diff --git a/ordens9.json b/ordens9.json index aff4938..a9c5850 100644 --- a/ordens9.json +++ b/ordens9.json @@ -88,5 +88,26 @@ "Imagine agora que você tá na varanda do hotel no décimo segundo andar, madrugada, pelado com a porta do quarto aberta e a luz ligada, de quatro encostado na grade, arregando a bunda e o cú com o plug de metal refletido na janela do prédio do outro lado. Você enfia o dedo ao lado do plug, movendo devagar o interior exposto pro quarto do edifício vizinho, que tá com a cortina aberta esperando o show começar; depois vira de frente, apoia as costas na grade, abre as pernas e mostra a glande melada, se masturbando em pé na varanda iluminada. No quarto vizinho, uma mulher parada na janela acompanha teu ritmo com a mão se movendo na própria calcinha; você rebola de quatro, arregala o cú na direção do vidro dela e goza com a porra espirrando pela grade do doze andar, caindo na rua lá embaixo. A janela dela se fecha devagar, mas vinte minutos depois, pela fresta da tua porta, desliza um papel: o número do quarto dela, no mesmo andar, com a frase — a próxima de quatro é na minha sacada, e o plug eu trouxe.", "Imagine agora que você tá atrás do posto de gasolina de madrugada, no vão escuro entre o compressor de ar e a parede do caixa, pelado da cintura pra baixo, de costas pro movimento da rua, arregando a bunda e o cú com as mãos enquanto enfia o dedo no próprio buraco exposto ao asfalto. Um frentista sai pra recolher a mangueira, te vê naquele vão exibindo o cú escancarado com o dedo entrando e saindo, e fica imóvel com a mangueira na mão, assistindo você se expor sem pressa. Você se abaixa, puxa a glande melada pra fora e se masturba de pé atrás do posto, de costas pra rua, com a luz fria das bombas cortando a tua silhueta a cada movimento da bunda. A porra jorra no cimento do posto, e o frentista engole seco, vira e volta pra bomba; no vidro do teu carro, no dia seguinte, tem um papelzinho debaixo do limpador com um turno da madrugada e a frase: a vaga de trás da bomba 4 é tua — e o compressor eu desligo pra você exibir sem barulho.", "Imagine agora que você tá no banheiro acessível do shopping, com a porta trancada pela metade esquerda e um batente impedindo a trava de encaixar, pelado de frente pro espelho grande, arregando a bunda e o cú com as duas mãos na fresta da porta e com o dedo entrando no próprio buraco exposto ao corredor do shopping. Você se curva sobre a pia, mantém o plug na mão esperando, arregala o anel com o dedo molhado de saliva e dá uma rebolada lenta pro espaço do corredor; gente passa do lado de fora sem enxergar, e você continua, tesão subindo no risco de alguém dar de cara com teu cú aberto e a cabeça do pau pendendo. Uma mulher tenta abrir a porta, sente a resistência, espiou pela fresta e te vê de quatro arreganhando o cú com o plug entrando; ela não grita, não chama ninguém: segura a porta meio aberta, com o corpo escondendo a cena, e fica olhando a tua glande melada brilhar no espelho. Você goza de quatro na pia, a porra escorrendo pela louça, e ela solta a porta, barata, mas deixa pra trás o cartão do salão de beleza do piso dela, com um horário de retoque circulado e a palavra cabine no verso.", - "Imagine agora que você tá na frente da janela da tua casa na rua movimentada, fim de dia, pelado com o plug de metal enterrado no cú, de costas pro vidro, arregando a bunda e enfiando o dedo no interior exposto enquanto quem passa na calçada vê a silhueta e parte do show. Uma jurada da rua, ônibus lotado parado no sinal, fica cara a cara contigo por alguns segundos e não consegue desviar os olhos do teu cú aberto contra o vidro; você mantém o dedo dentro, arregala mais, e leva a cabeça da glande à ponta da orelha do vidro, exibindo a gota de pré-gozo comprimida na transparência. O