar na boca e HOMEM2 gozar na mão. Engoliu um, lambeu o outro. Os dois homens satisfeitos.

228

No Carro

Trio Bi

O Mestre mandou o trio para o carro. MULHER no banco de trás, HOMEM1 de um lado, HOMEM2 do outro. "Sanduíche no banco."

HOMEM1 penetrou a buceta dela. HOMEM2 penetrou o cu. Ela estava entre os dois, sendo preenchida nos dois lados. O carro balançava com os movimento.

Os vidros embaçaram. O carro balançava visivelmente. Quem passasse na rua veria o carro balançando e saberia o que estava acontecendo.

Os dois homens socavam, apertados no banco de trás. Ela gemia, as mãos nos ombros dos dois. O carro era o palco móvel do trio.

Gozaram no carro, os vidros embaçados, o carro balançando. O Mestre esperou do lado de fora. "Balançou bem o carro."

229

Ela Lambe, Ele Come

Trio Bi

O Mestre colocou HOMEM1 de quatro. "MULHER, lambe o cu dele. HOMEM2, penetra a MULHER enquanto ela lambe."

MULHER ajoelhou atrás de HOMEM1 e passou a língua no cu dele. HOMEM1 gemeu, sentindo a língua quente. Ao mesmo tempo, HOMEM2 penetrava a buceta da MULHER por trás.

A cadeia de prazer: HOMEM2 socando a MULHER, MULHER lambendo o HOMEM1. Cada estocada do HOMEM2 empurrava a língua da MULHER mais fundo no cu do HOMEM1.

HOMEM1 gemia com a língua e com as estocadas que faziam a língua se mover no ritmo. Três corpos conectados em cadeia.

O ritmo acelerou. HOMEM2 gozou na MULHER. MULHER gozou lambendo. HOMEM1 gozou com a língua. Cadeia de orgasmos.

230

O Espelho do Trio

Trio Bi

O Mestre colocou um espelho grande na parede. "MULHER, de quatro no espelho. HOMEM1, penetra o cu. HOMEM2, penetra a buceta. Ela vê tudo."

MULHER ficou de quatro diante do espelho. Via o próprio corpo refletido — os peitos balançando, a bunda empinada. HOMEM1 penetrou o cu dela. HOMEM2 penetrou a buceta.

No espelho, ela via os dois paus entrando e saindo. Via o rosto dos dois homens, via o próprio rosto de prazer. O reflexo mostrava tudo — a dupla penetração em tempo real.

"Olha como você é linda sendo preenchida", o Mestre disse. Ela olhava, hipnotizada. Os dois homens socavam em ritmos diferentes, e ela via cada movimento.

Gozou vendo o próprio orgasmo no espelho. Os dois homens gozaram dentro dela, e ela viu o momento exato no reflexo. Uma memória visual de submissão.

241

O Chef Nu

Fazer Comida

O Mestre disse: "Prepare o jantar. Nu. Com um plug." Fui para a cozinha, o plug fino no cu, o corpo refletido nos azulejos. Abri a geladeira, sentindo o ar frio no peito nu.

Cortar legumes com plug era estranhamente erótico. Cada curvatura para pegar algo na gaveta de baixo deslocava o plug. O movimento da faca na tábua ecoava no cu.

O cheiro da cebola refogada, o calor do fogão, o plug dentro. Eu cozinhava nu, servindo ao Mestre mesmo antes de servir a comida.

Quando o jantar ficou pronto, servi dois pratos. O Mestre comeu me observando, eu nu ao lado, o plug ainda dentro. "Melhor jantar", ele disse.

242

Lavar a Louça do Amor

Fazer Comida

Depois do jantar, o Mestre disse: "Lave a louça. Troca para o plug médio." Lavei pratos, copos e talheres com o plug médio dentro, a água quente na pia.

Cada prato era uma meditação. A esponja deslizava na louça, o plug deslizava dentro. O som da água, o cheiro do sabão, a sensação do silicone.

Quando terminei, a pia estava vazia e o cu estava cheio. O Mestre passou a mão na minha cabeça. "Bom trabalho."

243

A Caneta na Cozinha

Fazer Comida

O Mestre entregou uma caneta. "Lubrifica e coloca no cu. Depois lava a louça do jantar." Olhei para a caneta, depois para ele. Obedeci.

A caneta era fina, entrava fácil. Mas a ponta de plástico tocava a próstata a cada movimento na pia. Lavar pratos com caneta no cu era uma tortura precisa.

Cada prato lavado, a caneta se movia. Cada copo seco, a ponta tocava o ponto certo. Quando terminei, tirei a caneta e escrevi "Obrigado, Mestre" com ela.

244

Café da Manhã Exibido

Fazer Comida

O Mestre abriu as cortinas da cozinha. "Prepare o café da manhã. Nu. Plug grosso. Janela aberta."

A luz da manhã entrou, iluminando meu corpo nu. Preparei o café, o plug grosso dentro, os vizinhos podendo ver. Moí os grãos, esquentei a água, passei o café.

O cheiro do café fresco encheu a cozinha. O plug grosso preenchia o cu. Cada movimento era uma exibição. Uma vizinha olhou da janela dela. Acenei. Ela acenou de volta.

245

Massa e Dedos

Fazer Comida

O Mestre quis massa fresca. "Prepare massa de macarrão. Dois dedos no cu enquanto sova."

Enfiei dois dedos e comecei a sovar a massa. O movimento de amassar a farinha com os ovos era o mesmo movimento dos dedos. A massa na mesa, os dedos no cu.

Sovei por 10 minutos, os dedos dentro. A massa ficou lisa e elástica. Cortei em tiras e cozinhei. O macarrão tinha gosto de trabalho manual e submissão.

246

O Jantar Vendado

Fazer Comida

O Mestre vendou meus olhos. "Cozinhe o jantar vendado. Plug muito grosso."

A venda cobriu minha visão. O mundo ficou escuro. Usei o tato para encontrar os ingredientes, o olfato para sentir os temperos. A faca na tábua era perigosa no escuro.

Cortei legumes pelo tato, tempeirei pelo cheiro. O plug muito grosso dentro me mantinha ancorado. Cada movimento era um risco calculado.

O jantar ficou pronto. Tirei a venda. O prato estava lindo. O Mestre provou. "Perfeito. Cozinhar no escuro é confiar."

247

Sobremesa com Ovo

Fazer Comida

O Mestre disse: "Prepare uma sobremesa. Coloca o masturbador ovo no pau."

Coloquei o ovo de silicone na cabeça do pau e fui para a cozinha. Cada movimento apertava a glande. Bati claras em neve, o ovo apertando. Misturei ingredientes, a pressão constante.

A sobremesa ficou pronta — um mousse leve e aerado. O pau estava duro e apertado dentro do ovo. Tirei o ovo e lambi o pré-gozo antes de servir.

O Mestre comeu a sobremesa. "Deliciosa. O ingrediente secreto é o tesão."

248

Almoço na Varanda

Fazer Comida

O Mestre quis almoço na varanda. "Cozinhe e coma na varanda. Nu. Plug grosso. Todo mundo vê."

Cozinhei o almoço com o plug grosso, depois levei o prato para a varanda. Comi nu, sentado na cadeira de plástico, o prato no colo. Pessoas na rua olhavam.

Comer nu em público era estranho e libertador. A comida tinha gosto de exposição. Cada garfada era vigiada. O plug dentro lembrava que eu estava completo.

249

O Banquete do Submisso

Fazer Comida

O Mestre pediu um banquete. "Quatro pratos. Plug super grosso." Passei o dia na cozinha, o maior plug dentro de mim.

Preparei entrada, prato principal, acompanhamento e sobremesa. O plug super grosso esticava o cu a cada movimento. Panelas, temperos, fogo — tudo com o plug máximo.

Quando servi os quatro pratos, estava exausto. O cu doía. Mas o banquete estava lindo. O Mestre comeu cada prato devagar. "Valeu o esforço."

250

Lamber os Dedos Final

Fazer Comida

Depois de horas na cozinha — café, almoço, jantar, louça — o Mestre deu a última ordem. "Lambe os dedos. Cada um. Devagar."

O plug ainda dentro. Levei o primeiro dedo à boca. O gosto da comida, do sabão, do meu corpo. Lambi cada dedo com calma, sentindo o sabor do trabalho.

O plug pulsava dentro de mim enquanto eu lambia. Depois do último dedo, tirei o plug. O cu se contraiu no vazio. O dia de cozinha tinha terminado.

O Mestre me abraçou. "Melhor chef que eu tenho."

251

A Porta dos Vizinhos

Fazer Comida

O Mestre abriu a porta da cozinha que dá para os vizinhos. "Cozinhe o jantar assim. Porta aberta. Eles vão ver."

Fiquei nu diante do fogão, a porta escancarada, os vizinhos do lado de fora. Um deles olhou diretamente para mim. Continuei cozinhando, o plug grosso dentro.

Cada movimento na cozinha era assistido. Cada curvatura para pegar um tempero era uma exibição. O cheiro da comida se espalhava, e meu corpo nu também.

Uma vizinha acenou. Acenei de volta, a colher de pau na mão, o pau duro. Nunca cozinhei tão exibido. O jantar ficou pronto, e eu tinha sido o prato principal.

252

Louça com Plateia

Fazer Comida

"Lave a louça com a porta aberta. Plug muito grosso. Os vizinhos merecem o show."

A pia ficava de frente para a porta. Lavei cada prato lentamente, me curvando para mostrar o plug. Os vizinhos olhavam fixamente.

Cada peça era lavada com capricho, a esponja deslizando, o plug se movendo. Eu era o espetáculo da lavação de louça. Nunca lavei tão devagar nem tão exibido.

Os vizinhos bateram palmas quando terminei. Me curvei como um artista no final do show.

253

O Dia Inteiro de Serviço

Rotina Completa

O Mestre disse: "Hoje você vai fazer TUDO. Da manhã à noite. Cada tarefa, cada cômodo." Acordei nu e coloquei o plug fino. Começou a louça do café, porta da cozinha aberta para os vizinhos.

Depois varri a casa com plug médio, o som da vassoura ecoando. O desinfetante veio de joelhos com plug grosso, os vizinhos vendo minha bunda empinada. Coloquei roupa na máquina e sentei perto com vibrador ligado.

Estendi a roupa com plug muito grosso e ovo no pau. Cada peça pendurada era uma exibição. Recolhi sem nada, o corpo vazio. Guardei com três dedos no cu. Espanei com plug fino.

Cozinhei o almoço com plug grosso, o jantar com super plug. Lavei a louça com caneta. No final, tomei um banho nu, massageando o cu. O Mestre disse: "Dia completo. Amanhã repete."

254

Plateia de Vizinhos

Rotina Completa

O Mestre abriu a porta da cozinha de manhã e disse: "Hoje ela fica aberta. Vizinhos vão ver o dia inteiro."

Lavei a louça do café com os vizinhos olhando. Cada prato era uma performance. Varri a casa passando perto da porta, mostrando o corpo. O desinfetante de joelhos foi na frente da porta — eles viram o plug grosso.

Quando estendi a roupa, uma vizinha acenou. Acenei de volta com uma cueca na mão. O jantar foi cozinhado com a plateia noturna. A luz acesa, eu nu, eles vendo.

No final, fechei a porta. Os vizinhos tinham assistido ao meu dia inteiro de submissão. O Mestre disse: "Eles conhecem sua rotina melhor que você."

255

Plugs Progressivos

Rotina Completa

O Mestre estabeleceu a escala: a cada tarefa, um plug maior. Louça do café: sem nada. Varreção: fino. Desinfetante: médio. Máquina: médio. Estender: grosso. Recolher: grosso. Guardar: muito grosso. Espanar: muito grosso. Almoço: super plug. Louça do almoço: super plug. Jantar: super plug com ovo. Louça do jantar: super plug com vibrador.

Comecei o dia vazio. Terminei com o maior plug, ovo no pau e vibrador. O cu abriu progressivamente, hora após hora. Cada tarefa era mais intensa que a anterior.

À noite, tirei tudo. O cu ficou pulsando vazio. A sensação de não ter nada dentro era tão intensa quanto ter o super plug.

256

O Espelho do Banheiro

Masturbação e Gozo

O Mestre ordenou: "Vai ao banheiro, fica nu diante do espelho e se masturba até gozar. E vai olhar no próprio olho o tempo todo." Parecia simples, mas a intimidade do ato me fez corar antes mesmo de começar.

Tirei a roupa lentamente, sentindo o azulejo frio sob os pés descalços. O pau já estava meio duro só de pensar na ordem. Encarei meu reflexo: o peito peludo, as coxas grossas, o pau pendendo entre as pernas. "Começa", a voz do Mestre ecoou na minha memória.

Passei a mão no pau, sentindo ele endurecer completamente. O olhar fixo no espelho era perturbador — eu me via de um jeito que nunca tinha prestado atenção. Cada carícia, cada movimento, eu observava a expressão de prazer se desenhar no meu próprio rosto.

Acelerei o ritmo, a mão apertando firme. O pau latejava, a glande brilhando com o líquido pré-seminal. No espelho, meus olhos estavam vidrados, a boca entreaberta, o suor começando a escorrer pela testa. Nunca tinha me visto gozar — e agora não podia desviar o olhar.

"Quando gozar", o Mestre tinha dito, "coloca na mão esquerda e lambe tudo, sem parar de se olhar." O orgasmo subiu como uma onda. Gozei forte, jatos espessos cobrindo meus dedos e a palma da mão. Contive o gemido, os olhos cravados nos meus próprios olhos refletidos.

Juntei o gozo na palma esquerda, levantei à altura do rosto e comecei a lamber. O gosto salgado e morno preencheu minha língua enquanto eu me observava no espelho — nu, suado, com o pau ainda pingando, lambendo o próprio sêmen da própria mão. O Mestre tinha razão: nunca me tinha visto tão completamente.

257

Edging na Cadeira do Escritório

Masturbação e Gozo

"Senta na cadeira do escritório, nu da cintura pra baixo, e faz edging. Vai chegar perto de gozar cinco vezes. Na sexta, goza e come tudo." A ordem do Mestre chegou por mensagem enquanto eu trabalhava no Desktop.

Abaixei a calça e a cueca, sentei na cadeira com as pernas abertas. O pau estava duro, a glande exposta e sensível. Comecei a masturbar devagar, sentindo cada centímetro. A primeira vez que cheguei perto, o corpo inteiro estremeceu — soltei o pau e respirei fundo, deixando a urgência passar.

Na segunda vez foi mais difícil parar. As coxas tremeram, o pau pulsou sozinho no ar. Segurei. Na terceira, um fio de líquido pré-seminal escorreu pela glande e pingou no estofado da cadeira. Na quarta, estava suando, os músculos do abdômen contraídos, o pau vermelho e latejante de tão duro.

A quinta aproximação foi tortura deliciosa. Cheguei a sentir o gozo subindo pela base, tive que apertar o pau na raiz com força para segurar. O corpo implorava para terminar. Mas a ordem era clara: só na sexta.

Comecei pela última vez. Desta vez não ia parar. A mão subia e descia com urgência, os quadris se movendo sozinhos, rebolando na cadeira. Quando o orgasmo chegou, foi explosivo — gozei em jatos longos que atingiram meu peito, meu queixo, a mesa. O corpo inteiro convulsionou na cadeira.

"Agora recolhe tudo e come", a mensagem do Mestre chegou na hora certa. Passei o dedo no peito, no queixo, na mesa, juntando cada gota. Levei à boca, lambendo os dedos um por um. O gozo acumulado de cinco aproximações tinha um gosto mais intenso, mais concentrado. Comi tudo, ainda tremendo na cadeira.

258

O Masturbador Ovo na Banheira

Masturbação e Gozo

O Mestre mandou usar o masturbador ovo na banheira cheia de água morna. "Coloca o ovo na cabeça do pau, aperta e solta, controla o aperto. Goza dentro dele e depois esvazia na boca." A ordem era simples e deliciosa.

Enchi a banheira, tirei a roupa e mergulhei. A água morna envolveu meu corpo, relaxando cada músculo. O pau flutuava duro sob a água. Peguei o ovo — aquele silicone macio e flexível — e o posicionei sobre a glande.

O contato foi elétrico. A textura interna do ovo massageando a cabeça do pau me fez arquear na banheira. Comecei a apertar e soltar, controlando o aperto como o Mestre ordenou. Firme, depois leve, depois firme de novo. A água ondulava ao redor de mim com cada movimento.

O prazer era diferente da mão — mais envolvente, mais completo. A glande ficava presa naquele abraço macio, e cada variação de aperto enviava ondas de excitação pelo corpo inteiro. Fechei os olhos, a cabeça encostada na borda da banheira, a boca aberta em gemidos abafados.

Acelerei o ritmo, apertando com mais força. A água batia nas bordas, espalhando no chão. Quando o orgasmo chegou, gozei dentro do ovo, o corpo inteiro tenso, os pés escorregando no fundo escorregadio da banheira. O pau pulsou várias vezes, enchendo o ovo de sêmen morno.

Saí da banheira pingando, o ovo cheio na mão. Levei à boca e virei, deixando o gozo escorrer na língua. O gosto morno e salgado se misturou com o vapor do banho. Lambi o interior do ovo até não sobrar nada, depois me sentei na borda da banheira, nu, úmido e satisfeito, esperando a próxima ordem.

259

Goze na Janela

Masturbação e Gozo

"Abre a janela do quarto, fica nu, se masturba olhando pra rua e goza no peito. Depois espalha e lambe os dedos." A ordem do Mestre fez meu coração acelerar. A janela dava para a rua, e qualquer um que olhasse para cima poderia ver.

Abri a janela. A brisa da noite entrou morna, acariciando minha pele nua. Fiquei de frente para a rua, o pau duro balançando com o vento. Lá embaixo, carros passavam, pessoas caminhavam na calçada. Ninguém olhava para cima — ainda.

Comecei a me masturbar devagar, a mão envolvendo o pau com firmeza. A excitação de estar exposto, visível, fez tudo ficar mais intenso. Cada carro que passava, cada pessoa que parava na calçada, eu me perguntava: vão olhar? Vão ver?

Acelerei o ritmo. O vento batia no pau molhado de pré-seminal, dando um frio delicioso na glande. Meus quadris se moviam no ritmo da mão, o corpo todo entregue ao prazer e ao perigo. Uma mulher parou lá embaixo para olhar o celular — meu coração disparou, mas ela não levantou a cabeça.

O orgasmo chegou como uma explosão. Gozei em jatos que atingiram o peito, o abdômen, alguns respingos voando em direção à janela. O vento carregou uma gota para fora. Fiquei ali, nu, gozento, ofegante, exposto à noite e à cidade.

Passei a mão no peito, recolhendo o gozo morno. Levei os dedos à boca, lambendo um por um, o gosto salgado misturado com a adrenalina do perigo. A janela continuava aberta, a brisa secando o suor e o sêmen na minha pele. O Mestre ia gostar do relatório.

260

Três Orgasmos Seguidos

Masturbação e Gozo

"Hoje você vai gozar três vezes seguidas. Sem parar, sem descansar. E vai comer cada gozo antes de começar o próximo." A ordem do Mestre era desafiadora. Três orgasmos sem pausa era algo que eu nunca tinha tentado.

Deitei na cama, nu, o pau já duro de antecipação. Comecei a me masturbar com força, sem preliminares — a primeira gozada tinha que ser rápida. A mão subia e descia com urgência, o pau latejando. Em poucos minutos, o primeiro orgasmo explodiu, jatos espessos cobrindo meu abdômen.

Imediatamente, passei a mão no gozo e lambi tudo. O gosto salgado e morno preencheu minha boca. Sem dar tempo para o pau amolecer completamente, voltei a me masturbar. A glande estava sensível, quase dolorida, mas a ordem era clara: sem parar.

A segunda gozada foi mais difícil. O pau resistia, sensível demais. Forcei o ritmo, apertando mais forte, o prazer misturado com uma dor deliciosa. Quando veio, foi menos intensa mas mais profunda — um gemido longo escapou dos meus lábios enquanto poucos jatos saíam, mais líquidos que a primeira vez.

Novamente recolhi e comi. O gosto estava diferente, mais amargo. O pau estava quase mole, mas eu não podia parar. Comecei a terceira masturbação com o pau semi-rígido, massageando devagar, forçando ele a endurecer de novo. Demorou, mas aos poucos voltou a crescer na minha mão.

O terceiro orgasmo foi quase uma tortura. O corpo inteiro tremia, exausto, sensível demais. Quando finalmente veio, foi quase seco — uma contração profunda, um gemido rouco, poucas gotas escorrendo pela glande. Recolhi até a última gota com a ponta do dedo e lambi. Três gozadas, três porções de sêmen consumidas, o corpo completamente esvaziado e entregue.

261

Masturbação de Quatro

Masturbação e Gozo

"Fica de quatro na cama, reaches entre as pernas e se masturba por baixo. Goza na mão e lambuze o próprio rosto." A posição era humilhante e excitante ao mesmo tempo — eu, de quatro como um animal, me punhetando por baixo.

Posicionei-me de quatro, os joelhos afastados na cama, o tronco baixo, o cu empinado. Passei a mão por baixo, entre as pernas, e segurei o pau por trás. O ângulo era estranho, desconfortável, mas isso tornava tudo mais intenso.

Comecei a me masturbar devagar, sentindo o pau endurecer completamente naquela posição invertida. As bolas balançavam contra a mão a cada movimento. O cu ficava exposto, empinado para o quarto vazio, como se alguém pudesse chegar e me usar a qualquer momento.

Acelerei o ritmo, o braço começando a doer de tão desconfortável. O prazer crescia diferente — mais profundo, mais animal. Gemidos escapavam contra o lençol, o rosto enterrado na cama. A posição de submissão, mesmo sozinho, me fazia sentir dominado.

Quando o orgasmo chegou, gozei com força, o sêmen caindo direto na palma da mão e entre os dedos. O corpo convulsionou de quatro, o cu contraindo no ar vazio, o pau pulsando várias vezes. Fiquei ali, tremendo, a mão cheia de gozo entre as pernas.

Como o Mestre ordenou, levei a mão gozenta ao rosto e espalhei. O sêmen morno cobriu as bochechas, o queixo, os lábios. Lambi o que consegui alcançar com a língua, o resto secando na pele. Fiquei de quatro, o rosto lambuzado, o cu empinado, esperando — mesmo sabendo que ninguém viria.

262

O Cronômetro do Mestre

Masturbação e Gozo

O Mestre estabeleceu um desafio: "Você tem exatamente dois minutos para gozar. Se não conseguir, começa de novo. E vai comer o gozo no final, não importa quantas tentativas." Liguei o cronômetro do celular e comecei.

Primeira tentativa: comecei com força, querendo garantir. A mão apertava o pau com urgência, o ritmo acelerado desde o início. Mas a pressão me atrapalhou — aos dois minutos, o pau estava duro mas o orgasmo não veio. "Recomeça", a voz do Mestre na minha cabeça.

Segunda tentativa: tentei controlar o ritmo, alternando entre rápido e devagar. A glande sensível reagia a cada variação. O prazer subia, mas o cronômetro zerou antes do orgasmo. Frustração e excitação se misturavam. O pau já estava vermelho, sensível.

Terceira tentativa: fechei os olhos, imaginei cenas, deixei a mente viajar. A mão encontrou um ritmo constante, nem rápido nem lento. Senti o prazer subindo da base, as bolas contraindo. Cinquenta segundos. Quarenta. Trinta. O orgasmo se aproximava como um trem.

Vinte segundos. O corpo inteiro tenso, o pau latejando na mão. Dez segundos. O gozo subindo, incontrolável. Cinco, quatro, três — gozei. Jatos espessos cobriram minha mão e o abdômen enquanto o cronômetro marcava 1:58. Dois segundos de sobra. O alívio foi imenso.

"Agora come", lembrei da ordem. Levei a mão gozenta à boca e lambi cada dedo, depois passei no abdômen e recolhi o resto. Três tentativas tinham acumulado uma tensão enorme, e o gozo final tinha um gosto mais intenso, mais concentrado. Comi tudo, o corpo exausto e satisfeito, o cronômetro ainda piscando na tela.

263

Gozo no Chuveiro Gelado

Masturbação e Gozo

"Toma banho gelado e se masturba até gozar. O frio não é desculpa pra parar. Goza na mão e come tudo debaixo da água." A ordem do Mestre me fez tremer antes mesmo de começar — e não era só de frio.

Liguei o chuveiro no máximo de gelo. A água cortou a pele como agulhas. Pulei para debaixo do jato e o corpo inteiro se contraiu — o pau encolheu imediatamente, as bolas recuando para perto do corpo em busca de calor. "Isso não é desculpa", lembrei.

Comecei a me masturbar com o pau quase mole. A água gelada batia nas costas, escorria pelo peito, chegava à virilha. Cada carícia era um esforço — o frio anestesiava, mas eu não podia parar. Aos poucos, contra tudo, o pau começou a endurecer na minha mão.

O contraste era absurdo: a mão quente no pau, a água gelada no resto do corpo. A excitação vinha de um lugar primitivo, animal — o corpo lutando contra o frio, o prazer impondo-se sobre o desconforto. O pau agora estava completamente duro, a glande arroxeada de tão sensível.

Acelerei o ritmo, os dentes cerrados, o corpo tremendo de frio e prazer misturados. A água gelava o pau a cada movimento, mas a mão esquentava de volta. Esse vai e vem de sensações me levou ao limite mais rápido do que esperava. O orgasmo explodiu como uma bomba — quente e intenso contra a água gelada.

Juntei o gozo na palma da mão antes que a água o levasse pelo ralo. Levei à boca debaixo do jato gelado, o sêmen quente contrastando com a água fria nos lábios. Lambi tudo, tremendo, o corpo entre o frio do chuveiro e o calor do orgasmo. Desliguei a água e fiquei ali, encolhido no box, nu e tremendo, o gosto do gozo ainda na boca.

264

Masturbação com Pernas Levantadas

Masturbação e Gozo

"Deita de costas, levanta as pernas e se masturba com o cu pra cima. Goza mirando no próprio rosto e na boca. O que cair na boca, engole." A posição era obscena — pernas abertas para o teto, o cu exposto, o pau apontando para o próprio rosto.

Deitei na cama e levantei as pernas, apoiando os tornozelos nos ombros. O peso do corpo ficou sobre a nuca e os ombros, o cu empinado para o ar. Segurei o pau com uma mão, apontando para o rosto. Com a outra mão, comecei a massagear a entrada do cu.

A posição fazia o sangue afluir à cabeça, deixando tudo mais intenso. A mão no pau subia e descia devagar, enquanto o dedo circundava o cu, pressionando de leve. A glande ficava cada vez mais sensível, apontada diretamente para meu rosto invertido.

Acelerei a masturbação, o dedo agora entrando levemente no cu. O prazer duplo — pau e cu — me fez gemer alto. As pernas tremiam nos ombros, o corpo suando naquela posição contorcida. O pau latejava, a glande inchada e brilhante, cada vez mais perto.

Quando o orgasmo chegou, o primeiro jato acertou meu queixo. O segundo, mais forte, cruzou a bochecha e atingiu o lábio. Abri a boca como o Mestre ordenou e o terceiro jato caiu direto na língua — quente, salgado, espesso. Os jatos seguintes foram mais fracos, cobrindo o queixo e escorrendo pelo rosto.

Engoli o que caiu na boca, sentindo o gozo descer pela garganta. O resto escorria pelo rosto, pelo queixo, em direção ao pescoço. Fiquei naquela posição por um momento, pernas para cima, rosto coberto de sêmen, o cu ainda pulsando ao redor do dedo. Depois baixei as pernas, exausto, e limpei o rosto com os dedos, lambendo cada um.

265

O Copo do Mestre

Masturbação e Gozo

"Pega um copo, se masturba até gozar dentro dele e bebe tudo como se fosse água. Devagar, sem pressa, saboreando cada gole." A ordem do Mestre transformava um ato solitário em um ritual de submissão.

Peguei um copo de vidro transparente da cozinha e levei ao quarto. Sentei na borda da cama, nu, o copo ao lado. Comecei a me masturbar devagar, pensando no que ia fazer com o gozo. A transparência do copo significava que eu veria tudo — cada jato, cada gota.

A mão envolvia o pau com firmeza, o ritmo constante e prazeroso. A glande brilhava com o pré-seminal, o pau duro e quente na palma. Peguei o copo com a outra mão e posicionei na ponta do pau, pronto para receber. Continuei me masturbando com uma mão só, o copo esperando.

O orgasmo se aproximou como uma maré. Quando senti o primeiro espasmo, posicionei o copo e gozei dentro. Vi cada jato de sêmen cair no fundo de vidro — espesso, branco, morno. O copo acumulou uma camada generosa, mais do que eu esperava.

Olhei para o copo. O gozo repousava no fundo, opaco contra o vidro transparente. Levei à boca como o Mestre ordenou — devagar, sem pressa. O primeiro gole escorreu pela língua, quente e salgado. Fechei os olhos e saboreei, sentindo a textura espessa descer pela garganta.

O segundo gole foi mais fácil. O terceiro, quase natural. Bebi tudo até a última gota, limpando o interior do copo com a língua. Coloquei o copo vazio de volta na mesa de cabeceira e me recostei na cama, nu, o gosto de sêmen persistindo na boca. O ritual estava completo — eu tinha me transformado em meu próprio copo, meu próprio gozo, minha própria submissão.

266

A Fresta da Cozinha

Tomando o Gozo Individual

A ordem do Mestre era clara: "Vai pra cozinha, deixa a porta só encostada — essa fresta que dá vista pros vizinhos — e se masturba até gozar. Goza na mão e toma tudo, sem fechar a porta." Meu coração disparou antes mesmo de eu tirar a roupa.

A cozinha ficou silenciosa demais. A porta da cozinha dá vista direta para a varanda dos vizinhos, e eu sabia que, a qualquer momento, alguém podia aparecer ali do lado. Deixei a porta encostada, só uma fresta fina, e fiquei nu de frente para ela. O ar que entrava pela fresta era frio contra minha pele arrepiada.

Comecei a me masturbar devagar, o pau endurecendo na mão enquanto meus olhos não saíam da fresta. Cada som lá fora — um carro, uma voz, uma porta batendo — me fazia gelar e ao mesmo tempo me enchia de um tesão perigoso. O risco de ser visto era real, e era exatamente isso que o Mestre queria.

Acelerei o ritmo, a mão apertando o pau com urgência. A cabeça do pau latejava, sensível, brilhando com o pré-seminal. Quando senti o gozo subindo, juntei as mãos em concha na ponta do pau e gozei — jatos espessos enchendo minhas palmas mornas. O cheiro do sêmen subiu no ar da cozinha.

Olhei para a fresta. Ninguém. Ou será que tinha alguém? Levei as mãos em concha à boca e bebi o próprio gozo devagar, em goles lentos, sentindo o líquido quente e salgado descer pela garganta. Cada gole era um ato de obediência ao Mestre, feito ali, na cozinha, a um passo de ser descoberto. Lambi as palmas até ficarem limpas e fiquei imóvel, nu, o gosto de sêmen na boca, o coração ainda disparado pela fresta.

267

A Progressão dos Plugs

Tomando o Gozo Individual

"Hoje você vai sentir o cu abrir devagar", a ordem do Mestre dizia. "Começa com o plug fino, vai pro médio, pro grosso e termina no muito-grosso. Em cada troca, bate uma punheta na cabeça do pau por um minuto. No fim, goza na própria boca e engole tudo." Eu tremi só de ler.

Lubrifiquei o plug fino e o inseri devagar. O cu aceitou com facilidade, o preenchimento leve já me fazendo gemer. Com o plug fino dentro, passei a ponta dos dedos na cabeça do pau por um minuto inteiro, sentindo cada terminação nervosa reagir. A glande ficou vermelha, sensível, latejando.

Troquei para o plug médio. O cu precisou se abrir mais, e eu respirei fundo enquanto o silicone entrava. O preenchimento era maior, mais constante. Outro minuto de dedos na glande, o tesão subindo junto com a pressão no cu. O pau pingava pré-seminal, escorrendo pela cabeça.

O plug grosso veio em seguida. O cu protestou, mas eu forcei devagar, sentindo cada centímetro alargar minha entrada. Quando entrou todo, soltei um gemido alto — o preenchimento era quase demais. Masturbei a glande por mais um minuto, o prazer misturado com a pressão interna me deixando tonto.

Por fim, o plug muito-grosso. Lubrifiquei generosamente e empurrei. O cu ardeu, se abriu, aceitou. Com o plug muito-grosso entranhado, deitei de costas e puxei as pernas para trás, apontando o pau para o próprio rosto. Masturbei com força e gozei — o primeiro jato acertou minha língua aberta, quente e espesso. Engoli cada jato, o cu pulsando em volta do plug enorme, o corpo inteiro tremendo de prazer e submissão.

268

A Caneta na Cozinha

Tomando o Gozo Individual

"Pega uma caneta com tampa, lubrifica e enfia no cu. Masturba o pau com a outra mão. Quando gozar, goza no copo que tá na bancada e bebe tudo." A ordem do Mestre era simples e obscena. Fui até a cozinha, onde um copo d'água já esperava na bancada, perto da porta entreaberta.

Lubrifiquei a caneta e a inseri devagar no cu. A fineza do objeto contrastava com a invasão que ele representava — cada centímetro entrando me fazia contrair e relaxar. Comecei a mover a caneta em círculos, sentindo a parede interna reagir, enquanto a outra mão envolvia o pau.

A caneta girando dentro de mim mandava ondas de prazer que se misturavam com a masturbação. A cozinha estava silenciosa, só o som da minha respiração ofegante e o leve barulho da caneta se movendo. A porta entreaberta me lembrava do risco a cada segundo.

O gozo se aproximou rápido demais. A caneta no cu, a mão no pau, o risco da porta — tudo se somou. Peguei o copo da bancada e posicionei na ponta do pau no momento exato. Gozei dentro do copo, o sêmen espesso caindo na água, formando nuvens brancas no líquido transparente.

Misturei o gozo com a água usando o dedo, como o Mestre ordenou. Levei o copo à boca e bebi devagar — a água com gosto de sêmen, morna e salgada. Bebi tudo até a última gota, ainda com a caneta no cu, os olhos fixos na porta entreaberta. Se um vizinho olhasse agora, veria um homem nu bebendo o próprio gozo na cozinha. O pensamento me fez sorrir.

269

O Ovo e o Gelo

Tomando o Gozo Individual

"Usa o masturbador ovo no pau com aperto firme por um minuto. Tira, esfrega gelo na cabeça do pau por quinze segundos. Repete três vezes. Na terceira, goza dentro do ogo e chupa ele até ficar limpo." A ordem combinava prazer e tortura de uma forma que só o Mestre sabia fazer.

Na primeira vez, o ovo envolveu meu pau com uma sucção deliciosa. O aperto firme na glande me fez gemer alto. Após um minuto, tirei o ovo e passei um cubo de gelo na cabeça do pau — o choque térmico foi brutal, o pau encolhendo com o frio, a glande ardendo.

Na segunda vez, o contraste já tinha deixado o pau hiper-sensível. O ovo quente e apertado depois do gelo era uma sensação alucinante. Cada movimento do silicone na glande mandava descargas elétricas pelo corpo. Outro minuto, outro gelo — o pau agora vermelho, latejando, pedindo liberação.

Na terceira vez, mal consegui aguentar o ovo por um minuto inteiro. O prazer era insuportável. Quando o gelo veio pela última vez, eu estava no limite. Recoloquei o ovo, apertei com força e gozei dentro dele — jatos após jatos enchendo o silicone flexível, quente e espesso.

Virei o ogo gozado sobre a boca aberta e espremi. O sêmen escorreu do silicone para a minha língua, morno e abundante. Depois chupi o ogo inteiro, passando a língua por cada dobra do silicone, limpando cada gota de gozo. O ogo ficou limpo e minha boca cheia do gosto da própria submissão.

270

De Quatro pra Fresta

Tomando o Gozo Individual

"Vai até a porta da cozinha e abre mais — o suficiente pra ser visto se alguém olhar. Fica de quatro de bunda pra fresta, empina o rabo. Masturba passando o pau por entre as pernas. Goza no chão e lambe tudo." A ordem era a mais perigosa que eu já tinha recebido.

A porta da cozinha dá vista direta para os vizinhos. Abri mais a fresta — agora dava pra ver a varanda do lado, as roupas no varal deles, a janela da sala. Fiquei de quatro, a bunda empinada para a fresta, completamente exposto. Se alguém passasse na varanda, veria meu cu aberto e meu pau pendurado entre as pernas.

Comecei a me masturbar passando o pau por entre as pernas, a mão alcançando por trás. A posição era humilhante e excitante — de quatro como um animal, a bunda oferecida para o risco, o pau sendo manipulado por entre as coxas. Cada barulho lá fora me fazia congelar de medo e tesão.

O prazer subiu rápido, alimentado pelo perigo. Quando gozei, o sêmen caiu no chão frio da cozinha, formando poças brancas no azulejo. Fiquei imóvel por um segundo, o cu ainda pulsando, a bunda ainda empinada para a fresta. Ninguém apareceu. Ou será que apareceu e eu não vi?

Abaixei a cabeça e lambi o chão, a língua recolhendo cada gota de gozo do azulejo frio. O contraste do chão frio contra a língua quente, o gosto salgado do sêmen, a bunda ainda empinada para a porta — tudo se misturou em um ato de submissão total. Limpei cada poça com a língua, como o Mestre ordenou, de quatro, na cozinha, a um segundo de ser descoberto.

271

O Espelho e os Dedos

Tomando o Gozo Individual

"Na frente do espelho de corpo inteiro, enfia três dedos no cu, abrindo em tesoura. Masturba o pau com a outra mão, se olhando. Goza no próprio peito, raspa o gozo com os dedos que tavam no cu e lambe cada um." A ordem me fez corar só de imaginar.

Fiquei de frente para o espelho de corpo inteiro no quarto. Lubrifiquei três dedos e os inseri no cu devagar, um de cada vez. Quando os três estavam dentro, abri em tesoura, sentindo o cu se alargar em volta dos dedos. No espelho, eu via tudo — meu cu aberto, meus dedos enterrados, meu pau duro e pingando.

Comecei a me masturbar com a outra mão, sem tirar os olhos do reflexo. Ver a mim mesmo assim — três dedos no cu abrindo em tesoura, a mão bombeando o pau, o rosto deformado de prazer — era a coisa mais obscena que eu já tinha presenciado. E eu era tanto o ator quanto o espectador.

Acelerei a masturbação, os dedos no cu se movendo em tesoura, abrindo e fechando. O prazer duplo me levou ao limite rapidamente. Quando gozei, o sêmen jorrou no meu próprio peito, filetes brancos escorrendo pela pele. No espelho, vi cada jato cair em meu corpo.

Tirei os dedos do cu — estavam quentes e escorregadios — e os usei para raspar o gozo do peito. Cada raspão recolhia o sêmen morno, e levei os dedos à boca, lambendo um por um. O gosto do gozo misturado com o cheiro do cu nos dedos era intenso, primitivo. No espelho, vi minha língua limpando cada dedo, os olhos fixos no próprio reflexo de submissão.

272

O Plug Muito-Grosso e a Fresta

Tomando o Gozo Individual

"Enfia o plug muito-grosso no cu e fica em pé de frente pra fresta da cozinha. Masturba com movimentos longos, da base à cabeça. Goza direto na própria boca aberta e engole tudo. Depois fica imóvel por um minuto, sentindo o plug e o risco." A ordem combinava tudo o que me assustava e me excitava.

Lubrifiquei o plug muito-grosso generosamente. Mesmo assim, quando comecei a inserir, o cu ardeu. O plug era enorme, alargando minha entrada além do confortável. Respirei fundo, empurrei, e o cu finalmente aceitou — o plug entrou todo e eu soltei um gemido que ecoou pela cozinha.

Fiquei em pé de frente para a fresta da porta. O plug muito-grosso dentro de mim preenchia cada centímetro, pesado, constante. Comecei a me masturbar com movimentos longos, a mão deslizando da base do pau até a cabeça, sentindo cada centímetro. A fresta da cozinha estava ali, a um passo dos vizinhos.

O prazer era avassalador — o plug enorme pressionando a próstata por dentro, a mão trabalhando o pau por fora, o risco da porta alimentando o tesão. Quando senti o gozo subindo, abri a boca, apontei o pau para o próprio rosto e gozei direto na língua estendida. O sêmen quente caiu na boca em jatos espessos.

Engoli tudo, cada gota, sem fechar a boca até o último jato. Depois fiquei imóvel, como o Mestre ordenou — em pé, nu, o plug muito-grosso entranhado, o gosto de sêmen na boca, os olhos fixos na fresta da cozinha. O corpo latejava, o cu pulsava em volta do plug, e o silêncio da cozinha só tornava o risco mais real. Um minuto inteiro de pura submissão exposta.

273

A Sobremesa do Mestre

Tomando o Gozo Individual

"Enfia o plug médio no cu. Masturba em pé na cozinha segurando o pau com a mão toda. Goza num prato. Com uma colher, come o próprio gozo como sobremesa, devagar. Lambe o prato depois." A ordem transformava minha cozinha em um palco de submissão gastronômica.