ônibus buzinou, o sinal abriu, e tu continuas na janela, plug pulsando, arregando o cú pro tráfego como presente pra qualquer olhar: você goza com a boca aberta na vidraça, a porra escorrendo pelo vidro, e a última passageira do ônibus ainda te vê de joelhos atrás da janela, respirando fundo. No outro dia, uma carta anônima cai na tua caixa de correio, sem remetente, com um horário de passagem do ônibus da linha 7 — e a frase: as 18h eu passo lá de novo, e quero ver mais fundo." + "Imagine agora que você tá na frente da janela da tua casa na rua movimentada, fim de dia, pelado com o plug de metal enterrado no cú, de costas pro vidro, arregando a bunda e enfiando o dedo no interior exposto enquanto quem passa na calçada vê a silhueta e parte do show. Uma jurada da rua, ônibus lotado parado no sinal, fica cara a cara contigo por alguns segundos e não consegue desviar os olhos do teu cú aberto contra o vidro; você mantém o dedo dentro, arregala mais, e leva a cabeça da glande à ponta da orelha do vidro, exibindo a gota de pré-gozo comprimida na transparência. O ônibus buzinou, o sinal abriu, e tu continuas na janela, plug pulsando, arregando o cú pro tráfego como presente pra qualquer olhar: você goza com a boca aberta na vidraça, a porra escorrendo pelo vidro, e a última passageira do ônibus ainda te vê de joelhos atrás da janela, respirando fundo. No outro dia, uma carta anônima cai na tua caixa de correio, sem remetente, com um horário de passagem do ônibus da linha 7 — e a frase: as 18h eu passo lá de novo, e quero ver mais fundo.", + "Imagine agora que você tá nu de quatro no centro do quarto, os pulsos amarrados nas costas com uma corda de sisal e a venda de couro apertada nos olhos, quando a dominadora entra devagar e te ajoelha na coleira dela, a ponta do chicote frio riscando tua nuca até descer entre as tuas pernas. Ela te ordena arregar o cú sem tocar, e quando você abre o anel por conta própria ela puxa a coleira, te deita de bruços no carpete e passeia com a botina no espaço entre as coxas, contando em voz alta cada minuto de espera. Ela senta na poltrona, abre as pernas e manda você vir de quatro até ela, rastejando vendado pelo som da voz, até o rosto encostar na buceta quente; você lambe por uma eternidade até ela gozar com o punho na tua nuca. Depois ela te guia na coleira até a cama, te amarra pelas pernas e manda você aguardar imóvel enquanto ela liga o vibrador no controle remoto: você fica quarenta minutos entre o castigo e o gozo, até ela desligar tudo, tirar a venda e dizer que a noite de hoje é só a prévia — e que amanhã as cordas vêm por cima dos ombros.", + "Imagine agora que você tá de joelhos no quarto, a coleira presa na argola da parede, nu e com o plug grosso enterrado que ela mesma enfiou antes de te deixar, e a tua dona tá sentada na poltrona com um livro e um cinto dobrado no colo, ignorando teu olhar. Cada vez que você se move, ela estala a língua, e o -creak- da corrente da coleira trilha pelo quarto; você fica assim por uma hora, o plug pulsando, a glande escorrendo entre as coxas, sem tocar no pau. Ela se levanta devagar, dobra o livro, passa o cinto no próprio punho e caminha até ti: te vira de bruços com a bota na tua bunda, manda arregar o anel e dá trinta cintadas marcadas em cada banda, contando em voz alta enquanto você morde o chão. No final ela enfia o plug de volta, milímetro a milímetro, sussurrando que teu cú é a casa dela agora, e te deixa de joelhos arregado no quarto; antes de dormir, ela encosta a boca no teu ouvido e promete que amanhã a venda entra de novo — e que o castigo de hoje foi só o aquecimento.", + "Imagine agora que você tá amarrado de bruços na cama com a corda em losango pelos ombros e pelas costas, as mãos presas na cabeceira, e a dominadora acende uma vela vermelha