Enfiei o plug médio no cu — o preenchimento familiar e constante me fazendo suspirar. Fiquei em pé na cozinha, perto da bancada, e comecei a me masturbar segurando o pau com a mão toda, envolvendo da base à cabeça a cada movimento. O plug se movia levemente dentro de mim a cada bombada.

Peguei um prato branco do armário e o posicionei na ponta do pau, pronto. A mão continuava o ritmo, o pau latejando na direção do prato. A cozinha cheirava a comida do almoço e a meu próprio tesão — uma mistura estranha e excitante.

Quando gozei, o sêmen caiu no prato branco em jatos espessos, formando poças opacas contra a louça. O contraste do gozo branco no prato branco era quase artístico. Coloquei o prato na bancada e peguei uma colher.

Comi o próprio gozo de colherada em colherada, devagar, como o Mestre ordenou. Cada colherada era morna, salgada, espessa — saboreei cada uma antes de engolir. Quando o prato ficou quase limpo, abaixei a cabeça e lambi a louça, a língua raspando cada vestígio de sêmen. O prato ficou brilhando. A sobremesa do Mestre estava servida e consumida.

274

O Gozo na Geladeira

Tomando o Gozo Individual

"Na cozinha, deixa a porta pra vizinhos só encostada. Enfia o plug grosso no cu e masturba em pé apoiado na geladeira. Goza na porta da geladeira e lambe o metal até ficar limpo." A ordem era bizarra e profundamente submissa — eu ia lamber meu próprio gozo de um eletrodoméstico.

Enfiei o plug grosso no cu, sentindo o silicone alargar minha entrada. Fiquei em pé, apoiado na geladeira, a superfície fria do metal contra minha pele. A porta da cozinha estava só encostada, e eu sabia que a varanda dos vizinhos estava ali, do outro lado da fresta.

Comecei a me masturbar apoiado na geladeira, o plug grosso se movendo dentro de mim a cada movimento de quadril. O metal frio da geladeira contrastava com o calor do meu corpo suado. A cada bombada, o plug pressionava a próstata, mandando ondas de prazer que me faziam gemer baixo.

Quando o gozo veio, apontei o pau para a porta da geladeira. O sêmen espirrou no metal branco em jatos espessos, escorrendo devagar pela superfície lisa. Fiquei olhando o gozo escorrer pelo metal por um segundo, depois me ajoelhei.

Abaixei a cabeça e lambi a porta da geladeira, a língua raspando o sêmen do metal frio. O contraste do gozo quente contra o geladeira fria era estranho e delicioso. Lambi cada gota, cada filete, até a porta brilhar como antes. O plug grosso ainda estava dentro de mim, o cu pulsando, e eu, ajoelhado na cozinha, lambendo meu próprio gozo de uma geladeira, a um passo da porta entreaberta.

275

O Ritual Completo

Tomando o Gozo Individual

"Hoje é o ritual completo", a ordem do Mestre começava. "Progressão de plugs: fino, médio, grosso. Em cada um, masturba um minuto. Com o grosso dentro, goza num prato. Come o gozo de colher, lambe o prato, e no final tira o plug e o lambe limpo também." A ordem mais completa que eu já tinha recebido.

Comecei com o plug fino. Lubrifiquei, inseri devagar, e o cu aceitou com facilidade. Com o plug fino dentro, masturbei por um minuto inteiro, sentindo o preenchimento leve enquanto a mão trabalhava o pau. A glande ficou sensível, vermelha, pedindo mais.

Troquei para o plug médio. O cu precisou se abrir mais, e eu gemi enquanto o silicone entrava. O preenchimento era constante, satisfatório. Outro minuto de masturbação, o tesão subindo junto com a pressão interna. O pau pingava pré-seminal.

O plug grosso veio por último. O cu ardeu ao aceitar o tamanho, mas eu forcei devagar e ele entrou todo. O preenchimento era intenso, quase demais. Com o plug grosso entranhado, masturbei por mais um minuto — o prazer era avassalador, a próstata pressionada por dentro, a glande estimulada por fora.

Peguei um prato e gozei dentro dele, o sêmen caindo em jatos espessos na louça branca. Com uma colher, comi o próprio gozo devagar, saboreando cada colherada, depois lambi o prato até brilhar. Por fim, tirei o plug grosso do cu — o vazio pulsou — e o levei à boca, lambendo o silicone limpo, sentindo o gosto do próprio cu misturado com o resto do gozo na boca. O ritual estava completo. Eu era inteiramente do Mestre.

277

A Caneta da Escrivaninha

Home Office

"Pega a caneta que tá na escrivaninha, lubrifica e enfia no cu. Trabalha o dia inteiro com ela dentro, movendo em círculos a cada parágrafo digitado." A ordem transformava um objeto comum de escritório em um instrumento de submissão.

Peguei a caneta — uma esferográfica comum, com tampa plástica. Lubrifiquei e a inseri devagar no cu, sentindo a fineza do objeto entrar centímetro a centímetro. A tampa ficava do lado de fora, uma alça estranha saindo do meu corpo. Sentei-me na cadeira e comecei a trabalhar no Desktop.

A cada parágrafo digitado, eu movia a caneta em círculos dentro do cu. A sensação era sutil mas constante — a caneta girando contra as paredes internas, encontrando pontos sensíveis. Digitava relatórios enquanto a mão livre, embaixo da mesa, girava a caneta como se fosse um joystick anal.

À medida que o dia avançava, os círculos ficavam mais amplos, mais profundos. A caneta encontrou a próstata por acidente, e um gemido escapou. Felizmente estava sem reunião. Pressionei a caneta contra o ponto e continuei digitando, o prazer interno se misturando com o trabalho monótono.

No fim do expediente, a caneta tinha estado dentro de mim por oito horas. Quando a tirei, o cu pulsou, vazio. Lambi os dedos que seguraram a caneta, sentindo o gosto do próprio cu. A escrivaninha, o Desktop, a caneta — tudo agora carregava a marca da minha submissão diária.

278

A Fresta da Cozinha no Expediente

Home Office

"Abre a porta da cozinha que dá vista pros vizinhos, só uma fresta. Trabalha nu de frente pra fresta. A cada 15 minutos, levanta e fica de pé perto da fresta por 30 segundos com o pau à mostra." A ordem trouxe o risco para o centro do meu expediente.

Levei o notebook para a cozinha, onde a escrivaninha ficava perto o suficiente da porta. Abri a porta numa fresta — dava pra ver a varanda dos vizinhos, as roupas no varal deles. Sentei-me nu de frente para a fresta e comecei a trabalhar, o corpo inteiro exposto na direção do risco.

A cada 15 minutos, o alarme do celular tocava. Eu levantava e ficava de pé perto da fresta por 30 segundos, o pau duro balançando à mostra. O coração disparava a cada vez — alguém podia estar na varanda do lado, podia olhar e ver tudo. O tesão do perigo me deixava duro o expediente inteiro.

Numa das pausas, ouvi uma porta bater lá fora. Congelei de pé perto da fresta, o pau apontando para a porta. Passos. Alguém andava na varanda dos vizinhos. Não me movi — a ordem era ficar 30 segundos. Meus olhos estavam fixos na fresta, o coração na garganta. Os passos se afastaram. Ninguém olhou. Ou será que olhou?

Voltei para a cadeira, tremendo de adrenalina e tesão. Trabalhei o resto do dia de frente para a fresta, o pau nunca amolecendo. O risco de ser visto pelos vizinhos transformou cada e-mail, cada planilha, em um ato de submissão perigosa. O expediente nunca tinha sido tão intenso.

280

De Quatro na Escrivaninha

Home Office

"Trabalha de quatro na frente da escrivaninha. O Desktop na mesa, você ajoelhado no chão com os braços esticados pro teclado. A bunda empinada de frente pra porta da cozinha entreaberta que dá vista pros vizinhos." A ordem era a posição mais exposta e humilhante possível para um dia de trabalho.

Ajoelhei-me no chão da frente da escrivaninha, de costas para a mesa. A porta da cozinha estava entreaberta, dando vista para a varanda dos vizinhos. Minha bunda ficava empinada na direção da fresta — o cu e o pau totalmente expostos para quem olhasse. Estiquei os braços para trás, alcançando o teclado na borda da mesa.

Digitar assim era difícil e humilhante. Os braços esticados para trás forçavam o corpo a se curvar, a bunda a subir mais. Cada tecla apertada balançava meu corpo, fazendo o pau balançar entre as pernas e o cu se abrir e fechar para a fresta. Trabalhar virou um exercício de exposição.

Depois de meia hora, os joelhos doíam no chão duro, mas eu não podia mudar de posição. O Desktop mostrava meu trabalho na tela, e eu, de quatro no chão, era um animal trabalhando. A fresta da cozinha estava ali, a cada segundo, o risco de um vizinho ver minha bunda empinada e meu cu exposto.

Quando ouvi um barulho lá fora — uma voz de vizinho —, meu corpo inteiro se contraiu. O cu apertou, o pau endureceu ainda mais. Fiquei imóvel, de quatro, a bunda empinada para a fresta, os braços esticados para o teclado. A voz se afastou. Trabalhei assim por duas horas inteiras, de quatro na frente da escrivaninha, a submissão mais completa que o expediente já tinha exigido.

281

A Pausa do Café

Home Office

"Pausa do café? Vai até a cozinha nu com a porta entreaberta pros vizinhos. Debrusa na bancada, enfia dois dedos no cu e masturba o pau com a outra mão por 2 minutos. Não goza. Volta pra escrivaninha com o pau duro." A pausa de 15 minutos nunca tinha sido tão perigosa.

Deixei o Desktop na escrivaninha e fui até a cozinha, nu. A porta estava entreaberta, a fresta dando vista para a varanda dos vizinhos. Debrucei-me na bancada, o corpo curvado, a bunda empinada. Lubrifiquei dois dedos e os enfi no cu, sentindo a invasão enquanto a outra mão envolvia o pau.

Os dois dedos entraram fundo, massageando a parede interna. A mão no pau começou um ritmo lento, controlado. A cozinha cheirava a café e a meu próprio tesão. A cada segundo, eu ouvia atentamente — qualquer barulho lá fora podia ser um vizinho se aproximando da fresta.

O prazer subiu rápido demais. Os dedos no cu encontraram a próstata, e a mão no pau acelerou. O pau latejava, pedindo liberação. "Não goza", a ordem do Mestre ecoava na minha cabeça. Forcei a mão a desacelerar, os dedos ainda pressionando a próstata. O gozo recuou, mas o tesão permaneceu, intenso e negado.

Após dois minutos, tirei os dedos do cu e soltei o pau. Estava duro, vermelho, pingando pré-seminal. Voltei para a escrivaninha com o pau latejando, o cheiro de tesão no ar, o gosto da submissão negada. Sentei-me na cadeira e continuei trabalhando no Desktop, o pau duro apertado contra o corpo, a mente dividida entre trabalho e o desejo de gozo que não veio.

283

O Ovo no Expediente Inteiro

Home Office

"Trabalha o dia inteiro com o ogo no pau, apertado na cabeça, por baixo da mesa. A cada e-mail enviado, dá uma apertada extra no ogo. Não tira até o fim do expediente." A ordem condenava minha glande a oito horas de sucção constante.

Coloquei o masturbador ovo na cabeça do pau às 9h, apertando firme. A sucção imediata me fez respirar fundo. Sentei-me na escrivaninha, o Desktop ligado, o ogo escondido embaixo da mesa. Comecei a trabalhar, e a cada e-mail enviado, minha mão descia e dava uma apertada extra no ogo, como o Mestre ordenou.

Pela manhã, era suportável. O ogo apertava a glande num ritmo constante, e eu conseguia trabalhar. Mas à medida que os e-mails se acumulavam, as apertadas extras se multiplicavam. A glande ficou cada vez mais sensível, vermelha, inchada dentro do silicone. O pau nunca amolecia — a sucção constante mantinha a ereção o dia todo.

Depois do almoço, estava insuportável. A glande ardia de tanta estimulação, e cada apertada extra me levava mais perto do gozo. Mas a ordem era clara: não gozar, não tirar. Trabalhei a tarde inteira mordendo o lábio, suando, o pau latejando dentro do ogo, cada e-mail enviado uma tortura extra de prazer negado.

Às 18h, o expediente acabou. Tirei o ogo com cuidado — a glande estava hiper-sensível, quase dolorida de tanta sucção. O pau pulsava, vermelho, pedindo liberação. Mas a ordem não mencionava gozar. Guardei o ogo, vesti-me e encerrei o dia com a glande ardendo e o tesão acumulado de oito horas — a submissão mais longa que o expediente já tinha exigido.

284

Mãos Amarradas na Escrivaninha

Home Office

"Amarra os pulsos ao encosto da cadeira com uma gravata. O Desktop na escrivaninha, você sem usar as mãos. Usa o ditado por voz. Enquanto isso, plug médio no cu e vibrador no pau, desligado, esperando." A ordem me transformava em um trabalhador amarrado e estimulado.

Amarrei meus pulsos ao encosto da cadeira com uma gravata, firme o suficiente para impedir movimento. O plug médio já estava no cu, preenchendo-me constantemente. O vibrador estava posicionado no pau, desligado, esperando. Sentei-me e ativei o ditado por voz no Desktop — minha única forma de trabalhar.

Ditar e-mails por voz era estranho e humilhante. Cada palavra dita em voz alta ecoava no escritório vazio. O plug médio se movia dentro de mim a cada ajuste na cadeira, e o vibrador frio contra o pau era uma promessa constante. Trabalhar sem mãos me fazia sentir impotente — exatamente o que o Mestre queria.

A cada meia hora, eu ligava o vibrador no pau por 30 segundos, usando o comando de voz. Os 30 segundos de vibração eram eletrizantes — o pau endurecia instantaneamente contra o silicone zumbindo, o plug no cu intensificava tudo. Depois, desligava por voz e voltava a ditar e-mails, o pau latejando, as mãos presas, o corpo submisso.

Trabalhei assim por quatro horas. Quatro horas de mãos amarradas, plug no cu, vibrador intermitente no pau, ditando e-mails para uma tela. Quando o expediente acabou, desamarrei os pulsos — estavam vermelhos pela gravata. O pau estava exausto de tanto vibrar sem gozar. O cu, preenchido o dia todo. Encerrei o dia amarrado à minha própria cadeira de trabalho, a submissão mais completa do home office.

285

A Recompensa do Expediente

Home Office

"Última hora do expediente. Enfia o plug muito-grosso no cu e coloca o ogo no pau com aperto máximo. Trabalha no Desktop por 1 hora assim. Quando bater o ponto final, tira tudo, masturba até gozar na mão e lambe tudo na frente do Desktop." A ordem terminava o dia de trabalho com a recompensa mais intensa.

Às 17h, preparei a última hora. Lubrifiquei o plug muito-grosso e o inseri — o cu ardeu ao aceitar o tamanho máximo, mas já estava acostumado pelos plugs menores do dia. Depois, coloquei o masturbador ogo no pau com aperto máximo. A sucção intensa na glande me fez gemer alto. Sentei-me na cadeira e comecei a trabalhar.

A última hora foi agonizante. O plug muito-grosso pulsava dentro de mim a cada contração, e o ogo apertava a glande com força máxima. Trabalhar — ler e-mails, fechar tarefas — era quase impossível. O prazer era constante, avassalador, negado. Cada minuto era uma eternidade de preenchimento e sucção.

Quando o relógio bateu 18h, o expediente acabou. Tirei o ogo e o plug devagar — o cu pulsou vazio, a glande ficou hiper-sensível. Segurei o pau com a mão e masturbei com força, rápido, sem controle. O gozo veio em segundos — dias de tesão acumulado explodindo em jatos espessos que cobriram minha mão inteira.

Levei a mão gozenta à boca, como o Mestre ordenou, e lambi cada dedo, cada palma, cada gota. O gozo quente e salgado desceu pela garganta enquanto eu estava sentado na cadeira da escrivaninha, nu, exausto, na frente do Desktop desligado. O expediente terminou com o gosto do próprio gozo na boca — a recompensa final de um dia inteiro de submissão no home office.

286

O Abismo das Dez Paradas

O Mestre ordenou edging de dez tentativas. Comecei devagar, segurando o pau com firmeza, sentindo o sangue encher a glande a cada carícia. Na primeira parada, o corpo inteiro tremeu — o tesão subindo como uma maré. Parei. Respirei. O pau pulsava no ar, gotejando.

Na segunda parada, enfiei um dedo no cu, massageando a próstata como o Mestre mandou. O prazer dobrou. Na terceira, dois dedos. Na quarta, o plug fino entrou deslizando, e o cu o abraçou com fome. Cada parada era mais intensa que a anterior — o abismo se aproximando, o controle se desfazendo.

Na décima parada, estava enlouquecido. O plug grosso dilatava meu cu, os dedos tremiam no pau, o suor escorria pelo corpo. Parei pela última vez. O corpo implorava por liberação. E então, na décima primeira, gozei — na própria boca aberta, os jatos quentes cobrindo a língua, o céu da boca, a garganta. Engoli tudo, o cu apertando o plug grosso em espasmos, o corpo inteiro convulsionando de prazer negado e finalmente concedido.

287

A Caneta e o Ovo

Fiquei de quatro no quarto, a porta aberta como o Mestre ordenou. A caneta entrou no cu devagar — fria, lisa, invasiva. Deixei-a lá, sentindo o objeto estranho dentro de mim, o esfíncter apertando ao redor. Depois coloquei o ovo no pau, o silicone flexível abraçando a glande.

Comecei a masturbar devagar, de quatro, o pau duro dentro do ovo, a caneta girando no cu a cada movimento dos quadris. O prazer vinha de dois lados — a sucção do ovo na cabeça do pau e a pressão da caneta na próstata. O tesão crescia como uma onda.

Gozei dentro do ovo, o cu apertando a caneta em espasmos violentos. Tirei o ovo, virei-o sobre a língua e espremi — o gozo quente e espesso escorreu pela boca. Enguli tudo. Depois tirei a caneta e a lambi, o gosto do próprio cu misturado com o gozo na boca. Fiquei de quatro o tempo todo, como um animal servil que o Mestre moldou.

288

A Porta que se Abre

Na cozinha, porta entreaberta, o plug muito-grosso já dentro de mim. Fiquei de frente para a fresta — um centímetro de visão para o lado de fora, onde os vizinhos podiam passar. O coração acelerou. Masturbei-me devagar, sentindo cada carícia no pau enquanto o plug dilatava meu cu sem piedade.

Quando o gozo se aproximou, o Mestre ordenou: abra mais a porta. Minha mão tremeu. Empurrei a porta mais uns centímetros. A fresta agora era maior — suficiente para que alguém visse meu corpo nu, meu pau duro na mão, meu rosto de tesão. O medo e o prazer se misturaram num coquetel avassalador.

Gozei no chão da cozinha — jatos espessos que respingaram no piso claro. Me abaixei e lambi tudo, a língua percorrendo o chão gozado, o plug muito-grosso ainda dentro, a porta entreaberta atrás de mim. O gosto salgado do próprio gozo na boca enquanto o coração martelava de medo e excitação. A exposição tornou cada lambida mais intensa.

289

A Progressão dos Plugs

O Mestre ordenou progressão. Comecei com o plug fino — pequeno, gentil, entrando com facilidade. Masturbei dois minutos, sentindo o cu aceitar o invasor mínimo. Depois troquei pelo médio — mais grosso, mais presente, o esfíncter se esticando. Outros dois minutos de masturbação, o prazer crescendo.

O plug grosso veio em seguida. O cu resistiu no início, depois cedeu, o esfíncter se moldando ao volume maior. O preenchimento era intenso — a próstata pressionada de um jeito que me fez gemer alto. Dois minutos com o grosso e o pau estava latejando, gotejando de tesão.

Por fim, o plug muito-grosso. Entrei devagar, sentindo o cu se dilatar ao máximo, o limite do esticamento. A dor e o prazer se fundiram. Com o muito-grosso dentro, gozei na própria mão — um orgasmo profundo, arrancado do fundo do corpo. Lambi a mão gozada, o cu apertando o plug gigante em espasmos. Cada plug maior havia amplificado o gozo final.

290

Vinte Paradas no Abismo

Vinte tentativas de edging. O Mestre foi cruel: a cada cinco paradas, um dedo a mais no cu. Comecei com um dedo, massageando a próstata enquanto masturbava até a beira. Parei. Respirei. Recomecei. Cinco paradas com um dedo, cada uma mais difícil que a anterior.

Na sexta parada, enfiei o segundo dedo. O cu se abriu mais, a próstata recebeu mais pressão. O pau gotejava sem parar. Cinco paradas com dois dedos — o controle se esvaindo, o corpo tremendo, o suor escorrendo. Na décima primeira, três dedos. O esticamento era intenso, o prazer quase insuportável.

Na décima sexta, quatro dedos. O cu estava bem aberto, os dedos massageando fundo. Quatro paradas finais com quatro dedos dentro — cada uma um inferno de prazer negado. Na vigésima primeira, com quatro dedos no cu, gozei na própria boca aberta. O orgasmo foi tão intenso que o corpo inteiro convulsionou. Enguli tudo, os dedos ainda dentro, o cu apertando em espasmos. O máximo de edging com máxima penetração.

291

Três Gozos, Um Plug

O plug fino entrou no cu com um clique suave. O Mestre ordenou três gozos seguidos sem tirar o plug. Comecei a masturbar — o pau duro, o cu apertando o plug a cada carícia. O primeiro gozo veio rápido, explodindo na mão em concha. Lambi cada dedo, a língua percorrendo a palma gozada.

Sem pausa, continuei masturbando. O pau ainda duro, sensível, quase dolorido. O plug fino pulsava no cu. O segundo gozo demorou mais — o corpo resistindo, o prazer se construindo lentamente. Quando veio, foi no peito. Jatos espessos cobriram o tórax. Me abaixei e lambi o que alcancei, o gosto do próprio gozo na boca.

O terceiro foi o mais difícil. O pau exausto, o corpo cansado, mas o plug fino continuava dentro, estimulando a próstata. Masturbei com determinação. Quando o terceiro gozo finalmente veio, foi na barriga — menos intenso, mas profundo, arrancado do fundo do corpo. Lambi a barriga gozada. Três gozos, três consumos, o plug fino dentro o tempo todo. O cu o apertou em cada orgasmo.

292

A Janela da Madrugada

De madrugada, abri a janela. O Mestre ordenou exposição total. Fiquei nu com o plug grosso no cu, a brisa noturna tocando a pele arrepiada. A rua estava escura e silenciosa, mas qualquer pessoa que passasse veria meu corpo nu, meu pau duro, o plug saindo do cu. O medo era delicioso.

Coloquei o ovo no pau e comecei a masturbar devagar, de frente para a janela aberta. O silicone flexível abraçava a glande enquanto o plug grosso preenchia o cu. A brisa fria no corpo nu, o calor do tesão por dentro — o contraste era alucinante. Cada carícia me levava mais perto do gozo e mais perto do risco.

Gozei dentro do ovo, o corpo estremecendo de frente para a noite aberta. Tirei o ovo e bebi o gozo ali mesmo, de frente para a janela, o plug grosso ainda dentro. O gosto quente e salgado na boca enquanto a brisa noturna acariciava a pele suada. A madrugada guardou meu segredo — ou talvez não. O risco era o tempero.

293

A Cabeça do Pau em Foco

O Mestre ordenou foco total na cabeça do pau. Segurei só a glande — a pele macia, sensível, encharcada de pré-gozo. Comecei movimentos circulares com a mão, dois dedos no cu massageando a próstata. A sensação era diferente — sem o corpo do pau, toda a atenção se concentrava na cabeça, cada terminação nervosa explodindo.

Os movimentos circulares se intensificaram. A glande ficou vermelha, inchada, hiper-sensível. Cada volta da mão era um choque de prazer. Os dois dedos no cu encontravam a próstata e pressionavam no ritmo certo. O tesão crescia de um jeito desconhecido — mais focalizado, mais intenso, como se toda a energia do corpo se concentrasse naquela ponta.

Gozei na própria mão — um orgasmo diferente, mais agudo, mais cortante. Os jatos cobriram os dedos e a palma. Lambi tudo, a língua limpando cada gota, enquanto os dedos do cu ainda massageavam a próstata em espasmos. A estimulação focada na cabeça havia transformado o gozo em algo elétrico, pontual, avassalador.

294

De Quatro na Cozinha

Na cozinha, de quatro, a porta entreaberta atrás de mim. O plug grosso no cu e o ovo no pau. O Mestre ordenou que eu olhasse para a fresta da porta enquanto me masturbava. De quatro, como um animal, o pau duro dentro do ovo, o cu preenchido pelo plug, os olhos fixos na fresta de luz.

Cada movimento de masturbação fazia o plug grosso balançar dentro de mim, estimulando a próstata. O ovo sugava a glande com cada carícia. De quatro, o corpo tremia — de prazer, de medo, de exposição. A porta entreaberta era um convite ao risco, e eu a observava enquanto me servia.

Gozei dentro do ovo, o corpo convulsionando de quatro no chão da cozinha. Tirei o ovo e bebi o gozo ali mesmo, de quatro, olhando para a porta entreaberta. Depois tirei o plug grosso e o chupei, o gosto do próprio cu na boca. Submissão total perto do risco — de quatro, gozado, cuspado, obediente.

295

O Edging do Chuveiro

No chuveiro, a água morna escorrendo pelo corpo. O Mestre ordenou dezoito tentativas de edging, aumentando a temperatura a cada seis paradas. Comecei com água morna, masturbando até a beira. Parei. A água escorria pelo pau duro, pelo peito, pelo rosto. Recomecei. Seis paradas com água morna, cada uma mais difícil.

Na sétima parada, aumentei a temperatura. A água quente relaxou os músculos, amplificou a sensibilidade. A pele ficou vermelha, o pau latejava sob a água quente. Seis paradas com água quente — o prazer mais intenso, o controle mais difícil. O vapor enchia o boxe, o corpo suado e quente.

Na décima terceira, aumentei para bem quente. A água quase queimando, a pele sensível ao máximo. Seis paradas finais sob água bem quente — cada uma um inferno de prazer. Na décima nona, gozei na própria mão e lambi embaixo da água quente. O calor amplificou cada sensação — o gozo na língua, a água no corpo, o prazer no fundo do ser. O edging mais quente da minha vida.

296

A Dupla Penetração de Objetos

O Mestre ordenou dupla penetração de objetos. O plug médio entrou primeiro, o cu se abrindo para o volume conhecido. Depois a caneta, deslizando ao lado do plug, lado a lado. O esticamento era intenso — dois objetos de tamanhos diferentes preenchendo o cu, a próstata esmagada entre eles.

Com os dois objetos dentro, coloquei o ovo no pau e comecei a masturbar. O prazer vinha de todos os lados — o ovo na glande, o plug e a caneta no cu, a próstata sob pressão dupla. Cada movimento dos quadris fazia os objetos girarem dentro de mim, estimulando pontos diferentes. O tesão era insuportável.

Gozei dentro do ovo — um orgasmo profundo, arrancado pela pressão dupla na próstata. Tirei o ovo e bebi o gozo, o cu ainda apertando os dois objetos em espasmos. Depois tirei a caneta e a lambi. Por fim, tirei o plug médio e o chupei. Três objetos consumidos — ovo gozado, caneta cuspada, plug chupado. A dupla penetração havia transformado o gozo em algo avassalador.

297

A Contagem em Voz Alta

Quinze tentativas de edging, e o Mestre exigiu contagem em voz alta. Comecei a masturbar, e quando cheguei à beira, parei e disse: "Um." A palavra saiu rouca, o pau pulsando no ar. Recomecei. "Dois." Cada número era uma admissão de submissão, um reconhecimento do controle do Mestre.

"Três. Quatro. Cinco." A voz ficava mais fraca a cada parada, o corpo mais tenso, o pau mais sensível. "Seis. Sete. Oito." O tesão acumulado era um peso no peito, uma pressão no cu, uma dor deliciosa no pau. "Nove. Dez." A contagem em voz alta tornava cada parada mais real, mais submissa.

"Onze. Doze. Treze. Quatorze. Quinze." A última parada foi um gemido mais que uma palavra. E então, na décima sexta, gozei — na própria boca aberta, os jatos quentes cobrindo a língua. Enguli tudo, a voz rouca de tanto contar, o corpo exausto de tanto parar. A contagem havia transformado o edging em um ritual de submissão total.

298

Ajoelhado na Frente do Risco

Na cozinha, ajoelhado de frente para a porta entreaberta. Dois dedos no cu, massageando a próstata. O Mestre ordenou que eu ficasse na posição de submissão total — de joelhos, nu, exposto, os olhos fixos na fresta da porta. Qualquer vizinho que passasse veria um homem ajoelhado, nu, de dedos no cu, se masturbando.

Masturbei com a outra mão, os dois dedos do cu encontrando a próstata e pressionando no ritmo certo. De joelhos, o corpo tremia — não de frio, mas de tesão e medo. A porta entreaberta era uma linha tênue entre o privado e o exposto, e eu estava exatamente sobre ela, ajoelhado como um servo.

Gozei no chão da cozinha — jatos espessos que respingaram no piso frio. Me abaixei e lambi o chão gozado, a língua percorrendo o piso, os dois dedos ainda no cu. Depois tirei os dedos e os lambi, o gosto do próprio cu misturado com o gozo na boca. Ajoelhado, gozado, lambido, cuspado — submissão total na frente do risco.

299

A Rotação da Caneta

Catorze tentativas de edging com a caneta no cu. O Mestre ordenou que, a cada parada, eu girasse a caneta 360 graus. Comecei a masturbar, a caneta dentro do cu, rígida e invasiva. Na primeira parada, girei a caneta — o objeto percorreu um círculo completo dentro de mim, estimulando cada parede do cu.

A cada parada, a rotação revelava pontos novos. A caneta atingia ângulos diferentes, pressionava a próstata de jeitos variados. "Girar e parar, girar e parar" — o ritmo era hipnótico. O pau gotejava sem parar, o tesão acumulando a cada volta da caneta. O cu se acostumava com o objeto, mas cada rotação trazia uma surpresa de prazer.

Na décima quinta, gozei na própria mão — um orgasmo profundo, estimulado por catorze rotações da caneta na próstata. Lambi a mão gozada, cada dedo, cada palma. Depois tirei a caneta e a lambi, o gosto do próprio cu na boca. A rotação havia transformado um objeto simples num instrumento de prazer complexo e avassalador.

300

O Trio de Consumos

Na cozinha, sentado no chão de pernas cruzadas, a porta entreaberta. O Mestre ordenou três objetos: caneta e plug fino no cu, ovo no pau. Sentado no chão frio, nu, exposto à fresta da porta, comecei a masturbar com o ovo. A caneta e o plug fino lado a lado no cu, a próstata sob pressão dupla.

O ovo sugava a glande enquanto os dois objetos no cu estimulavam de dentro. Sentado de pernas cruzadas, o corpo tremia — o frio do chão, o calor do tesão, o medo da porta. Cada carícia no pau fazia os objetos no cu balançarem, a caneta e o plug fino girando ligeiramente, pressionando pontos novos.

Gozei dentro do ovo. Bebi o gozo, sentado no chão da cozinha, de frente para a porta entreaberta. Depois tirei a caneta e a lambi. Por fim, tirei o plug fino e o chupei. Três consumos — ovo gozado, caneta cuspada, plug chupado — sentado no chão da cozinha, exposto, obediente, completo.

301

O Gozo Triplo com Muito-Grosso

O plug muito-grosso entrou com dificuldade — o cu se dilatando ao máximo, o limite do esticamento. O Mestre ordenou três gozos seguidos sem tirar o plug. Comecei a masturbar, o pau duro, o cu preenchido além do que parecia possível. O primeiro gozo veio rápido, explodindo na mão. Lambi cada dedo.

Sem tirar o plug muito-grosso, continuei. O pau sensível, quase dolorido, mas o plug dilatando o cu mantinha o tesão vivo. O segundo gozo demorou mais, mas quando veio, foi no ovo. Bebi o gozo do ovo, o cu apertando o plug gigante em espasmos. O volume dentro de mim amplificava cada contração.

O terceiro gozo foi o mais difícil — o corpo exausto, o pau cansado. Mas o plug muito-grosso continuava dentro, pressionando a próstata sem trégua. Masturbei com determinação. Quando o terceiro gozo veio, foi no peito — profundo, arrancado do fundo do ser. Lambi o peito gozada. Três gozos com o plug muito-grosso dentro o tempo todo. Cada um mais profundo que o anterior, o cu dilatado ao máximo.

302

De Bruços no Sofá

De bruços no sofá, o ovo no pau e dois dedos no cu. O Mestre ordenou a posição — de bruços, o rosto afundado no sofá, o cu empinado, os dedos entrando de trás. Comecei a masturbar devagar, os dois dedos massageando a próstata, o ovo abraçando a glande.

De bruços, cada movimento dos dedos no cu era mais profundo — a posição permitia acesso total à próstata. O ovo no pau sugava a glande com cada carícia. O rosto afundado no sofá abafava os gemidos. O prazer vinha em ondas — dos dedos no cu, do ovo no pau, da posição submissa de bruços.

Gozei dentro do ovo, o corpo convulsionando de bruços no sofá. Tirei o ovo, virei sobre a boca e esprema — o gozo quente escorrendo pela língua. Enguli tudo. Depois tirei os dois dedos do cu e os lambi, o gosto do próprio cu na boca. Fiquei de bruços o tempo todo — a posição de um servo que se serve e se consome.

303

A Porta Escancarada de Madrugada

De madrugada, na porta da cozinha escancarada. O Mestre foi cruel: porta aberta totalmente, não entreaberta. Fiquei nu com o plug grosso no cu e a caneta junto. A rua escura e silenciosa, mas a porta escancarada significava que qualquer movimento — qualquer — seria visível para quem passasse.

Coloquei o ovo no pau e comecei a masturbar, de frente para a porta escancarada. O plug grosso e a caneta no cu, o ovo na glande, o corpo nu iluminado pela luz da cozinha. O medo era paralisante — e excitante. Cada carícia no pau era misturada com o terror de ser visto. O coração martelava no peito.

Gozei dentro do ovo, o corpo estremecendo de frente para a porta escancarada. Bebi o gozo ali mesmo, de frente para a noite aberta. Depois tirei a caneta e a lambi. O plug grosso permaneceu dentro. O risco máximo noturno — porta escancarada, corpo nu, gozo bebido, caneta lambida. A madrugada guardou meu segredo, ou talvez não. O risco era o prazer.

304

O Edging Rápido do Ovo

Sete tentativas de edging com o ovo no pau, apenas dez segundos entre cada parada. O Mestre ordenou ritmo acelerado. Coloquei o ovo, masturbei rápido — a sucção do silicone na glande, o ritmo frenético. Cheguei à beira em segundos. Parei. Dez segundos. Recomecei.

O ritmo acelerado tornava cada parada mais difícil — o pau não tinha tempo de baixar, o tesão não tinha tempo de diminuir. "Parar, dez segundos, recomeçar" — o ciclo era implacável. O ovo sugava a glande sem trégua, o pau gotejava dentro do silicone, o corpo tremia de prazer negado.

Na oitava, não consegui parar. Gozei dentro do ovo — o ritmo acelerado havia quebrado meu controle. O orgasmo foi intenso, repentino, arrancado pela sucção constante do ovo. Bebi o gozo do ovo, o corpo ainda tremendo do edging rápido. Sete paradas em ritmo frenético haviam transformado o gozo numa explosão súbita e avassaladora.

305

Dezanove Paradas, Quatro Plugs

Dezanove tentativas de edging com troca de plugs a cada cinco paradas. Comecei com o plug fino no cu, masturbei até a beira cinco vezes. Cada parada era mais difícil — o plug fino estimulava gentilmente, mas o tesão acumulava. Cinco paradas, depois troquei pelo plug médio.

O plug médio era mais presente. Cinco paradas com o cu mais preenchido, a próstata mais pressionada. O pau gotejava sem parar, o corpo tremia a cada parada. Troquei pelo plug grosso. Cinco paradas com o cu bem aberto — cada uma um inferno de prazer negado. O plug grosso dilatava e estimulava sem piedade.

Quatro paradas finais com o plug muito-grosso. O cu no limite do esticamento, a próstata esmagada. Cada parada era um gemido, um tremor, uma agonia de prazer. Na vigésima, com o plug muito-grosso dentro, gozei na própria boca aberta. O orgasmo foi o mais profundo da minha vida — dezenove paradas de estímulos crescentes, do plug fino ao muito-grosso, culminando num gozo que parecia vir do fundo da terra. Enguli tudo, o cu apertando o plug gigante em espasmos. O edging definitivo.

306

O Entregador do Café da Manhã

Eram sete da manhã quando o interfone tocou. O café da manhã que eu tinha pedido havia chegado. Abri a porta ainda de cueca, despenteado, com sono. O entregador era um rapaz jovem, forte, o uniforme azul apertado nos ombros largos. Ele sorriu ao me ver.

"Bom dia, seu café." Ele estendeu o saco de papel. Segurei, mas não fechei a porta. Nossos olhos se encontraram. Ele olhou para baixo, para a minha cueca, onde o pau já começava a endurecer. O sorriso dele se alargou.

"Quer entrar?" perguntei, o coração acelerado. Ele olhou para os lados, certificando-se de que ninguém estava vendo, e entrou. Fechei a porta e ele me empurrou contra a parede, a boca encontrando a minha. O café da manhã ficou no chão, esquecido.

Ele arrancou minha cueca e caiu de joelhos, engolindo meu pau inteiro de uma vez. Eu gemi alto, as mãos no cabelo dele, enquanto ele chupava com voracidade. A língua quente percorria a glande, a mão apertava minha bunda, puxando meus quadris contra o rosto dele.

"Vou gozar", avisei, mas ele não parou. Pelo contrário, acelerou, a mão apertando meu cu. Gozei na boca dele com um gemido, e ele engoliu tudo, sem perder uma gota. Depois se levantou, limpou a boca, e disse: "Café da manhã servido." Saiu como se nada tivesse acontecido. Fiquei ali, nu, tremendo, olhando o saco de café no chão.

307

A Pizza e a Curiosidade

Eu estava nu quando o interfone tocou. A pizza tinha chegado, mas eu estava no meio de uma sessão de masturbação, o pau duro, o plug médio no cu. Olhei pelo olho mágico: o entregador era um homem mais velho, barbudo, de capacete na mão.

Abri a porta completamente nu. Ele arregalou os olhos, a pizza quase caindo. "Pizza?", ele conseguiu dizer. Peguei a pizza e a coloquei no chão do corredor. "Quer ganhar uma gorjeta especial?"

Ele hesitou por um segundo. Depois largou o capacete, entrou e fechou a porta atrás de si. "Você é doido", ele disse, mas já estava me puxando para perto, a mão barbuda encontrando meu pau duro. "Doido e safado."

Ele me virou de costas e me curvou sobre o balcão da cozinha. Ouvi o cinto abrindo, o zíper descendo. Senti o pau dele na entrada do meu cu, empurrando contra o plug médio. "Tem um troço aí dentro", ele disse, surpreso.

"Tira", eu respondi. Ele puxou o plug com cuidado e imediatamente enfiou o pau no lugar. Era grosso, quente, e ele começou a socar com força, as mãos apertando meus quadris. A mesa da cozinha rangia a cada estocada. Gozei no balcão enquanto ele me comia, e ele gozou dentro de mim com um urro. A pizza esfriou, mas o entrega foi a mais quente da minha vida.

308

O Lanche da Madrugada

Duas da manhã, fome e tesão. Pedi um lanche e me preparei. Tirei a roupa, coloquei o plug fino no cu e fiquei esperando, nu, sentado no sofá de frente para a porta. Quando a campainha tocou, abri sem hesitar.

O entregador era magro, alto, com olhos esverdeados que brilharam ao me ver nu. "Encomenda", ele disse, a voz grossa. Peguei o saco, mas ele não soltou. Ficamos ali, puxando o saco um contra o outro, os olhos nos olhos.

Ele largou o saco e me beijou com força, a língua invadindo minha boca. Sua mão encontrou meu pau duro, depois desceu até o cu, onde sentiu o plug. "Gosta de brinquedo, né?" Ele me levantou no colo e me carregou até o quarto, me jogando na cama.

Tirou a roupa em segundos e subiu em cima de mim. Primeiro chupou meu pau com vontade, a língua quente e molhada percorrendo todo o comprimento. Depois me virou de bruços e puxou o plug com os dentes. Cuspiu o plug no chão e enterrou o rosto no meu cu, lambendo, chupando, abrindo caminho com a língua.

Quando me penetrou, foi de uma vez. O pau dele era comprido, atingindo pontos que o plug nunca alcançava. Ele socava sem pressa, cada estocada um mergulho profundo. Gozei no lençol enquanto ele me comia, e ele gozou nas minhas costas, jatos quentes escorrendo pela minha lombar. O lanche ficou na porta, mas eu fiquei satisfeito.

309

O Entregador Casado

Ele tinha aliança no dedo. Vi quando ele estendeu a mão para receber o pagamento. Era um homem forte, braços grossos, barba por fazer, olhos castanhos que me examinavam com interesse. Pedi comida japonesa, mas minha fome era outra.

"Quer um copo d'água?" perguntei, segurando a porta aberta. Ele hesitou, olhou para o celular, depois para mim. "Tô atrasado", ele disse. "Só mais um minuto." Fechei a porta e ele entrou.

No corredor, ele me puxou. "Minha mulher não pode saber", ele sussurrou, a mão já apertando meu pau por cima da cueca. "Nem vai", respondi, caindo de joelhos na frente dele. Abri o zíper e libertei o pau dele — grosso, duro, a glande rosada brilhando.

Chupei com gosto, olhando nos olhos dele. Ele gemia baixo, a mão no meu cabelo, guiando a cabeça no ritmo dele. "Assim, gostoso", ele dizia. "Chupa gostoso." Eu obedecia, a língua girando em volta da glande, a mão apertando as bolas dele.

Ele gozou na minha boca com um gemido abafado. Enguli tudo, lambendo a glande para limpar. Ele se ajeitou, colocou o pau de volta na calça e saiu sem dizer mais nada. No outro dia, pedi comida japonesa de novo. Ele veio. E voltou a entrar. O caso com o entregador casado virou rotina.

310

A Gorjeta do Corpo

O entregador era novinho, não devia ter mais de vinte anos. O uniforme era grande para ele, o boné enterrado na cabeça. Ele parecia nervoso quando abri a porta nu, com o pau duro apontado para ele. "Entrega do Mestre", ele disse, a voz falhando.

Peguei o saco e o coloquei no chão. Depois peguei a mão dele e a coloquei no meu pau. "Isso é a gorjeta", disse. Ele ficou paralisado por um segundo, a mão imóvel no meu pau. Depois, lentamente, começou a apertar.

"Nunca fiz isso antes", ele confessou, os olhos fixos no meu corpo nu. "Com homem, quero dizer." Sorri e o puxei para dentro. Fechei a porta e o ajudei a tirar o uniforme. Debaixo dele, o corpo era magro mas definido, o peito liso, o pau já meio duro.

Deitei ele na cama e tomei conta. Lambei cada centímetro do corpo dele — o pescoço, os mamilos, a barriga lisa. Quando cheguei no pau dele, ele já estava latejando. Chupei devagar, sentindo o gosto da pele nova, a textura da glande na língua. Ele gemia sem controle, as mãos apertando o lençol.

Ele gozou rápido, jorrando na minha boca com um gemido de surpresa. Enguli tudo e continuei chupando, sugando até a última gota. Depois subi e beijei ele, o gosto do próprio gozo na boca dele. "Essa foi a melhor gorjeta que já recebi", ele disse, rindo.

311

O Pagamento em Espécie

Eu não tinha dinheiro para pagar o lanche. Quando o entregador chegou, expliquei a situação. "Pode pagar no cartão", ele disse. "Não tenho cartão também." Ele suspirou, irritado. "Então como vai pagar?"

Olhei nos olhos dele, depois para baixo. "Posso pagar de outro jeito." Ele me examinou, confuso. "Que outro jeito?" Abri o robe e fiquei nu na frente dele. O pau já estava duro. "Esse jeito."

Ele corou, mas não foi embora. Ficou me olhando, o pau endurecendo dentro da calça do uniforme. "Você é louco", ele disse, mas a mão já estava desabotoando a calça. "Louco e puto."

Ajoelhei na frente dele e chupei o pau dele com vontade, pagando cada centavo do lanche com a garganta. Ele gozou em dois minutos, gozou muito, e eu engoli tudo. Ele guardou o pau, ainda tremendo, e disse: "Tá pago. Mas amanhã pede mais, que eu venho cobrar de novo."

Pedi. Ele veio. E voltou todos os dias daquela semana. O pagamento em espécie se tornou a forma mais cara — e mais gostosa — de pagar minhas contas.

312

O Entregador Que Pediu pra Entrar

Ele não esperou eu oferecer. Quando abri a porta de cueca, o pau marcando, ele olhou, sorriu e perguntou direto: "Posso entrar?" Fiquei surpreso com a ousadia. "Claro", respondi, afastando.

Ele entrou como se fosse dono do lugar. Largou a mochila térmica no chão, tirou o boné e me encarou. "Sabia que você ia estar assim. Pedido grande sempre é de quem quer companhia." Ele se aproximou, a mão encontrando minha nuca, puxando meu rosto para perto do dele.

O beijo foi profundo, dominador. A língua dele invadiu minha boca enquanto a outra mão apertava minha bunda por cima da cueca. "Tira isso", ele ordenou. Tirei a cueca e fiquei nu, exposto, o pau duro apontado para ele.

Ele me fez ajoelhar. Abriu a calça e colocou o pau na minha cara. "Chupa." Chupei como um bom submisso, a língua trabalhando a glande, a mão apertando a base. Ele gemia alto, sem pudor, os quadris avançando contra meu rosto.

Depois de gozar na minha boca, ele me levantou e me curvou sobre o sofá. Penetrou meu cu sem lubrificante, só com cuspe, e comeu com força bruta. Cada estocada era uma afirmação de domínio. Gozei no estofado enquanto ele me comia, e ele gozou dentro de mim. Depois se vestiu, pegou a mochila e disse: "Semana que vem peço pizza. Espero você nu." E saiu.

313

A Surpresa do Motoboy

O motoboy estava com o capacete na mão quando abri a porta. Eu estava só de toalha, o cabelo molhado, o peito nu. Ele era forte, coxas grossas de quem passa o dia na moto, braços queimados de sol. "Encomenda", ele disse, a voz grave.

Assinei o papel, mas quando fui pegar a encomenda, ele não soltou. "Você é o dono da casa?", perguntou. "Sou." Ele sorriu. "Mora sozinho?" O coração acelerou. "Moro." Ele largou a encomenda e tirou a jaqueta.

Debaixo da jaqueta, o corpo era suado, o cheiro de homem misturado com gasolina e suor. Ele me puxou e a toalha caiu. "Sabia que você ia ser bonito", ele disse, a mão áspera apertando meu pau. "Já vi você na janela. Sempre quis entrar."

Ele me levantou como se eu não pesasse nada e me apoiou na parede. Com uma mão segurou minhas pernas abertas e com a outra guiou o pau dele até meu cu. Entrou seco, e eu gritei — de dor e prazer. Ele começou a socar com força, o corpo suado batendo no meu, o cheiro de homem preenchendo meus sentidos.

Gozei no ombro dele enquanto ele me comia, o sêmen escorrendo pelo peito dele. Ele gozou dentro de mim com um urro abafado no meu pescoço. Depois me colocou no chão, pegou a jaqueta e a encomenda, e disse: "Amanhã tenho outra entrega pra você." Saiu e eu fiquei nu, gozado, esperando o dia seguinte.

314

O Jantar a Dois com o Entregador

Pedi jantar para dois, mas estava sozinho. Quando o entregador chegou, eu estava nu, com um avental de cozinha — só o avental. Abri a porta e ele deu de cara com meu peito nu e o pau duro aparecendo por baixo do avental.

"Jantar para dois?", ele perguntou, confuso. "É. Senta aí." Ele riu, achando que era brincadeira. Mas quando viu que eu estava falando sério, largou a mochila e sentou à mesa. Coloquei o jantar em pratos de verdade e sentei do outro lado.

Comemos em silêncio, os olhos se encontrando por cima da mesa. Eu via o pau dele endurecer dentro da calça do uniforme. Estendi o pé debaixo da mesa e toquei a perna dele. Ele não recuou. Pelo contrário, abriu mais as pernas.

Depois do jantar, ele me levou para a cama. Foi lento, diferente dos outros. Cada beijo era demorado, cada toque explorava meu corpo como se estivesse descobrindo um território novo. Ele lambeu meu peito, chupou meus mamilos, desceu pela barriga até o pau.

Me chupou com uma paciência de quem não tem pressa. Me levou à beira do gozo várias vezes, parando, esperando, recomeçando. Quando finalmente me penetrou, foi de frente, olhando nos meus olhos. Cada estocada era um mergulho profundo, e ele gemia junto comigo. Gozamos juntos, os corpos colados, o suor misturado. O jantar para dois acabou na cama — e ele ficou a noite toda.

315

A Entrega do Presente

Comprei um presente para mim mesmo e pedi entrega expressa. Quando o entregador chegou, eu estava vestido — mas com uma calça de couro justa e uma camisa aberta. Recebi a caixa, rasguei o papel na frente dele. Era um plug novo, de vibração.

"Belo presente", ele comentou, sem jeito. "Quer ver como funciona?" perguntei. Ele corou, mas não foi embora. Então tirei a calça na frente dele, me curvei sobre a mesa e coloquei o plug na frente dele. A vibração encheu o cu, e eu gemi.

Ele não resistiu. Caiu de joelhos atrás de mim e lambeu em volta do plug, a língua quente molhando o silicone. Depois puxou o plug devagar, me deixando vazio, e imediatamente colocou a língua no lugar, lambendo meu cu aberto.

Me virei e o puxei para cima. O beijo foi molhado, o gosto do meu cu na boca dele. Desabotoei a calça dele e soltei o pau — grosso, duro, perfeito. Montei nele ali mesmo, sentando devagar, sentindo cada centímetro entrar. Cavalguei com gosto, o plug vibratório esquecido no chão.

"Que presente", ele dizia, as mãos apertando minha cintura. "Melhor presente que já entreguei." Gozei montado nele, o sêmen jorrando na barriga dele. Ele gozou dentro de mim segundos depois. Ficamos abraçados no chão, a caixa do plug vazia ao lado. O presente tinha sido entregue — e usado.

316

O Duplo Entregador

Pedir comida de dois restaurantes diferentes foi intencional. O primeiro entregador chegou, e eu o fiz esperar no corredor. "Só um minutinho, estou esperando outro pedido também." Ele franziu a testa, mas esperou.

Quando o segundo entregador chegou, abri a porta completamente nu. "Podem entrar os dois." Eles se entreolharam, confusos, mas entraram. Fechei a porta e fiquei entre eles, nu, exposto, os dois uniformizados me olhando.

"Quem come primeiro?", perguntei. O mais ousado — o primeiro a chegar — largou a mochila e me puxou. "Eu." Ele me beijou com força, a mão apertando minha bunda. O segundo observava, o pau endurecendo dentro da calça.

O primeiro me curvou sobre o balcão e me penetrou sem aviso. Enquanto ele me comia, eu chupava o segundo, que havia se colocado na minha frente. Era um rodízio de prazer — o pau do primeiro no meu cu, o pau do segundo na minha boca, os gemidos preenchendo a cozinha.

O primeiro gozou dentro de mim e o segundo gozou na minha boca quase ao mesmo tempo. Engoli o gozo do segundo enquanto sentia o leite do primeiro escorrendo pela minha coxa. Eles se olharam, riram, e um disse: "Isso a gente não vê todo dia." Pegaram as marmitas e foram embora, deixando eu nu, gozado, satisfeito e já pensando no próximo pedido duplo.

317

O Entregador que Virou Parceiro

Ele apareceu na portaria e subiu com a entrega. Quando abri a porta, reconheci na hora — era o mesmo entregador da semana passada, aquele que tinha me comido com tanta força. O sorriso no rosto dele confirmou que também lembrava.

"Dessa vez não vim trabalhar", ele disse. "Tô de folga. Mas vi seu pedido no sistema e resolvi trazer eu mesmo." Ele entrou sem esperar convite, largou a marmita e me abraçou. O cheiro era o mesmo — homem, suor, moto.

Fomos para o quarto sem pressa. Dessa vez foi diferente — mais íntimo, menos animalesco. Ele me deitou na cama e me lambeu inteiro, cada centímetro do meu corpo recebendo atenção. A língua quente percorria minha pele, os lábios sugando pontos sensíveis.

Quando me penetrou, foi de frente, as pernas entrelaçadas. Cada estocada era acompanhada de um beijo, de um olhar cúmplice. Ele segurava minha mão enquanto me comia, o ritmo lento e profundo. "Você é meu entregador favorito", eu sussurrei.

"E você é meu cliente favorito", ele respondeu, acelerando. Gozamos juntos, os corpos colados, a boca colada. Depois ele ficou. Pedimos a marmita que ele tinha trazido e comemos na cama. Entregador e cliente viraram parceiros — e ele nunca mais precisou bater na porta para entrar.

318

A Entrega Proibida no Portão

Eu morava em uma casa com portão de grade. Dava para ver a rua, e a rua dava para ver dentro de casa. Quando o entregador chegou, eu estava nu na sala, esperando. Vi ele parar no portão, me ver através da grade, e ficar paralisado.

Abri o portão nu, sem nenhuma vergonha. A rua estava vazia, mas qualquer um poderia passar. Ele olhou para os lados, nervoso. "Você vai ser visto", ele disse. "É a graça", respondi.

Peguei a entrega e a coloquei no chão. Depois ajoelhei na calçada do portão, na frente dele, e abri a calça dele. O pau dele já estava duro. Olhei nos olhos dele e chupei, ali mesmo, no portão, à vista de quem passasse.

Ele gemia, tentando disfarçar, as pernas bambas. Eu chupava com vontade, a língua girando na glande, a mão apertando as bolas. Um carro passou, e o entregador quase gozou na hora. "Mais devagar", ele implorou. Acelerei.

Ele gozou na minha boca com um gemido abafado, o corpo inteiro tremendo. Enguli tudo, lambi a glande para limpar, e levantei. Ele guardou o pau, ainda trêmulo, e disse: "Você é louco. Maravilhosamente louco." Entrou na moto e foi embora. No dia seguinte, pedi comida do mesmo lugar.

319

O Entregador Domador

Ele era grande. Muito grande. Quando abri a porta, tive que olhar para cima para ver o rosto dele. Largou a mochila no chão e me examinou de cima a baixo. "É você que pede toda noite, né?", a voz era grave, autoritária.

"Sou", respondi, já intimidado. Ele entrou sem pedir, empurrando-me contra a parede. "Então você é o putinho que fica pelado esperando entrega." A mão enorme apertou meu pescoço, não sufocando, só segurando. "Gosta de se exibir, gosta de ser visto."

Eu gemi só com a mão no pescoço. Ele riu, um som profundo. "Vou te domar hoje." Me virou de costas e me curvou, uma mão no meu pescoço, a outra abrindo a calça. O pau dele era enorme — grosso, comprido, a glande do tamanho de um punho.

Ele cuspiu na mão, passou no pau e entrou. Eu gritei — o tamanho era quase demais. Mas ele não parou. Foi enfiando centímetro por centímetro, a mão no pescoço me mantendo imóvel. "Aguenta, putinho."

Quando estava completamente dentro, ele parou, me dando tempo de me acostumar. Depois começou a socar devagar, cada estocada me abrindo mais. Gozei sem tocar no pau, só com a pressão dele dentro de mim. Ele gozou logo depois, um gozo abundante que escorreu pela minha coxa. Soltou meu pescoço, se vestiu e foi embora. Fiquei no chão da cozinha, nu e aberto, sentindo o gozo dele escorrer. Totalmente domado.

320

O Amigo do Entregador

O entregador veio com um amigo. Estavam os dois na moto quando chegaram, e o amigo subiu junto "só pra ajudar". Quando abri a porta nu, os dois arregalaram os olhos. "Ajuda vai precisar", eu disse, rindo.

Eles entraram e me cercaram. O entregador era o que eu já conhecia — forte, seguro, pau médio mas certeiro. O amigo era mais novo, mais magro, mas com um olhar faminto. "Nunca fiz isso", o amigo confessou.

"Vai aprender hoje", o entregador disse. Ele me deitou na cama e ordenou ao amigo: "Chupa ele. Aprende como se faz." O amigo hesitou, depois baixou a cabeça e engoliu meu pau. Era desajeitado no começo, mas rápido aprendeu, guiado pelos comandos do amigo.

Enquanto o novato me chupava, o entregador me penetrava. Era uma dupla sensação — a boca inexperiente no pau, o pau experiente no cu. O entregador socava com força enquanto o amigo chupava com dedicação crescente. Eu gemia sem controle, entregue aos dois.

O novato gozou primeiro, se esfregando na minha perna. O entregador gozou dentro de mim segundos depois. Eu gozei na boca do novato, que engoliu surpreso. "Aprendiz rápido", o entregador elogiou. O novato sorriu, lambendo os lábios. "Quando é a próxima aula?"

321

A Entrega na Varanda

Minha varanda dava para a rua principal. O Mestre havia ordenado que eu recebesse o entregador nu na varanda, à vista de todos. Quando o interfone tocou, eu já estava nu, o plug grosso no cu, o pau duro.

Abri a porta da varanda e esperei. O entregador chegou ao portão, olhou para cima e me viu — nu, exposto, o plug aparecendo quando eu me virava. Ele congelou por um momento, depois subiu com a entrega.

Quando chegou à porta, eu estava de costas, curvado sobre o parapeito da varanda, o cu exposto com o plug. "A entrega", ele disse, a voz falhando. "Deixa aí. E tira o plug." Ele hesitou, mas obedeceu. Puxou o plug devagar, e eu gemi.

Quando o plug saiu, eu disse: "Agora coloca o seu no lugar." Ele não precisou de mais incentivo. Largou a mochila e a entrega, baixou a calça e me penetrou ali mesmo, na varanda, à vista de quem passasse na rua. Cada estocada era um risco — qualquer vizinho poderia olhar e nos ver.

Gozei no parapeito da varanda, o corpo tremendo de prazer e exposição. Ele gozou dentro de mim com um gemido que ecoou pela rua. Depois se vestiu rapidamente, pegou a mochila e foi embora. Fiquei na varanda, nu, gozado, o leite dele escorrendo pela minha perna, exibido para a rua inteira. O Mestre aprovou.

322

O Entregador que Reconheceu

Ele me reconheceu. Quando abri a porta, seu rosto se iluminou. "É você!" Eu franzi a testa, sem lembrar. "Semana passada, no motel. Você estava com um cara mais velho." Aí eu lembrei. Tinha ido a um motel com o Mestre, e o rapaz era o atendente que trouxe os lençóis.

"Que coincidência", eu disse. "Não é coincidência", ele respondeu. "Eu vi seu pedido no sistema e pedi pra entregar." Ele entrou sem esperar. "Você estava tão lindo naquela noite. Nu, de quatro, o Mestre mandando em você."

A mão dele encontrou meu rosto. "Queria ver você de novo. Ver você nu de novo." Tirei a roupa na frente dele, e ele suspirou, a mão percorrendo meu corpo. "Igualzinho. Perfeito."

Ele me fez deitar na cama e me chupou com uma devoção que beirava o religioso. A língua quente percorria cada centímetro do meu corpo, demorando nos mamilos, na barriga, no pau. Quando me penetrou, foi lento, cada centímetro uma celebração.

"Quis isso desde que te vi no motel", ele confessou, os olhos nos meus enquanto me comia. Gozei com ele me olhando, e ele gozou dentro de mim com um gemido de realização. Ficamos abraçados depois, e ele disse: "Posso voltar? Não como entregador. Como seu." Eu sorri. "Pode."

323

A Direto do Restaurante

Ela era dona de um restaurante e fazia as entregas pessoalmente quando o entregador faltava. Quando abri a porta nu, ela deu uma risada gostosa. "Me disseram que o cliente da casa 47 era exibido. Não acreditei."

"Acreditou agora?", perguntei, sem vergonha. Ela me examinou com olhos experientes, a sacola de comida pendurada no braço. "Acreditei. E gostei do que vi." Ela entrou, colocou a comida na mesa e se virou para mim.

"Quantos anos você tem?" perguntou. "Vinte e cinco." Ela riu de novo. "Eu tenho quarenta e dois. Vai querer uma senhora?" Abaixei a cueca que ainda estava no chão e mostrei o pau duro. "Quero."

Ela se ajoelhou na minha frente com uma naturalidade que me surpreendeu. Tomou meu pau na boca com a segurança de quem sabe o que faz. A língua quente e experiente percorria a glande, a mão apertava a base, o ritmo alternava entre lento e rápido.

Ela me levou ao limite e parou, me provocando. "Assim que eu gosto", ela disse, subindo. Abriu as pernas e me puxou para cima dela na cama. "Me come. Me come como se fosse a última vez." Penetrei a buceta quente e molhada e comecei a socar com vontade. Ela gemia alto, as unhas cravadas nas minhas costas. Gozamos juntos, ela gritando, eu urrando. A comida esfriou, mas a dona do restaurante voltou toda semana para fazer entregas pessoais.

325

O Último Entregador

Eu sabia que ele viria. O Mestre havia marcado tudo — pedido, horário, instruções. Quando a campainha tocou, eu estava nu, de joelhos, de frente para a porta, o plug muito-grosso no cu e uma venda nos olhos.

"Entra", disse, a voz trêmula. Ouvi a porta abrir, ouvi a mochila cair no chão, ouvi os passos se aproximando. Mãos fortes me levantaram do chão. "O Mestre mandou dizer que você é meu por uma hora", a voz era desconhecida, grave.

Eu gemi, submissão total. As mãos me guiaram até o quarto, me deitaram na cama. Senti o corpo estranho subir em cima de mim, o cheiro diferente, o calor novo. A boca encontrou a minha, e eu beijei sem ver, sem saber quem era.

A língua percorreu meu corpo vendado, cada toque uma surpresa. Quando ele me penetrou, não sabia o tamanho, a grossura, a direção. Só sentia — o preenchimento, o ritmo, a respiração ofegante perto do meu ouvido. O sexo às cegas era pura entrega.

Gozei sem ver, sem saber quem estava dentro de mim. Ele gozou e saiu sem dizer o nome. Quando tirei a venda, ele já tinha ido embora. A entrega estava na porta, o dinheiro no balcão. Nunca soube quem foi o último entregador. Mas senti cada segundo. O Mestre havia me dado de presente para um desconhecido — e eu adorei cada minuto de anonimato.

326

O Espelho da Vergonha

Exibicionismo

O Mestre me levou a uma loja de espelhos. "Escolha um", disse. "Você vai se ver como eu te vejo." Escolhi um espelho cheio, de corpo inteiro. Quando chegamos em casa, ele o colocou na frente da cama.

"Agora tire tudo", ordenou. Tirei a roupa, e ele me fez de frente para o espelho. "Olhe. Veja como você é lindo quando se entrega." Meu corpo estava nu, vulnerável, mas seus olhos me viam diferente.

"Ajoelhe-se", disse. Ajoelhei-me, e ele veio por trás, me fazendo olhar para o espelho. "Veja como seu cu aceita meu pau. Veja como você geme." Eu me vi sendo penetrado, meu rosto contorcendo em prazer, meu corpo se entregando.

"Agora toque-se", ordenou. Passei a mão no meu corpo, me vendo no espelho. "Veja como você se toca. Veja como você se quer." A vergonha virou excitação, a exposição virou poder. Gozei me olhando no espelho, e o Mestre gozou dentro de mim. O espelho se tornou meu testemunho, meu confidente, meu cúmplice.

327

O Jogo das Cores

Controle de Gozo

O Mestre trouxe cartões coloridos. "Cada cor é uma instrução", explicou. "Vermelho: pare. Amarelo: devagar. Verde: continue. Azul: mude de posição. Roxo: toque-se." Eu estava nu, deitado na cama.

Ele começou a me chupar, e os cartões voavam. Verde, verde, verde — eu gemia, o prazer subindo. Amarelo — ele desacelerou, me deixando na beira. Verde de novo — o ritmo aumentou, eu quase gozando. Vermelho — ele parou, eu chorando de frustração.

Azul — ele me virou, agora me chupando de quatro. Roxo — eu me toquei, os dedos nos mamilos, no pau. Verde — ele voltou com força, eu urrando. Amarelo — devagar, tortura. Vermelho — parada total.

"Por favor", eu implorava. Ele sorriu e mostrou o último cartão: verde. Ele me chupou até eu gozar, o prazer explodindo. "Bom jogo?", perguntou. "O melhor", eu respondi, exausto.

328

O Banho de Surpresa

Toma de Gozo

Eu estava no chuveiro, a água quente escorrendo pelo corpo. De repente, o Mestre entrou. "Continue", disse. Continuei me lavando, mas ele estava me olhando. "Vire-se", ordenou.

Virei-me, e ele começou a se masturbar. "Olhe para mim", disse. Eu o olhei, seu pau duro na mão, o ritmo acelerando. "Abra a boca", ordenou. Abri, e ele veio em direção a mim.

O primeiro jato atingiu meu rosto, quente e salgado. O segundo, minha boca. O terceiro, meu peito. Ele gozou em mim, a água do chuveiro misturando com o gozo. "Agora lave-se com isso", disse.

Passou as mãos no meu rosto, espalhando o gozo. "Você é meu canvas", disse. Lavei-me com o gozo dele, a água levando parte, mas o cheiro e o gosto permanecendo. "Agora você está marcado", disse. E eu estava — marcado por ele, dentro e fora.

329

O Cinema Secreto

Exibicionismo

O Mestre me levou a um cinema quase vazio. "Sente-se na última fileira", disse. Sentei-me, e ele ao meu lado. "Agora tire o pau para fora", ordenou.

Eu estava nervoso — alguém podia ver. Mas ele insistiu. Tirei o pau, e ele começou a me masturbar. O filme passava, mas eu só sentia a mão dele. "Olhe em volta", disse. Olhei — ninguém.

"Agora me chupe", ordenou. Ele tirou o pau, e eu me abaixei, me escondendo atrás do banco. Chupava-o, o filme continuando, o cinema escuro. Alguém passou, e eu congelei, o pau dele na minha boca.

"Continue", ele sussurrou. Continuei, e ele gozou na minha boca. Engoli, e ele me puxou para cima. "Agora é sua vez", disse. Ele me masturbou até eu gozar, o prazer explodindo no cinema escuro. Saímos antes que os créditos terminassem, o segredo entre nós.

330

A Festa Silenciosa

Humilhação

O Mestre me levou a uma festa. "Você vai ficar em silêncio", disse. "Não fale, não emita som. Só observe e obedeça." Eu estava nu, exceto por uma coleira.

As pessoas conversavam, bebiam, riam. Eu ficava em um canto, observando. "Vá servir", disse o Mestre. Fui até a mesa, pegando bebidas, servindo os convidados. Eles me olhavam, alguns rindo, outros ignorando.

"Ajoelhe-se", ordenou o Mestre. Ajoelhei-me, e ele me fez ficar de quatro. "Agora fique assim", disse. Fiquei, exposto, enquanto a festa continuava. Alguns me tocavam, outros me observavam. Eu não podia falar, não podia reagir.

"Você é um objeto", disse o Mestre. "Um objeto para ser usado." E eu era — um objeto silencioso, submisso, entregue. Quando a festa terminou, ele me levou para casa. "Bem feito", disse. E eu sorri, o silêncio valendo a pena.

331

A Pia da Cozinha

Dupla Ativo/Passivo Gold

A ordem do Mestre chegou enquanto lavávamos a louça do jantar. O ativo leu a mensagem no celular e sorriu. "Você. Na pia. Agora." O passivo largou a esponja e se apoiou na pia da cozinha, de costas para o ativo.

O ativo se aproximou por trás, as mãos firmes na cintura do passivo. "Arregaca", a ordem veio baixa, direta. O passivo obedeceu, abrindo a bunda com as duas mãos, expondo o cu para o ativo examinar à luz fria da lâmpada da cozinha.

O ativo lubrificou a mão e passou na entrada do cu, depois enfia dois dedos devagar. O passivo gemeu, o corpo se curvando sobre a pia. O metal frio da torneira roçava em seu peito nu enquanto os dedos do ativo o abriam por dentro.

"Agora fica parado", o ativo disse, mantendo os dedos dentro. O passivo permaneceu imóvel, apoiado na pia, sentindo cada movimento dos dedos que o preparavam. O Mestre tinha ordenado três minutos de preparo antes de qualquer outra coisa.

Quando o tempo acabou, o ativo tirou os dedos e posicionou o pau na entrada. "O Mestre autorizou comer." Penetrou devagar, fundo, enquanto o passivo agarrava a borda da pia da cozinha, gemendo a cada centímetro. Transaram ali, entre a louça limpa e o cheiro de sabão, até o ativo gozar dentro.

332

A Mesa Servida

Dupla Ativo/Passivo Gold

A mesa da cozinha estava limpa, os pratos já guardados. O Mestre mandou: "O passivo sobe na mesa. De costas. Pernas abertas." O passivo tirou a roupa e subiu, deitando-se de costas sobre a superfície de madeira, as pernas abertas e puxadas para trás.

O ativo ficou de pé entre as pernas do passivo, examinando o cu exposto. "Abre com as mãos", ordenou o Mestre pelo celular. O ativo abriu o cu do passivo com os polegares, expondo tudo, e ficou observando por dois minutos inteiros.

"Agora chupa o pau dele", veio a próxima ordem. O ativo se debruçou sobre a mesa e levou a boca ao pau do passivo, chupando a cabeça em círculos lentos com a língua. O passivo jogou a cabeça para trás, gemendo, as mãos agarrando as bordas da mesa.

O ativo alternava entre chupar o pau e abrir o cu com os dedos, seguindo as ordens do Mestre que chegavam pelo celular. Cada nova instrução era obedecida sem hesitar — dois dedos no cu, depois três, depois o plug médio.

No final, o Mestre liberou: "Come ele até gozar dentro." O ativo subiu na mesa, posicionou o passivo de costas com as pernas nos ombros, e comeu o cu devagar, olhando no rosto dele, até gozar fundo. A mesa da cozinha rangeu sob o peso dos dois.

333

A Cadeira do Mestre

Dupla Ativo/Passivo Gold

O ativo sentou na cadeira da sala, as pernas abertas, esperando. O Mestre tinha sido claro: "O passivo senta no colo do ativo, de costas, e rebola até o ativo mandar parar." O passivo se aproximou nu, olhando para o ativo sentado.

Sentou no colo do ativo de costas, as costas coladas no peito dele. O pau do ativo, já duro, ficava entre as bandas da bunda do passivo. "Rebola devagar", o ativo sussurrou no ouvido dele, as mãos segurando a cintura.

O passivo começou a rebolar, movendo os quadris em círculos lentos, sentindo o pau do ativo esfregar entre as bandas sem penetrar. O atrito era delicioso, torturante. O ativo gemia baixo, os dedos apertando a cintura do passivo a cada volta.

"Para", o ativo mandou após três minutos. O passivo parou, imóvel, sentindo o pau do ativo pulsando entre as bandas. O ativo chegou com uma mão e abriu o cu do passivo, posicionando a cabe do pau na entrada. "Agora desce."

O passivo obedeceu, descendo no pau do ativo, sentindo cada centímetro entrar. Começou a rebolar no colo, cavalgando o ativo na cadeira, os dois gemendo juntos. O ativo deu tapas na bunda do passivo enquanto ele cavalgava, até os dois gozarem — o ativo dentro do cu, o passivo no ar.

334

O Corredor dos Gemidos

Dupla Ativo/Passivo Gold

O corredor interno da casa era estreito, as paredes próximas dos dois lados. O Mestre ordenou: "O passivo fica de quatro no corredor. O ativo examina, abre, e come." O passivo se posicionou de quatro no chão do corredor, a bunda empinada.

O ativo se agachou atrás, as mãos abrindo a bunda do passivo. "Arregaca mais", ordenou. O passivo chegou com as próprias mãos e abriu o cu o máximo que conseguiu, expondo tudo para o ativo ver à luz fraca do corredor.

O ativo lubrificou o cu e enfia dois dedos, esticando em círculos. O passivo gemeu, o som ecoando pelas paredes do corredor. "Fica quieto", o ativo avisou, "ou o Mestre vai saber que você não obedece." O passivo mordeu o lábio, contendo os gemidos.

Depois do preparo, o ativo se posicionou de joelhos atrás do passivo e penetrou. O ritmo era controlado, cada estocada empurrando o passivo para frente no corredor estreito. As mãos do passivo se apoiavam na parede para não deslizar.

Transaram no corredor por longos minutos, o som dos corpos se chocando ecoando pelo ambiente. Quando o ativo gozou dentro, o passivo sentiu o gozo quente enchendo o cu, e permaneceu de quatro, imóvel, esperando a próxima ordem do Mestre.

335

A Máquina de Lavar

Dupla Ativo/Passivo Gold

A área de serviço era aberta, o vento entrando livremente. A máquina de lavar estava no ciclo de centrifugação, vibrando forte. O Mestre mandou: "O passivo se apoia na máquina. O ativo aproveita a vibração." O passivo se encostou na máquina, sentindo o zumbido no corpo inteiro.

O ativo chegou por trás, as mãos na bunda do passivo. "Arregaca", ordenou. O passivo abriu a bunda com as mãos, o cu exposto, enquanto a máquina vibrava sob ele. O ativo enfia o plug médio, e a vibração da máquina se transmitiu pelo plug diretamente para dentro do passivo.

"Meu Deus", o passivo gemeu, o corpo inteiro tremendo com a vibração do plug dentro do cu e a máquina batendo por fora. O ativo riu baixo, empurrando o plug mais fundo. "Fica assim por cinco minutos", ordenou.

O passivo permaneceu apoiado na máquina, o plug vibrando dentro dele, o pau duro batendo na carcaça metálica a cada centrifugação. O prazer era intenso, constante, implacável. O ativo assistia de braços cruzados, observando cada reação.

Quando os cinco minutos acabaram, o ativo tirou o plug e comeu o passivo ali mesmo, apoiado na máquina ainda vibrando. A dupla sensação — o pau do ativo dentro e a máquina tremendo por fora — fez o passivo gozar sem ninguém tocar no pau dele.

336

Sob o Varal

Dupla Ativo/Passivo Gold

O varal estava cheio de roupas secando, as peças balançando ao vento da tarde. O Mestre ordenou: "O passivo se apoia no varal, de pé. O ativo fica atrás." O passivo segurou o varal com as duas mãos, a bunda empinada para o ativo.

O ativo se aproximou, abaixou e começou a examinar o cu do passivo. Abriu com os polegares, lubrificou, e enfia um dedo. O passivo agarrou o varal com mais força, os nós dos dedos brancos, gemendo baixo para não chamar atenção dos vizinhos.

"Dois dedos", o ativo avisou, adicionando o segundo. O cu do passivo se abria aos poucos, o vento da área aberta arrepiando a pele nua dos dois. As roupas no varal balançavam acima deles, criando sombras que dançavam nos corpos.

O ativo se posicionou e penetrou o passivo de pé, o passivo segurando o varal para se equilibrar. O ritmo era firme, cada estocada fazendo o varal balançar junto. O passivo mordia o braço para abafar os gemidos.

"Vou gozar dentro", o ativo rosnou. "Gozou dentro", o passivo repetiu, a voz trêmula. O ativo gozou fundo, o corpo tenso atrás do passivo, e os dois ficaram parados sob o varal, ofegantes, o gozo escorrendo pela coxa do passivo enquanto as roupas secavam acima deles.

337

O Espelho do Ativo

Dupla Ativo/Passivo Gold

O Mestre mandou uma ordem diferente: "O passivo se exibe para o ativo. Devagar. Cada parte do corpo. O ativo assiste e escolhe o que fazer." O passivo ficou de pé no meio do quarto, nu, diante do ativo sentado na cama.

O passivo começou a girar devagar, mostrando o corpo de todos os ângulos. Parou de costas, abaixou e arregacou a bunda e o cu para o ativo. "Contrai e relaxa", o ativo ordenou. O passivo obedeceu, contraindo e relaxando o cu vinte vezes, o ativo observando cada movimento.

"Vira de costas. Abre as pernas." O passivo deitou de costas no chão, abriu as pernas e puxou para trás, expondo o cu completamente. O ativo se masturbava devagar enquanto assistia, o pau duro na mão, os olhos fixos no cu do passivo.

"Agora se toca. Devagar." O passivo começou a se tocar, passando as mãos pelo peito, pelos mamilos, descendo até o pau. Se masturbou devagar, olhando para o ativo, que continuava se masturbando também. Os dois se observando, se exibindo um para o outro.

"Para", o ativo mandou quando o passivo estava perto do gozo. "Vem aqui. De quatro." O passivo obedeceu, assumindo a posição de quatro diante do ativo. O ativo o examinou, abriu o cu, e o comeu devagar, os dois se olhando pelo espelho do quarto.

338

O Colo na Beira da Cama

Dupla Ativo/Passivo Gold

O ativo sentou na beira da cama, os pés no chão, esperando. O Mestre ordenou: "O passivo deita de bruços no colo do ativo. Bundinha para cima. O ativo examina, dá tapas e prepara." O passivo se deitou sobre as coxas do ativo, a bunda empinada.

O ativo começou com a mão abrindo o cu do passivo, examinando tudo. "Bonito", ele murmurou, passando o polegar na entrada. Depois deu o primeiro tapa — seco, firme, na banda direita. O passivo estremeceu. "Vinte em cada lado", o Mestre tinha ordenado.

Os tapas choviam, alternando esquerda e direita, a bunda do passivo ficando vermelha e quente. A cada tapa, o passivo gemia, o corpo se contraindo no colo do ativo. Quando os quarenta tapas terminaram, o ativo abriu o cu com os polegares e enfia dois dedos.

"Prepara bem", o Mestre mandou. O ativo trabalhou os dedos no cu do passivo por três minutos, esticando, abrindo, preparando. Depois trocou os dedos pelo plug médio, empurrando devagar. O passivo gemeu alto ao sentir o plug entrar.

"Agora vira e chupa o pau do ativo", veio a ordem final. O passivo desceu do colo, ajoelhou entre as pernas do ativo e chupou a cabeça do pau em círculos lentos, o plug ainda dentro do cu. O ativo gozou na boca do passivo, que engoliu tudo, obediente.

339

A Volta pela Casa

Dupla Ativo/Passivo Gold

O Mestre mandou uma sequência longa: "Comecem na cozinha, passem pelo corredor, terminem no varal. O ativo comanda cada parada." O ativo olhou para o passivo e sorriu. "Vamos.",

Na cozinha, o ativo curvou o passivo sobre a pia. Abriu o cu com as mãos, deu dez tapas na bunda e enfia dois dedos por um minuto. "Próximo", disse, puxando o passivo pela mão pelo corredor interno.

No corredor, o passivo ficou de quatro. O ativo ajoelhou atrás, trocou os dedos pelo plug médio e ficou girando por dois minutos. O passivo gemia, o plug dentro, o corredor ecoando cada som. "Levanta. Vamos.",

No varal, o ativo tirou o plug e posicionou o passivo de pé, segurando o varal. Penetrou de uma vez, fundo, e começou a comer com vontade. As roupas balançavam acima deles, o vento arrepiando a pele suada.

O ativo comeu o passivo sob o varal até não aguentar mais. "Vou gozar dentro", avisou. "Gozou dentro", o passivo confirmou, a voz rouca. O ativo gozou fundo, os dois corpos tremendo juntos sob o varal. A volta pela casa estava completa.

340

O Show na Mesa

Dupla Ativo/Passivo Gold

O Mestre queria um show. "O passivo sobe na mesa da cozinha e se exibe para o ativo. Depois o ativo faz o que quiser." O passivo subiu na mesa, nu, e ficou de pé, olhando para o ativo sentado na cadeira.

O passivo começou a se exibir devagar, girando o corpo, passando as mãos pelo peito, pela barriga. Parou de costas para o ativo, abaixou e arregacou a bunda e o cu. "Contrai", o ativo ordenou da cadeira. O passivo contraiu e relaxou o cu repetidamente.

"Deita de costas. Abre as pernas." O passivo deitou na mesa, abriu as pernas e puxou para trás, expondo o cu completamente. O ativo se levantou da cadeira, se aproximou da mesa e abriu o cu do passivo com os polegares, examinando de perto.

O ativo subiu na mesa também, deitou entre as pernas do passivo e começou a lamber a entrada do cu. O passivo gemeu alto, agarrando as bordas da mesa. Depois o ativo trocou a língua por dois dedos, esticando, preparando.

"O Mestre disse que eu faço o que quiser", o ativo sussurrou, posicionando o pau na entrada. "E eu quero comer você até gozar dentro." Penetrou fundo, e os dois transaram na mesa da cozinha até o ativo gozar dentro do cu do passivo, os corpos suados rangendo sobre a madeira.

341

A Bancada Fria

Dupla Ativo/Passivo Gold

A bancada da cozinha era de granito, fria sob a pele nua. O Mestre ordenou que o passivo se deitasse de bruços sobre ela, a bunda empinada para o ativo. O passivo subiu e se posicionou, sentindo o granito gelado contra o peito e a barriga.

O ativo se aproximou e começou a examinar. Abriu a bunda com as duas mãos, observando o cu exposto. "Contrai", ordenou. O passivo contraiu o esfíncter, relaxou, contraiu de novo. O ativo observava cada movimento, avaliando.

"Vinte tapas", o Mestre mandou pelo celular. O ativo começou, a mão aberta batendo firme na bunda do passivo, alternando esquerda e direita. O som ecoava na cozinha vazia, cada tapa fazendo o passivo estremecer sobre a bancada fria.