na mesa de cabeceira, mostrando a chama te observando brilhar nos teus olhos aterrorizados de tesão. Ela inclina a vela e deixa a primeira gota de cera cair na tua omoplata, a segunda na dobra da tua bunda, e a cada pingo você contrai o cú no ar; ela trabalha descendo, marcando tua pele com pequenas manchas de fogo gostoso até a cera escorrer pelo meio das tuas costas. Quando o pavio apaga, ela se ajoelha, lambe cada gota de cera seca do teu corpo com a ponta da língua, e com a mão livre guia teu pau até encostar na própria buceta, ensinando o ritmo lento de cada lambida da aceleração do impulso que se acumula. Ela se monta em cima de ti, a cera ainda raspando na tua pele, até os dois gozarem juntos com as cordas apertando os pulsos; na manhã seguinte as marcas estão douradas na tua pele, e ela passa protetor em cada uma, dizendo que amanhã o desenho é outro.", + "Imagine agora que você tá no chão da sala, nu, as mãos algemadas acima da cabeça no pino da cortina, os olhos vendados e a boca aberta numa mordaça de bola, enquanto a dominadora circula ao teu redor sem pressa, arrastando cubos de gelo pela tua pele, da nuca ao peito, da barriga à glande molhada. Cada cubo derrete no contato e deixa um rastro de água fria correndo pelo teu corpo, e ela acompanha com a língua quente logo atrás, lambendo cada trilha até o ponto exato do teu pau endurecido; você só pode gemer dentro da mordaça. Ela enfia um plug de gelo no teu cú por alguns segundos, tira, e na ausência do frio o anel queima de volta, então ela repete três vezes, com a mão na tua próstata virando no ritmo dos teus soluços. Quando você tá no fio do gozo, ela para, diz que hoje você pede por isso, e só depois de você implorar com a mordaça ela abaixa ela, puxa tua cabeça pelo cabelo e te deixa gozar de joelhos no chão, a porra doendo da temperatura, com a promessa de amanhã ser frio de novo.", + "Imagine agora que você tá preso na grade da cama com as mãos e os pés, amarrado em decúbito dorsal, nu, com o peito exposto e o cú empinado pra lua cheia da janela, e a tua ama de vestido de couro senta na tua cara com uma calma de rainha, mandando você lamber até ela ordenar a parada. Você a satisfaz por vinte minutos até ela gozar com os ombros tremendo; ela desce de cima de ti, e em vez de alívio, coloca um plug de contas na tua bunda devagar, conta até vinte em teus gemidos, e liga um painel de vibração que trava na cama, deixando você exatamente onde você estava, preso, plugado e sensível. Ela caminha pelo quarto, se troca, faz da própria rotina um espetáculo enquanto você assiste tudo preso na grade, o pau batendo como pêndulo; depois ela senta no canto, liga o controle do painel no máximo, e vai aumentando e baixando a intensidade como quem aperta o som de uma música, até você gozar preso, ofegante, sem permissão e sem remédio — e ela te olha, satisfeita, dizendo que o controle dela sobre o teu corpo agora tem botão e memória.", + "Imagine agora que você tá de quatro no espelho do closet, com a corrente de coleira presa na maçaneta e uma varinha apertando a tua glande molhada por cima do plug de silicone, quando a dominadora entra, para no meio do quarto de cruzes, coça o queixo e diz que teu dia de treino começa com a humilhação: você repete a frase sou um cú treinado e uma escada de benditos enquanto ela passeia com a mão nas próprias costas. Ela te manda trocar de posição a cada frase — de quatro, ajoelhado, deitado de costas com as pernas abertas — mostrando pro espelho o cú arreganhado e o plug de cada posição, e a varinha continua no teu pau, mantendo a ereção dura apesar de sair do foco de gozo. Quando você completa as oito frases sem gozar, ela te puxa pela coleira encostada no espelho, puxa teu cabelo pra trás e sussurra que hoje a recompensa é um plug maior, que