Depois dos tapas, o ativo abriu o cu com os polegares e enfia dois dedos. O passivo gemeu, as unhas arranhando o granito. O ativo trabalhou os dedos por três minutos, esticando, preparando, enquanto o passivo respirava ofegante sobre a bancada.

"Agora come", veio a ordem final. O ativo posicionou o pau e penetrou devagar, aproveitando o cu já preparado. Comeu o passivo sobre a bancada da cozinha, o granito rangendo sob o peso, até gozar fundo dentro dele.

342

O 69 na Mesa da Cozinha

Dupla Ativo/Passivo Gold

O Mestre quis 69, mas com um detalhe: na mesa da cozinha. O ativo deitou de costas primeiro, o pau duro apontando para cima. O passivo subiu na mesa e se posicionou por cima, de bruços, o pau do ativo na frente do rosto e o próprio pau sobre a boca do ativo.

"Comecem devagar", o Mestre ordenou. O passivo abaixou a cabeça e lambeu a cabeça do pau do ativo, em círculos lentos com a ponta da língua. Ao mesmo tempo, sentiu a boca do ativo envolvendo o próprio pau, chupando com calma.

Os dois se chupavam na mesa da cozinha, o ritmo controlado, cada um sentindo o prazer que dava e recebia. O passivo engolia mais fundo, o ativo fazia o mesmo. A mesa rangia baixo com o movimento dos corpos.

"Parem na beira", o Mestre mandou. Os dois pararam, os paus duros, pulsando, à beira do gozo. Ficaram imóveis por um minuto inteiro, o passivo por cima do ativo, os dois ofegantes, contendo o orgasmo.

"Agora podem gozar." O passivo voltou a chupar o ativo com vontade, e o ativo fez o mesmo. Gozaram quase juntos — o passivo na boca do ativo, o ativo na boca do passivo. Os dois engoliram tudo, deitados na mesa da cozinha, tremendo de prazer.

343

De Joelhos na Cadeira

Dupla Ativo/Passivo Gold

O ativo sentou na cadeira da sala, as pernas abertas, o pau já duro. O Mestre mandou: "O passivo ajoelha entre as pernas do ativo e chupa só a cabeça do pau. Sem aprofundar. Por cinco minutos." O passivo se ajoelhou no chão frio.

O passivo segurou a base do pau do ativo com uma mão e levou a boca à cabeça. Lambeu em círculos lentos, depois chupou só a cabeça, como ordenado. O ativo jogou a cabeça para trás no encosto da cadeira, gemendo baixo.

"Só a cabeça", o Mestre lembrou pelo celular quando o passivo tentou engolir mais fundo. O passivo obedeceu, mantendo a boca só na cabeça, a língua trabalhando em círculos, ponta e lado, variando o ritmo.

O ativo agarrava os braços da cadeira, os nós dos dedos brancos de tanto conter o impulso de empurrar a cabeça do passivo para baixo. "Para por 15 segundos", o Mestre mandou. O passivo tirou a boca, o pau do ativo pulsando no ar, brilhando de saliva.

Depois dos 15 segundos, o passivo voltou a chupar a cabeça. O ativo não aguentou — "Vou gozar", avisou. O Mestre autorizou, e o passivo chupou com mais vontade até o ativo gozar na boca dele. Engoliu tudo, limpando a cabeça do pau com a língua depois.

344

Encostado na Parede do Corredor

Dupla Ativo/Passivo Gold

O corredor era estreito e escuro, iluminado por uma lâmpada fraca no teto. O Mestre ordenou: "O passivo se encosta na parede do corredor, de costas para o ativo, e arregaca." O passivo apoiou as mãos na parede e empinou a bunda.

O ativo se aproximou por trás, ajoelhando. Abriu a bunda do passivo com as mãos e examinou o cu de perto, à luz fraca do corredor. "Lindo", murmurou, passando o polegar na entrada. O passivo estremeceu, as mãos espalmadas na parede.

O ativo lubrificou o cu e começou a lamber a entrada, a língua quente circulando devagar. O passivo jogou a cabeça para trás, gemendo alto no corredor estreito. O som ecoava pelas paredes, amplificado pelo espaço reduzido.

Depois de lamber, o ativo se levantou e enfia dois dedos, esticando. O passivo agarrou a parede com mais força. "Preparado", o ativo avisou, posicionando o pau. "O Mestre autorizou comer de pé."

Penetrou devagar, o passivo empurrado contra a parede do corredor a cada estocada. O ativo comeu com ritmo firme, uma mão na cintura do passivo, a outra no ombro. Gozou dentro sem aviso, o corpo tenso, o passivo sentindo o gozo quente enchendo o cu.

345

O Tanque da Área de Serviço

Dupla Ativo/Passivo Gold

O tanque de cimento da área de serviço era frio e áspero. O Mestre mandou: "O passivo se deita de bruços no tanque. O ativo faz o exame completo." O passivo se debruçou sobre o tanque, a bunda para cima, o ventre contra o cimento gelado.

O ativo ficou atrás, as mãos abrindo a bunda do passivo. Examinou o cu, abriu com os polegares, deu dez tapas em cada banda. A bunda do passivo ficou vermelha, quente, contrastando com o cimento frio do tanque.

"Plug fino", o Mestre ordenou. O ativo lubrificou o plug fino e empurrou devagar. O passivo gemeu ao sentir o plug entrar, o corpo se contraindo sobre o tanque. "Agora troca pelo médio", veio a ordem seguinte.

O ativo tirou o fino e colocou o médio, esticando mais. O passivo agarrava as bordas do tanque, os nós dos dedos brancos. "Gira", o ativo ordenou, girando o plug dentro do cu. O passivo tremia, o pau duro batendo no cimento.

"Tira e come", a ordem final chegou. O ativo tirou o plug e penetrou de uma vez, aproveitando o cu já aberto. Comeu o passivo sobre o tanque da área de serviço, o vento aberto arrepiando os corpos suados, até gozar fundo dentro.

346

Tapas no Varal

Dupla Ativo/Passivo Gold

O varal estava cheio de lençóis brancos que secavam ao vento, criando uma cortina semiprivada. O Mestre mandou: "O passivo fica de quatro debaixo do varal. O ativo dá trinta tapas e depois enfia dois dedos." O passivo se posicionou de quatro no chão de cimento.

O ativo começou os tapas, firmes, alternando as bandas. O som seco ecoava no quintal, misturado com o farfalhar dos lençóis ao vento. O passivo gemia a cada tapa, a bunda ficando quente e vermelha.

"Para e arregaca", o ativo ordenou no meio dos tapas. O passivo chegou com as mãos e abriu a bunda e o cu. O ativo deu mais dez tapas nas bandas abertas, o cu exposto tremendo a cada impacto.

Depois dos trinta tapas, o ativo abriu o cu com os polegares e enfia dois dedos. O passivo abaixou a cabeça contra o chão de cimento, gemendo enquanto os dedos do ativo esticavam e preparavam.

"O Mestre quer que você rebole nos dedos", o ativo disse. O passivo começou a rebolar devagar, os dedos do ativo dentro do cu, os lençóis balançando acima deles. O ativo adicionou um terceiro dedo, e o passivo rebolou nos três até o Mestre mandar parar.

347

O Strip do Passivo

Dupla Ativo/Passivo Gold

O Mestre mandou uma ordem inesperada: "O passivo faz um strip para o ativo. Devagar. Cada peça com calma. O ativo assiste e não pode se tocar." O passivo ficou de pé no meio da sala, o ativo sentado no sofá, as mãos sobre as coxas.

O passivo começou devagar, tirando a camiseta com movimentos lentos, revelando o peito, os mamilos. Jogou a camiseta no ativo, que sorriu mas não moveu as mãos das coxas. Depois foi a vez da calça, abaixando devagar, mostrando a bunda de costas.

Ficou só de cueca, o pau duro marcando o tecido. Girou devagar, passando as mãos pelo corpo, se exibindo para o ativo. "Tira a cueca", o ativo ordenou, a voz rouca. O passivo obedeceu, abaixando a cueca e ficando completamente nu.

"Agora se exibe de costas. Arregaca." O passivo virou de costas, abaixou e arregacou a bunda e o cu para o ativo. "Contrai e relaxa", o ativo mandou. O passivo obedeceu, o cu abrindo e fechando para o ativo ver.

"Chega aqui. De quatro." O passivo foi de quatro até o sofá, onde o ativo estava sentado. O ativo finalmente se tocou, abrindo a calça e tirando o pau duro. "Chupa." O passivo chupou a cabeça do pau do ativo, ainda de quatro no chão da sala.

348

O Edging do Ativo no Passivo

Dupla Ativo/Passivo Gold

O Mestre deu o controle do gozo do passivo ao ativo. "Você vai fazer edging nele. Dez vezes. Sem deixar gozar de jeito nenhum." O passivo se deitou de costas na cama, completamente entregue, os braços ao lado do corpo.

O ativo começou a masturbar o pau do passivo com movimentos lentos e firmes. Quando sentiu o corpo do passivo tensionar, a respiração acelerar, parou. Tirou a mão. O passivo gemeu de frustração, o pau pulsando no ar.

"Uma", o ativo contou. Recomeçou, mais devagar dessa vez. O passivo já estava sensível da primeira vez, e chegou à beira mais rápido. O ativo parou de novo. "Duas." O passivo suava, tremia, os olhos vidrados no teto.

Três, quatro, cinco — cada parada era mais cruel. O passivo implorava: "Por favor, deixa eu gozar." O ativo ignorava, obedecendo ao Mestre. Na oitava vez, o passivo chorava de tanto tesão contido. Na décima, o corpo inteiro tremia incontrolavelmente.

"O Mestre disse que na décima primeira pode gozar", o ativo mentiu, e recomeçou a masturbar com força. O passivo gozou em jatos longos, o corpo inteiro se arqueando na cama, o gozo atingindo o peito, o rosto. O ativo sorriu, satisfeito com o controle absoluto.

349

O Pau Entre as Bandas na Pia

Dupla Ativo/Passivo Gold

O passivo se apoiou na pia da cozinha, de costas para o ativo. O Mestre ordenou: "O ativo esfrega o pau entre as bandas da bunda do passivo, sem penetrar, por cinco minutos." O ativo se aproximou por trás, o pau já duro.

O ativo posicionou o pau entre as bandas da bunda do passivo e começou a esfregar, movendo os quadris para frente e para trás. O passivo sentia o pau quente deslizando entre as bandas, roçando na entrada do cu a cada movimento, sem entrar.

"Aperta as bandas", o ativo pediu. O passivo contraiu as nádegas, segurando o pau do ativo entre elas. O atrito aumentou, o ativo gemendo baixo, o ritmo ficando mais rápido. "Assim, bom menino", o ativo murmurou no ouvido dele.

O passivo rebole devagar enquanto o ativo esfregava, criando uma sensação dupla — o pau do ativo entre as bandas e o movimento dos quadris. O Mestre mandou pelo celular: "Agora o ativo enfia dois dedos no cu enquanto esfrega."

O ativo obedeceu, mantendo o pau entre as bandas com uma mão e enfia dois dedos no cu com a outra. O passivo gemeu alto, a dupla sensação o levando à loucura. O ativo continuou até os cinco minutos acabarem, depois penetrou de uma vez e comeu até gozar dentro.

350

Puxando o Pau na Mesa

Dupla Ativo/Passivo Gold

O Mestre mandou uma ordem criativa: "O passivo fica de quatro na mesa da cozinha. O ativo puxa o pau dele para trás, entre as pernas, e brinca." O passivo subiu na mesa e ficou de quatro, a bunda empinada para o ativo.

O ativo, de pé ao lado da mesa, alcançou por baixo e pegou o pau do passivo, puxando-o para trás, entre as coxas. O passivo estremeceu com a posição inédita, o pau esticado para trás em um ângulo diferente.

O ativo começou a masturbar devagar, sentindo o pau do passivo na mão, puxado para trás. Com a outra mão, deu tapas na bunda dele. "Contrai o cu", o ativo ordenou. O passivo obedeceu, o cu se contraindo enquanto o pau era masturbado para trás.

"Agora lambe", o Mestre mandou. O ativo abaixou a cabeça e lambeu a cabeça do pau do passivo, puxado para trás entre as pernas. A sensação era estranha e intensa — a língua do ativo na cabeça do pau naquela posição invertida.

O ativo alternou entre lamber, masturbar e dar tapas, controlando o prazer do passivo por longos minutos. Quando o Mestre finalmente liberou o gozo, o passivo gozou para trás, o sêmen espirrando nas coxas e no lençol da mesa, o corpo tremendo de prazer.

351

O Encosto da Cadeira

Dupla Ativo/Passivo Gold

A cadeira tinha um encosto alto de madeira. O Mestre ordenou: "O passivo se apoia de bruços no encosto da cadeira. O ativo examina, prepara e come." O passivo se debruçou sobre o encosto, a bunda empinada, os pés no chão.

O ativo se ajoelhou atrás e examinou o cu do passivo. Abriu com os polegares, observou, lubrificou. Enfia um dedo, depois dois, esticando devagar. O passivo agarrou o encosto da cadeira, a madeira firme sob as mãos.

"Tapas", o Mestre mandou. O ativo deu vinte tapas na bunda do passivo enquanto mantinha dois dedos no cu. A cada tapa, o passivo se contrainha em volta dos dedos, o cu apertando e relaxando instintivamente.

"Preparado", o ativo disse, tirando os dedos. Se posicionou atrás do passivo, o pau na entrada do cu. "O Mestre autorizou comer com força." Penetrou de uma vez, fundo, e o passivo gritou, agarrando o encosto da cadeira com força.

O ativo comeu com vontade, cada estocada empurrando o passivo contra o encosto da cadeira, a madeira rangendo. O passivo gemia sem controle, o corpo balançando com o ritmo. O ativo gozou dentro com um gemido longo, ficando dentro por minutos depois.

352

Plug e Tapas no Corredor

Dupla Ativo/Passivo Gold

O corredor interno estava silencioso, as portas dos quartos fechadas. O Mestre mandou: "O passivo de quatro no corredor. O ativo enfia o plug médio e dá tapas na bunda enquanto o plug fica dentro." O passivo se posicionou de quatro no chão.

O ativo lubrificou o plug médio e empurrou devagar no cu do passivo. O passivo gemeu ao sentir o plug entrando, o corredor ecoando o som. Quando o plug estava completamente dentro, o ativo deu o primeiro tapa.

Os tapas choviam na bunda do passivo, alternando os lados. A cada tapa, o plug se movia dentro do cu, criando uma dupla sensação — a dor quente do tapa e a pressão do plug. O passivo gemia alto, sem conseguir se controlar.

"Contrai o cu em volta do plug", o ativo ordenou. O passivo obedeceu, contraindo o esfíncter em volta do plug trinta vezes. O ativo observava, dando um tapa a cada cinco contrações. A bunda do passivo estava vermelha e quente.

"Tira o plug e come", a ordem final chegou. O ativo tirou o plug devagar e penetrou o passivo de uma vez, aproveitando o cu já aberto. Comeu com força no corredor, os gemidos ecoando pelas paredes, até gozar fundo dentro do cu do passivo.

353

A Centrifugação Final

Dupla Ativo/Passivo Gold

A máquina de lavar estava na centrifugação final, vibrando com força máxima. O Mestre mandou: "O passivo se apoia na máquina com o plug dentro, sentindo a vibração. Depois o ativo tira o plug e come aproveitando a vibração."

O ativo enfia o plug médio no cu do passivo e o posicionou apoiado na máquina. A vibração da centrifugação se transmitiu pelo plug diretamente para dentro do passivo, que começou a tremer, o pau duro batendo na carcaça metálica.

"Fica assim por cinco minutos", o Mestre ordenou. O passivo permaneceu apoiado na máquina, o plug vibrando dentro, o corpo inteiro sacudindo. O ativo assistia de braços cruzados, observando o passivo se contorcer de prazer.

Quando os cinco minutos acabaram, o ativo tirou o plug e penetrou o passivo de pé, ainda apoiado na máquina vibrando. A dupla sensação era alucinante — o pau do ativo entrando e saindo, a máquina tremendo por baixo.

O ativo comeu com força, o ritmo combinando com as batidas da centrifugação. O passivo gozou primeiro, sem ninguém tocar no pau, apenas com a vibração da máquina e o pau do ativo dentro. O ativo gozou dentro logo depois, os dois corpos tremendo juntos sobre a máquina.

354

Exibição no Varal

Dupla Ativo/Passivo Gold

O Mestre mandou uma ordem de exibição: "O passivo se exibe nu para o ativo debaixo do varal, arregaca a bunda e o cu, e contrai e relaxa vinte vezes. O ativo assiste de longe." O passivo ficou de pé sob o varal, nu, o vento na pele.

O passivo começou a se exibir, girando devagar para o ativo que estava sentado em uma cadeira a alguns metros de distância. Parou de costas, abaixou e arregacou a bunda com as duas mãos, o cu totalmente exposto ao ar livre.

"Contrai", o ativo gritou da cadeira. O passivo contraiu o cu, relaxou, contraiu de novo. Repetiu vinte vezes, o cu abrindo e fechando, o ativo observando cada movimento de longe, se masturbando devagar na cadeira.

"Agora se toca. Devagar." O passivo começou a se tocar com uma mão enquanto mantinha a bunda arregacada com a outra. O vento balançava as roupas no varal acima dele, criando sombras que dançavam no corpo nu.

"Para. Vem para cá de quatro." O passivo foi de quatro até o ativo, atravessando o quintal nu. Chegando aos pés do ativo, abriu a boca. O ativo gozou na boca do passivo, que engoliu tudo, lambendo os lábios depois. "Bom menino", o ativo disse, passando a mão no cabelo dele.

355

Goza Para Mim

Dupla Ativo/Passivo Gold

O Mestre mandou: "O passivo se exibe e se masturba para o ativo até gozar. O ativo assiste e comanda o ritmo." O passivo ficou de pé no meio do quarto, nu, o ativo sentado na cama de frente para ele.

O passivo começou a se tocar devagar, passando as mãos pelo corpo — peito, mamilos, barriga — antes de chegar ao pau. O ativo observava, os olhos fixos em cada movimento. "Mais devagar", o ativo ordenou. O passivo diminuiu o ritmo.

"Para." O passivo tirou a mão do pau, que pulsou no ar, duro. "Agora se exibe de costas. Arregaca." O passivo virou de costas, abaixou e arregacou a bunda e o cu. "Contrai." O passivo contraiu e relaxou o cu dez vezes enquanto o ativo assistia.

"Continua a se masturbar. Mas não goza até eu mandar." O passivo voltou a se masturbar, o ritmo controlado pelo ativo. "Rápido. Para. Rápido de novo. Devagar." Cada comando era obedecido, o prazer subindo e descendo como uma montanha-russa.

"Goza para mim. Agora." O passivo acelerou com força e gozou, o sêmen espirrando no chão do quarto. O ativo sorriu satisfeito. "Agora lambe o que caiu no chão." O passivo se ajoelhou e lambeu o próprio gozo do piso frio, obedecendo até a última gota.

356

O 69 de Lado na Cama

Dupla Ativo/Passivo Gold

O Mestre ordenou 69 de lado na cama. "Os dois deitam de lado, cada um com o pau do outro na boca. Ritmo controlado pelo ativo. Quem gozar primeiro perde." O ativo e o passivo se posicionaram na cama, deitados de lado, cabeça aos pés um do outro.

Começaram devagar, se lambendo primeiro. O ativo lambeu o pau do passivo de baixo para cima, sem enfiar na boca. O passivo fez o mesmo, a língua percorrendo o pau do ativo. Os dois se lambendo em silêncio, o prazer construindo devagar.

"Agora chupem", o Mestre mandou pelo celular. Os dois levaram o pau do outro à boca e começaram a chupar. O ativo controlava o ritmo — quando acelerava no passivo, o passivo acelerava nele. Era um espelho de prazer.

O passivo chegou perto do gozo primeiro. O ativo sentiu o pau dele endurecer mais na boca e parou. O passivo gemeu de frustração, mas parou de chupar também, respeitando a regra. Ficaram imóveis, os paus duros nas bocas, contendo o gozo.

Recomeçaram três vezes, cada vez mais perto do limite. Na quarta, o Mestre liberou: "Gozem juntos." Os dois aceleraram, chupando com vontade, e gozaram quase simultaneamente — o passivo na boca do ativo, o ativo na boca do passivo. Engoliram tudo, ofegantes, deitados de lado na cama.

357

De Quatro no Chão da Cozinha

Dupla Ativo/Passivo Gold

O chão da cozinha era de cerâmica fria. O Mestre mandou: "O passivo fica de quatro no chão da cozinha. O ativo fica de pé, examinando, depois ajoelha e come." O passivo se posicionou de quatro no piso frio, a bunda empinada.

O ativo ficou de pé atrás dele, olhando de cima. "Arregaca", ordenou. O passivo abriu a bunda com as mãos, o cu exposto. O ativo observou por um minuto inteiro, de pé, sem tocar. O passivo tremia, o piso frio nos joelhos e mãos.

"Agora tapas", o Mestre mandou. O ativo se ajoelhou atrás do passivo e deu trinta tapas na bunda, firmes, alternando os lados. O som ecoava na cozinha, cada tapa fazendo o passivo estremecer sobre a cerâmica fria.

Depois dos tapas, o ativo abriu o cu com os polegares e enfia três dedos de uma vez. O passivo gritou, agarrou o chão. O ativo trabalhou os três dedos por dois minutos, esticando bem, preparando o cu para o que vinha.

"Come", a ordem final chegou. O ativo posicionou o pau e penetrou fundo, de joelhos no chão da cozinha, o passivo de quatro à frente. Comeu com força, o ritmo das estocadas fazendo os joelhos do passivo deslizarem no piso. Gozou dentro com um gemido gutural.

358

Edging com Dedos na Mesa

Dupla Ativo/Passivo Gold

O passivo deitou de costas na mesa da cozinha, as pernas abertas. O Mestre ordenou: "O ativo enfia dois dedos no cu do passivo e faz edging no pau dele. Cinco vezes sem deixar gozar." O ativo se posicionou entre as pernas do passivo.

Enfia dois dedos no cu com uma mão e começou a masturbar o pau do passivo com a outra. A dupla estimulação era intensa — os dedos massageando a próstata por dentro, a mão trabalhando o pau por fora. O passivo gemeu alto.

Quando o passivo estava prestes a gozar, o ativo parou a mão no pau mas manteve os dedos no cu. "Uma", contou. O passivo ofegou, o corpo tenso sobre a mesa. Recomeçou, os dedos se movendo dentro, a mão voltando ao pau.

Duas, três, quatro — cada vez o passivo chegava mais rápido à beira, o corpo hipersensível. O ativo controlava tudo, sentindo exatamente quando parar. Na quinta vez, o passivo implorava: "Por favor, não aguento mais."

"O Mestre disse que pode gozar na sexta", o ativo avisou. Recomeçou com força, os dedos no cu, a mão voando no pau. O passivo gozou em jatos longos, o sêmen atingindo o peito, o rosto, a boca aberta. O ativo manteve os dedos dentro durante todo o orgasmo, prolongando cada contração.

359

A Sequência da Casa

Dupla Ativo/Passivo Gold

O Mestre mandou a sequência mais completa: "Comecem na cadeira, passem pela mesa da cozinha, terminem na cama. O ativo comanda cada parada. No fim, goza dentro." O ativo olhou para o passivo. "Vamos percorrer a casa inteira.",

Na cadeira, o ativo sentou e o passivo sentou no colo de costas. O ativo deu tapas na bunda do passivo enquanto ele rebolava, depois enfia dois dedos no cu por dois minutos. "Levanta. Próximo.", o ativo mandou.

Na mesa da cozinha, o passivo deitou de costas. O ativo chupou o pau dele por dois minutos, fazendo edging uma vez sem deixar gozar. Depois abriu as pernas do passivo e enfia o plug médio, girando por um minuto. "Vamos para a cama.",

Na cama, o ativo tirou o plug e posicionou o passivo de quatro. "Agora eu como você até gozar dentro." Penetrou devagar, fundo, e começou a comer com ritmo controlado. O passivo, já preparado por toda a sequência, estava dilatado e sensível.

O ativo comeu na cama por longos minutos, aproveitando o cu preparado pela cadeira e pela mesa. Quando não aguentou mais, gozou fundo dentro, o corpo tenso atrás do passivo. Os dois desabaram na cama, ofegantes, a sequência da casa finalmente completa.

360

O Espelho e o Gozo

Dupla Ativo/Passivo Gold

O quarto tinha um espelho grande na parede. O Mestre mandou: "O passivo se exibe de costas para o ativo diante do espelho, arregaca o cu. O ativo observa pelo espelho. Depois come olhando pelo reflexo." O passivo ficou de pé diante do espelho.

O passivo se exibia devagar, girando o corpo, passando as mãos pela pele. Parou de costas para o espelho, abaixou e arregacou a bunda e o cu. O ativo, sentado na cama atrás dele, observava tudo pelo reflexo — o cu aberto, as mãos abrindo as bandas.

"Contrai e relaxa", o ativo ordenou, assistindo pelo espelho. O passivo obedeceu, o cu contraindo e relaxando, tudo refletido no vidro. "Agora se toca. Olha para mim pelo espelho enquanto se toca." O passivo começou a se masturbar, os olhos no reflexo do ativo.

"Para. Vem para cá. De costas para o espelho, de quatro." O passivo foi de quatro, de frente para o espelho, e o ativo se posicionou atrás. "Olha no espelho enquanto eu te como." O ativo penetrou devagar, e o passivo viu tudo no reflexo.

O ativo comeu olhando pelo espelho, vendo a própria estocada refletida, o rosto de prazer do passivo, os corpos se movendo juntos. "Vou gozar dentro", o ativo rosnou. "Gozou dentro", o passivo confirmou, olhando no espelho o momento exato em que o ativo gozou dentro do cu dele.

361

O Gelo e o Fogo

Brincadeiras Sensoriais

A ordem do Mestre chegou com uma instrução dupla: gelo e cera, contrastes. Eu estava deitado de costas na cama, pelado, a venda cobrindo os olhos. Ele disse que ia me levar ao limite das sensações.

Comecei com o gelo. Passei o cubo pelo pescoço, sentindo o arrepio descendo pelo corpo. A água gelada escorreu pelo peito, pela barriga, chegando perto do pau. Cada centímetro de pele se arrepiava com o frio intenso.

Depois veio a cera. Ele pingou a vela quente na minha barriga, e o calor explodiu no ponto exato onde o gelo tinha passado. O contraste era alucinante — frio e quente no mesmo lugar, a pele confusa, o corpo inteiro sensível e receptivo.

Ele alternou seis vezes, gelo e fogo, sem eu saber o que vinha a seguir por causa da venda. O suspense de não enxergar tornava cada estímulo uma surpresa explosiva. Quando a cera quente tocava, eu gemia. Quando o gelo voltava, eu arfava.

Quando finalmente ele me permitiu me tocar, cada sensação estava tão amplificada que gozei em minutos, o corpo inteiro tremendo de prazer acumulado. Ele tirou a venda e sorriu. "Isso é só o começo das brincadeiras sensoriais."

362

A Vendagem

Brincadeiras Sensoriais

O Mestre ordenou: venda nos olhos e imobilidade. Cinco minutos de puro silêncio e atenção ao corpo. Deitado de costas, pelado, vendado, eu não podia ver nada — só sentir.

Os primeiros minutos foram angustiantes. Sem a visão, cada som do quarto parecia amplificado. O vento na janela, o tique-taque do relógio, a minha própria respiração. Mas aos poucos, comecei a sentir o corpo de um jeito que nunca tinha sentido antes.

Cada respiração fazia o lençol roçar na minha pele de um jeito diferente. O ar da janela tocava o pau de um modo que eu nunca tinha notado. Eu sentia cada pelo do corpo, cada área de pele exposta ao vento frio da noite.

Então ele começou. Uma pena suave percorreu meu corpo, do pescoço aos pés, devagar. Sem a visão, cada toque da pena era uma descarga elétrica. Quando ela chegou no pau, eu já estava arrepiado inteiro, o corpo pedindo mais.

Quando o Mestre finalmente mandou eu me tocar, foi como se fosse a primeira vez. Sem a visão para distrair, cada toque das mãos no corpo era intenso, elétrico. Me masturbei devagar, sentindo cada movimento como uma descoberta, e quando gozei foi profundo, silencioso, total.

363

A Pena e o Gelo

Brincadeiras Sensoriais

O Mestre combinou dois estímulos opostos: a suavidade da pena e o choque do gelo. Eu estava deitado de costas, pelado, vendado, sem saber o que viria a seguir. Ele disse que ia me levar à fronteira entre o prazer suave e o choque.

A pena veio primeiro. Suave, arrepiante, percorrendo o corpo todo. Passou pelo peito, pela barriga, pelas coxas internas. Quando chegou no pau, eu já estava arrepiado inteiro. A suavidade era quase insuportável, uma cócega deliciosa que me fazia querer mais e mais.

Depois, sem aviso, o gelo. Um cubo gelado tocou a minha barriga e eu pulei na cama. O contraste com a suavidade da pena era brutal. O Mestre mandou eu ficar imóvel e continuar. O gelo desceu pelo corpo, chegando no pau, e o choque de frio me fez gemer alto.

Ele alternou entre pena e gelo por longos minutos, o meu corpo confuso entre o suave e o gelado, o prazer e o choque. A cada troca, eu não sabia se viria a cócega suave da pena ou o frio cortante do gelo. O suspense era uma tortura deliciosa.

Quando o Mestre finalmente permitiu o gozo, foi como se todo o estímulo acumulado explodisse de uma vez. Ele misturou gelo e masturbação, e o orgasmo foi tão intenso que eu gritei, o corpo se arqueando na cama, completamente entregue às brincadeiras sensoriais do Mestre.

364

A Boca Obediente

Mulher Ativa

A ordem do Mestre chegou clara: "Ela senta. Ele ajoelha. E chupa até ela mandar parar." Eu me ajoelhei entre as pernas dela, que estavam abertas na beira da cama. Ela me olhou de cima, os olhos escuros carregados de desejo e poder.

"Devagar", ela ordenou, a mão na minha nuca. Comecei lambendo a buceta de baixo para cima, sentindo o gosto, o calor, a umidade que já escorria. Ela contraiu as coxas na minha cabeça, controlando cada movimento.

Acelerei quando ela pediu, chupando o clitoris com vontade, a língua trabalhando em círculos. Ela jogou a cabeça para trás, gemendo, a mão apertando minha nuca. "Não para", ela rosnou, e eu obedeci, sem pensar em mais nada.

Ela gozou na minha boca, o corpo inteiro se arrepiando, as coxas tremendo. Continuei lambendo até ela me empurrar, ofegante. "Bom menino", ela disse, limpando o rosto dela com os dedos e me oferecendo para limpar. Eu lambi cada dedo, obediente.

365

A Língua Servil

Mulher Ativa

O Mestre surpreendeu: "Ela fica de quatro. Ele lambe o cu dela por cinco minutos sem parar." Ela se posicionou na cama, a bunda empinada, e olhou para mim por cima do ombro. "Vem", foi tudo que disse.

Ajoelhei atrás dela, abri as bandas com as mãos e comecei. Minha língua percorreu a entrada em círculos lentos, sentindo cada contração dela. Ela gemeu baixo, empinando mais a bunda, oferecendo tudo.

"Enfia a língua", ela ordenou, e obedeci. A penetração com a língua a fez arquear, os dedos agarrando o lençol. Eu alternava entre lamber em círculos e penetrar, devagar, obedecendo cada respiração dela.

Os cinco minutos pareceram uma eternidade de entrega. Quando o Mestre liberou, ela se virou e me puxou para cima dela, me beijando fundo, provando a própria pele na minha boca. "Agora é a minha vez de brincar com você", ela sussurrou.

366

Os Dedos Dela

Mulher Ativa

A ordem do Mestre era para mim: ficar de quatro e deixar ela fazer o que quisesse com o meu cu. Eu me posicionei na cama, a bunda empinada, o coração acelerado. Ela se ajoelhou atrás de mim, as mãos firmes nas minhas bandas.

"Arregaca", ela mandou. Obedeci, abrindo o cu com as duas mãos. Senti os olhos dela me examinando, o dedo dela percorrendo a entrada em círculos. "Lindo", ela murmurou, e enfiou um dedo devagar.

O dedo entrou e começou a se movimentar, procurando, encontrando a próstata. Eu gemi, o corpo se contraindo em volta do dedo dela. "Dois", ela avisou, e adicionou o segundo, esticando em círculos.

Por longos minutos ela me abriu com os dedos, controlando cada sensação. Quando finalmente tirou, eu estava tremendo, o cu aberto, pedindo mais. Ela sorriu e pegou o plug. "Agora vamos brincar de verdade", disse.

367

O Plug da Mulher

Mulher Ativa

O Mestre ordenou: "Ela escolhe o plug. Ela enfia. Ele aguenta." Ela foi até a gaveta e voltou com o plug grosso, o maior que tínhamos. "Esse", disse, lubrificando com calma, me olhando nos olhos.

Eu estava de quatro na cama, a bunda empinada. Ela posicionou a ponta do plug na entrada do meu cu e empurrou devagar. Cada centímetro era uma invasão que me fazia gemer, o cu se abrindo para aquele plug enorme.

"Aguenta tudo", ela mandou, segurando o plug pela base, girando devagar. O plug grosso me preenchia por dentro, pressionando a próstata. Ela começou a dar tapas na bunda enquanto girava o plug, e eu perdi o controle dos gemidos.

Ela manteve o plug dentro por longos minutos, brincando, observando cada reação minha. Quando finalmente tirou, o alívio e o vazio se misturaram. "Não gozou? Bom", ela disse. "A próxima ordem do Mestre vai ser pior."

368

O Show Particular

Mulher Ativa

A ordem do Mestre foi clara: "Ele se exibe pelado para ela por cinco minutos. Faz tudo que ela mandar." Fiquei de pé no meio do quarto, nu, enquanto ela se sentou na poltrona, as pernas cruzadas, me observando.

"Gira devagar", ela ordenou. Obedeci, girando, sentindo o ar no corpo nu. "Para. Arregaca." Virei de costas, me abaixei e abri a bunda com as mãos, expondo o cu para ela. Ouvi ela se mexer na poltrona.

"Contrai e relaxa. Vinte vezes." Obedeci, o cu piscando para ela, sentindo o peso do olhar dela. "Agora se masturba. Devagar." Comecei, a mão no pau, enquanto ela assistia, controlando cada movimento com a voz.

"Para. Não goza." Parei, o pau duro, pulsando, na beira. Ela se levantou e se aproximou, segurando meu queixo. "Você goza quando eu mandar. Entendeu?" Balancei a cabeça, completamente entregue ao controle dela.

369

A Mão Pesada Dela

Mulher Ativa

O Mestre combinou punição e prazer: "Ela dá quarenta tapas na bunda dele. Depois ele agradece chupando a buceta." Fiquei de quatro na cama, a bunda empinada, esperando. Ela passou a mão na bunda, avaliando.

O primeiro tapa veio forte, fazendo ecoar no quarto. Eu gemi, a pele ardendo. Ela alternou os lados, rítmica, sem pressa. A cada tapa, a bunda ficava mais quente, mais vermelha, e eu gemia mais alto.

"Conta", ela mandou. "Trinta e cinco, trinta e seis..." Os últimos tapas foram os mais fortes, e quando chegou aos quarenta, eu estava tremendo, a bunda em fogo. Ela acariciou a pele quente, sorrindo.

"Agora agradece." Virei e me ajoelhei entre as pernas dela. Chupei a buceta com devoção, a língua obedecendo cada comando, até ela gozar na minha boca, segurando minha cabeça com força. "Bom menino", repetiu, ofegante.

370

Montada na Cara

Mulher Ativa

A ordem do Mestre foi direta: "Ela senta na cara dele. Ele lambe até ela gozar. Ela controla tudo." Deitei de costas na cama e ela subiu, posicionando a buceta na minha boca, as coxas dos dois lados da minha cabeça.

"Abre a boca." Obedeci. Ela desceu, a buceta molhada pressionando nos meus lábios. Comecei a lamber, a língua trabalhando o clitoris, mas foi ela quem ditou o ritmo — subindo, descendo, esfregando na minha cara.

Eu não conseguia ver nada, só sentir o peso dela, o gosto dela, o calor. Ela se movia com vontade, usando minha boca para o próprio prazer. "Lingua pra fora", ordenou, e obedi, deixando ela esfregar o clitoris na minha língua.

Ela gozou com um gemido longo, o corpo se arrepiando sobre mim, o gozo escorrendo no meu rosto. Continuou sentada por um minuto, ofegante, antes de se levantar. "Não limpou", ela disse, olhando meu rosto molhado. "Lambe os lábios."

371

O Gozo Negado

Mulher Ativa

O Mestre me deu o controle total do gozo dele. A ordem: edging dez vezes, sem deixar gozar de jeito nenhum. Ele se deitou na cama, completamente entregue. Comecei a masturbar o pau dele com movimentos lentos.

Quando senti o corpo dele tensionar, o respirar acelerar, eu soltei e parei. Uma vez. Duas. Três. A cada parada, ele gemia mais alto, o corpo todo se contraindo de frustração e desejo. Eu observava cada reação.

Na décima vez, ele estava suando, tremendo, os olhos vidrados. "Por favor", ele implorou. Eu segurei o pau dele na mão, sem me mover, e sorri. "O Mestre não autorizou. E eu gosto de te ver assim."

Deixei ele ali, na beira, o pau duro pulsando no vazio. A dominação sobre o prazer dele era absoluta, e eu saboreava cada segundo. Quando o Mestre finalmente liberou, dias depois, o gozo dele foi avassalador.

372

O 69 Dela

Mulher Ativa

O Mestre queria 69 com ela por cima. "Ela controla tudo. Ele obedece com a boca." Ela subiu em cima de mim, a buceta na minha cara, e posicionou a boca no meu pau. O ritmo era todo dela.

Comecei lambendo a buceta, sentindo ela chupar meu pau ao mesmo tempo. O prazer era mútuo, mas desigual — ela ditava o passo, acelerando e parando quando queria. Eu só obedecia com a língua.

Ela parou de me chupar e sentou na minha cara, esfregando a buceta na minha boca. "Lambe mais forte", ordenou, enquanto me masturbava com a mão livre. Eu lambia, ela controlava, o prazer subindo para os dois.

Quando ela gozou, eu continuei lambendo, obediente. Depois ela desceu até meu pau e chupou até eu gozar na boca dela. Ela engoliu tudo, subiu e me beijou, dividindo o gosto. "Agora dorme", ela disse. "Amanhã tem mais."

373

Boca e Cu

Mulher Ativa

O Mestre combinou duas ordens: "Ele chupa a buceta dela enquanto ela enfia dois dedos no cu dele." Ajoelhei entre as pernas dela e comecei a lamber, mas logo senti os dedos dela lubrificando minha entrada.

O primeiro dedo entrou enquanto eu chupava o clitoris. O segundo veio em seguida, esticando em círculos. A sensação era intensa — minha boca trabalhando a buceta dela, os dedos dela abrindo meu cu por dentro.

Ela encontrou a próstata e pressionou, e eu gemi contra a buceta dela, a vibração do gemido fazendo ela arquear. "Continua chupando", ela mandou, os dedos movimentando dentro de mim sem parar.

Por longos minutos fomos os dois: minha boca nela, os dedos dela em mim. Quando ela gozou na minha boca, apertou os dedos dentro de mim, e eu quase gozei sem tocar no pau. "Quase", ela riu. "Mas não hoje."

374

Língua e Plug

Mulher Ativa

O Mestre ordenou uma combinação perfeita: "Ele lambe o cu dela por três minutos com o plug médio no cu dele." Ela ficou de quatro na cama, a bunda empinada. Eu me ajoelhei atrás, o plug já dentro de mim.

Cada movimento da minha língua no cu dela fazia o plug balançar dentro de mim, pressionando a próstata. O prazer vinha dos dois lados — o gosto dela na minha boca, o plug me preenchendo por dentro.

Ela contraiu as coxas na minha cabeça, gemendo. "Mais fundo", ordenou. Obedeci, enfiando a língua, e o movimento fez o plug girar dentro de mim. Eu gemia contra o cu dela, a vibração a fazendo arquear.

Quando os três minutos acabaram, ela se virou e me puxou para cima dela, me beijando. O plug ainda dentro de mim, o pau duro roçando nela. "Agora me come", ela sussurrou. "Com o plug ainda dentro."

375

A Pia da Cozinha Dela

Mulher Ativa

A ordem do Mestre chegou enquanto lavávamos a louça. Ela leu a mensagem e sorriu. "Você. Na pia. Arregaca." Larguei a esponja e me apoiei na pia da cozinha, de costas para ela, a bunda exposta.

Ela se aproximou por trás, as mãos firmes na minha cintura. Senti os dedos dela lubrificando minha entrada, depois dois dedos entrando devagar, esticando em círculos. Eu gemi, o corpo se curvando sobre a pia.