ela mesma vai colocar; meia hora depois ela enfia o plug grosso, senta na tua cara até gozar na tua língua e te deixa preso no closet com o espelho te olhando, sabendo que amanhã o treino sobe de nível.", + "Imagine agora que você tá de castigo numa sala sem móveis, nu, de joelhos sobre do próprio xixi que você foi obrigado a fazer num balde, com a coleira no pescoço e a boca limpando o chão com um pano de saco, quando a tua senhora entra muda com uma vassoura no cabo e te olha de cima a baixo. Ela manda você limpar a sala inteira de quatro, com o plug no cú, e a cada vassourada ela puxa a corrente da coleira, te controlando o ritmo; quando o chão fica sujo de novo com a tua suor, ela te chama até a poltrona, te faz sentar no chão entre as pernas dela e goza na tua cara com a mão na tua nuca. Depois ela te vira de bruços, levanta a tua bunda com a bota, tira o plug e o enfia de volta marcando a cena: ela trabalha o teu cú com os dedos até você gozar sem tocar no pau, de joelhos diante do balde, e no fim te entrega a toalha e diz que quarto de castigo é teu de novo sábado, no mesmo horário.", + "Imagine agora que você tá nu de pé no quarto, as mãos amarradas com fita nas coxas, a venda nos olhos e o plug mediano vibrando no cú enquanto a dominadora usa o teu corpo como cabide de estopa: ela pendura no teu pescoço a coleira, no teu peito as peças de lingerie dela, e caminha ao teu redor sentindo o calor da tua pele sem avisar onde vai tocar em seguida. Ela passa o dedo no teu mamilo, na tua barriga, no teu saco, na tua glande molhada, e a cada toque seu corpo se contrai sem que você veja de onde vem; ela aproveita pra te segurar firme e enfiar o dedo no teu cú ao lado do plug, dobrando na próstata no ritmo da vibração. Ela reduz o painel ao mínimo, te pergunta se você quer mais, e só aumenta o vibrador quando você responde com frases de submissão em voz alta, aprendendo a pedir com a boca seca; no clímax final ela desliga tudo, te deixa babando de hormônio no meio do quarto, e sussurra no teu pescoço que amanhã as mãos ficam presas, mas a venda fica o dia inteiro.", + "Imagine agora que você tá numa cama baixa, nu, com as pernas abertas presas em aros e a venda nos olhos, e a tua dona treinou um novo brinquedo: um plug de próstata com controle remoto que ela mantém na mão enquanto finge assistir TV do outro lado do quarto. Você passa uma hora sentindo o plug vibrar nas intensidades mais baixas, subindo devagar em cada comercial, e quando ela percebe que teu quadril já está se movendo sozinho, ela aumenta sem aviso e te leva até o limite do gozo, desligando no último segundo. Ela repete isso por três horas, até teu corpo estar um poço de tesão nervoso, tremendo a cada piscada da tela da TV; então ela se levanta, tira a venda, aponta o controle pra tua cara e diz que o jogo mudou: agora quem decide o desfecho é você, pedindo por escrito num quadro branco o que quer. Você escreve gozo, ela sorri, liga o plug no máximo, monta em cima de ti e te faz gozar dentro dela, com o controle ainda mordendo a pele da mão dela até o último espasmo do teu corpo.", + "Imagine agora que você tá ajoelhado aos pés da cadeira dela, de cereja, com a coleira presa no braço da poltrona e as mãos cruzadas atrás das costas, enquanto ela toma vinho e decide teu destino com o pé na tua bunda; ela te chama de escravo, te faz repetir que teu cú é de uso dela e ordena que você prove reverência lambendo a sola da bota. Depois de trinta minutos de jogo verbal, ela te leva pela coleira até a escada de madeira da casa, te ajoelha no sexto degrau, te curva de bruços e te amarra os pulsos no corrimão, deixando o cú arregalado pro meio do vão da escada, à mostra pra quem entrar. Ela volta pra sala, continua o vinho, e te deixa assim preso no degrau por mais vinte minutos, o plug pulsando sozinho dentro de ti, gemendo baixinho pra casa vazia; quando ela volta, sobe de joelhos a escada até a tua bunda, enfia dois dedos com as unhas pintadas e te bate até você gozar curvado no corrimão, com ela dizendo que escada de madeira guarda o cheiro da submissão por dias.", + "Imagine agora que você tá nu, em pé, de frente pro espelho comprido com os braços atrás do corpo presos por um cinto, e a dominadora fica atrás de ti segurando uma régua de madeira; ela manda você manter a coluna reta e o queixo erguido enquanto descreve tudo que vê no espelho — teu pau duro a ponto de explodir, teu cú fechado esperando ordem, tua boca aberta esperando comando. A cada frase que você entrega, ela passa a régua pela tua nuca e desce até a dobra das tuas nádegas, e quando você gagueja, o toque dela se transforma em castigo seco de três palmadas marcadas; você aprende rápido a falar sem vergonha, o tesão subindo a cada reconhecimento da própria nudez. Ela te vira de frente pro espelho de lado, te curva, manda você arregar o cú pro vidro e dá cinco reguadas exatas no anel exposto, depois enfia o plug enquanto você geme espelho adentro; só então ela libera tua glande com a mão e deixa você gozar de pé na frente do espelho, vendo tua própria cara de submissão refletida direto no olhar dela.", + "Imagine agora que você tá no porão de treino dela, numa jaula baixa, nu com a coleira presa na grade e o plug grosso enterrado, e a tua senhora chega com um prato de morangos e um chicote de couro pendurado no cinto, senta do lado de fora e come com calma te olhando pela fresta. Ela decide te reaproveitar: abre a jaula, te chama de animal, te faz comer um morango direto da mão dela deitando o corpo pra fora, a glande raspando no chão frio enquanto o plug trava a tua bunda contra a grade. Depois ela te guia pra fora, te amarra de bruços na mesa de massagem, massageia teu corpo inteiro com óleo e depois usa as mãos na tua próstata fazendo você gozar sem encostar no pau, provando que a rédea do teu prazer mudou de mão; ela limpa teu óleo com a toalha, te devolve à jaula e diz que amanhã a alimentação é de outro jeito — e que o chicote tá esperando o teu segundo treino.", + "Imagine agora que você tá na cama de arena, nu, amarrado com corda em várias voltas pelos braços e pernas, a mordaça farfalhando na boca e a dominadora se ajoelha entre as tuas coxas com um frasco de gelatina quente, despejando sobre teu peito, as cordas e a glande, o líquido escorrendo quente entre os fios. Ela lambe a trilha de gelatina do teu umbigo até a glande com a língua lenta, e em seguida enfia a ponta da língua na tua glande enquanto os dedos trabalham o plug no teu cú, misturando sabores dentro de ti; cada vez que ele treme perto do gozo ela para, espera e recomeça, deixando a corda marcar tua pele de contraste. No limite do terceiro pico, ela retira a mordaça, puxa tua cabeça com a corda e te olha com malícia: você suspira de permissão, e ela enfia o próprio sexo na tua boca enquanto os dedos dela te fazem gozar amarrado, a porra escorrendo pela corda molhada, e ela engole o teu gemido com um beijo antes de te soltar.", + "Imagine agora que você tá nu no quarto escuro, de bruços numa cadeira com almofada, as mãos presas nos pés da cadeira e os olhos vendados, enquanto a dominadora prepara na mesa um kit: cera, gelo, chicote de língua de vaca e um plug de cristal. Ela trabalha teu corpo em etapas sem anunciar a ordem — uma gota de cera na nuca, um cubo de gelo no meio das nádegas, um estalo do chicote na dobra da tua bunda, sempre com a mão quebrando o ritmo e mantendo tuas pernas abrindo pro plug de cristal, sempre frio. A cada etapa, ela pergunta o que você precisa, e só te responde com a língua ou com o tapa te fazendo lembrar de quem manda; no meio