"Fica parado", ela disse, mantendo os dedos dentro. O metal frio da torneira roçava no meu peito nu enquanto os dedos dela me abriam por dentro. O Mestre tinha ordenado três minutos de preparo.

Quando o tempo acabou, ela tirou os dedos e enfiou o plug médio de uma vez. Eu agarrei a borda da pia, gemendo. "Fica com o plug enquanto termina a louça", ela ordenou, saindo da cozinha. Obedeci, o plug dentro a cada movimento.

376

Servido na Mesa

Mulher Ativa

O Mestre ordenou: "Ele deita de costas na mesa da cozinha. Ela faz o que quiser com ele." Subi na mesa e me deitei, levantando as pernas. Ela ficou de pé entre elas, me examinando, os olhos percorrendo cada centímetro.

Ela abriu o meu cu com os polegares e examinou por longos minutos, observando tudo à luz da cozinha. Depois lubrificou os dedos e enfiou dois devagar, esticando em círculos. Eu gemia, as pernas tremendo.

"Agora o plug grosso." Ela pegou o maior que tínhamos e empurrou devagar, centímetro por centímetro. A mesa fria nas costas, o plug enorme entrando, os olhos dela no meu rosto, observando cada reação.

Com o plug dentro, ela subiu na mesa e sentou na minha cara. "Lambe enquanto o plug te abre." Obedeci, a língua na buceta dela, o plug me preenchendo. Ela gozou na minha boca e desceu, sorrindo. "Sobremesa servida."

377

Castigo e Preparo

Mulher Ativa

O Mestre ordenou castigo seguido de preparo: "Ela dá vinte tapas na bunda dele. Depois enfia dois dedos e prepara o cu por três minutos." Fiquei de quatro na cama, a bunda empinada, esperando.

Os tapas vieram firmes, alternando os lados, cada um fazendo a pele arder. Eu gemia a cada impacto, a bunda ficando quente e vermelha. Ela não tinha pressa, saboreando cada tapa, cada gemido meu.

"Vinte", ela contou no último. Sem pausa, lubrificou os dedos e enfiou dois no meu cu, esticando em círculos. A transição entre a dor dos tapas e a invasão dos dedos era avassaladora, o corpo confuso entre os dois.

Por três minutos ela me preparou, os dedos movimentando, a próstata sendo pressionada. Quando terminou, o cu estava aberto, a bunda ardendo, e eu tremendo inteiro. "Agora o plug", ela disse, pegando o médio.

378

O Espelho da Verdade

Mulher Ativa

O Mestre ordenou exibição diante do espelho: "Ele se exibe pelado para ela diante do espelho, arregaca e contrai. Ela observa tudo." Fiquei de costas para o espelho, nu, enquanto ela se sentou na cama para assistir.

"Arregaca", ela ordenou. Obedeci, abrindo a bunda com as mãos, expondo o cu para o espelho e para ela. "Contrai e relaxa. Vinte vezes." O cu piscou no reflexo, e eu via tudo — a exposição, a entrega, os olhos dela em mim.

"Agora enfia um dedo. Devagar." Levei a mão e enfiou um dedo no cu, observando no espelho. "Dois." Adicionei o segundo, esticando, enquanto ela assistia cada movimento pelo reflexo. A vergonha e o tesão se misturavam.

"Para. Fica assim." Congelei, os dedos dentro, o cu aberto, exibido no espelho. Ela se levantou e veio até mim, segurando meu queixo, me fazendo olhar no reflexo. "Olha bem. Isso é meu", disse, e eu soube que era verdade.

379

A Sequência Dela

Mulher Ativa

O Mestre ordenou a sequência mais completa: ela faria tudo comigo. Tapas, dedos, plug, edging, oral nela, e por fim eu a comeria com o plug ainda dentro. Comecei de quatro na cama, a bunda empinada.

Ela deu tapas na bunda, firmes, alternando os lados. Depois enfiou dois dedos no cu, esticando. Em seguida, o plug médio, girando. Depois me virou de costas e fez edging no pau, cinco vezes sem deixar gozar.

"Agora me paga", ela disse, sentando na minha cara. Chupei a buceta com devoção, o plug ainda dentro, o pau na beira do gozo. Ela gozou na minha boca, o corpo tremendo, e desceu até o meu pau.

"Agora me come. Com o plug." Posicionei-a de quatro e penetrei a buceta dela, o plug dentro de mim pressionando a próstata a cada estocada. O prazer era insuportável. Gozei dentro dela em minutos, os dois tremendo juntos.

380

Cu e Buceta

Mulher Ativa

O Mestre ordenou: "Ele alterna entre lamber o cu e a buceta dela por cinco minutos, obedecendo o ritmo que ela dita." Ela ficou de quatro na cama, a bunda empinada, e eu me ajoelhei atrás.

Comecei pela buceta, lambendo de baixo para cima, sentindo o gosto e o calor. "Cu", ela ordenou, e subi com a língua até a entrada do cu, circulando devagar. "Buceta", e voltei, alternando conforme a voz dela.

O ritmo era todo dela — "cu", "buceta", "cu", "buceta" — e eu obedecia sem hesitar, a língua percorrendo tudo. Ela gemia a cada mudança, o corpo se contraindo, a bunda empinada oferecendo tudo.

"Cu. Fica." Parei no cu, lambendo em círculos, enfiando a língua. Ela gozou assim, com minha língua dentro do cu dela, o corpo inteiro se arrepiando. "Não para", gemeu, e continuei, obediente, até ela me empurrar.

381

O Edging Triplo

Mulher Ativa

O Mestre queria o máximo de controle: "Ela faz edging nele com a mão, com dois dedos no cu, enquanto ele chupa a buceta dela. Três vezes sem deixar gozar." A posição era complexa, mas nos encaixamos.

Eu ajoelhado, a boca na buceta dela que estava deitada na beira da cama. A mão dela no meu pau, masturbando devagar, e dois dedos no meu cu. Três estímulos ao mesmo tempo, e ela controlando todos.

Cada vez que eu chegava perto do gozo, ela parava tudo — a mão, os dedos — e eu continuava chupando, frustrado, tremendo. "Continua lambendo", ela ordenava, e eu obedecia, o pau pulsando no vazio.

Na quarta vez, o Mestre liberou. Ela acelerou a mão, pressionou os dedos na próstata, e eu gozei como nunca, o corpo inteiro se arqueando, a boca ainda na buceta dela. "Engole tudo", ela mandou, e eu lambi os últimos respingos.

382

O Sofá Dela

Mulher Ativa

A ordem do Mestre chegou na sala. Ela estava sentada no sofá, as pernas abertas, me esperando. "Ele ajoelha e chupa a buceta por cinco minutos. Depela vira ele de quatro no sofá e brinca com o cu."

Ajoelhei entre as coxas dela e comecei a chupar, a língua trabalhando o clitoris em círculos. Ela segurou minha cabeça, controlando o ritmo, os gemidos enchendo a sala. Chupei até ela gozar na minha boca.

Sem me dar descanso, ela me virou de quatro no sofá, a bunda empinada. Lubrificou os dedos e enfiou dois no cu, esticando. Depois pegou o plug fino e enfiou, brincando de tirar e colocar.

"Fica com o plug", ela ordenou, sentando-se no sofá novamente. "E chupa de novo." Voltei a ajoelhar, o plug dentro de mim, a boca na buceta dela. O Mestre controlava tudo, e eu era apenas um brinquedo obediente nas mãos dela.

383

A Noite Sem Limites

Mulher Ativa

O Mestre liberou uma noite inteira: "Ela faz tudo que quiser com ele. Sem limites. Ele obedece cada ordem." E ela não desperdiçou. Começou me mandando arregacar e examinar o cu por longos minutos.

Depois vieram os dedos — um, dois, três — abrindo, esticando, preparando. Em seguida o plug grosso, que ela girou enquanto dava tapas na bunda. Me virou e fez edging seis vezes sem deixar gozar, o pau pulsando de frustração.

"Agora me paga", ela disse, e sentou na minha cara. Chupei a buceta e lambi o cu dela, alternando, obedecendo cada comando da voz. Ela gozou duas vezes na minha boca antes de me permitir parar.

Por fim, ela me montou, sentando no meu pau com o plug grosso ainda no meu cu. A próstata sendo pressionada a cada movimento, a buceta dela me engolindo. Gozei dentro dela em minutos, gritando, o corpo inteiro em espasmo. "De novo", ela disse. E a noite continuou.

❖ ❖ ❖
384

A Sessão do Amanhecer

Alongamento

O sol ainda não havia nascido quando o Mestre entrou no quarto. "Levanta", ele ordenou com aquela voz grave que não admitia réplica. Eu estava nu sob o lençol, e o frio da manhã arrepiou minha pele assim que me levantei.

"Comece pelo pescoço. Gire devagar", ele comandou, sentando-se na poltrona para observar. Fiz como mandou, girando a cabeça lentamente, sentindo cada vértebra acordar. Ele corrigia minha postura com um toque firme na nuca quando eu apressava o movimento.

"Agora os ombros. Vinte vezes para cada lado, contando em voz alta." Meus braços giravam amplos, e eu contava para ele, sentindo o sangue circular. O Mestre não desviava o olhar — cada movimento era avaliado, cada respiração, vigiada.

Quando cheguei aos alongamentos de pernas, sentado no chão com as pernas afastadas, ele se aproximou. "Desça mais", ele disse, colocando a mão nas minhas costas e empurrando com firmeza. Senti o alongamento queimar na parte de trás das coxas, e gemi baixo. "Respira. Não segura."

A sessão durou quase uma hora. Ao final, meu corpo estava quente, flexível e completamente entregue à disciplina dele. "Bom menino", ele disse, e aquelas duas palavras valeram mais do que qualquer recompensa.

385

Disciplina na Parede

Ginástica

"Encosta na parede, de frente." A ordem veio sem aviso enquanto eu tomava água na cozinha. Obedeci imediatamente, apoiando as mãos na parede fria, o corpo nu exposto.

"Alongamento de ombros. Estica o braço para trás e segura trinta segundos." Estiquei o braço, sentindo o peitoral esticar e abrir. O Mestre ficou ao meu lado, observando a linha do meu corpo contra a parede.

"Agora agachamentos. Cinquenta, mãos na cabeça, contando alto." Virei-me de frente para a parede e comecei a descer, os joelhos dobrando até a bunda quase tocar os calcanhares. A cada subida, eu contava para ele, e ele observava minha forma com olhos de instrutor.

No trigésimo agachamento minhas coxas queimavam. "Continua. Sem parar." Suor escorria pelo meu peito enquanto eu forçava o corpo a continuar. A disciplina dele era absoluta, e eu não ousaria parar antes do cinquenta.

Quando terminei, as pernas tremiam. Ele me puxou pela cintura e me fez encostar na parede de costas. "Agora respira. Alongamento final de panturrilha." E ali, suado e exausto, eu alongei cada músculo sob o comando dele.

386

O Fluxo do Gato

Alongamento

O tapete de yoga estava esticado no chão da sala quando o Mestre me chamou. "De quatro. Vamos trabalhar a coluna." Eu me posicionei, mãos e joelhos no chão, a bunda ligeiramente empinada como ele gostava.

"Arqueia as costas para cima, como um gato bravo. Respira fundo." Subi a coluna, sentindo cada vértebra se alongar. "Agora afunda, olha para o teto." Afundei as costas, o peito abrindo, o abdômen esticando para baixo.

"De novo. Lentamente. Quinze ciclos." Eu movia entre as duas posições no ritmo da minha respiração, e o Mestre caminhava ao redor, observando cada detalhe da minha postura. Às vezes ele passava a mão pela minha coluna, sentindo os músculos trabalharem.

"Mantém a bunda empinada. Isso é disciplina, não preguiça." Corrigi a postura, empinando mais, sentindo o alongamento profundo nas costas e nos quadris. O silêncio entre nós era preenchido apenas pela minha respiração controlada.

Ao final dos quinze ciclos, ele me mandou ficar imóvel na posição de gato por um minuto inteiro. Meus braços tremiam, mas eu não me movi. "Perfeito. Você aprende rápido quando quer."

387

Suor e Submissão

Ginástica

"Vinte burpees. Agora." A voz do Mestre cortou o silêncio do quarto. Eu estava nu, e sabia que não havia negociação — apenas obediência.

Comecei a sequência: agacho, jogo as pernas para trás, faço uma flexão, volto, pulo. Contava cada um em voz alta para ele, que observava de braços cruzados. No décimo, o suor já escorria pelo meu rosto e pelo peito.

"Continua. Sem parar para descansar." Meus músculos queimavam, a respiração estava ofegante, mas eu não ousava parar. A disciplina do Mestre exigia que eu fosse até o fim.

No décimo quinto, minhas pernas tremiam a cada salto. "Mais cinco. Você aguenta." A confiança dele em mim era ao mesmo tempo um peso e um combustível. Eu terminaria aquilo por ele.

Quando pulei pela vigésima vez, caí de joelhos, ofegante. Ele se aproximou e colocou a mão no meu ombro suado. "Bom. Agora alonga tudo que você forçou. Não pule o alongamento." E ali, exausto e submisso, eu alongei cada músculo dolorido sob a vigilância dele.

388

A Borboleta do Mestre

Alongamento

"Senta. Pés juntos. Empurra os joelhos para baixo." Sentei-me no tapete com os pés juntos, formando a posição da borboleta. O Mestre se ajoelhou atrás de mim.

"Coluna ereta. Não curva." Ele passou a mão pelas minhas costas, endireitando minha postura. Depois, colocou as mãos nos meus joelhos e empurrou suavemente para baixo. Senti o alongamento queimar na parte interna das coxas.

"Respira. Segura por quarenta e cinco segundos." Fechei os olhos e respirei fundo, sentindo os músculos cederem lentamente. Ele mantinha a pressão constante, abrindo minhas coxas mais a cada expiração.

"Você é tenso demais. Precisa disso todos os dias." Ele falou baixo, perto do meu ouvido, e eu estremeci — não de frio, mas daquela mistura de submissão e cuidado que só ele sabia provocar.

Quando soltou meus joelhos, a sensação de alívio foi imediata. "De novo. Mais três séries." E eu obedeci, abrindo meu corpo para ele repetidas vezes, músculo por músculo.

389

Prancha da Paciência

Ginástica

"Posição de prancha. Cotovelos no chão. Corpo reto." Posicionei-me, apoiado nos antebraços e nas pontas dos pés, o corpo formando uma linha reta. O Mestre se deitou de lado no chão, na minha altura, observando meu rosto.

"Noventa segundos. Não deixa a cintura cair." Os primeiros trinta segundos foram fáceis. Depois, o abdômen começou a tremer, os ombros a queimar.

"Olha pra mim. Não desvia." Mantive os olhos nos dele enquanto meu corpo suava e tremia. Havia algo hipnótico naquela provação — eu segurando tudo por ele, sob o olhar dele.

No minuto, cada respiração era um esforço. "Trinta segundos. Você aguenta." Ele não gritava, não ameaçava — apenas afirmava, com aquela calma absoluta que me deixava sem escolha.

Quando os noventa segundos acabaram, desci ao chão ofegante. Ele passou a mão pelas minhas costas suadas. "Isso é disciplina. Seu corpo obedece porque sua mente obedece primeiro."

390

O Pombo da Entrega

Alongamento

"Posição do pombo. Perna da frente dobrada, a outra esticada para trás." Tomei a posição no tapete, sentindo o alongamento profundo no quadril. O Mestre se ajoelhou ao meu lado.

"Desce o tronco. Devagar. Respira." Comecei a descer o peito sobre a perna da frente, e o alongamento no quadril intensificou. Gemi baixo, e ele colocou a mão nas minhas costas, guiando a descida.

"Não force. Deixa o peso do corpo fazer o trabalho." Relaxei conforme ele mandava, e senti o músculo ceder lentamente. Era uma entrega — não apenas do corpo, mas do controle.

"Quarenta e cinco segundos cada lado. Sem pressa." Fiquei ali, respirando, o rosto quase tocando o chão, enquanto ele observava cada respiração minha. O silêncio era denso, carregado de confiança.

Troquei de lado e repeti. Ao final, meu quadril estava aberto, solto, flexível. "Assim que eu gosto. Entregue e flexível — em todos os sentidos."

391

Flexibilidade sob Vigia

Alongamento

Ele mandou que eu me sentasse de pernas abertas, o mais amplo que conseguisse. "Inclina para a frente. Tenta tocar o chão com o peito."

Desci o tronco lentamente, sentindo o alongamento queimar na parte de trás das coxas e na lombar. O Mestre ficou de pé na minha frente, os braços cruzados, avaliando cada centímetro da minha descida.

"Mais. Você consegue mais do que isso." Ele não aceitava meu limite aparente. Forcei mais, e o queimor se transformou em um alongamento profundo. "Respira. Não segura o ar."

"Agora inclina para o lado. Toca o pé." Virei o tronco e estendi o braço, alongando toda a lateral do corpo. Ele caminhou ao meu redor, observando a linha do meu corpo de cada ângulo.

Por vinte minutos ele me comandou entre alongamentos, sempre exigindo um pouco mais, sempre corrigindo a postura. Ao final, eu estava mais flexível do que nunca — e completamente moldado às exigências dele.

392

A Corrida do Castigo

Ginástica

"Você foi preguiçoso esta semana. Vamos corrigir isso." O Mestre me mandou ficar nu no meio da sala. "Corrida parada. Joelhos altos. Cinco minutos."

Comecei a correr no lugar, levantando os joelhos o mais alto que conseguia. Ele sentou no sofá e cronometrou o tempo no relógio, sem desviar os olhos de mim.

No segundo minuto, a respiração já estava pesada. "Joelhos mais altos. Não fica mole." Forcei as pernas a subirem mais, sentindo os músculos das coxas queimarem.

"Isso é o que acontece quando você se descuida. Seu corpo precisa de disciplina." As palavras dele eram ao mesmo tempo castigo e motivação. Eu corria por ele, suando cada vez mais.

Quando os cinco minutos acabaram, ele me mandou alongar imediatamente as pernas, sem descanso. "Alongamento é sagrado. Nunca pule." E ali, ofegante e arrependido, eu alongava cada músculo castigado.

393

Respiração do Final

Alongamento

Depois de uma sessão intensa de ginástica, o Mestre me mandou deitar de costas no chão. "Braços e pernas abertos. Olha para o teto."

"Agora respira fundo. Enche o pulmão inteiro. Solta devagar." Fechei os olhos e respirei como ele mandava, sentindo o ar encher meu peito e depois sair lento.

"A cada expiração, solta um músculo. Começa pelos pés." Concentrei-me nos pés, relaxando-os. Depois nas pernas, nos quadris, no abdômen. Ele guiava minha descida pelo corpo, músculo por músculo.

"O alongamento não é só físico. É mental. Você se entrega ao chão." Senti meu corpo afundar, ficar pesado, completamente solto. A tensão da sessão inteira se dissipava.

Por três minutos ficamos em silêncio, apenas minha respiração preenchendo o quarto. Quando ele finalmente falou, foi quase um sussurro: "Isso. Agora você está pronto."

394

O Desafio do Agachamento

Ginástica

"Agacha. Fundo. Mãos na cabeça." Obedeci, descendo até a bunda quase tocar os calcanhares. O Mestre ficou na minha frente, observando minha forma.

"Segura aí. Sessenta segundos. Imóvel." O agachamento isométrico começou fácil, mas logo minhas coxas começaram a tremer e queimar.

"Não sobe. Não desce. Fica exatamente aí." Ele andava ao meu redor, verificando se meus joelhos estavam alinhados, se a coluna estava ereta. Qualquer deslize, ele corrigia com um toque.

No trigésimo segundo, o tremor era visível. "Respira. Aguenta mais." Suor escorria pelo meu rosto, e eu mordia o lábio para não gemer de esforço.

Quando ele finalmente disse "sobe", minhas pernas quase cederam. Ele sorriu. "Três séries dessas e você vai ter coxas de aço — e disciplina de ferro."

395

Mobilidade do Quadril

Alongamento

"Seu quadril é rígido demais. Vamos abrir isso." O Mestre me mandou deitar de costas e cruzar um tornozelo sobre o joelho oposto, formando um quatro.

"Puxa a coxa em direção ao peito. Devagar." Puxei, sentindo o alongamento profundo no glúteo e no quadril. Ele se ajoelhou ao meu lado e ajudou, empurrando com cuidado.

"Respira fundo. A cada expiração, solta mais." Conforme eu respirava, sentia o músculo ceder, o quadril abrir. Era uma sensação de entrega lenta e profunda.

"Quarenta segundos. Depois troca de lado." Alternei as pernas, e ele acompanhou cada alongamento, ajustando a intensidade conforme meu corpo respondia.

Ao final, meu quadril estava solto, flexível, aberto. "Assim. Um corpo flexível é um corpo obediente. Nunca se esqueça disso."

396

A Cobra do Mestre

Alongamento

"Deita de bruços. Mãos no chão, na altura dos ombros." Posicionei-me conforme a ordem, o corpo esticado no tapete. O Mestre se sentou ao meu lado.

"Empurra. Ergue o tronco. Olha para o teto." Empurrei com os braços, sentindo o abdômen se alongar completamente, a coluna se curvar para trás. Era a posição da cobra, e cada vértebra parecia acordar.

"Segura quarenta e cinco segundos. Respira no peito, não na barriga." Mantive a posição, respirando conforme ele instruía. O alongamento no abdômen era intenso, quase doloroso, mas bom.

"Não força além do limite, mas vai até o limite." Ele passou a mão pela minha lombar, sentindo a curva. "Perfeito. Mantém."

Quando soltei, desci com controle, sentindo cada músculo relaxar. "Mais três repetições. Seu corpo precisa dessa abertura."

397

Treino da Manhã Difícil

Ginástica

Eu ainda estava sonolento quando o Mestre entrou no quarto. "Levanta. Hoje o treino vai ser completo." Não havia espaço para negociação.

Começou com polichinelos para acordar — cinquenta, contando em voz alta. Depois veio uma sequência de agachamentos, flexões e prancha, sem descanso entre elas.

"Continua. O corpo precisa aprender a obedecer mesmo cansado." Minhas pernas tremiam, o suor escorria, mas eu não parava. A voz dele era o meu metrônomo.

Quando ele finalmente permitiu descanso, eu caí no chão, ofegante. Ele me lançou uma toalha e esperou minha respiração normalizar.

"Agora alongamento. Sempre alongamento depois do treino." E ali, exausto e grato, eu alongava cada músculo, sentindo meu corpo se render completamente à disciplina dele.

398

O Cachorro Invertido

Alongamento

"Posição do cachorro olhando para baixo. Mãos e pés no chão, bunda para o alto." Tomei a posição, formando um V invertido com o corpo. O Mestre caminhou ao redor, observando.

"Empurra o chão com as mãos. Alonga as costas." Pressionei as palmas no chão, sentindo toda a cadeia posterior se alongar — panturrilhas, coxas, lombar, ombros.

"Mantém os pés no chão. Se subir, você recomeça." Forcei os calcanhares para baixo, e o alongamento nas panturrilhas queimou. Ele colocou a mão na minha lombar, ajustando a linha.

"Respira. Sessenta segundos." O tempo parecia longo, mas eu me concentrava na respiração e no olhar dele, que não me abandonava.

Ao final, ele me mandou descer para a prancha e depois deitar. "Seu corpo está mudando. Mais flexível a cada dia. Continue assim."

399

Abdominal da Disciplina

Ginástica

"Deita. Joelhos dobrados. Mãos atrás da cabeça." Posicionei-me no chão, pronto. O Mestre segurou meus pés, fixando-os no solo.

"Quarenta abdominais. Conta em voz alta." Comecei a subir o tronco, contraindo o abdômen a cada repetição. Ele contava junto, vigiando minha forma.

"Sem puxar o pescoço. Força vem da barriga." Corrigi o movimento, concentrando a força no abdômen. No vigésimo, os músculos já queimavam.

"Continua. Sem parar." A mão dele nos meus pés era uma âncora, um lembrete de que eu não ia a lugar nenhum até terminar.

Quando cheguei aos quarenta, desci ofegante. "Descansa trinta segundos. Depois mais uma série." E eu sabia que faria quantas séries ele mandasse — porque a disciplina dele era a minha.

400

Torção e Entrega

Alongamento

"Deita de costas. Dobra o joelho e leva cruzado para o lado." Obedeci, sentindo a torção na coluna. O Mestre se ajoelhou ao meu lado.

"Vira a cabeça para o outro lado. Ombros colados no chão." Virei o rosto, e o alongamento na coluna se intensificou. Ele empurrou suavemente meu joelho, aprofundando a torção.

"Respira. Deixa a coluna girar devagar." Cada expiração me levava mais fundo no alongamento. Era uma sensação de liberação, de tensão se desfazendo.

"Quarenta e cinco segundos. Depois troca." Alternei os lados, e ele acompanhou cada respiração, cada ajuste. O silêncio entre nós era confortável, confiante.

Ao final, minha coluna estava solta, móvel. "Uma coluna flexível sustenta tudo. Cuide dela como cuida da sua obediência."

401

Mountain Climber do Mestre

Ginástica

"Posição de prancha alta. Mãos no chão, corpo reto." Posicionei-me, e o Mestre se agachou na minha altura, o rosto perto do meu.

"Mountain climbers. Levanta um joelho de cada vez, rápido. Sessenta segundos." Comecei a alternar os joelhos em direção ao peito, num ritmo acelerado. A respiração logo ficou ofegante.

"Mais rápido. Não diminui o ritmo." Ele observava minhas pernas bombarem, o suor começar a formar na minha testa. "Respira forte. Aguenta."

No trigésimo segundo, meus braços tremiam para sustentar o corpo enquanto as pernas trabalhavam sem parar. "Metade. Continua." A confiança dele me fazia continuar.

Quando os sessenta segundos acabaram, desci ao chão, o coração disparado. "Isso é condicionamento. Seu corpo obedece porque você treina a obediência."

402

A Sessão Noturna

Alongamento

A noite já tinha caído quando o Mestre me chamou para a última sessão do dia. "Alongamento noturno. Vai soltar tudo que ficou tenso."

Começou pela nuca, girando devagar, depois os ombros, os braços. Cada movimento era lento, deliberado, guiado pela voz calma dele.

"Agora deita. Pernas na parede." Estiquei as pernas para cima, encostadas na parede, e relaxei as costas no chão. Ele se sentou ao meu lado.

"Respira. Deixa o sangue circular. Solta as pernas." Fiquei ali por minutos, sentindo a tensão das pernas se dissipar, o corpo ficar leve.

"Isso é cuidar de você. Disciplina também é descanso." Quando finalmente me levantei, estava relaxado, flexível, pronto para dormir — e completamente grato por pertencer a ele.

403

O Fluxo Completo

Ginástica

"Hoje você vai fazer o fluxo completo. Sem reclamar." O Mestre esticou o tapete e me mandou começar. Eu sabia o que aquilo significava: uma hora inteira sob o comando dele.

Começou com o aquecimento — polichinelos, giros de braços, rotações de pescoço. Depois vieram os agachamentos, as flexões, a prancha, os burpees, os mountain climbers. Tudo em sequência, sem descanso, contando em voz alta para ele.

"Continua. O corpo obedece antes da mente." Quando eu achava que não aguentava mais, ele me lembrava que podia. E eu podia — sempre podia, por ele.

A segunda metade foi alongamento. Cada músculo forçado no treino agora era alongado, solto, cuidado. Ele me guiava entre posições, corrigindo a forma, exigindo profundidade.

Ao final, deitado de costas, respirando fundo, eu senti meu corpo inteiro — exausto, flexível, vivo. "Esse é o meu menino. Disciplinado até o fim."

❖ ❖ ❖
404

A Consulta de Rotina

Consulta Médica

Cheguei à clínica às oito da manhã. A atendente do balcão, uma morena de jaleco rosa, sorriu: "Bom dia! O seu nome, por favor?" Dei meu nome. Ela digitou no computador. "Certo. Sente-se ali na sala de espera, a doutora Helena vai te chamar em instantes."

Esperei uns quinze minutos lendo uma revista velha. A atendente apareceu na porta: "Pode entrar. Consultório três, no fundo do corredor." Caminhei até a porta e bati. "Entre, por favor", a voz feminina respondeu.

Empurrei a porta. A médica estava sentada atrás da mesa, de jaleco branco, o cabelo preso num coque, os óculos na ponta do nariz. "Bom dia. Sente-se aqui na frente." Sentei na cadeira de frente para ela. Ela folheou o prontuário sem me olhar. "Então, consulta de rotina. Preciso examinar tudo — coração, abdômen, genitalia. Vamos começar."

Fechou a pasta e apontou para o centro da sala. "Levante-se e tire a camisa." Puxei a camisa pela cabeça e dobrei sobre a cadeira. "Agora a camiseta também." Tirei, ficando com o tronco nu. Ela se aproximou com o estetoscópio. "Respire fundo... segure... solte. De novo." O metal frio no peito me deu arrepios.

"Tire a calça também. E os sapatos." Sentei na beira da maca, desamarrei os sapatos, tirei as meias, desabotoei a calça e desci o zíper. Empurrei a calça pelas pernas e dobrei sobre a cadeira. Fiquei apenas de cueca, o coração batendo forte.

Ela calçou a luva com um estalo seco. "Deite-se na maca, de costas." Obedeci, o papel frio contra minha pele. "Vou palpar o abdômen. Respire fundo e relaxe." Suas mãos enluvadas pressionaram minha barriga, descendo lentamente, centímetro por centímetro, até a virilha.

As mãos roçaram na borda da cueca. "Preciso verificar tudo. Tire a cueca." Minhas mãos tremeram ao descer o elástico. Fiquei completamente exposto, deitado diante dela. "Relaxe, é procedimento padrão."

Ela examinou sem pressa, tocando cada parte. "Vou examinar a glande agora. Não se mexa." Puxou o prepúcio para trás, expondo a cabeça do meu pau completamente. Avaliou a cor de perto: "Rosalada, uniforme, sem manchas." Passou o dedo na borda do cogumelo: "Borda grossa, bem definida, simétrica." Apertou levemente: "Consistência ideal." Examinou o meato: "Visível, sem alterações."

Nesse momento, batiram na porta. A atendente do balcão entrou com uma bandeja: "Doutora, trouxe o material que pediu." Ela me viu nu na maca, o pau na mão da médica, e parou. A doutora não se incomodou: "Pode deixar aí. Aliás, fica e ajuda — anota as características da glande enquanto examino." A atendente, vermelha, pegou a prancheta. "Glande rosada, borda grossa, simétrica", a médica ditou. A atendente anotou sem tirar os olhos do meu pau.

Eu comecei a endurecer e não consegui evitar. "Normal", a médica anotou. "Isso também é normal. Pode se vestir." A atendente saiu vermelha. Saí do consultório tremendo, a sensação de que aquele exame tinha sido muito mais do que clínico.

405

O Exame de Próstata

Consulta Médica

A atendente do balcão me chamou na sala de espera: "Pode entrar, a doutora está te esperando." Entrei no consultório. A médica estava de pé ao lado da maca, preparando materiais. "Entre e sente-se." Sentei.

Ela olhou meu prontuário. "Hoje vamos fazer o exame de próstata completo. É importante que você relaxe bastante, porque o exame vai ser demorado. Levante-se e tire tudo — camisa, camiseta, calça e cueca. Tudo. Dobre sobre a cadeira."

Fui obedecendo, peça por peça. Quando cheguei à cueca, hesitei. "Também. Não tenho o dia todo." Desci a cueca e fiquei completamente nu diante dela. "Suba na maca e fique de quatro, com a bunda bem empinada. Cabeça no travesseiro."

Subi, me posicionei de quatro, o rosto afundado no travesseiro de papel, completamente vulnerável. Ouvi o barulho do lubrificante e o estalo da luva. "Relaxe os glúteos. Vou introduzir devagar." Senti a ponta do dedo tocar a entrada do meu cu e prendi a respiração. "Respira. Solta o ar."

Ela empurrou com calma, centímetro por centímetro, procurando. "Aí está." Quando encontrou a próstata, uma onda de prazer subiu pela minha espinha. Gemi baixo. "Resposta normal. Estou avaliando o tamanho e a textura." Ela massageou o ponto por longos minutos. Meu pau endureceu completamente sem ser tocado, pendurado entre as pernas.

"Agora preciso examinar o interior do cu. Fique relaxado." Ela retirou o dedo e introduziu um espéculo lubrificado, abrindo devagar. "Relaxa mais, preciso ver fundo." Iluminou o interior com uma lanterna clínica. "Paredes rosadas, textura lisa, cor uniforme. Sem lesões, sem irritação."

Ela girou o espéculo e abriu mais. "A dilatação está ótima — seu cu é naturalmente largo e receptivo. A elasticidade das paredes é excelente." Ela observou cada detalhe sem pudor, descrevendo tudo em voz alta. Depois retirou o espéculo e introduziu três dedos. "Vou testar a elasticidade máxima." Abriu os dedos em leque. "Muito elástico. Anota: cu largo, paredes flexíveis."

Quando finalmente terminou, eu estava ofegante, duro e tremendo. "Tudo saudável. Pode se vestir. Volte daqui a um ano." Saí do consultório sabendo que esperaria aquele ano inteiro.

406

As Duas Enfermeiras

Enfermeiras

A atendente do balcão me guiou pelo corredor. "A enfermeira está te esperando na sala de coleta. É a última porta à direita." Bati e entrei. Duas mulheres de jaleco estavam na sala — uma mais velha, séria, e uma garota jovem de olhos grandes. "Entre e sente-se na maca. Esta é a estagiária, ela vai acompanhar o procedimento."

"Precisamos de uma amostra de sêmen para o exame laboratorial", a mais velha explicou. "Primeiro, tire a roupa. Camisa, calça, cueca — tudo. Coloque sobre a cadeira." Fui tirando peça por peça sob os olhares das duas. A estagiária segurava uma prancheta, os olhos arregalados.

Quando fiquei nu, a enfermeira apontou para a maca. "Deite-se de costas, pernas abertas." Obedeci. Ela calçou a luva e examinou meu pau rapidamente. "Antes da coleta, vou examinar a glande." Puxou o prepúcio: "Cor rosada, borda grossa, simétrica. Tudo normal." A estagiária anotou.

"Pode começar", ela autorizou, apontando para o pote sobre a mesa. "A amostra precisa ser completa. Não tenha pressa, mas não demore demais." Comecei a me masturbar, o rosto quente de vergonha enquanto as duas observavam cada movimento.

Nesse momento, a atendente do balcão abriu a porta sem bater: "Enfermeira, o laboratório confirmou que precisa de duas amostras." Ela me viu nu, me masturbando na maca, e congelou. A enfermeira não se abalou: "Obrigada. Pode ficar, já que precisa de duas amostras mesmo." A atendente ficou parada na porta, sem saber pra onde olhar.

A enfermeira mais velha cronometrou no relógio. "Mais rápido, não temos o dia todo." Acelerei, sentindo o prazer subir sob os olhares das três mulheres. A estagiária engoliu em seco. A atendente mordia o lábio.

"Estagiária, pegue o pote. Segure na posição." A garota, trêmula, se aproximou e posicionou o pote na frente do meu pau. Quando pulsou, ela arregalou os olhos. Gozei dentro do recipiente enquanto as três observavam.

A enfermeira pegou o pote e examinou o conteúdo sem pudor. "Cor branca opaca, densidade espessa, volume adequado." Ela cheirou, avaliou a viscosidade rodando o recipiente. "Atendente, anota: branco opaco, viscosidade normal, volume bom." A atendente anotou sem olhar para mim.

"Preciso comparar com uma segunda amostra. Descansa cinco minutos e repete." A estagiária saiu vermelha. A atendente saiu atrás dela. Eu fiquei ali, nu e ofegante, esperando para me masturbar de novo.

407

A Estagiária Aprendiz

Estagiárias

A médica abriu a porta do consultório. "Entre, por favor. Sente-se." Entrei e sentei. Atrás dela vinha uma garota jovem, de jaleco, segurando um caderno. "Esta é a estagiária Marina. Hoje ela vai aprender o exame urológico completo com você como paciente."

"Levante-se e tire a roupa. Tudo — camisa, camiseta, calça e cueca. Dobre sobre a cadeira." Tirei peça por peça. A estagiária desviou o olhar quando cheguei à cueca, mas a médica insistiu: "Tudo, Marina. Você precisa ver o exame completo." Desci a cueca e fiquei nu.

"Suba na maca e deite-se de costas, pernas abertas." Obedeci. A médica se aproximou com a estagiária. "Observa, Marina. Primeiro a inspeção visual do pênis e dos testículos." Ela examinou meu pau e os ovos, explicando cada detalhe anatômico para a garota.

"Agora você. Calça a luva. Segura assim", a médica orientou, guiando a mão enluvada da estagiária até o meu pau. Ela tocou com dedos trêmulos. "Firme. Examine os testículos. Devagar, rolando cada um entre os dedos. Avalia o tamanho e a consistência."

A estagiária obedeceu, rolando cada ovo entre os dedos enquanto eu tentava não gemer. "Sente alguma anormalidade, Marina?" a médica perguntou. "Não, doutora", ela respondeu, mas não soltou.

A médica sorriu. "Antes de continuar, examine a glande. Puxa o prepúcio para trás, devagar." A estagiária obedeceu, expondo a cabeça do meu pau. "Agora descreve o que vê: cor, formato, textura da borda." A estagiária, vermelha, respondeu: "R-rosalada, formato de cogumelo, borda grossa e lisa... o meato é visível..." A médica anotou.

"Muito bem. Agora verifica a resposta erétil. Masturba devagar até ficar completamente duro." A estagiária começou a me masturbar, profissionalmente, os dedos delicados mas firmes. Quando fiquei duro, a médica se aproximou: "Observa a glande ereta: a cor ficou mais intensa, a borda inchou. Anota isso."

"Resposta erétil normal", a médica concluiu. "Pode soltar, Marina. Obrigada." A estagiária soltou meu pau e saiu da sala sem olhar nos meus olhos, o rosto em chamas.

408

A Consulta com o Médico

Consulta Médica

A atendente do balcão me chamou: "Doutor Carlos pode te receber agora. Consultório dois." Caminhei até a porta e entrei. O médico era alto e sério, de jaleco branco e óculos de armação metálica. "Entre e sente-se." Sentei. Ele folheou meu prontuário sem me olhar.

"Vamos fazer o exame de próstata completo. Levante-se e tire tudo — camisa, camiseta, calça, cueca. Tudo fora. Coloque sobre a cadeira." Fui obedecendo, peça por peça. Quando cheguei à cueca, ele já estava preparando o material na bandeja. "Isso também. Rápido." Desci a cueca e fiquei nu diante dele.

"Suba na maca e fique de quatro, bunda empinada. Cabeça no travesseiro." Obedeci sem questionar, completamente vulnerável. Ouvi o estalo da luva e o barulho do lubrificante. "Respire fundo e relaxe. Vou introduzir o dedo."

O dedo lubrificado entrou devagar, e eu senti cada centímetro. Ele procurou, encontrou e pressionou a próstata com firmeza. "Você é tenso. Isso é comum. Respire." Ele abriu os dedos para dilatar, e eu gemi baixo, o pau endurecendo contra a maca. "Resposta normal. Estou avaliando a consistência."

Nesse momento, a atendente do balcão bateu e entrou: "Doutor Carlos, o laboratório confirmou os exames anteriores." Ela me viu de quatro, nu, o dedo do médico dentro de mim. Congelou. O médico não se abalou: "Pode deixar na mesa. E fecha a porta." Ela deixou o papel e saiu, mas não antes de olhar uma última vez.

O exame continuou. Ele massageou, avaliou, anotou. "Agora vou examinar o interior." Introduziu um espéculo lubrificado e abriu devagar, iluminando com uma lanterna clínica. "Paredes rosadas, textura saudável, cor uniforme. Sem lesões. Bem elástico — seu cu é largo e receptivo. Dilatação excelente."

Ele introduziu três dedos ao lado do espéculo. "Vou testar a elasticidade máxima das paredes." Abriu os dedos em leque. "Muito elástico. Anota: cu largo, paredes flexíveis, zero irritação." Cada detalhe era descrito sem pudor enquanto eu ficava lá, aberto.

"Tudo normal. Pode se vestir." Quando saí, percebi que tinha ficado duro o exame inteiro. A atendente me viu sair e desviou o olhar, vermelha. Ele também sabia — e não disse nada.

409

O Banho na Maca

Enfermeiras

A enfermeira abriu a porta do consultório, carregando uma bacia com água morna e uma esponja. "Entre e sente-se na maca. O doutor pediu que você ficasse completamente limpo antes do exame — é um procedimento de assepsia."

"Levante-se. Tire a camisa... a camiseta... agora a calça e os sapatos." Fui obedecendo peça por peça, dobrando cada uma sobre a cadeira. "A cueca também. Tudo precisa sair para a limpeza ser completa." Desci a cueca e fiquei nu diante dela.

"Fique de pé, braços abertos. Não se mexa enquanto eu limpo." Ela mergulhou a esponja na água morna. A esponja quente passou pelo meu peito, descendo pelo abdômen, ensaboando cada parte com cuidado profissional. Suas mãos demoravam nas regiões sensíveis.