do quarto escuro, você aprende a implorar por cada opção sem saber qual virá. Quando o plug de cristal entra por último e bate na próstata, ela te masturba devagar, te deixando gozar de bruços na cadeira com o corpo inteiro marcado de sensações opostas, e tira a venda no apagar das luzes: os dois trocam um longo beijo no escuro, e ela te promete que o próximo treino tem corda de verdade.", + "Imagine agora que você tá nu ajoelhado no quarto, a coleira presa na argola do teto, a venda nos olhos e as mãos amarradas nas costas, e a tua dona senta na poltrona com o celular na mão: hoje o público é só ela, mas o celular dela transmite num app privado pra um quarto com três amigas escolhidas, que te chamam pelo nome que ela inventou. Ela te faz se apresentar de joelhos, recitar tua posição, virar de quatro e arregar o cú pro microfone imaginário pra cada amiga; quando uma amiga pede pra você se masturbar, ela segura tua coleira e negocia a permissão, fazendo você lembrar que o teu corpo é emprestado e o teu gozo é decidido em grupo. As amigas sugerem cintadas, plug e edging, e ela cumpre cada pedido com calma de mestre, até uma delas decretar que é hora do gozo, e só então ela destrava tua glande e te deixa gozar de joelhos, tudo no microfone; no fim ela desliga, tira tua venda e diz que a votação da próxima semana já abriu, e que você vai precisar treinar o cú pra ganhar.", + "Imagine agora que você tá preso de pé nos ferros do trapézio de couro, nu, os braços esticados acima da cabeça e as pernas abertas atrás de um banquinho, com a venda castigando o equilíbrio, enquanto a dominadora te faz um teste de resistência: ela liga o plug no peito, o vibrador na glande e um eletrodo de leve na base do pênis, tudo no controle dela, em intensidades que ela sobe a cada pergunta que você erra. Ela te faz perguntas rápidas sobre o corpo dela, sobre o contrato dela, sobre tuas tarefas, e cada resposta errada custa um pulso de vibração mais forte e umedecido com uma palmada na bunda; você segura o gozo porque ela jura que o prêmio da noite é descomunal. Quando você acerta dez respostas seguidas, ela desliga tudo, desce do trapézio, se ajoelha e chupa tua glande com uma paciência de quem coleta recompensa, até você gozar pendurado, a porra escorrendo pelo abdome, com ela dizendo que tuas cordas de teste passaram — e que amanhã o teto é o limite de novo.", + "Imagine agora que você tá nu de bruços no colchão d'água da casa dela, com as mãos algemadas na cabeceira, o rosto afundado num travesseiro de seda e o corpo inteiro esticado coberto de óleo, quando a dominadora entra com uma vela acesa na mão e um pote de manteiga de cacau: ela derrama a manteiga quente em gotas pelo teu lombo, massageando cada pasta até a pele reluzir, e em seguida deixa a cera escorrer devagar pela tua espinha, combinando o frio do plug no teu cú com o quente do fogaréu. Ela manda você ficar imóvel por um período enquanto unge o próprio corpo, e você sente o colchão d'água balançar a cada passo dela; depois ela deita em cima de ti, a pele oleosa colando na tua, desliza de ponta a ponta, com a glande presa entre os flexões dela ela se move ali até os dois gozarem no calor da manteiga, sem pressa. Ela te desalgema, limpa tua pele com uma toalha quente e te puxa pro banho juntos, dizendo que a noite de laurel ainda tem capítulo de banho de imersão — e que as algemas agora são item fixo do teu uniforme.", + "Imagine agora que você tá preso de castigo de joelhos no canto, de frente pra parede, nu com a coleira no pescoço e a mordaça rendada, ouvindo atrás de ti os sons da tua dona se divertindo no quarto — o gemido dela, o chiado da cama, a voz dela chamando o nome de outra pessoa — enquanto os dois deitam juntos no lençol a poucos metros. Você fica horas ali, o plug pulsando