"Agora aqui. Não se mexa." Ela ensaboou meu pau e os ovos, esfregando devagar, segurando cada parte. Puxou o prepúcio e limpou a glande: "Precisa ficar bem limpinho embaixo do prepúcio também." Eu endureci na mão dela, e ela continuou como se nada fosse. "Relaxe. Precisa ficar bem limpo."

"Vire de costas." Ela me virou e ensaboou a bunda, passando a esponja entre as nádegas. A água morna escorria. "Abra as pernas um pouco mais. Preciso limpar entre as nadegas." Ela passou a esponja no cu, esfregando a entrada.

Quando terminou, me enxugou com a toalha, tocando cada parte de novo — o pau, os ovos, a bunda, o cu. "Pronto. O médico já pode te atender." Eu estava mais do que limpo — estava excitado e duro.

410

A Médica e o Massageador

Consulta Médica

"Entre, por favor. Sente-se aqui." A médica apontou a cadeira. Sentei. Ela abriu meu prontuário. "Hoje vou testar a sensibilidade do tecido peniano. Preciso que você coopere e me diga o que sente a cada estímulo."

"Levante-se e tire a roupa. Camisa, camiseta, calça, cueca — tudo. Dobre sobre a cadeira." Fui tirando peça por peça. Quando fiquei nu, ela examinou meu pau rapidamente. "Antes do teste, vou examinar a glande." Puxou o prepúcio: "Cor rosada, simétrica, borda grossa. Tudo normal."

Ela apontou para a maca. "Suba e deite-se de costas." Pegou um massageador vibratório e ligou. O zumbido encheu o consultório. "Abra as pernas. Mais. Assim." Obedeci, completamente exposto.

"Vou começar pela base. Me diga o que sente." Encostou o vibrador na base do meu pau e subiu lentamente até a glande. Uma onda de prazer me fez arquear. "Aguente sem gozar. Estou avaliando a sensibilidade da glande."

Passou o aparelho por toda a extensão, observando cada reação. "A glande respondeu com tremor. Sensibilidade acima da média." Não desligou o aparelho. Continuou testando nos ovos, no períneo, em cada ponto sensível.

Nesse momento, a atendente do balcão entrou com uma prancheta: "Doutora, preciso da assinatura no formulário." Me viu nu na maca, o vibrador no meu pau, e arregalou os olhos. A médica: "Pode deixar aí. Aliás, anota as respostas de sensibilidade enquanto eu testo." A atendente ficou, anotando, enquanto a médica continuava me estimulando.

Quando finalmente parou, eu estava tremendo, à beira do gozo. "Resposta excelente em todas as zonas. Pode se vestir." Saí do consultório no vácuo, sem o alívio prometido, com a atendente ainda segurando a prancheta.

411

Três Estagiárias

Estagiárias

A médica abriu a porta do consultório. "Entre e sente-se." Entrei. Atrás dela, três garotas de jaleco esperavam, segurando cadernos. "Estas são as estagiárias do quinto ano de medicina. Hoje cada uma vai praticar o exame de toque retal e a inspeção. Você é o paciente voluntário de hoje."

"Levante-se e tire tudo. Camisa, calça, cueca — tudo fora. Sobre a cadeira." Tirei peça por peça sob os olhares das quatro mulheres. Quando fiquei nu, a médica apontou para a maca. "Suba e fique de quatro, bunda bem empinada."

Me posicionei, completamente exposto para as quatro. A primeira estagiária se aproximou, nervosa. "Calça a luva. Lubrifica e introduz devagar", a médica orientou. O dedo enluvado entrou, procurou e encontrou. "Sente a próstata? Avalia o tamanho e a textura."

"Sim, doutora. É lisa, de tamanho normal." Ela massageou enquanto as outras duas observavam atentas, tomando notas. Depois foi a vez da segunda, mais confiante, que pressionou com firmeza. Eu gemi baixo. "Resposta normal à estimulação prostática", a médica observou.

A terceira era a mais delicada, mas seus dedos demoraram mais do que o necessário. Depois que as três terminaram, a médica introduziu um espéculo. "Agora vou mostrar o interior do cu para vocês." Abriu devagar e iluminou com a lanterna. "Observem: paredes rosadas, textura lisa, cor uniforme, bem elásticas. Cu largo e receptivo." As três se aproximaram para ver de perto.

Quando finalmente terminaram, eu estava duro e ofegante, tendo sido examinado por dentro e por fora por quatro mulheres. "Obrigada, meninas. Podem ir. Anota no relatório: paciente saudável, próstata normal, cu largo e elástico, glande rosada."

412

A Consulta Dominadora

Consulta Médica

A médica era fria e autoritária. Usava jaleco abotoado até o pescoço, óculos de armação severa e cabelo preso. "Entre. Feche a porta. Fique de pé no centro da sala, mãos ao lado do corpo." Não me ofereceu a cadeira. Fechei a porta e fiquei parado no meio do consultório, sentindo o peso do silêncio.

Ela caminhou ao meu redor, avaliando cada detalhe sem dizer uma palavra. Os saltos batiam no piso frio. Parou atrás de mim. "Você está aqui porque eu permiti. Cada passo desta consulta eu controlo. Entendeu?" Balancei a cabeça, engolindo em seco. "Responda em voz alta." "Sim, doutora."

"Tire tudo. Comece pela camisa. Devagar." Desabotoei peça por peça, sentindo os olhos dela me medindo. "Camiseta. Tire." Puxei por cima da cabeça. "Agora a calça. Desça o zíper, dobre e coloque sobre a cadeira." Obedeci. "Sapatos e meias. Fora." Fiquei apenas de cueca. "Cueca também. Tudo fora. Você não precisa de roupa aqui dentro."

Empurrei a cueca para baixo e saí dela. Fiquei completamente nu diante dela, que nem piscou. "Mãos na cabeça. Entrelace os dedos. Não se mexa sem minha ordem." Fiquei imóvel, nu, o pau pendendo entre as pernas. Ela caminhou ao meu redor novamente, passando a ponta da caneta por meu peito, minha barriga, minha virilha.

"Você é meu paciente. Meu objeto de estudo. Faz exatamente o que eu mando, quando eu mando." Calçou uma luva de látex com um estalo seco. Segurou meu pau entre o polegar e o indicador, levantou, avaliou. "Vou examinar a glande." Puxou o prepúcio para trás com um movimento firme, expondo toda a cabeça. "Rosalada, brilhante, formato de cogumelo bem definido. Borda grossa e simétrica. Meato central e visível." Passou o polegar sobre a cabeça exposta, em círculos lentos. "Resposta adequada à inspeção", anotou quando senti o pau endurecer em sua mão.

"Vire-se. Devagar." Virei. Ela examinou minhas costas, desceu até a bunda. "Afaste as nádegas com as mãos. Mostre tudo." Obedeci, abrindo com as próprias mãos. "Mais. Quero ver o interior." Abri mais, sentindo o ar frio no cu exposto. Ela se aproximou com uma lanterna. "Rosa, estreito, mas elástico. Aceitável." Cada palavra era uma declaração de controle.

Nesse momento, a porta se abriu sem batida. A atendente do balcão entrou com uma pilha de prontuários. "Doutora, esqueceu de assinar estes —" Parou no meio da frase ao me ver nu, de costas, com as nádegas abertas. A médica não se abalou. "Pode entrar. Deixe sobre a mesa." A atendente caminhou até a mesa, os olhos percorrendo meu corpo nu. A médica continuou, como se a atendente não estivesse ali: "Continue com as nádegas abertas. Não te dei permissão para soltar."

A atendente colocou os prontuários e ficou parada, sem saber se saía. A médica percebeu. "Já que está aqui, observe. É um bom exemplo de paciente obediente." A atendente assentiu, os olhos fixos em mim. "Agora vou medir a resposta erétil completa." A médica começou a me masturbar com a mão enluvada, movimentos firmes e controlados, sem pressa. Eu endureci completamente, o pau apontando para frente. "Veja bem", disse para a atendente. "Dureza ideal, veias visíveis, glande totalmente exposta e rosada."

A atendente observava em silêncio, mordendo o lábio. A médica parou de repente, soltou meu pau. "Suficiente. Não vou deixar terminar. Isso é avaliação, não recompensa." Meu pau ficou duro, pulsando no vazio. "Pode vestir. E volte quando eu chamar. Não antes."

A atendente saiu primeiro, lançando um último olhar. Me vesti com as mãos trêmulas e saí do consultório sentindo que pertencia àquela médica mais do que a mim mesmo.

413

A Enfermeira e o Termômetro

Enfermeiras

A enfermeira abriu a porta do consultório. Era jovem, cabelo preso, uniforme branco justo. "Entre e sente-se na maca, por favor." Sentei na borda, o papelão frio rangendo. Ela sacudiu um termômetro digital e me olhou por cima dos óculos. "Hoje preciso verificar a temperatura retal. É o procedimento mais preciso. Tire a roupa — camisa, calça, cueca, tudo. Dobre sobre a cadeira."

Comecei a desabotoar a camisa. Ela ficou parada, preparando o material sobre a bandeja de metal — luva, gel lubrificante, álcool, algodão. "Sem pressa, mas sem parar." Tirei a camisa, depois a camiseta. "Calça agora." Desabotoei, desci o zíper, dobrei e coloquei sobre a cadeira. "Cueca." Empurrei para baixo e saí dela. Fiquei nu diante dela, que nem reagiu, apenas apontou para a maca.

"Fique de quatro, bunda empinada. Cabeça no travesseiro, joelhos afastados." Subi na maca e me posicionei de quatro, a bunda erguida, completamente vulnerável. Senti o ar frio do consultório no cu exposto. "Mais afastado. Quero acesso total." Afastei os joelhos ainda mais.

Ela calçou a luva com cuidado. "Vou separar bem. Relaxe o esfíncter, senão dói." Colocou uma mão na minha nádega e com a outra separou as nádegas, expondo tudo. "Estou aplicando um pouco de gel." O gel frio tocou a entrada e escorreu. "Agora o termômetro. Respire fundo e solta."

O termômetro frio tocou a entrada e entrou devagar, centímetro por centímetro. Prendi a respiração. "Não prende. Respira. Deixa entrar." Empurrou até a profundidade correta e segurou no lugar. "Aguente firme. Leva alguns minutos para estabilizar."

Nesse momento, a porta se abriu. A enfermeira não se assustou. "Entrem. Silêncio." Três estudantes de enfermagem entraram — duas moças e um rapaz, todos de jaleco, com pranchetas. "Turma, este é o procedimento de aferição retal. Observem a posição do paciente e a profundidade correta do termômetro."

Fiquei imóvel, de quatro, nu, com o termômetro dentro do cu e quatro pares de olhos me observando. Os estudantes se aproximaram da maca, circulando para ver melhor. "Aproxima, não tem problema. O paciente está colaborando." A enfermeira deu tapinhas leves na minha bunda enquanto explicava. "Vejam como o esfíncter se acomoda ao redor do termômetro. Isso indica bom tônus muscular."

Uma das estudantes se abaixou para ver de perto. "Posso tocar para sentir o tônus, professora?" A enfermeira assentiu. A estudante calçou uma luva e colocou o dedo na borda do meu cu, ao redor do termômetro. "Sinto a contração. É firme." A outra estudante se aproximou e fez o mesmo. Eu estava duro, pendurado entre as pernas, envergonhado e excitado.

"Notaram a ereção? É uma resposta comum durante exames retais. Perfeitamente normal." A enfermeira falava com naturalidade enquanto os estudantes olhavam meu pau duro. "Vou retirar o termômetro agora. Observem o movimento." Puxou devagar. "Trinta e seis e sete. Normal."

"Antes de encerrar, vou examinar a próstata para complementar a aula." A enfermeira lubrificou o dedo e o introduziu, curvando para frente. "Sintam aqui. A próstata é esta elevação firme, do tamanho de uma noz." Os estudantes, um por um, introduziram o dedo para sentir. Cada toque na próstata me fazia gemer e o pau pulsava. "Resposta prostática muito sensível. Bom menino."

Aquele "bom menino" fez meu pau pulsar forte. A enfermeira sorriu. "Podem sair. Obrigada pela participação." Os estudantes saíram anotando. Ela ficou, olhando meu cu exposto, o pau duro. "Pode se vestir. Bom menino." Saí da maca com as pernas trêmulas, sentindo cada dedo que tinha estado dentro de mim.

414

A Medida da Médica

Consulta Médica

"Entre e sente-se, por favor." A médica apontou a cadeira. Era uma mulher de uns quarenta anos, séria, com jaleco e óculos de leitura na ponta do nariz. Sentei. Sobre a mesa havia uma régua milimetrada, um paquímetro, uma fita métrica e uma prancheta com um formulário detalhado. "Hoje vou medir tudo com precisão. Comprimento, diâmetro, circunferência, nos estados flácido e ereto. Preciso de dados exatos para o prontuário de pesquisa."

"Levante-se e tire a roupa. Tudo — camisa, camiseta, calça, cueca. Dobre sobre a cadeira, peça por peça." Desabotoei a camisa, tirei. Puxei a camiseta. Desabotoei a calça, desci o zíper, dobrei. Empurrei a cueca para baixo e saí dela. Fiquei nu. Ela apontou para o centro da sala. "Fique de pé aqui, no centro. Pernas afastadas, mãos para o lado do corpo. Não se cubra."

Ela se ajoelhou diante de mim e mediu meu pau mole com a régua, o paquímetro e a fita métrica, anotando cada número. "Flácido: nove centímetros de comprimento, três de diâmetro, dez de circunferência." Anotou tudo com calma. "Agora vou examinar a glande em detalhe."

Com dedos firmes, puxou o prepúcio para trás, expondo toda a cabeça. Aproximou o rosto, avaliando de perto. "Glande rosalada, brilhante, formato de cogumelo bem definido. Borda grossa, simétrica, sem irregularidades. Coro da glande proeminente." Mediu o diâmetro da glande com o paquímetro. "Três vírgula cinco centímetros." Passou o polegar sobre o freio. "Freio intacto, sem aderências." Observou o meato. "Meato central, sem desvio, sem secreção." Anotou cada detalhe.

"Agora preciso da ereção completa para as medidas eretas." Ela começou a me masturbar devagar, profissionalmente, movimentos longos da base até a glande. Eu endureci rapidamente. "Resposta vascular rápida. Bom." Continuou até eu ficar completamente duro, pulsando. Mediu de novo. "Erétil: quinze centímetros de comprimento, quatro de diâmetro, doze de circunferência. Crescimento de seis centímetros. Dentro do normal."

Nesse momento, a porta se abriu. "Entrem. Estávamos esperando." Quatro estudantes de medicina entraram — três moças e um rapaz, todos de jaleco, com pranchetas. "Turma, hoje é aula prática de mensuração genital. Observem o procedimento." Fiquei nu, duro, diante de quatro estranhos. A médica não me deu opção de me cobrir.

"Aproximem e vejam as medidas." Os estudantes se reuniram ao redor. A médica segurou meu pau ereto para que vissem. "Notem a glande totalmente exposta. Cor rosada uniforme, formato simétrico, borda bem definida." Uma das estudantes se abaixou para ver de perto. "Posso medir também, doutora?" A médica entregou o paquímetro. A estudante mediu a circunferência, os dedos envolvendo meu pau. "Doze centímetros. Confirmado."

Outra estudante pediu para examinar a glande. A médica assentiu. "Puxe o prepúcio e avaliem cor, textura e simetria." A estudante puxou a pele para baixo e examinou de perto. "Rosalada, lisa, sem lesões. Borda grossa e regular." O rapaz mediu o comprimento com a régua. Cada um examinou e mediu, anotando os dados.

"Vou repetir a medição três vezes para confirmar a consistência dos dados." A médica esperou eu amolecer um pouco e recomeçou, masturbando até a ereção máxima e medindo. Os estudantes observavam cada etapa. "Segunda medição confirmada. Terceira agora."

Na terceira medição, eu estava tremendo, à beira do gozo, o pau duro e pulsando nas mãos da médica enquanto quatro estudantes observavam. "Consistência confirmada em todas as medições. Dados coletados." Ela largou meu pau sem me deixar terminar. "Pode se vestir. Obrigado pela colaboração com a pesquisa." Saí do consultório duro e frustrado, com dezenas de números anotados no prontuário.

415

A Consulta na Cadeira

Consulta Médica

"Entre, por favor. Sente-se." A médica apontou a cadeira. No centro do consultório havia uma cadeira ginecológica com suportes de pernas de aço inox. Sentei. Ela abriu o prontuário. "Hoje o exame será na cadeira ginecológica. Preciso que você fique bem exposto para uma avaliação completa."

"Levante-se e tire tudo. Camisa, camiseta, calça, cueca — tudo. Dobre sobre a cadeira." Fui tirando peça por peça. Camisa desabotoada, camiseta por cima, calça com o zíper descido, cueca empurrada para baixo. Quando fiquei nu, ela apontou para a cadeira ginecológica. "Sente aqui e coloque as pernas nos suportes. Uma de cada vez."

Sentei no vinil frio e levantei a perna direita, colocando no suporte. Depois a esquerda. Fiquei com as pernas abertas e elevadas, completamente exposto e vulnerável. Ela ajustou os suportes, abrindo minhas pernas ainda mais. "Mais aberto. Preciso de acesso total." Girou uma manivela e as pernas se afastaram mais. Meu cu e meu pau ficaram totalmente à mostra.

Ela se sentou num banquinho entre minhas pernas com uma lanterna clínica. "Vou examinar tudo. Fique imóvel. Não contraia." Suas mãos enluvadas examinaram meu pau primeiro, segurando, avaliando. "Pênis sem alterações." Depois os ovos, um de cada vez, palpando. "Testículos de tamanho e consistência normais."

"Agora vou examinar a glande em detalhe." Puxou o prepúcio para trás e aproximou a lanterna. "Glande rosada, brilhante, formato de cogumelo. Borda grossa, simétrica. Coro proeminente. Meato central e visível, sem secreção." Passou o polegar sobre toda a superfície da cabeça, avaliando textura. "Superfície lisa, sem lesões, sem inflamação." Anotou cada detalhe.

"Agora o exame retal. Vou introduzir o espéculo." Lubrificou o instrumento e posicionou na entrada do meu cu. "Respira fundo e relaxa. Deixa entrar." O espéculo frio entrou devagar. Ela abriu as válvulas, dilatando o canal. "Paredes rosadas, textura saudável, bem vascularizadas. Largura adequada, bom tônus esfincteriano." Iluminou o interior com a lanterna, observando. "Sem fissuras, sem hemorroidas internas. Tudo saudável."

Nesse momento, a porta se abriu. A atendente do balcão entrou carregando um tablet. "Doutora, o laboratório ligou sobre os exames do paciente das—" Parou ao me ver na cadeira, pernas abertas, o espéculo dentro do cu. A médica não se alterou. "Pode entrar. Deixe o recado."

A atendente caminhou até a mesa, os olhos percorrendo meu corpo exposto na cadeira. A médica continuou o exame sem cerimônia. "Vou palpar a próstata agora." Retirou o espéculo, calçou uma nova luva, lubrificou o dedo e o introduziu. "Respira." O dedo curvou para frente e tocou a próstata. "Próstata de tamanho normal, consistência firme, simétrica. Sem nódulos." Eu gemi baixo. "Sensibilidade prostática elevada. Anotado."

A atendente ficou parada, observando. A médica percebeu. "Já que está aqui, pode segurar a lanterna para mim. Preciso fazer o teste de sensibilidade." A atendente se aproximou e segurou a lanterna, iluminando meu pau e meu cu expostos. "Vou tocar pontos diferentes. Me diga o que sente."

A médica tocou a glande, o freio, a base, os ovos, o períneo, a borda do cu. Cada toque me fazia contrair e gemer, e ela anotava tudo. A atendente iluminava cada ponto, os olhos fixos. Eu estava completamente duro, exposto, incapaz de me cobrir. "Resposta excelente à estimulação em todas as zonas. Sensibilidade acima da média."

"Pode descer. Exame concluído. Até a próxima." A atendente saiu primeiro, lançando um último olhar. Desci da cadeira com as pernas trêmulas, sentindo cada parte do corpo examinada por aquela médica meticulosa.

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O Exame Duplo

Consulta Médica

A médica e a enfermeira já estavam na sala quando entrei. A médica, de jaleco e óculos, sentada na cadeira. A enfermeira, de uniforme branco, preparando material sobre a bandeja. "Entre e sente-se, por favor." Sentei na borda da maca. "Hoje vamos avaliar a resposta combinada — estimulação prostática e peniana simultânea. A enfermeira vai me ajudar."

"Levante-se e tire tudo. Camisa, camiseta, calça, cueca — tudo fora. Dobre sobre a cadeira." Fui obedecendo peça por peça. Camisa desabotoada, camiseta, calça, cueca. Quando fiquei nu, a médica apontou para a maca. "Suba e fique de quatro. Bunda empinada, joelhos afastados, cabeça no travesseiro."

Subi e me posicionei de quatro, completamente exposto. A médica calçou a luva, lubrificou o dedo. "Vou fazer o toque retal. Respira fundo e relaxa." O dedo entrou devagar, curvou para frente e encontrou a próstata. "Próstata de tamanho normal, consistência firme." Começou a massagear em movimentos circulares. Eu gemi contra o travesseiro.

Ao mesmo tempo, a enfermeira se posicionou na frente e segurou meu pau. "Vou examinar a glande enquanto a doutora avalia a próstata." Puxou o prepúcio para trás. "Glande rosada, formato de cogumelo, borda grossa e simétrica. Meato central." Passou o dedo sobre a cabeça exposta. Eu endureci completamente em sua mão.

"Aguente sem gozar até eu autorizar", a médica ordenou de trás, o dedo pressionando a próstata. A enfermeira começou a me masturbar devagar, movimentos longos da base até a glande. Eu era estimulado dos dois lados — o dedo massageando a próstata por dentro, a mão masturbando o pau por fora. O prazer subia de todos os lugares ao mesmo tempo.

Nesse momento, a porta se abriu. A atendente do balcão entrou com uma caixa de luvas. "Doutora, acabou as luvas M na sala três—" Parou ao me ver de quatro na maca, nu, com o dedo da médica no cu e a mão da enfermeira no pau. A médica não parou. "Deixe sobre a mesa. Pode ficar."

A atendente colocou a caixa e ficou observando. A médica continuou. "Vou introduzir o espéculo para examinar o interior." Retirou o dedo, lubrificou o espéculo e o introduziu. Abriu devagar. "Paredes rosadas, elásticas, bem vascularizadas. Largura adequada. Sem lesões." Iluminou o interior com a lanterna. A atendente observava tudo em silêncio.

A enfermeira acelerou o ritmo da masturbação enquanto a médica retirava o espéculo e reintroduzia o dedo, intensificando a massagem na próstata. Eu tremia, mordendo o travesseiro, tentando aguentar. "Ainda não. Segura." A enfermeira apertou a base do pau para conter o gozo. A atendente arregalou os olhos.

"Agora. Pode gozar." Com a ordem, a enfermeira acelerou e a médica pressionou a próstata com força. Gozei com um gemido alto, o corpo inteiro em espasmo, jatos fortes de sêmen caindo sobre a maca. A enfermeira segurou meu pau até o último jato. "Sêmen branco, espesso, opaco. Volume adequado. Viscosidade normal." A médica anotou cada detalhe. "Resposta combinada ideal. Ejaculação potente."

A atendente saiu sem dizer nada, o rosto vermelho. Desci da maca com as pernas trêmulas, sentindo o corpo completamente esvaziado.

417

A Estagiária Tímida

Estagiárias

A médica me trouxe para a sala de exames. "Entre e sente-se na maca, por favor." Sentei na borda. Atrás dela, uma estagiária jovem esperava com um prontuário apertado contra o peito. "Hoje a estagiária vai conduzir o exame. Eu vou orientar. Tire a roupa — camisa, calça, cueca, tudo. Dobre sobre a cadeira."

Comecei a desabotoar a camisa. A estagiária, uma garota de uns vinte e poucos anos, cabelo preso, óculos grandes, observava com o rosto vermelho. Tirei a camisa, depois a camiseta. "Continue. Calça e cueca." Desabotoei a calça, desci o zíper, dobrei. Empurrei a cueca para baixo e saí dela. Fiquei nu diante das duas.

A médica se virou para a porta. "Deite-se de costas na maca. Ela cuida do resto. Vou voltar daqui a pouco para conferir." E saiu, fechando a porta. Fiquei sozinho com a estagiária, deitado nu na maca.

Ela ficou parada, segurando o prontuário com mãos trêmulas. "P-preciso verificar a ereção", ela gaguejou, sem saber onde olhar. "Tudo bem", respondi. Ela se aproximou devagar.

"V-vou examinar a glande primeiro." Com dedos delicados, puxou o prepúcio para trás. Aproximou o rosto, os óculos escorregando no nariz suado. "Cor... cor rosada. Formato de cogumelo. Borda grossa." Ela gaguejava a cada palavra. Passou o dedo sobre a cabeça exposta. "Superfície lisa. Meato central." Eu comecei a endurecer.

"Agora preciso... verificar a ereção completa." Ela segurou meu pau com a mão e começou a masturbá-lo devagar, os dedos delicados envolvendo o caule. "É... é grande", ela sussurrou sem querer, e corou até as orelhas. Eu gemi baixo, e ela acelerou um pouco, profissionalmente, mas os olhos não saíam do meu pau.

"Preciso também examinar os testículos." Com a mão livre, palpou cada ovo, avaliando. "Tamanho e consistência normais." Continuou me masturbando com a outra mão. Eu estava completamente duro, pulsando.

"Preciso da amostra de sêmen agora." Ela pegou o pote estéril com uma mão e continuou me masturbando com a outra, os olhos fixos no meu pau. "Avise quando... quando for." Acelerou o ritmo. Eu gemi mais alto, o corpo tensionando.

"Vou... vou gozar", avisei. Ela posicionou o pote na frente da glande. Gozei com força, jatos brancos e espessos caindo dentro do pote. Ela arregalou os olhos atrás dos óculos e quase derrubou o recipiente. "Q-quantidade normal", ela disse, a voz trêmula. Olhou para o sêmen no pote. "Cor branca, opaca. Viscosidade... espessa." Anotou com a mão tremendo.

Nesse momento, a médica abriu a porta. "Como foi?" A estagiária deu um pulo. "B-bem, doutora. Amostra coletada. Glande rosada, borda grossa, simétrica. Ereção normal. Sêmen branco e espesso." A médica sorriu. "Muito bem. Pode ir." A estagiária saiu da sala quase correndo, sem olhar para trás.

418

A Consulta de Ultrassom

Enfermeiras

A enfermeira abriu a porta do consultório de imagem. Era uma mulher de uns trinta anos, uniforme branco, cabelo preso. "Entre e sente-se na maca, por favor." Sentei na borda. Sobre a bancada, o aparelho de ultrassom portátil com o monitor apagado. "Vou fazer o ultrassom pélvico e escrotal hoje. Preciso que você tire a roupa."

"Tudo — camisa, camiseta, calça, cueca. Dobre sobre a cadeira." Fui tirando peça por peça. Desabotoei a camisa, puxei a camiseta, desci o zíper da calça, empurrei a cueca. Quando fiquei nu, ela apontou para a maca. "Deite-se de costas. Pernas abertas, braços ao lado."

Ela ligou o aparelho e o monitor ganhou vida. Espremeu uma faixa de gel frio na minha virilha. "Pode estar bem gelado. Não se mexe." O gel escorreu pelo pau e pelos ovos, escorrendo até a bunda. Ela pegou o transdutor e passou lentamente sobre a base do pau, observando o monitor.

"Vou capturar imagens do corpo cavernoso. Fique parado." O transdutor frio roçava em cada parte sensível — a base, o caule, a glande. Ela pressionou o aparelho contra cada ovos, um de cada vez, girando para captar ângulos diferentes. "Testículos sem alterações. Volume normal."

Nesse momento, a porta se abriu. "Entrem." Três estudantes de radiologia entraram — duas moças e um rapaz, todos de jaleco. "Hoje é aula prática de ultrassom pélvico masculino. Aproximem e observem o monitor."

Fiquei nu, de costas, coberto de gel, com o transdutor sobre o pau, diante de três estranhos. A enfermeira não me deu opção de me cobrir. "Vejam no monitor a estrutura dos corpos cavernosos." Passou o transdutor ao longo do pau. Os estudantes se aproximaram do monitor, depois da maca, olhando alternadamente.

"Agora a glande." A enfermeira puxou o prepúcio para trás e passou o transdutor sobre a cabeça exposta. "Glande rosalada, formato de cogumelo, borda grossa e simétrica. Sem nódulos na imagem." Uma das estudantes pediu para segurar o transdutor. A enfermeira entregou. "Passe devagar sobre o corpo do pênis." A estudante passou, os dedos roçando no meu pau coberto de gel.

"Vou examinar a próstata por via transretal agora. Vire de lado, fetal position." Virei de lado, joelhos dobrados contra o peito. A enfermeira lubrificou a sonda transretal. "Respira e relaxa." A sona entrou no cu. "Próstata de tamanho normal, contornos regulares. Sem lesões." Os estudantes se revezaram no monitor, observando a imagem da próstata.

Eu estava duro com todo aquele toque e exposição. A enfermeira notou. "A ereção é uma resposta normal ao exame. Não se preocupe." Continuou como se nada fosse. "Estruturas todas normais. Exame concluído."

Ela limpou o gel com uma toalha quente, esfregando cada parte — o pau, os ovos, a glande, a bunda. Os estudantes saíram anotando. "Tudo bem por aqui. Pode se vestir." Saí do consultório ainda sentindo o gel e os olhares daquela turma.

419

A Consulta da Equipe

Consulta Médica

A médica abriu a porta. "Entre e sente-se, por favor." Entrei no consultório. Atrás dela, a enfermeira e a estagiária já esperavam, cada uma com uma prancheta. "Hoje é exame completo com a equipe toda. Você é o caso de estudo do mês. Cada uma vai avaliar uma parte."

"Levante-se e tire tudo. Camisa, camiseta, calça, cueca — tudo. Dobre sobre a cadeira." Fui tirando peça por peça sob os olhares das três mulheres. Camisa, camiseta, calça, cueca. Quando fiquei nu, a médica apontou para a maca. "Suba e fique de quatro. Bunda empinada, joelhos afastados, cabeça no travesseiro."

Obedeci, completamente exposto para as três. A médica calçou a luva, lubrificou o dedo. "Vou fazer o toque retal." Introduziu o dedo devagar e o curvou para frente, encontrando a próstata. "Próstata normal, consistência firme, simétrica." Massageou em círculos. Eu gemi contra o travesseiro.

Ao mesmo tempo, a enfermeira se posicionou na frente e segurou meu pau. "Vou avaliar a resposta erétil." Começou a masturbá-lo devagar, movimentos longos. A estagiária anotava cada detalhe, os olhos arregalados. "Glande", a enfermeira disse, puxando o prepúcio. "Cor rosada uniforme, formato de cogumelo, borda grossa e simétrica. Meato central e visível."

"Sensibilidade elevada", a médica observou quando gemi com a massagem na próstata. A enfermeira acelerou a masturbação, e a estagiária se aproximou para ver melhor. "Anotar: resposta erétil rápida e firme. Veias proeminentes. Glande totalmente exposta e corada."

Nesse momento, a porta se abriu. A atendente do balcão entrou com uma pilha de exames. "Doutora, os resultados do laboratório—" Parou ao me ver de quatro na maca, nu, com o dedo da médica no cu e a mão da enfermeira no pau. A médica não parou. "Deixe sobre a mesa. Pode observar."

A médica retirou o dedo e introduziu um espéculo. "Vou examinar o interior." Abriu devagar e iluminou com a lanterna. "Paredes rosadas, textura saudável, bem elásticas e largas. Sem fissuras, sem hemorroidas. Largura adequada." A atendente observava em silêncio, os olhos fixos.

A enfermeira continuou masturbando enquanto a médica examinava o interior do cu com o espéculo. A estagiária se aproximou com a lanterna para iluminar melhor. "Posso palpar a próstata também, doutora?" A médica assentiu. A estagiária calçou a luva, lubrificou o dedo e o introduziu ao lado do espéculo. "Sinto a próstata. Firme, do tamanho de uma noz."

Três mãos me examinavam ao mesmo tempo — o espéculo da médica abrindo o cu, o dedo da estagiária na próstata, a mão da enfermeira no pau. A atendente observava tudo sem piscar. "Resposta combinada ideal", a médica anotou. "Vou coletar a amostra de sêmen agora."

A enfermeira acelerou a masturbação. A médica pressionou a próstata pelo espéculo. Gozei com força, jatos brancos e espessos caindo sobre a maca. "Sêmen branco, opaco, espesso. Volume normal. Viscosidade adequada." A médica anotou cada detalhe. "Caso encerrado. Tudo normal." A atendente saiu sem dizer nada. Desci da maca sentindo que tinha sido examinado mais profundamente do que nunca.

420

A Injeção da Enfermeira

Enfermeiras

A enfermeira abriu a porta do consultório. Era uma mulher alta, uniforme branco justo, luvas já calçadas. "Entre e sente-se na maca, por favor." Sentei na borda. Sobre a bandeja de metal havia uma seringa, algodão, álcool e um frasco de medicamento. "O médico receitou uma injeção intramuscular no glúteo. Preciso que você tire a roupa."

"Tudo — camisa, camiseta, calça, cueca. Dobre sobre a cadeira." Fui tirando peça por peça. Desabotoei a camisa, puxei a camiseta, desci o zíper da calça, empurrei a cueca. Quando fiquei nu, ela apontou para a maca. "De bruços. Bunda empinada, pernas afastadas. Cabeça no travesseiro."

Subi e me posicionei de bruços, a bunda erguida. Senti o ar frio do consultório nas nádegas expostas. "Vou limpar o local." Ela esfregou algodão com álcool na nádega direita, gelado, dando tapinhas leves. "Relaxa a bunda, senão dói mais. Solta o glúteo."

Nesse momento, a porta se abriu. "Entrem. Silêncio." Quatro estudantes de enfermagem entraram — três moças e um rapaz, todos de jaleco, com pranchetas. "Turma, hoje é demonstração de aplicação intramuscular em glúteo. Observem a técnica."

Fiquei de bruços, nu, a bunda empinada, diante de cinco pessoas. A enfermeira não me deu opção de me cobrir. "A agulha entra no quadrante superior externo do glúteo. Vejam o ponto." Marcou o local com a ponta da caneta. "Agora respira fundo e relaxa."

A agulha entrou devagar. Eu gemi contra o travesseiro. Ela esperou, aplicou o líquido com calma e retirou. "Técnica correta. Profundidade adequada." Colocou algodão no local. "Mas preciso massagear para espalhar o medicamento. Senão fica dolorido."

Suas mãos massagearam a nádega com movimentos firmes, esfregando o local da injeção em círculos. "Observem a massagem dispersiva. Ajuda na absorção." Os estudantes se aproximaram. Os toques se aproximavam do cu a cada movimento circular, e eu endurecia contra a maca.

"Notaram a ereção? É uma resposta comum em pacientes de bruços durante procedimentos na região glútea." A enfermeira falava com naturalidade. "Vou examinar a próstata enquanto massaggio, para complementar a avaliação." Calçou uma nova luva, lubrificou o dedo e o introduziu no cu. "Próstata normal."

Uma das estudantes pediu para tentar a massagem dispersiva. A enfermeira assentiu. A estudante colocou as mãos na minha nádega e massageou, os dedos escorregando em direção ao cu. Outra estudante pediu para palpar a próstata. A enfermeira guiou o dedo da estudante dentro de mim. "Sente a elevação firme? É a próstata."

Eu estava duro, pulsando contra a maca, com mãos estranhas na bunda e dentro do cu. A enfermeira percebeu. "Vou coletar uma amostra de sêmen para complementar o exame." Os estudantes me fizeram virar de costas. A enfermeira segurou meu pau e começou a masturbá-lo. "Observem a glande: cor rosada, formato de cogumelo, borda grossa."

Gozei com força, jatos brancos caindo sobre minha barriga. "Sêmen branco, espesso, volume normal." A enfermeira limpou tudo. "Tudo certo. Pode se vestir." Saí imaginando se aquela injeção era realmente necessária.

421

A Avaliação de Ereção

Consulta Médica

"Entre, por favor. Sente-se." A médica apontou a cadeira. Era uma mulher de uns quarenta anos, séria, jaleco impecável, óculos de leitura. Sentei. Ela folheou o prontuário. "Hoje vou avaliar a qualidade da ereção em detalhe. Dureza, durabilidade, ângulo, resposta vascular. Preciso de dados completos."

"Levante-se e tire tudo. Camisa, camiseta, calça, cueca — tudo fora. Dobre sobre a cadeira." Tirei peça por peça. Camisa desabotoada, camiseta, calça, cueca. Quando fiquei nu, ela apontou para a maca. "Deite-se de costas. Pernas abertas, braços ao lado do corpo."

"Primeiro vou examinar a glande no estado flácido." Puxou o prepúcio para trás e avaliou de perto. "Glande rosada, formato de cogumelo, borda grossa e simétrica. Meato central." Passou o polegar sobre a cabeça. "Agora preciso induzir a ereção."

A médica segurou meu pau e começou a masturbá-lo com movimentos profissionais, longos e firmes. Eu endureci rapidamente. "Resposta vascular rápida. Bom." Continuou até eu ficar completamente duro, observando cada reação. "Ângulo de ereção: sessenta graus. Adequado."

Pegou o celular. "Para o prontuário." Fotografou meu pau duro de vários ângulos — de cima, de lado, de frente. Depois mediu a dureza apertando com os dedos em pontos diferentes. "Consistência ideal. Corpos cavernosos bem túrgidos." Examinou a glande novamente, agora ereta. "Glande mais corada, rosalada intensa, borda proeminente. Veias dorsais visíveis."

Nesse momento, a porta se abriu. A atendente do balcão entrou com um tablet. "Doutora, o convênio confirmou a autorização para—" Parou ao me ver nu na maca, duro, com o pau apontando para o teto. A médica não se alterou. "Deixe sobre a mesa. Pode ficar."

A atendente colocou o tablet e ficou observando. A médica continuou. "Vou testar a durabilidade da ereção." Voltou a me masturbar devagar, cronometrando no celular. "Tempo zero. Vou medir quanto tempo você mantém a ereção máxima sem ejaculação."

Eu tremia, à beira do gozo, mas ela não permitia. "Ainda não. Estou medindo. Segura." Quando eu estava prestes a gozar, ela parava e apertava a base do pau, esperando a urgência passar, depois recomeçava. A atendente observava cada etapa, os olhos fixos no meu pau duro.

"Dez minutos. Ereção mantida. Vou repetir o ciclo." Recomeçou a masturbar, parando quando eu estava perto, várias vezes. A atendente ficou cada vez mais perto, observando. "Vinte minutos. Trinta minutos. Ereção estável em todo o período."

Depois de meia hora de teste, ela finalmente parou. "Vou examinar a glande uma última vez." Puxou o prepúcio e avaliou. "Glande rosalada intensa, túrgida, borda grossa e simétrica. Sem alterações. Avaliação completa."

"Resultado excelente. Ereção de qualidade superior. Pode se vestir." A atendente saiu primeiro, o rosto vermelho. Saí duro, exausto e sem gozar, com fotos minhas no prontuário dela.

422

A Consulta de Sensibilidade

Consulta Médica

"Entre e sente-se, por favor." A médica apontou a cadeira. Era uma mulher de uns trinta e cinco anos, óculos de leitura, jaleco. Sentei. Sobre a mesa havia uma bandeja organizada com cotonetes, dedos de borracha de texturas diferentes, um vibrador de laboratório, uma lanterna clínica e um espéculo. "Hoje vou mapear a sensibilidade de todas as zonas erógenas. Cada ponto tocado, você descreve o que sente. Preciso de dados detalhados."

"Levante-se e tire tudo. Camisa, camiseta, calça, cueca — tudo. Dobre sobre a cadeira." Fui tirando peça por peça. Desabotoei a camisa, puxei a camiseta, desci o zíper da calça, empurrei a cueca. Quando fiquei nu, ela apontou para a maca. "Deite-se de costas. Pernas abertas, joelhos flexionados. Deixe tudo exposto."

"Começando pelo glande. Me diga o que sente em cada toque." Puxou o prepúcio para trás, expondo toda a cabeça. Tocou a ponta da glande com o cotonete. "O que sente?" "Frio... formigamento", respondi. Passou para a borda da glande. "E aqui?" "Mais intenso... sensível". Tocou o freio. "Choque... muito sensível". Anotou cada resposta.

Ela passou para os dedos de borracha com texturas diferentes, tocando a base do pau, o caule, cada ponto do prepúcio. Depois ligou o vibrador de laboratório e passou sobre a glande, o freio, o meato. Eu descrevia cada sensação com a voz trêmula. "Agora os testículos. Respire fundo." Tocou cada ovo com o cotonete e depois com os dedos. "Cócegas... depois dorzinha boa".

Nesse momento, a porta se abriu. "Entrem." Cinco estudantes de medicina entraram — quatro moças e um rapaz, todos de jaleco, com pranchetas. "Turma, hoje é aula prática de mapeamento de sensibilidade genital masculina. Observem e anotem cada resposta."

Fiquei nu, de costas, pernas abertas, diante de seis pessoas. A médica continuou sem cerimônia. "Agora vou examinar a glande detalhadamente." Aproximou a lanterna e avaliou de perto. "Glande rosada uniforme, formato de cogumelo, simétrica. Borda grossa e bem definida. Coro proeminente. Meato central e visível." Passou o dedo em cada milímetro da cabeça. "Textura lisa, sem lesões."

Uma das estudantes pediu para ajudar no teste. A médica entregou o vibrador. "Passe sobre a glande e anote a resposta." A estudante passou o vibrador sobre a cabeça do meu pau enquanto eu gemia e descrevia a sensação. Outra estudante tocou o freio com o cotonete. "Resposta intensa no freio. Anotado."

"Preciso também avaliar o interior do cu. Vire de quatro." Virei. Ela lubrificou o espéculo e o introduziu, abriu devagar e iluminou. "Paredes rosadas, elásticas, bem vascularizadas. Largura adequada. Sem lesões." Os estudantes se aproximaram para ver. "Vou testar a sensibilidade retal agora." Introduziu o dedo e tocou a próstata. "Choque de prazer... muito sensível", gemi. "Próstata hipersensível. Anotado."

Cada estudante introduziu o dedo para sentir a próstata, e eu descrevia a sensação cada vez. Eu estava duro e ofegante, descrevendo prazer como se fosse dado clínico. "Sensibilidade acima da média em todas as zonas. Paciente muito responsivo. Dados completos."

423

A Consulta Final

Consulta Médica

Na última consulta do tratamento, a médica abriu a porta. "Entre e sente-se, por favor." Entrei. A enfermeira e a estagiária já estavam na sala, cada uma com uma prancheta. "Hoje é a avaliação final. Exame completo com a equipe toda. Vamos revisar cada parte do tratamento."

"Levante-se e tire tudo. Camisa, camiseta, calça, cueca — tudo. Sobre a cadeira." Fui tirando peça por peça sob os olhares das três. Camisa, camiseta, calça, cueca. Quando fiquei nu, a médica apontou para a maca. "Deite-se de costas. Pernas abertas, bem exposto."

"Cada uma examina uma parte. Comecem." A enfermeira examinou meu pau e os ovos com atenção, segurando, palpando. "Pênis sem alterações. Testículos normais." Puxou o prepúcio e examinou a glande. "Glande rosada, formato de cogumelo, borda grossa e simétrica. Meato central."

A estagiária, agora confiante, avaliou a região ao redor — virilha, períneo, base do pau. "Sem alterações na região inguinal e perineal." A médica calçou a luva, lubrificou o dedo e fez o toque retal. "Próstata normal, firme, simétrica. Sem nódulos."

"Resposta erétil?" a médica perguntou. A enfermeira segurou meu pau e começou a masturbá-lo até ficar completamente duro. "Normal, doutora. Ereção rápida e firme. Glande rosalada intensa, túrgida." A médica anotou. "Vou introduzir o espéculo para o exame final do interior." Lubrificou, introduziu, abriu e iluminou. "Paredes rosadas, elásticas, largura adequada. Sem lesões. Tudo saudável."

Nesse momento, a porta se abriu. A atendente do balcão entrou com uma pasta. "Doutora, a documentação para a alta do paciente—" Parou ao me ver nu na maca, duro, com o espéculo dentro do cu e as três mulheres me examinando. A médica não se alterou. "Deixe sobre a mesa. Já que está aqui, pode assistir à avaliação final."

A atendente colocou a pasta e ficou observando. A médica continuou. "Vou coletar a amostra final de sêmen." A enfermeira masturbou meu pau com movimentos firmes enquanto a médica pressionava a próstata pelo espéculo. A estagiária segurava o pote. A atendente observava sem piscar.

Gozei com força, jatos brancos e espessos caindo dentro do pote. A estagiária não tremia mais — segurou firme. "Sêmen branco, opaco, espesso. Volume normal. Viscosidade adequada." A médica anotou cada detalhe na avaliação final.

As três me examinaram por quase uma hora, cada parte avaliada e anotada. Eu era o caso de estudo, completamente entregue à equipe. A atendente observou tudo até o fim. "Tudo dentro do normal. Tratamento concluído. Alta liberada." Saí do consultório pela última vez, sentindo falta daquelas mãos clínicas e daqueles olhares.

424

O Teste dos Plugs

Plugs e Dilatação

A médica entrou carregando uma maleta preta de couro, pesada, e largou sobre a mesa com um baque seco. Olhou para mim por cima dos óculos. "Tire tudo. Hoje vou testar até onde esse seu cu aguenta. Até o limite. Sem frescura." Comecei a tirar a roupa — camisa, camiseta, calça, cueca — enquanto ela destrancava a maleta e abria sobre a mesa. Fiquei pasmo: plugs de tamanhos crescentes, do fino e delicado até um super grosso do tamanho de um punho, todos alinhados como instrumentos cirúrgicos de aço inox, brilhando sob a luz fria do consultório.

"Suba na maca. De quatro. Bunda bem empinada, bem aberta pra mim." Posicionei-me, o corredor do consultório escancarado atrás de mim. Ela calçou a luva com um estalo seco, espremeu lubrificante gelado nos dedos. "Começamos pelo menor. Respira fundo e solta o ar." A ponta do plug fino tocou a entrada do meu cu, fria e escorregadia. Empurrou devagar. Entrou fácil, sem nenhuma resistência, meu cu engolindo a base inteira. "Anota: plug fino, sem resistência. Cu receptivo, relaxado. Muito bom menino."

O médio veio em seguida, mais grosso, a base alargando. "Relaxa. Empurra contra ele. Deixa entrar." Senti o cu se abrir, esticar ao redor da base, e depois fechar no gargalo. Ela girou o plug devagar, observando. "Olha que lindo, o cu abocanhando tudo, abrangendo a base inteira sem reclamar." Depois o grosso. O frio do metal, a pressão constante, meu cu se abrindo mais do que nunca. "Agora o super grosso. Respira fundo. Solta tudo."

Meu cu esticou ao máximo, ardeu, e então engoliu a base grossa num só movimento. "Inacreditável. Seu cu aguenta todos. Capacidade excelente, sem limite aparente." Ela tirou o celular e fotografou cada tamanho dentro de mim, "para o prontuário", o flash estalando sobre meu cu aberto e cheio, sem nenhum pudor.

425

Cinco Gozos na Maca

Gozos Seguidos

A médica alinhou cinco tubos de coleta estéreis sobre a mesa de aço, numerados de 1 a 5, e segurou um cronômetro de pulso. "Vou testar quantas vezes você goza seguidas e a quantidade de sêmen de cada uma. Quero volume, cor, densidade. Tire tudo e deite-se de costas." Obedeci. Fiquei nu, duro, o pau deitado sobre a barriga, sob o olhar clínico dela.

"Goza no tubo 1. Pode começar." Enrolei o pau na mão e comecei a me masturbar, devagar, depois mais rápido, sentindo os olhos dela fixos em cada movimento. Gozei forte — jatos brancos e espessos caindo dentro do tubo. Ela pegou, analisou contra a luz. "Branco opaco, espesso, volume bom. Anota: gozo 1, resposta excelente."

Sem me deixar descansar: "Continua. Tubo 2. Não para." Voltei a me masturbar, agora mais devagar, o pau sensível. Forcejei, o pau pulsando, e gozei de novo — menos volume, mais líquido. "Volume menor, mais líquido, translúcido. Gozo 2." O tubo 3 veio com esforço, eu suando, tremendo. O 4, quase um fio escorrendo pela glande. No 5, meu pau pulsou e endureceu, mas não saiu nada — seco, só espasmos.

"Secou. Cinco gozos. Capacidade reprodutiva registrada." Ela rotulou cada tubo com data e número, alinhando-os na bandeja, enquanto eu ficava ali, exausto, o pau mole e dolorido, completamente exposto e à mercê dela.

426

Seis Gozos com Plug

Gozos Seguidos

A enfermeira lubrificou o plug médio com generosidade, o gel escorrendo entre os dedos enluvados. "O plug vai pressionar a próstata o tempo todo. Quero ver se você goza mais e mais vezes com ele dentro. Tire tudo." Fiquei nu. Ela me mandou de costas na maca, pernas abertas, e empurrou o plug devagar. Meu cu aceitou a base inteira, o metal frio assentando contra a próstata.

"Goza no tubo." O plug na próstata fez eu gozar rápido e forte — o sêmen jorrou em jatos longos, muito mais volume que o normal. Ela arregalou os olhos: "Volume altíssimo! O plug prostático ajuda demais."

"Goza de novo." Voltei a me masturbar. O plug vibrava dentro a cada movimento do meu punho, pressionando, massageando. Gozei de novo, ainda espesso, ainda abundante. "Inacreditável, o terceiro ainda tem volume de primeiro gozo." Quarto — continuava saindo bastante. Quinto — ainda espesso. Sexto — finalmente diminuiu, mas não secou.

"Seis gozos com plug! Mais que sem plug. Anota: plug prostático aumenta volume e frequência de gozo. Recomendado para coletas múltiplas." Eu tremia na maca, o plug ainda dentro, o pau latejando, completamente à mercê daquela estimulação implacável.

427

A Elasticidade do Pau

Elasticidade

A médica segurou meu pau com firmeza, os dedos enluvados envolvendo a base. "Vou testar a elasticidade do seu pau. Deite-se de costas, pernas bem abertas." Obedeci. Ela pegou uma régua de metal e um paquímetro da mesa.

Puxou o pau para trás, entre as pernas, em direção à bunda, devagar, observando a base ceder. "Relaxa. Quero ver até onde vai sem machucar." Puxou mais, o pau curvando entre as coxas, a glande rosada aparecendo por trás, entre as nadegas. Mediu com a régua. "Olha só, vai longe. Alcança quase a entrada do cu." Anotou o número.

Depois puxou para os lados, testando a flexibilidade. "Esquerda... direita... flexível em ambos os lados. Sem dor?" Balancei a cabeça. Por fim, fotografou "para o prontuário" o pau puxado para trás entre as pernas, a glande exposta perto do cu. "Elasticidade excelente em todas as direções. Acima da média."

428

O Corredor da Clínica

Exposição no Corredor

A médica terminou o exame retal e não retirou o dedo. Senti o dedo ainda dentro, pressionando, quando ela falou: "Preciso levá-lo até a sala de ultrassom, no outro corredor. Levante-se." Eu estava completamente nu. "Anda devagar. Eu guio."

Comecei a andar pelo corredor da clínica, nu, com o dedo dela dentro do meu cu, sentindo cada passo mexer o dedo dentro de mim. Passamos pela área de espera — cadeiras de plástico alinhadas, gente sentada aguardando atendimento. Um homem de meia-idade levantou os olhos do celular e arregalou. Uma mulher cobriu a boca com a mão. Um senhor idoso virou o rosto, vermelho. A médica não se incomodou: "Devagar. O corredor é longo. Não tem pressa."

Continuei andando, o pau balançando a cada passo, o dedo dela guiando meu cu, sendo observado por todos. Meu pau foi endurecendo com a vergonha e o tesão misturados. "Aqui é a sala de ultrassom. Entre." Finalmente ela retirou o dedo. Eu estava vermelho da cara aos pés, o pau duro apontando para frente, o coração disparado, sabendo que dezenas de pessoas tinham visto tudo.

429

Coleira de Carne

Exposição no Corredor

A enfermeira terminou de examinar minha glande — puxou o prepúcio, avaliou a cor, a borda — e não soltou o pau. Pelo contrário, fechou os dedos ao redor da cabeça com firmeza, como uma coleira. "A doutora pediu ultrassom na outra sala. Vamos."

Caminhei pelo corredor completamente nu, ela me guiando pela cabeça do pau, os dedos apertando justo na glande. Cada passo puxava o pau, a mão dela controlando meu ritmo. Passamos pelo balcão de atendimento, onde uma fila de pacientes esperava, sentados e de pé. Eles viram: eu nu, a enfermeira segurando meu pau pela glande, me conduzindo pelo corredor como um animal na coleira. "Com licença", ela disse casualmente, sem acelerar o passo.

Meu pau foi endurecendo na mão dela enquanto andávamos — a glande inchando entre os dedos, ficando roxa e sensível. "Relaxa. Falta pouco." Ela não soltou até chegarmos na outra sala. Senti cada olhar das pessoas da fila cravado em mim, a vergonha queimando o rosto.

430

Dedo no Cu, Mão no Pau

Exposição no Corredor

A médica tinha um dedo enfiado no meu cu e a outra mão segurando meu pau. "Vamos até a sala 5. É no outro andar." Eu estava nu, completamente exposto, sendo guiado pelos dois lados.

Caminhei nu pelo corredor, ela me conduzindo com o dedo no cu e a mão no pau. Chegamos ao elevador, onde mais gente esperava — um casal, uma senhora com muleta, um jovem de fones. As portas se abriram e eles me viram: nu, com o dedo da médica no cu e a mão no pau. O casal ficou de boca aberta. A senhora desviou o olhar. "Desculpe o aperto", ela disse aos outros, entrando comigo, o dedo ainda no cu, a mão ainda no pau.

No elevador lotado, eu ficava ali, espremido entre estranhos, exposto, enquanto ela conversava casualmente sobre o clima. Ninguém sabia onde olhar. No outro andar, atravessamos mais um corredor cheio de gente até a sala 5. "Entre. Vou continuar o exame aqui." Senti o dedo sair do cu e a mão soltar o pau só quando a porta fechou atrás de nós.

431

Plug no Corredor

Exposição no Corredor

A estagiária acabara de introduzir o plug grosso no meu cu — eu sentia a base larga assentada entre as nadegas, o metal frio dentro de mim. "A doutora quer ver o ultrassom agora. Vamos." Ela segurou meu pau e me guiou para fora da sala.

Andei nu pelo corredor, o plug grosso visível entre as nadegas, a base de aço brilhando a cada passo, a estagiária segurando meu pau duro. Passamos pela recepção lotada — gente na fila, gente sentada, gente de pé encostada na parede. As pessoas viram o plug na minha bunda, a mão dela no meu pau. "Com licença, paciente em transporte", ela anunciou sem pudor, a voz ecoando pela recepção.

Cada passo fazia o plug se mexer dentro de mim, pressionando a próstata, mandando ondas de tesão. Eu andava devagar, o pau cada vez mais duro na mão dela, enquanto dezenas de olhos me observavam por todo o corredor — o plug, o pau, a nudez completa, tudo exposto sem pudor.

432

Entre Duas Profissionais

Exposição no Corredor

A médica e a enfermeira me levaram juntas pelo corredor. A médica com o dedo enfiado no meu cu, a enfermeira segurando meu pau pela glande. "Vamos até a sala de procedimentos." Eu caminhava nu entre as duas, completamente exposto, guiado dos dois lados.

A área de espera estava cheia — gente em todas as cadeiras, mais gente de pé. As pessoas olhavam boquiabertas: eu nu, sendo levado pelas duas profissionais, uma com o dedo no cu, outra com a mão no pau. "Bom dia a todos", a médica cumprimentou casualmente, como se fosse a coisa mais normal do mundo.

No meio do corredor, ela parou. "Espera, vou reposicionar." Fiquei ali, parado, nu, exposto, enquanto ela mexia o dedo dentro do meu cu, ajustando o ângulo, sem pressa, com toda a área de espera observando cada movimento. A enfermeira continuou segurando meu pau, que foi endurecendo com a manipulação.

433

Nu no Balcão de Atendimento

Exposição no Balcão

A médica me levou até o balcão de atendimento. Eu estava completamente nu, o pau balançando a cada passo. "Preciso confirmar uns dados com a atendente." Paramos no balcão, onde uma fila de pessoas esperava — umas cinco ou seis, sentadas e de pé, todas a poucos metros de mim.

Fiquei ali, nu, ao lado dela, na frente de todos. A atendente engoliu em seco, os olhos descendo do meu rosto para o pau, para os ovos, e voltando. A médica conversava normalmente e, enquanto falava, segurou meu pau casualmente, como se fosse um objeto qualquer — a mão enluvada envolvendo a base. "Atendente, anota: paciente precisa de coleta de sêmen semanal. E exame de próstata a cada quinze dias."

A atendente anotou, vermelha como um tomate, olhando para meu pau na mão da médica. As pessoas da fila não desviavam o olhar — um senhor de óculos encarava abertamente, uma moça cobria a boca. Fiquei exposto por vários minutos enquanto elas conversavam sobre meus exames, como se eu fosse um objeto, um prontuário com pernas.

434

Sêmen no Balcão

Exposição no Balcão

A médica parou no balcão comigo nu ao lado. A fila de pacientes observava. "Atendente, preciso de uma amostra de sêmen dele agora."

A atendente arregalou os olhos: "A-agora, doutora? Aqui? Na frente de...?" "Aqui mesmo. Não temos sala disponível. Paciente, se masturba e goza neste tubo." Ela me entregou o tubo estéril. As pessoas na fila ficaram chocadas — uma senhora cruzou as pernas, um rapaz arregalou os olhos.

Completamente nu, no balcão de atendimento, comecei a me masturbar na frente da atendente e de toda a fila. Enrolei o pau na mão, comecei os movimentos, sentindo todos os olhares. "Anda logo. Não temos o dia todo." A vergonha queimava, mas o pau endureceu com a exposição. Quando gozei, os jatos brancos caíram dentro do tubo. A atendente, trêmula, o pegou.

A médica analisou ali mesmo, erguendo o tubo contra a luz do balcão: "Branco, espesso, volume bom." As pessoas da fila não acreditavam no que tinham visto — um homem nu, gozando no balcão de atendimento, no meio da clínica.

435

Termômetro no Balcão

Exposição no Balcão

A médica parou no balcão comigo nu. "Atendente, preciso verificar a temperatura retal dele." A atendente piscou: "Aqui, doutora?"

"Aqui mesmo. Paciente, vira de costas e arregace a bunda." Obedeci, nu, de costas para o balcão e para a fila de pessoas. Reach das mãos para trás, agarrei as nadegas e arregacei, abrindo, expondo o cu completamente para a atendente e para todos na fila.

Ela calçou a luva com um estalo, separou as nadegas com uma mão e introduziu o termômetro de vidro, frio e fino, devagar. "Aguenta firme. Leva uns minutos." Fiquei ali, de costas, bunda arregaçada com as próprias mãos, termômetro no cu, enquanto as pessoas da fila observavam em silêncio absoluto. A médica conversava com a atendente sobre outros pacientes, o tempo todo, enquanto esperava. "Quase pronto." Finalmente retirou e leu: "Normal."

436

Exame do Cu no Balcão

Exposição no Balcão

A médica parou no balcão comigo nu. "Atendente, preciso mostrar uma coisa sobre o cu dele." Mandou-me virar de costas. "Arregace a bunda. Bem aberta."

Arregacei, expondo o cu para a atendente e para a fila inteira. Ela separou as nadegas com as mãos enluvadas e introduziu o dedo indicador, devagar, até o fundo. "Olha, atendente: próstata normal, paredes rosadas, cu largo e receptivo." A atendente se inclinou sobre o balcão, curiosa, os olhos fixos no meu cu com o dedo dentro.

"Vem olhar de perto. Saí daí atrás do balcão." A atendente, obediente, deu a volta e se ajoelhou ao lado da médica, o rosto a centímetros do meu cu. "Veja como dilata bem." A médica introduziu mais um dedo e abriu os dois em leque, esticando o cu. "Largo, elástico. Aceita dois dedos sem esforço." A fila inteira observava tudo em silêncio.

437

A Equipe no Balcão

Exposição no Balcão

A médica, a enfermeira e a estagiária me levaram ao balcão, eu nu entre as três. "Atendente, vamos atualizar o prontuário dele. Exame completo aqui mesmo."

A médica segurou meu pau: "Exame de glande: rosada, borda definida, simétrica." A enfermeira palpou os ovos, rolando cada um entre os dedos: "Testículos normais, sem alterações." A estagiária se ajoelhou e examinou de perto: "Glande simétrica, meato visível, prepúcio retraído sem dificuldade."

Tudo isso no balcão, na frente da atendente e da fila de pessoas. Depois a médica me mandou virar: "Agora arregace a bunda." Introduziu o dedo: "Cu largo, receptivo, próstata normal." As três me examinaram ali mesmo, no balcão, sem pudor, enquanto todos observavam cada detalhe do meu corpo exposto.

438

Corredor, Balcão e Gozo Público

Corredor e Balcão

A médica me levou pelo corredor, dedo enfiado no cu, até o balcão de atendimento. Eu estava nu, o dedo dela ainda dentro, quando ela anunciou: "Atendente, preciso de coleta de sêmen agora. Aqui mesmo."

"Paciente, se masturba e goza neste tubo." Retirou o dedo do meu cu com um plop audível e me entregou o tubo. As pessoas na fila olhavam pasmas. Comecei a me masturbar ali, no balcão, nu, na frente de todos — o pau duro na mão, os movimentos rápidos. "Mais rápido."

Quando gozei, os jatos brancos espessos caíram dentro do tubo. Ela analisou: "Volume bom, cor branca." Depois me mandou virar: "Agora arregace a bunda, vou conferir a temperatura retal." Termômetro no cu, no balcão, com a fila inteira vendo. "Normal." Ela me deixou ali, exposto, enquanto preenchia papéis no balcão, como se nada tivesse acontecido.

439

Dez Estudantes no Balcão

Corredor e Balcão

A médica me trouxe nu até o balcão, seguida por dez estudantes de jaleco branco, pranchetas na mão. "Atendente, vamos fazer uma demonstração clínica aqui mesmo. Aproveitem o espaço."

Mandou-me subir na maca portátil ao lado do balcão. "Deite-se de costas, pernas abertas. Bem abertas." Os estudantes se aproximaram em semicírculo. "Cada um examina a glande. Puxa o prepúcio, avalia cor, formato, borda." Um por um, na frente da atendente e da fila, puxaram meu prepúcio e avaliaram a glande de perto.

"Agora de quatro para o exame retal." Virei. Cada estudante calçou a luva, lubrificou e introduziu o dedo, examinando a próstata. A médica usou o espéculo: "Observem: paredes rosadas, cu largo, receptivo." Por fim: "Coleta de sêmen. Paciente, goza no tubo." Tudo ao lado do balcão, com pessoas esperando vendo cada detalhe do meu exame público.

440

Plug e Gozo no Balcão

Corredor e Balcão

A médica lubrificou o plug grosso e introduziu no meu cu. "Vamos até o balcão." Andei nu pelo corredor, o plug visível entre as nadegas, a base de metal brilhando, passando pela área de espera cheia.

No balcão, ela anunciou para a atendente e para a fila: "Coleta de sêmen com plug prostático. Vamos ver o volume." As pessoas da fila olhavam o plug na minha bunda, boquiabertas. "Paciente, se masturba e goza." O plug pressionou a próstata e eu gozei rápido, muito sêmen — jatos longos e espessos. "Volume altíssimo com plug. Confirmado."

Depois ela me mandou virar: "Arregace, vou tirar o plug e examinar." Retirou o plug grosso devagar, plop audível, mostrando à atendente como meu cu ficou dilatado e aberto. "Olha como ficou aberto. Volta ao normal em minutos. Elasticidade excelente." A fila inteira presencia tudo.

441

Cinco Gozos no Balcão

Corredor e Balcão

A médica parou no balcão comigo nu, ao lado da fila. "Atendente, preciso testar quantas vezes ele goza seguidas. Traga vários tubos." A atendente, trêmula, entregou os tubos numerados.

"Paciente, goza no tubo 1. Depois no 2. Não para até eu mandar." Comecei a me masturbar ali, no balcão, na frente da atendente e da fila. Gozei no tubo 1 — jatos brancos e espessos. "Volume bom." Tubo 2. "Menos, mais líquido."

Tubo 3, 4, 5 — cada vez mais difícil, o pau sensível, eu suando. A cada gozo ela anunciava o volume em voz alta, para todos na fila ouvirem. "Cinco gozos. Secou." As pessoas da fila presenciaram eu gozar cinco vezes seguidas, nu, no balcão de atendimento. Ela rotulou os tubos casualmente, como se fosse rotina.

442

Pau Para Trás no Corredor

Elasticidade e Corredor

A médica testava a elasticidade do meu pau na maca. De repente: "Vou levá-lo ao balcão com o pau puxado para trás. Quero mostrar a elasticidade para a atendente." Puxou meu pau entre as pernas, em direção à bunda, e segurou firme na glande.

"Anda." Caminhei nu pelo corredor, o pau puxado para trás por ela, a glande rosada aparecendo entre as nadegas a cada passo. Passamos pela área de espera — as pessoas viram meu pau entre as pernas, exposto de um ângulo estranho, sendo puxado pela médica.

No balcão ela mostrou à atendente: "Olha a elasticidade. Alcança quase o cu." A atendente se inclinou sobre o balcão, os olhos arregalados. A médica soltou e mediu com a régua. "Elástico. Acima da média." Depois me mandou virar: "Agora arregace a bunda, vou examinar o cu também." Dedo no cu, no balcão, com a fila observando.

443

O Dia da Exposição Completa

Corredor e Balcão

Foi o dia mais longo da minha vida. A médica me manteve nu da primeira à última hora, sem me deixar vestir nenhuma peça. Pela manhã, testou plugs de todos os tamanhos — do fino ao super grosso. "Seu cu aguenta todos. Capacidade excelente."

Depois me levou pelo corredor, dedo enfiado no cu, até o balcão de atendimento. Lá, mandou eu gozar cinco vezes seguidas na frente da fila inteira, anunciando o volume de cada gozo em voz alta. "Volume registrado." Depois termômetro no cu, exame com espéculo, tudo no balcão, com dezenas de pessoas vendo.

À tarde, a enfermeira me levou pelo corredor segurando meu pau pela glande. A estagiária testou a elasticidade, puxando o pau para trás entre as pernas. Os estudantes me examinaram no balcão — glande, ovos, próstata, espéculo. Ao final do dia, a médica sorriu: "Tudo dentro do normal. Mesmo horário amanhã."

444

A Porta Esquecida

Porta Aberta

A médica me mandou de quatro na maca, bunda bem empinada, bem aberta. "Vou fazer o exame de próstata. Relaxa os glúteos." Calçou a luva com um estalo, lubrificou o dedo e introduziu devagar. Foi então que percebi: a porta do consultório estava escancarada — ela esquecera completamente de fechar. O corredor movimentado da clínica estava ali, a poucos metros.

Pessoas passavam pelo corredor e viam tudo: eu nu, de quatro, bunda empinada para a porta, o dedo da médica enfiado no meu cu. Um paciente parou no corredor e ficou olhando, sem conseguir desviar. A médica não se incomodou nem um pouco: "Relaxa. Estou avaliando a próstata. Respira fundo." Continou o exame enquanto mais gente passava e olhava.

"Paredes rosadas, cu largo e receptivo. Textura lisa." Ela descreveu cada detalhe em voz alta, sem pudor, com a porta aberta. Uma enfermeira passou e cumprimentou: "Bom dia, doutora!" "Bom dia! Só terminando o exame retal dele. Já já libero a sala." Fiquei ali, exposto para todos que passavam pelo corredor, sem poder me cobrir.

445

Plugs à Porta Aberta

Porta Aberta

A médica testava plugs no meu cu, um por um. "Agora o grosso. Respira." Empurrou o plug e meu cu engoliu a base inteira. A porta tinha ficado aberta — o corredor da clínica ali, à vista de todos.

Um homem chegou no corredor procurando a médica e parou, boquiaberto, me vendo nu de quatro com um plug grosso enfiado na bunda. A médica olhou para ele sem nenhuma vergonha: "Pode entrar, só um momento. Estou medindo a capacidade anal do paciente." Ela não me cobriu. "Veja, aceita todos os tamanhos sem problema."

O homem ficou ali, parado na porta, sem saber pra onde olhar, enquanto ela introduzia o plug super grosso, meu cu se abrindo ao máximo. "Capacidade excelente. Inacreditável." Outra pessoa passou pelo corredor e também parou para ver. Fiquei exposto com o plug dentro, porta escancarada, desconhecidos olhando meu cu ser testado.

446

Sêmen à Porta Aberta

Porta Aberta

A médica mandou eu me masturbar até gozar no tubo de coleta. "Pode começar. Goza tudo aqui." Ela esquecera a porta aberta. Eu estava nu, deitado na maca, me masturbando, e a porta escancarada deixava todo o corredor ver cada movimento.

Uma paciente que chegava para consulta parou no corredor e arregalou os olhos — um homem nu, se masturbando na maca, à vista de todos. A médica a viu: "Bom dia! Só um instante, estou coletando sêmen dele. Pode aguardar aí." Continuou me observando masturbаr, sem pressa.

A paciente ficou parada no corredor, sem saber o que fazer, me vendo me masturbar. "Mais rápido", a médica ordenou. Quando gozei, os jatos brancos caíram dentro do tubo. Ela analisou em voz alta: "Branco, espesso, volume bom." A paciente e quem mais passava pelo corredor presenciaram tudo pela porta aberta.

447

A Atendente Vai e Vem

Porta Aberta

A médica me examinava nu na maca, de quatro, bunda empinada. A porta ficou aberta o tempo todo. A atendente do balcão entrava e saía várias vezes: "Doutora, o laboratório ligou." Entrava, me via nu de quatro, saía. Voltava minutos depois: "Tem um paciente aguardando." Entrava de novo, me via com o dedo da médica no cu.

Cada vez que ela abria a porta, mais gente no corredor via. "Deixa aberto, faz calor", a médica dizia casualmente. A atendente entrou com uma bandeja de materiais, parou, ficou observando meu exame. Pessoas passavam pelo corredor e espiavam pela porta aberta.

"Atendente, segura as nádegas dele abertas enquanto examino o interior." Ela obedeceu — as mãos separando minhas nadegas. Quem passava pelo corredor via a atendente segurando minha bunda aberta enquanto a médica examinava meu cu com o espéculo. Ninguém se preocupava em fechar a porta.

448

Estudantes à Porta Aberta

Porta Aberta

A médica reuniu estudantes para o exame prático. "Deite-se de costas, pernas bem abertas." A porta ficou escancarada. O corredor estava cheio de gente esperando atendimento, sentados nas cadeiras, encostados na parede.

Cada estudante se aproximava e examinava minha glande — puxava o prepúcio, avaliava cor e formato — tudo visível pela porta aberta. As pessoas no corredor me viam nu, pernas abertas, sendo examinado por vários estudantes de jaleco. "Agora de quatro para o toque retal. Cada um pratica." Um por um introduziu o dedo, examinando a próstata.

Quem passava parava e assistia pela porta aberta. A médica introduziu o espéculo: "Observem: paredes rosadas, cu largo, receptivo." Tudo com a porta aberta, o corredor lotado, dezenas de olhos vendo cada detalhe do meu exame público e detalhado.

449

Os Colegas da Médica

Porta Aberta

Eu estava nu, de quatro, com o dedo da médica enfiado no cu, quando bateram na porta — que estava escancarada. Um colega médico parou no corredor: "Doutora, preciso de uma assinatura urgente." Me viu nu, exposto, bunda empinada.

A médica: "Entra, só terminando o exame. Pode assinar aqui mesmo." Assinou o papel com uma mão enquanto a outra mantinha o dedo no meu cu, sem tirar. O colega ficou ali, parado, conversando sobre o caso, vendo tudo. Depois chegou outra médica: "Preciso falar sobre o paciente da sala 3." Parou, me viu nu de quatro. "Entra. Ele é o paciente de hoje, estou examinando."

As duas médicas conversaram sobre casos clínicos enquanto eu ficava ali, nu, dedo no cu, porta aberta, sendo exposto para os colegas que chegavam um após outro no corredor.

450

A Consulta de Porta Aberta

Porta Aberta

A médica começou a consulta e não fechou a porta nenhuma vez. "Tire tudo. Suba na maca." Obedeci, completamente nu, a porta escancarada para o corredor movimentado da clínica.

Durante TODO o exame — glande, ovos, próstata, espéculo, plugs, coleta de sêmen — a porta permaneceu aberta. Cada pessoa que passava pelo corredor via uma etapa diferente. Uma me viu sendo examinado na glande, o prepúcio puxado. Outra viu o espéculo abrindo meu cu. Outra me viu nu, me masturbando para a coleta de sêmen.

A médica nunca se incomodou em fechar. "Relaxa, é só uma consulta de rotina." Passei a consulta inteira exposto para todos que passavam pela clínica — nu, examinado, manipulado, sem nunca saber quantos olhos me viram naquele dia.

451

O Paciente Enganado

Porta Aberta

Eu estava nu, de quatro, recebendo o exame retal — o dedo da médica enfiado no cu — quando a porta aberta deixou entrar um paciente que achava que era a sala dele. Ele parou, chocado, me vendo nu com o dedo da médica no cu, bunda empinada para a porta.

A médica: "Sala errada, meu querido. Mas já que entrou, pode esperar aí." Ela não mandou ele sair. O paciente ficou parado, sem saber pra onde olhar, enquanto a médica continuava o exame: "Paredes rosadas, cu largo. Textura lisa."

Depois ela introduziu o espéculo e abriu devagar. "Veja, é muito receptivo. Dilata sem esforço." O paciente assistiu tudo de boca aberta. Quando ele finalmente saiu, outra pessoa já estava espiando pela porta aberta. Eu nunca sabia quem estava vendo, nem quantos já tinham visto tudo.

452

A Visita do Amigo

Esposa Recebe Visita

Era sábado à tarde quando a campainha tocou. Minha esposa abriu a porta vestindo só uma calcinha fina e uma camiseta branca, sem soutien — os mamilos durinhos marcando o tecido. "Entra, amor. O marido já sabe que você vem."

Ela beijou o amigo na boca, língua na língua, demorado, enquanto eu assistia sentado no sofá. "Amor, tira a roupa dele pra mim. Quero ver você despir meu amigo." Levantei, fui até ele, abri a calça, abaixei. "Até a cueca. Depois senta de volta e assiste."

Ela já passava a mão no pau dele por cima da cueca, sentindo crescer. "Olha como ele já tá duro, marido. Só de me beijar." Eu sentei e assisti, o coração acelerado, enquanto ela puxava a cueca dele para baixo.

453

O Beijo no Sofá

Esposa Recebe Visita

O amigo sentou no sofá e minha esposa sentou no colo dele, de frente para mim. "Fica olhando, marido. Presta atenção em como um homem de verdade beija uma mulher."

Eles se beijaram abertamente, as mãos dele subindo por baixo da camiseta dela, apertando os seios. "Tira minha camiseta, amor. Mostra meus seios pra ele." Obedeci, puxando a camiseta por cima da cabeça dela. Os seios saltaram livres, os mamilos rosados e duros.

O amigo abaixou e chupou os mamilos dela na minha frente, a língua circulando. "Isso, chupa. Marido, olha como ele chupa direito." Eu assistia, imóvel, sentindo o pau endurecer na calça.

454

Despir a Esposa

Esposa Recebe Visita

"Marido, tira minha calcinha. Com os dentes." Ajoelhei na frente dela, que estava de pé entre as pernas do amigo sentado. Puxuei a calcinha com os dentes, sentindo o cheiro dela, descendo até os pés.

"Agora abre minhas pernas pra ele." Abri as pernas da esposa com as mãos, expondo a buceta lisinha, rosada. "Mostra pra ele como eu sou lisinha. Abre bem." Abri os lábios da buceta com os dedos para o amigo ver.

"Bonita, né? Agora senta e assiste ele me comer." Sentei no sofá e assisti o amigo se posicionar atrás dela, o pau duro apontando para a buceta que eu tinha acabado de abrir.

455

Ela Chupando o Amigo

Esposa Recebe Visita

Minha esposa ajoelhou na frente do amigo e puxou a cueca dele. O pau duro saltou para fora, grosso e comprido. "Olha o tamanho, marido. Olha como ele é grosso."

Ela lambeu a glande, circulando com a língua, depois engoliu o pau inteiro, devagar. "Fica olhando e aprende." Chupou com vontade, o amigo com a mão na cabeça dela, controlando o ritmo. A saliva escorria pelo cabo.

"Marido, vem aqui. Segura meu cabelo pra mim enquanto eu chupo." Obedeci, ficando atrás dela e segurando o cabelo dela para trás, expondo o pescoço, enquanto ela fazia boquete no amigo.

456

Segurando o Pau Dela

Esposa Recebe Visita

"Marido, segura o pau dele pra mim. Eu quero chupar mas minhas mãos estão ocupadas." Segurei o pau duro do amigo com a mão, sentindo o calor, a dureza, e apontei para a boca da esposa.

Ela chupou a glande enquanto eu segurava a base. "Move pra trás e pra frente. Mete na minha boca." Comecei a mover o pau do amigo dentro da boca da esposa, controlando o ritmo.

"Isso, marido. Mete o pau dele na minha boca devagar." Eu metia o pau de outro homem na boca da minha esposa, controlando cada movimento, enquanto ela gemia e engolia.

457

O Amigo Lambendo

Esposa Recebe Visita

Minha esposa deitou no sofá de costas, pernas abertas. "Marido, abre minhas pernas bem abertas pra ele." Segurei as pernas dela abertas enquanto o amigo se ajoelhou e começou a lamber a buceta dela.

"Isso, lambe. Marido, segura bem aberto pra ele chegar fundo." O amigo enfiou a língua dentro, lambendo o fundo. Eu segurava as pernas, sentindo ela tremer. "Ai, que delícia. Marido, você segura e ele lambe. Perfeito."

O amigo lambia com vontade, a língua entrando e saindo, enquanto eu segurava as pernas da minha esposa bem abertas para outro homem.

458

Guiando o Pau

Esposa Recebe Visita

Minha esposa deitou de costas, pernas abertas. "Marido, guia o pau dele pra dentro de mim." Segurei o pau duro do amigo e posicionei na entrada da buceta da esposa, sentindo o calor dela.

"Enfia devagar, marido. Empurra ele pra dentro de mim." Empurrei o pau do amigo dentro da buceta da esposa, centímetro por centímetro, sentindo a resistência ceder.

"Isso... agora solta e assiste ele me comer." Soltei. O amigo começou a meter forte, a esposa gemendo alto, e eu assisti tudo, de perto.

459

De Quatro para Ele

Esposa Recebe Visita

Minha esposa ficou de quatro no sofá, bunda empinada para o amigo. "Marido, guia de novo. Põe o pau dele na minha buceta." Posicionei o pau do amigo na entrada e ele entrou de uma vez, fundo.

"Ai, que pau! Marido, fica na frente de mim. Quero chupar você enquanto ele me come de quatro." Fiquei de joelhos na frente dela e ela começou a me chupar enquanto o amigo a metia por trás.

O ritmo dele empurrava a boca dela no meu pau. Eu sentia a língua dela enquanto via, por cima, o amigo bombando forte na minha esposa. "Ele entra mais fundo que você, marido."

460

No Colo do Amigo

Esposa Recebe Visita

Minha esposa sentou no colo do amigo, de frente, e desceu no pau dele, devagar. "Marido, fica de joelhos e olha de perto. Quero que você veja o pau dele entrando em mim."

Ajoelhei e assisti de perto o pau do amigo entrando e saindo da buceta da esposa, brilhando de lubrificante, a glande aparecendo e desaparecendo.

"Olha como entra grosso. Lambe meu grelinho enquanto ele me come." Aproximei a boca e lambi o clitóris dela enquanto o pau do amigo entrava e saía, centímetros do meu rosto.

461

Mamando Enquanto Leva

Esposa Recebe Visita - Marido Passivo

"Marido, hoje você é passivo. Fica de quatro pro meu amigo." Obedeci, de quatro, bunda empinada. "Espera, deixa eu lubrificar você primeiro." Minha esposa lubrificou meu cu com os dedos, depois lubrificou o pau do amigo.

"Agora entra devagar, amor. Mete no meu marido." O amigo posicionou e entrou devagar. "Olha, marido, o pau dele entrando em você. Como é?" O amigo começou a meter, devagar, depois mais forte.

Minha esposa sentou na minha frente, pernas abertas. "Marido, mama na minha buceta enquanto ele te come." Abaixei a cabeça e lambi a buceta dela enquanto o amigo me metia por trás.

462

Os Dois Nela

Esposa Recebe Visita - Dupla

"Quero os dois me servindo. Ele te come e você me come." Minha esposa deitou de costas. Entrei na buceta dela, sentindo o calor, a umidade.

"Agora ele entra em você por trás." O amigo lubrificou e entrou no meu cu enquanto eu estava dentro da esposa. "Isso! Ele te come e você me come. Metem juntos."

O ritmo do amigo me empurrava mais fundo na esposa. Cada estocada dele me metia mais fundo nela. "Mais fundo, os dois. Me encham." Os três conectados, movendo juntos.