no cú, a glande dura e esquecida, sem o direito de se virar, e ela te testa: manda você continuar de joelhos até ela terminar, e você obedece, vendo a própria excitação virar humilhação doída. Quando ela finalmente vem até ti, desata a mordaça, beija tua testa e diz que a cena de ciúme era ensaiada — que todo o show era pra te testar a fidelidade — e que agora é a tua vez de ser a recompensa dela; ela te conduz pro quarto, deita na cama e te puxa pra cima dela, e quando vocês gozam juntos as algemas da coleira batem no seu peito, marcando que aquela noite foi sobre você passar num teste que você não conhecia.", + "Imagine agora que você tá no quarto de centro, sentado ereto na cadeira de madeira, nu com o plug de metal no cú e as mãos amarradas por trás do espaldar, quando a dominadora entra com uma cinta-pênis grossa de couro na mão, abrindo um mel do próprio peito e te perguntando se você se acha pronto pra cintada. Ela conduz a ponta da cinta em tuas coxas, lubrifica tua glande e depois desce até o teu cú, alinhando o anel com o plugin: primeiro entra devagar, as mãos dela abertas bonitas sobre o couro enquanto ela guia a cinta pra dentro de ti, milímetro a milímetro, olhando nos teus olhos. Quando ela tá funda, ela mete num ritmo de barriga, com as mãos dela no teu cabo por trás, segurando tua coleira com o peito dela no teu, gemendo sincronizado; você goza na cintada sem tocar no pau, e ela permanece dentro até o teu corpo parar de tremer, depois te solta, beija tua glande e diz que amanhã a cinta vem com amortecimento, porque ela quer te arrombar com mais ardor ainda.", + "Imagine agora que você tá nu sentado ereto na cadeira de submissão, o plug enterrado, as mãos presas no espaldar e um cronômetro digital piscando na mesa na tua frente, de costas pra televisão; a dominadora te deu a regra do jogo: a cada dez minutos em silêncio perfeito na posição, você acumula um ponto, e cada ponto vale uma punheta de recompensa no teu pau preso, mas falar, se mexer ou tocar no gozo zera o contador. Ela senta na poltrona do lado, assiste teu corpo suando, e de tempos em tempos levanta, se aproxima, lambe tua glande dois segundos e volta, só pra te fazer perder a data; você passa uma hora inteira equilibrado entre o prazer dela e o próprio tesão contido. No fim, ela para o cronômetro, olha o placar, e te anuncia com malícia que você zerou a pontuação três vezes, mas que a consistência ficou boa; ela então desamarra tuas mãos, te joga de joelhos no tapete, senta com a buceta na tua boca para que você lamba até gozar nela, e só depois te vira de quatro, dá dez palmadas na tua bunda e te solta o gozo premiado no chão do quarto, dizendo que amanhã o cronômetro começa zerado de novo.", + "Imagine agora que você tá nu no centro do porão de treino, pendurado pelos pulsos numa corda que se desce até o chão, as pontas dos pés raspando, com a venda nos olhos e uma coleira de couro com sino presa no pescoço, e a dominadora se ajoelha atrás de ti, sentindo o tesão subindo da tua pele suada. Ela mexe um chicotinho no teu cú, enfia o plug de borracha e deixa o sino da coleira bater contra a tua nuca a cada movimento tenso, então se levanta, abre o roupão de seda e monta em cima de ti de frente, com as pernas em volta da tua cintura, segurando tuas mãos presas com uma corrente enquanto cavalga no teu pau pelo cinto de castidade que ela mantém entre tuas pernas. Você fica preso e penetrado por dentro do afago dela, o sino tilintando a cada estímulo, até ela gozar na tua barriga com as mãos cravadas nos teus ombros; depois ela desce, tira a venda, e te mostra que um espelho instalado no teto refletiu tudo que você sentiu sem ver, e ela sussurra que a próxima sessão é a versão com público vivendo do lado de fora da grade." ] \ No newline at end of file