463

Comparação de Paus

Esposa Recebe Visita - Humilhação

"Marido, tira o pau pra fora. Quero comparar com o do meu amigo." Abaixei a calça. Minha esposa segurou os dois paus, um em cada mão.

"Olha só, o dele é bem maior. Sente a diferença." Ela mediu com as mãos, passando os dedos de um ao outro. "O dele é grosso e comprido. O seu é menor, né? Por isso eu gosto do dele."

Ela beijou a glande do amigo, chupando a ponta. "O seu só serve pra eu mandar limpar." Eu fiquei ali, o pau duro mas menor, sendo comparado e humilhado pela minha esposa.

464

Limpando os Dois

Esposa Recebe Visita - Gozo

O amigo gozou dentro da minha esposa. "Marido, vem aqui. Limpa minha buceta. Lambe o sêmen dele de dentro de mim."

Ajoelhei e lambi a buceta da esposa, sentindo o gosto do sêmen do amigo misturado com o gozo dela, engolindo tudo que escorria. "Isso, marido. Limpa tudo. Engole o gozo do meu amigo."

"Agora limpa o pau dele também." Virei para o amigo e lambi o pau dele, limpando o sêmen restante, sentindo o gosto na língua. "Limpa bem, marido. Deixa tudo limpinho."

465

Gozo na Boca do Marido

Esposa Recebe Visita - Gozo

"Marido, ele vai gozar na sua boca. Abre a boca." O amigo se masturbava perto do meu rosto. Minha esposa segurava minha cabeça.

"Goza na boca do meu marido, amor." O amigo gozou — jatos quentes e espessos caindo na minha língua, no meu rosto. "Engole tudo, marido. Não desperdiça." Engoli, sentindo o gosto salgado escorregar pela garganta.

Minha esposa lambeu o que escorreu pelo meu queixo. "Bonito, né? Você engolindo o gozo dele." Ela me beijou na boca, passando o resto de língua para língua.

466

Sentada no Rosto

Esposa Recebe Visita

"Marido, deita. Vou sentar no seu rosto enquanto o amigo me come." Deitei. Minha esposa sentou no meu rosto, a buceta molhada na minha boca.

"Lambe meu cu enquanto ele me come a buceta." O amigo entrou na buceta dela por trás enquanto eu lambia o cu dela por baixo, sentindo as estocadas dele fazendo ela tremer sobre mim.

"Isso, marido. Lambe meu cu enquanto ele mete na minha buceta." Eu lambia o cu, ele metia na buceta, e ela gemia entre os dois — sendo servida dos dois lados.

467

Treinando o Marido

Esposa Recebe Visita - Marido Ativo

"Marido, hoje você vai aprender a chupar pau direito. O meu amigo vai te ensinar." O amigo ficou de pé, o pau duro na minha frente. "Olha como eu faço primeiro."

Minha esposa chupou o amigo, mostrando a técnica — a língua na glande, depois engolindo fundo. "Agora você. Repete." Chupou imitando, mas ela corrigiu: "Não, engole mais. Fundo."

Ela segurou minha cabeça e empurrou no pau do amigo, forçando a goela. "Isso. Agora você chupa como eu ensinei." Eu chupava, engasgando, enquanto ela controlava minha cabeça.

468

A Noite Inteira

Esposa Recebe Visita

"Marido, o meu amigo vai dormir aqui hoje. Na nossa cama. E você vai dormir no chão ao lado." Os três na cama, minha esposa entre mim e o amigo.

"Se ele quiser me comer de madrugada, você assiste e ajuda." Durante a noite, o amigo acordou e começou a comer minha esposa. "Marido, acorda. Segura minhas pernas pra ele."

Obedeci, sonolento, segurando as pernas da minha esposa abertas enquanto o amigo a penetrava no escuro, ouvindo ela gemer baixinho. "Segura bem aberto, marido. Deixa ele meter fundo."

469

O Amigo Manda

Esposa Recebe Visita - Marido Passivo

O amigo ordenou: "Ajoelha e chupa." Minha esposa sorriu: "Obedece ele, marido. Ele é o macho da casa hoje." Ajoelhei e chupuei o amigo.

"Boa. Agora deita e abre as pernas pra mim." Minha esposa: "Obedece, marido. Ele quer te comer também." Deitei e abri as pernas.

O amigo me penetrou enquanto minha esposa assistia e se masturbava, os olhos brilhando. "Olha o meu amigo comendo meu marido. Que tesão." Eu levava, obedecendo ao amigo da minha esposa como ela mandava.

470

Dupla na Esposa

Esposa Recebe Visita - Dupla

"Quero os dois dentro de mim. Você na buceta, ele no cu." Minha esposa sentou no meu pau, de costas para mim. O amigo lubrificou e entrou no cu dela por trás.

"Ai, dois paus! Metem!" Eu e o amigo bombamos dentro da esposa ao mesmo tempo. Eu sentia o pau dele através da parede, pressionando. "Mais fundo, os dois. Me encham."

Ela gemia entre nós, dois paus dentro dela, sendo comida dos dois lados. "Isso... assim... os dois me servindo..."

471

A Despedida

Esposa Recebe Visita

O amigo ia embora depois de gozar três vezes na minha esposa. "Marido, agradece o meu amigo por me comer tão bem." Agradeci.

"Agora beija o pau dele de despedida." Ajoelhei e beijei o pau do amigo, ainda úmido. "Boa, marido. Ele volta amanhã. E você vai receber ele de novo — de calcinha."

Minha esposa sorriu. "Vai preparar sua calcinha, marido. Amanhã você abre a porta pra ele de calcinha e seminu, e faz tudo que ele mandar." Eu assenti, sabendo que amanhã tudo recomeçaria.

472

O Corredor do Prazer

Exibicionismo

O prédio era antigo, com corredores estreitos e paredes de azulejo descascando. Eu estava completamente nu, apenas com uma corrente no pescoço que puxava minha cabeça para trás.

A porta do apartamento 304 estava entreaberta. Eu sabia que ela estava acordada, podia ouvir a música suave vindo de dentro. Meu coração batia forte enquanto eu encostava na parede do corredor.

Dei dois passos devagar, o som dos meus pés descalços ecoando no chão frio. Cada passo era uma declaração. Eu estava ali, pelado, no corredor de um prédio de apartamentos, e não me importava com quem pudesse ver.

A porta do 304 se abriu mais. Uma sombra apareceu na fresta. Eu parei, respirando fundo, o pau já dura pela excitação do risco. A mulher do 304 olhou para mim e sorriu.

"Entra", ela disse com a voz baixa e rouca. Eu empurrei a porta com o pé e entrei. O apartamento era pequeno, com luz amarela e uma cama de solteiro no canto.

Ela se levantou da cadeira e veio até mim. Passou a mão no meu peito, sentindo os músculos tensos. "Você é bonito", sussurrou. Eu gemi baixinho, sentindo a proximidade dela.

Ela me puxou para a cama. Deitei de costas e ela se ajoelhou na beira, tirando a roupa devagar. "Deite", ela mandou. Obedeci, de bruços, sentindo o calor do corpo dela se aproximar.

Ela começou a me acariciar pelas costas, os dedos deslizando pela pele nua. Cada toque era uma faísca de prazer. "Vira", ela pediu. Virei de barriga para cima, o pau já dura e pulsando.

Ela pegou o pau na mão, apertando devagar. "Você gosta de ser visto?", perguntou. "Sim", respondi, sem pensar. "Eu gosto de ser visto." Ela sorriu e começou a se masturbar lentamente.

O prazer subia rápido. Eu sentia cada segundo como uma eternidade de tesão. Ela me olhava nos olhos enquanto me masturbava, sem vergonha, sem pudor. "Goza", ela ordenou. Eu jorrei na barriga dela, gemendo alto.

Depois do clímax, ela me beijou na testa. "Volta sempre", disse. Eu vesti minhas roupas devagar, ainda sentindo o calor do corpo dela na minha pele. O corredor do prédio nunca mais seria o mesmo.

473

A Visitante do 5º Andar

Penetração

Eu morava no 3º andar de um prédio antigo. Toda sexta-feira, eu ouvia passos pesados subindo a escada. O vizinho do 5º andar, um homem alto e musculoso, sempre batia na minha porta depois das 22h.

Naquela noite, ele veio como sempre. "Abre a porta", pediu. Eu abri, completamente nu, como ele sempre pedia. Ele entrou, me olhou de cima a baixo e sorriu.

"Hoje você vai me dar de um jeito diferente", ele disse, tirando a camisa. Mostrava o peito peludo e os músculos tensos. Eu sentia o tesão subir pelo corpo inteiro.

Ele me empurrou para o chão da sala. "De quatro", mandou. Obedeci, sentindo o frio do piso contra meus joelhos e cotovelos. Ele se aproximou por trás, segurando minha cintura com força.

Senti o pau dele escorregar na minha entrada. Ele entrou devagar, me esticando por dentro. "Ah", gemi, sentindo a pressão. Ele começou a socar, ritmado, cada golpe preenchendo todo o meu ser.

"Isso", ele sussurrou no meu ouvido. "Você sente isso? Você gosta de ser dominado pelo seu vizinho?" Eu não conseguia responder, apenas gemia de prazer.

Ele acelerou o ritmo. O barulho dos corpos batendo ecoava pelo apartamento. Eu sentia meu cu se abrir cada vez mais, aceitando tudo que ele me dava. A dor e o prazer se misturavam em uma onda intensa.

"Vai gozar", ele ordenou. Eu sentia o clímax se aproximando. "Goza pra mim, sente tudo dentro de você." Eu jorrei, o corpo inteiro tremendo, enquanto ele continuava socando dentro de mim.

Ele gozou também, quente e forte, me enchendo por dentro. Ficamos ali, parados, ofegantes, por um longo minuto. Depois ele se afastou, limpando-se com um papel.

"Até sexta", ele disse, saindo pelo corredor. Eu fiquei ali, de quatro no chão, sentindo o que restava dele dentro de mim. O vizinho do 5º andar sempre voltava.

474

O Banheiro Público

Exibicionismo

O banheiro público da estação de trem era um lugar escuro e mal frequentado. Eu sabia que às madrugadas, homens solitários iam lá para encontrar o que precisavam.

Eu entrei pelado, as mãos tremendo de excitação. A luz fluorescente piscava, criando sombras dançantes nas paredes sujas. Eu me posicionei no centro do banheiro, de pé, o pau já dura.

Um homem entrou pela porta dos fundos. Eu o vi pela primeira vez — cabelo raspado, corpo magro, olhos famintos. Ele me olhou e sorriu. "Bonito", ele disse.

"Você quer?", perguntei, sem medo. Ele assentiu e veio até mim. Puxou minha cintura e me forçou a encostar na parede fria de azulejo. "Vou te usar", ele sussurrou.

Ele tirou o próprio pau, já dura e pronta. Enfiou na minha boca sem pedir permissão. Eu engoli tudo, sentindo o gosto de pré-semên e o cheiro de suor dele.

"Boa", ele disse, apertando meu cabelo. Ele começou a se masturbar na minha boca, cada movimento mais rápido. Eu chupava devagar, lambendo a base, engolindo o máximo que podia.

Ele gozou na minha boca, jatos quentes de porra. Eu engoli tudo, sem cuspir. Ele se afastou, limpando o pau na minha boca. "Limpa", ele ordenou. Eu lambi cada gota.

Depois de um minuto, outro homem entrou. Eu estava de pé, ainda com o gosto de semên na boca. Ele me olhou e entendeu tudo. "Me mostra", ele pediu.

Eu mostrei o pau duro, ainda pulsando. Ele se aproximou e me masturbou rapidamente, sem delongas. Gozei na pia, o jato atingindo o espelho embaçado.

Três homens entraram no banheiro nos dez minutos seguintes. Cada um me usou, cada um gozou em mim ou na minha boca. Eu fiquei lá, pelado, sorrindo, sabendo que aquele banheiro era meu território.

475

A Mulher do Elevador

Gozo Anal

Todo dia às 7h da manhã, eu pegava o elevador do prédio comercial. Era sempre lotado de executivos apressados. Mas naquela terça-feira, algo era diferente.

Uma mulher entrou no elevador. Alta, de vestido vermelho justo, pernas longas. Ela apertou o botão do 15º andar e se encostou na parede. Eu fiquei de frente para ela, percebendo que ela olhava para mim.

O elevador parou no 3º andar. Mais pessoas entraram. A mulher se encostou mais perto de mim, quase colada. Eu sentia o perfume dela — algo doce e provocante.

No 7º andar, ela tirou a mão do botão e colocou na minha coxa. Eu não me mexi. Ela desceu a mão devagar, sentindo o tecido da minha calça. "Você está excitado", ela disse em voz baixa.

Eu assenti, sem conseguir falar. Ela abriu a minha calça e puxou meu pau para fora. Estava dura há minutos só de olhar para ela. Ela apertou, sentindo a rigidez.

"No elevador", ela sussurrou. "Agora." O elevador estava cheio de pessoas. Ninguém percebeu. Ela começou a masturbarme devagar, os olhos fechados, o rosto escondido pelo cabelo.

No 10º andar, o elevador encheu mais. Ela continuou, sem parar. "Mais rápido", ela pediu. Eu obedeci, sentindo o prazer subir rápido demais. Ela apertou forte, massageando a próstata.

"Goza", ela ordenou, abrindo os olhos e olhando para as outras pessoas no elevador. Eu jorrei na minha calça, quente e forte. Ela sorriu, limpando com o dedo e levando à boca.

O elevador parou no 15º andar. Ela saiu primeiro, virando-se para mim com um sorriso. "Até amanhã", disse. Eu fiquei ali, com a calça suja de semên, entrando no escritório.

Todo dia depois disso, ela estava no elevador. Sempre me tocando, sempre me fazendo gozar no elevador lotado. Eu era o segredo sujo daquele prédio comercial, e ela era a minha mestra.

476

O Professor e o Aluno

Dominação

Eu era professor de universidade há quinze anos. Sempre fui respeitado, sempre tive controle da sala. Mas aquele aluno novo estava diferente.

Ele sentava sempre na primeira fileira, camisa aberta, mostrando o peito peludo. Eu tentava ignorar, mas ele me provocava. Perguntas insinuações, olhares que duravam demais.

Naquela tarde, depois da aula, ele ficou na sala. "Professor, preciso de uma orientação extra." Eu concordei, pensando que seria sobre a matéria.

Ele se levantou e veio até mim. "Tira a roupa", ele pediu, com uma voz que eu nunca tinha ouvido antes — firme, autoritária. Eu senti o sangue subir ao rosto.

"Você está brincando", eu disse. Ele não riu. "Tira. Agora." Eu obedeci, tirando a camisa, a calça, a cueca. Fiquei pelado diante do meu aluno.

Ele se aproximou e me empurrou de quatro na mesa de aula. "De quatro", ele mandou. Eu obedeci, sentindo o couro da mesa contra minhas costas.

Ele tirou o próprio pau, já dura. "Aperta", ele ordenou. Eu apertuei o meu cu, sentindo a pressão. Ele entrou devagar, me esticando. "Ah", gemi, o som ecoando na sala vazia.

Ele socava com força, a mesa rangendo a cada golpe. "Você é meu", ele disse. "Meu aluno, meu puto, meu brinquedo." Eu gemia mais alto, perdendo o controle.

"Goza", ele mandou. Eu jorrei, o corpo inteiro tremendo. Ele continuou socando dentro de mim, gozando também. O semên quente me encheu por dentro.

Depois, ele me limpou e me vestiu. "Na próxima aula, senta na primeira fileira", ele disse, saindo da sala. Eu fiquei ali, de quatro, ainda sentindo ele dentro de mim.

477

O Garçom e o Cliente

Sexo Oral

O restaurante fechava tarde, e eu era o único garçom ainda lá. O cliente do canto ainda estava, um homem de terno, sozinho, copo de whisky na mão.

Ele chamou meu nome. "Garçom, mais uma dose." Eu trouxe o whisky e fiquei ali, esperando ele pedir outra coisa. Mas ele não pediu.

"Fica", ele disse. Eu obedeci, parado ao lado da mesa. Ele tirou a gravata, a camisa, a calça. Ficou de cueca, o pau já dura e apontando para cima.

"Ajoelha", ele mandou. Eu me ajoelhei na frente dele, olhando para o pau duro. Senti o cheiro de whisky e desejo. "Chupa", ele ordenou.

Eu engoli o pau inteiro, sentindo a cabeça dura contra a minha garganta. Ele gemeu, a mão na minha cabeça, apertando meu cabelo. "Mais fundo", ele pediu.

Eu chupava devagar, lambendo a base, subindo e descendo. O gosto do pré-semên era salgado e doce. Eu não conseguia parar, o tesão era demais.

Ele gozou na minha boca, jatos quentes e espessos. Eu engoli tudo, sem cuspir. Ele se afastou, limpando o rosto. "Bom garçom", ele disse, dando uma nota de 100 reais.

Eu guardei a nota e continuei limpando a mesa. O gosto de semên ainda na boca. O cliente do canto era o meu cliente favorito — sempre me deixava gozar na boca.

Toda semana ele voltava. Sempre o mesmo pedido: "Garçom, senta aqui." Eu sentava, abria a boca, e ele me usava até eu gozar. O restaurante era o meu parque de diversões.

Naquela noite, ele veio duas vezes. Na segunda, eu gozei duas vezes. O garçom do restaurante fino tinha um segredo que ele nunca contaria a ninguém.

478

A Noite na Piscina

Exibicionismo

A piscina do condomínio era vazia à meia-noite. Eu me espiei pela janela do apartamento, vendo a água escura refletindo a luz da lua.

Eu desci as escadas pelado, a pele arrepiando com o ar frio da noite. A piscina estava ali, esperando. Eu entrei na água, sentindo o frio inicial dar lugar ao calor do corpo.

Fiquei de frente para a borda da piscina, as mãos apoiadas no azulejo. A água batia na minha cintura. Eu estava completamente nu, visível da janela do meu apartamento.

Um vizinho apareceu na sacada do andar de cima. Ele me viu e ficou parado, olhando. Eu não me escondi. Pelado na piscina, de frente para ele, eu era uma obra de arte.

Ele desceu as escadas, também pelado. "Bonito", ele disse, se aproximando. Eu o olhei de frente, o pau já dura pela excitação do risco.

Ele entrou na piscina ao meu lado. "De quatro", ele mandou. Eu obedeci, a água batendo na minha costa. Ele me penetrou ali mesmo, na piscina, a água fria contrastando com o calor do corpo.

Ele socava devagar, cada movimento criando ondulações na água. "Você gosta", ele sussurrou. "De ser visto? De ser comido aqui?" Eu gemi, a água entrando na minha boca.

"Goza", ele ordenou. Eu jorrei na água, o sêmen se espalhando pela piscina. Ele gozou também, o quente se misturando com a água fria. Ficamos ali, flutuando, seminu, deitados.

Outros vizinhos apareceram na sacada. Alguns acenaram, outros riram. Ninguém se importou. A piscina era nossa, e a noite era nossa. Nós dois, pelados na água, gozando sob a lua.

Naquela noite, a piscina do condomínio se tornou o meu lugar favorito. Toda semana eu voltava, sempre pelado, sempre esperando o próximo vizinho que quisesse me usar na água.

479

O Massagista

Massagem Erótica

Eu havia marcado uma massagem no spa do hotel. O anúncio dizia "massagem relaxante", mas eu sabia que era outra coisa. Eu queria sentir mãos em todo o meu corpo.

A sala era escura, iluminada apenas por velas. O cheiro de óleo essencial preenchia o ar. Eu deitei na maca, de bruços, completamente nu.

A massagista entrou, uma mulher de cabelos longos e mãos firmes. Ela começou na minha nuca, os dedos pressionando os músculos tensos. "Respire", ela sussurrou.

Ela desceu pelas costas, os cotovelos deslizando pela pele. Cada pressão era uma onda de prazer. Ela parou na base das costas, sentindo o meu cu se contrair.

"Vira", ela pediu. Eu virei de barriga para cima. Ela se ajoelhou na maca e começou a massagear o meu peito, os mamilos, o abdômen. "Você está muito excitado", ela observou.

Ela tirou o óleo e usou as mãos nuas. Desceu devagar, passando pelos músculos do abdômen, chegando na virilha. Eu gemi, o pau já dura e pulsando.

Ela segurou o pau com as duas mãos, massageando devagar. "Respira", ela repetiu. Eu respirava fundo, sentindo cada toque como uma descarga elétrica.

Ela levou o pau à boca, chupando devagar. Eu arqueei as costas, sentindo a língua quente na ponta. Ela engoliu metade, a outra mão massageando os ovos.

"Goza", ela ordenou, sem tirar a boca. Eu jorrei na boca dela, ela engoliu tudo. Ela continuou chupando, limpando cada gota. "Você é muito obediente", ela disse.

Depois da massagem, ela me vestiu e me deu uma toalha. "Volte sempre", ela disse com um sorriso. Eu saí do spa com o corpo revigorado e o pau ainda pulsando de prazer.

480

O Encontro no Parque

Gozo Anal

O parque era o lugar mais movimentado à noite. Eu sempre ia lá depois da meia-noite, quando os casais e os solitários vinham buscar o que precisavam.

Eu estava sentado no banco, pelado, o pau já dura e apontando para o céu estrelado. Um homem se aproximou, alto, de jaqueta de couro.

"Bonito", ele disse, sentando ao meu lado. Eu o olhei de frente, o tesão já subindo. Ele tirou o próprio pau, já dura e grossa.

"Quer?" ele perguntou. Eu assenti, sem dizer nada. Ele me puxou para baixo, ajoelhando-me entre as pernas dele. Eu chupuei o pau dele, sentindo a cabeça dura contra a minha língua.

Ele gemeu, a mão na minha cabeça. "Boa", ele disse. "Agora deita." Eu deitei no banco, as pernas abertas. Ele se ajoelhou atrás de mim.

Ele lubrificou o cu com a boca, lambendo a entrada devagar. Depois enfiou o dedo, depois dois. "Relaxa", ele sussurrou. "Vai entrar devagar."

Ele enfiou o pau no cu, devagar, me esticando. "Ah", gemi, sentindo a pressão. Ele começou a socar, ritmado, cada golpe preenchendo todo o meu ser.

"Você gosta", ele perguntou, socando forte. "De ser comido aqui? No banco do parque?" Eu gemi mais alto, não conseguindo negar.

"Goza", ele ordenou. Eu jorrei, o corpo inteiro tremendo. Ele continuou socando dentro de mim, gozando também. O semên quente me encheu por dentro.

Depois, ele me limpou e se levantou. "Até a próxima", disse, sumindo no escuro do parque. Eu fiquei ali, deitado no banco, sentindo o que restava dele dentro de mim.

481

A Festa de Aniversário

Grupo

A festa de aniversário do meu amigo era em um apartamento grande. Eu era o único convidado que não trouxe presente — eu trouxe meu corpo.

Cheguei pelado, apenas com um sorriso. As pessoas olharam, algumas riram, outras arregalaram os olhos. Eu não me importava. Eu estava ali para ser usado.

O aniversariante, um homem alto e musculoso, me viu e sorriu. "Você é o presente", ele disse, me puxando pela cintura. Eu obedeci, sendo levado pela festa.

Ele me levou para um quarto vazio. "Tira tudo", ele mandou. Eu obedeci, ficando completamente nu. Ele me empurrou de quatro na cama.

"De quatro", ele repetiu. Eu obedeci, sentindo o colchão contra minhas costas. Ele entrou devagar, me esticando. "Ah", gemi, sentindo a pressão.

Ele socava com força, a cama rangendo. "Você é meu presente de aniversário", ele disse, socando cada vez mais rápido. Eu gemia, perdendo o controle.

A porta do quarto se abriu. Outros convidados entraram. Eles me olharam, de quatro, sendo dominado pelo aniversariante. Ninguém disse nada. Todos ficaram ali, assistindo.

"Quer participar?", o aniversariante perguntou aos outros. Um por um, eles se aproximaram. Cada um me usou, cada um gozou em mim ou no meu cu.

Eu fui passado de um para outro, de quatro na cama, sendo preenchido por vários paus ao mesmo tempo. O prazer era tão intenso que eu quase não conseguia sentir nada.

Quando a festa acabou, eu estava exausto, coberto de semên, deitado na cama. O aniversariante me cobriu com um cobertor. "Bom aniversário", ele disse, saindo do quarto.

482

O Carona

Exibicionismo

Eu estava na rodovia, dirigindo há horas. O carro estava quente, o ar-condicionado não funcionava direito. Eu estava irritado e excitado.

Um carro se aproximou pelo espelho retrovisor. Um homem, sozinho, me olhando fixamente. Ele ultrapassou e voltou para trás. "Quer carona?", ele perguntou pelo rádio.

"Só se você tirar a roupa", eu respondi, surpreso com a minha própria audácia. Ele riu. "Estaciona no acostamento." Eu parei.

Ele se aproximou pelado, o corpo escultural, o pau já dura e apontando para cima. "Sube no carro", ele mandou. Eu obedeci, sentando no banco do passageiro.

Ele tirou a minha calça e a cueca. Meu pau ficou exposto, dura e pulsante. Ele chupou o pau devagar, lambendo a base, a ponta, o saco.

"De quatro", ele mandou. Eu virei de quatro no banco do carro. Ele me penetrou ali mesmo, no carro, na rodovia. A estrada tremia a cada golpe.

Ele socava forte, a mão no meu quadril. "Você é um puto gostoso", ele disse. "E eu vou te comer na estrada toda." Eu gemi, a excitação do risco aumentando tudo.

"Goza", ele ordenou. Eu jorrei, o corpo inteiro tremendo. Ele gozou também, dentro de mim, quente e forte. O carro balançava a cada movimento.

Depois, ele se limpou e saiu do carro. "Até a próxima", ele disse, voltando para o carro dele. Eu continuei dirigindo, o cu ainda pulsando com o que restava dele.

Toda semana eu parava no mesmo acostamento. O mesmo homem, o mesmo carro, o mesmo prazer. Eu era o carona que ninguém esquecia.

483

O Vizinho do 2º Andar

Penetração

O vizinho do 2º andar era um homem casado, sempre sorridente, sempre educado. Mas eu sabia que ele tinha um segredo. Eu o vi uma vez, pelado, na sacada dele.

Ele me viu também. Nós dois ficamos parados, olhando um para o outro. A sacada dele era aberta, a minha também. A distância entre nós era de apenas dois metros.

Ele entrou no apartamento e voltou com uma garrafa de vinho. "Quer entrar?", ele perguntou. Eu concordei, sem dizer uma palavra.

Ele me levou para a sala. "Tira a roupa", ele mandou. Eu obedeci, ficando pelado. Ele também se despir, mostrando o corpo escultural e o pau já dura.

Ele me puxou para um canto da sala. "De quatro", ele pediu. Eu obedeci, sentindo o carpete contra os joelhos. Ele se ajoelhou atrás de mim.

Ele lubrificou o cu com a boca, lambendo a entrada devagar. Depois enfiou o dedo, depois dois. "Relaxa", ele sussurrou. "Vai entrar devagar."

Ele enfiou o pau no cu, devagar, me esticando. "Ah", gemi, sentindo a pressão. Ele começou a socar, ritmado, cada golpe preenchendo todo o meu ser.

"Você é o melhor vizinho do mundo", ele sussurrou, socando forte. "E o melhor puto." Eu gemi mais alto, não conseguindo negar o prazer.

"Goza", ele ordenou. Eu jorrei, o corpo inteiro tremendo. Ele continuou socando dentro de mim, gozando também. O vinho derramado no carpete ninguém ligou.

Depois, ele me limpou e me vestiu. "Até amanhã", ele disse, voltando para o 2º andar. Eu fiquei ali, de quatro no carpete, ainda sentindo ele dentro de mim.

484

O Treinador

Dominação

Eu era atleta de academia, sempre me esforçando para ter o corpo perfeito. O treinador era um homem jovem, musculoso, com um sorriso que me deixava excitado.

Toda vez que ele me ajustava a postura, eu sentia o tesão subir. Ele tocava meu corpo, ajustava meus músculos, e eu ficava cada vez mais excitado.

Naquela tarde, depois da aula, ele me chamou. "Fica um minuto", ele disse. Eu obedeci, parado na frente dele. Ele se aproximou e tirou a camisa.

"Tira a sua", ele mandou. Eu obedeci, ficando pelado. Ele me olhou de cima a baixo, sorrindo. "Você tem um corpo incrível", ele disse.

Ele me empurrou para o chão da academia. "De quatro", ele mandou. Eu obedeci, sentindo o chão frio contra meus joelhos. Ele se ajoelhou atrás de mim.

Ele tirou o próprio pau, já dura e grossa. "Aperta", ele ordenou. Eu apertuei o meu cu, sentindo a pressão. Ele entrou devagar, me esticando.

Ele socava com força, o chão da academia rangendo. "Você é meu aluno favorito", ele disse. "E o meu puto favorito." Eu gemia, perdendo o controle.

"Goza", ele ordenou. Eu jorrei, o corpo inteiro tremendo. Ele continuou socando dentro de mim, gozando também. O suor do treino se misturava com o semên.

Depois, ele me limpou e me vestiu. "Até amanhã", ele disse, saindo da academia. Eu fiquei ali, de quatro no chão, ainda sentindo ele dentro de mim.

Toda semana eu voltava. Sempre o mesmo treinador, sempre o mesmo pedido. "De quatro", ele mandava. E eu obedecia, sendo usado pelo meu próprio treinador.

485

O Motorista do Ônibus

Exibicionismo

Eu viajava de ônibus toda semana para visitar a família. O motorista era um homem alto, de braços grossos e sorriso fácil. Eu sempre sentava na primeira fileira.

Naquela viagem, ele parou o ônibus no meio da estrada. "Preciso ir ao banheiro", ele disse. "Espera aqui." Eu obedeci, sentado no banco da frente.

Ele voltou pelado, apenas com uma camiseta velha. "Senta aqui", ele mandou, apontando para o banco ao lado dele. Eu obedeci, sentindo o cheiro de suor e desejo dele.

Ele tirou a camiseta e me mostrou o corpo escultural. "Você é bonito", ele disse, puxando meu pau para fora da calça. "E está dura."

Ele chupou o meu pau devagar, lambendo a base, a ponta, o saco. Eu gemi baixinho, sentindo a língua quente. "Boa", ele disse, continuando.

"De quatro", ele mandou. Eu virei de quatro no banco do ônibus. Ele me penetrou ali mesmo, no ônibus, no meio da estrada vazia.

Ele socava devagar, a mão no meu quadril. "Você é um puto gostoso", ele disse. "E eu vou te comer no ônibus toda semana." Eu gemi, a excitação do risco aumentando tudo.

"Goza", ele ordenou. Eu jorrei, o corpo inteiro tremendo. Ele gozou também, dentro de mim, quente e forte. O ônibus balançava a cada movimento.

Depois, ele se limpou e voltou a dirigir. "Até a próxima viagem", ele disse. Eu continuei sentado, o cu ainda pulsando com o que restava dele.

Toda semana eu viajava de ônibus. Sempre o mesmo motorista, sempre o mesmo pedido. "Senta aqui." E eu obedecia, sendo usado pelo motorista do ônibus.

486

O Encontro no Cinema

Gozo Anal

O cinema estava vazio na sessão das 23h. Eu e ele nos sentamos no último fileira, o único lugar onde a escuridão era completa.

O filme começou, mas nenhum de nós estava prestando atenção. Eu sentia a mão dele no meu colo, subindo devagar pela minha coxa.

"Tira a roupa", ele sussurrou. Eu obedeci, ficando pelado debaixo da calça. Ele tirou a dele também, o pau já dura e apontando para cima.

Ele puxou minha cabeça para baixo e chupou o meu pau devagar. Eu gemi baixinho, tentando não fazer barulho. A língua dele era quente e suave.

"De quatro", ele sussurrou. Eu virei de quatro no banco, as pernas abertas. Ele me penetrou ali mesmo, no cinema escuro, sentando-se atrás de mim.

Ele socava devagar, a mão no meu quadril. Cada golpe era sentido pelo filme na tela, mas ninguém olhava para nós. A escuridão era nossa aliada.

"Você gosta", ele sussurrou no meu ouvido. "De ser comido aqui? No cinema?" Eu gemi mais alto, não conseguindo negar o prazer.

"Goza", ele ordenou. Eu jorrei, o corpo inteiro tremendo. Ele continuou socando dentro de mim, gozando também. O semên quente me encheu por dentro.

Depois, ele se limpou e voltou a assistir ao filme. "Até a próxima sessão", ele sussurrou. Eu fiquei ali, de quatro no banco, ainda sentindo ele dentro de mim.

Toda semana eu ia ao cinema. Sempre a mesma sessão das 23h, sempre o mesmo homem, sempre o mesmo prazer no escuro.

487

O Encontro na Praia

Exibicionismo

A praia estava vazia à noite, apenas a luz da lua refletindo na água. Eu estava pelado, caminhando pela areia molhada, o pé afundando na areia fria.

Um homem apareceu na linha do horizonte, também pelado. Ele caminhava na minha direção, o corpo iluminado pela lua. Eu parei, esperando.

Ele chegou perto e sorriu. "Bonito", ele disse, em voz baixa. Eu o olhei de frente, o tesão já subindo. Ele tirou o próprio pau, já dura e apontando para a lua.

"Quer?" ele perguntou. Eu assenti, sem dizer nada. Ele caminhou até mim e chupou o meu pau devagar, lambendo a base, a ponta, o saco.

"De quatro", ele mandou. Eu virei de quatro na areia, as mãos apoiadas no chão. Ele me penetrou ali mesmo, na praia, com a água do mar batendo nos nossos corpos.

Ele socava devagar, a mão no meu quadril. "Você é um puto gostoso", ele disse. "E eu vou te comer na praia toda noite." Eu gemi, a excitação do risco aumentando tudo.

"Goza", ele ordenou. Eu jorrei, o corpo inteiro tremendo. Ele continuou socando dentro de mim, gozando também. O semên quente se misturou com a água do mar.

Depois, ele se limpou e voltou a caminhar. "Até amanhã", ele disse, sumindo na escuridão da praia. Eu fiquei ali, de quatro na areia, ainda sentindo ele dentro de mim.

Toda noite eu voltava à praia. Sempre pelado, sempre esperando o próximo homem que quisesse me usar na areia, sob a luz da lua.

488

O Encontro no Túnel

Penetração

O túnel de pedestres era o lugar mais escuro e isolado da cidade. Eu sabia que às madrugadas, homens solitários iam lá para encontrar o que precisavam.

Eu estava de pé no túnel, pelado, o pau já dura e apontando para a parede de concreto. Um homem entrou pela outra extremidade, me vendo pelo reflexo na parede molhada.

Ele veio até mim, o corpo escultural, o sorriso malicioso. "Bonito", ele disse, parando na minha frente. "Você quer?"

"Só se você tirar a roupa", eu respondi. Ele riu e tirou tudo, ficando pelado. O pau já dura e grosso, apontando para mim.

"Ajoelha", ele mandou. Eu me ajoelhei no chão molhado do túnel. Ele me pegou pela cabeça e enfiou o pau na minha boca. Eu chupuei devagar, sentindo a cabeça dura contra a minha língua.

Ele gemeu, a mão na minha cabeça apertando meu cabelo. "Boa", ele disse. "Agora deita." Eu deitei no chão do túnel, as pernas abertas.

Ele me penetrou ali mesmo, no chão do túnel, a água escorrendo pelo nosso corpo. Ele socava devagar, cada movimento criando ondulações na água.

"Você gosta", ele sussurrou. "De ser comido aqui? No túnel?" Eu gemi mais alto, não conseguindo negar o prazer.

"Goza", ele ordenou. Eu jorrei, o corpo inteiro tremendo. Ele continuou socando dentro de mim, gozando também. O semên quente se misturou com a água do túnel.

Depois, ele se limpou e saiu do túnel. "Até a próxima", ele disse, sumindo na escuridão. Eu fiquei ali, deitado no chão, ainda sentindo ele dentro de mim.

489

O Encontro no Estacionamento

Gozo Anal

O estacionamento do shopping estava vazio à meia-noite. Eu estava pelado, encostado na parede de concreto, o pau já dura e apontando para o teto.

Um homem se aproximou pelado, o corpo escultural, o sorriso malicioso. "Bonito", ele disse, parando na minha frente. "Você quer?"

"Só se você tirar a roupa", eu respondi. Ele riu e tirou tudo, ficando pelado. O pau já dura e grosso, apontando para mim.

"Ajoelha", ele mandou. Eu me ajoelhei no chão frio do estacionamento. Ele me pegou pela cabeça e enfiou o pau na minha boca. Eu chupuei devagar, sentindo a cabeça dura contra a minha língua.

Ele gemeu, a mão na minha cabeça apertando meu cabelo. "Boa", ele disse. "Agora deita." Eu deitei no chão do estacionamento, as pernas abertas.

Ele me penetrou ali mesmo, no chão do estacionamento, o som dos nossos corpos batendo ecoando pelo espaço vazio. Ele socava devagar, cada movimento preenchendo todo o meu ser.

"Você gosta", ele sussurrou. "De ser comido aqui? No estacionamento?" Eu gemi mais alto, não conseguindo negar o prazer.

"Goza", ele ordenou. Eu jorrei, o corpo inteiro tremendo. Ele continuou socando dentro de mim, gozando também. O semên quente escorreu pelo chão do estacionamento.

Depois, ele se limpou e saiu do estacionamento. "Até a próxima", ele disse, sumindo na escuridão. Eu fiquei ali, deitado no chão, ainda sentindo ele dentro de mim.

Toda semana eu voltava ao estacionamento. Sempre pelado, sempre esperando o próximo homem que quisesse me usar no escuro do estacionamento vazio.

490

O Encontro no Telhado

Exibicionismo

O telhado do prédio era o lugar mais alto e isolado da cidade. Eu subi as escadas pelado, a pele arrepiando com o vento frio da noite.

Eu estava de pé no telhado, as mãos apoiadas na parede de concreto, o pau já dura e apontando para o céu estrelado. A vista era incrível, mas o que me excitava era o risco de ser visto.

Um homem apareceu pela escada, também pelado. Ele subiu devagar, o corpo iluminado pela luz da lua. Eu o olhei de frente, o tesão já subindo.

"Bonito", ele disse, chegando perto. Ele tirou o próprio pau, já dura e grosso. "Você quer?" ele perguntou. Eu assenti, sem dizer nada.

Ele me puxou para perto e chupou o meu pau devagar, lambendo a base, a ponta, o saco. Eu gemi baixinho, sentindo a língua quente. "Boa", ele disse, continuando.

"De quatro", ele mandou. Eu virei de quatro no telhado, as mãos apoiadas na parede. Ele me penetrou ali mesmo, no telhado, com o vento soprando sobre nós.

Ele socava devagar, a mão no meu quadril. "Você é um puto gostoso", ele disse. "E eu vou te comer no telhado toda noite." Eu gemi, a excitação do risco aumentando tudo.

"Goza", ele ordenou. Eu jorrei, o corpo inteiro tremendo. Ele continuou socando dentro de mim, gozando também. O semên quente se misturou com o vento frio.

Depois, ele se limpou e voltou a subir a escada. "Até amanhã", ele disse, sumindo na escuridão. Eu fiquei ali, de quatro no telhado, ainda sentindo ele dentro de mim.

Toda noite eu subia ao telhado. Sempre pelado, sempre esperando o próximo homem que quisesse me usar no alto da cidade, sob as estrelas.

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O Encontro no Metrô

Penetração

O metrô estava vazio na última viagem do dia. Eu estava sentado no banco do canto, pelado, a calça aberta e o pau já dura e apontando para cima.

Um homem entrou no vagão, também pelado. Ele se aproximou e sentou ao meu lado. "Bonito", ele disse, olhando para o meu pau. "Você está excitado."

"Só esperando alguém", eu respondi. Ele sorriu e tirou o próprio pau, já dura e grosso. "Eu posso te ajudar", ele disse.

Ele chupou o meu pau devagar, lambendo a base, a ponta, o saco. Eu gemi baixinho, sentindo a língua quente. O vagão do metrô estava vazio, ninguém nos veria.

"De quatro", ele mandou. Eu virei de quatro no banco do metrô. Ele me penetrou ali mesmo, no vagão vazio, o metal frio do banco contra minhas costas.

Ele socava devagar, a mão no meu quadril. Cada golpe era sentido pelo trem em movimento, mas ninguém no vagão se importava. O metrô era nosso.

"Você gosta", ele sussurrou. "De ser comido aqui? No metrô?" Eu gemi mais alto, não conseguindo negar o prazer.

"Goza", ele ordenou. Eu jorrei, o corpo inteiro tremendo. Ele continuou socando dentro de mim, gozando também. O semên quente escorreu pelo banco do metrô.

Depois, ele se limpou e saiu do vagão. "Até a próxima viagem", ele disse, sumindo na escuridão do túnel. Eu fiquei ali, de quatro no banco, ainda sentindo ele dentro de mim.

Toda semana eu pegava o último metrô. Sempre pelado, sempre esperando o próximo homem que quisesse me usar no vagão vazio do metrô.