diff --git a/ordens9.json b/ordens9.json index f006538..aff4938 100644 --- a/ordens9.json +++ b/ordens9.json @@ -48,5 +48,45 @@ "Imagine agora que você tá no motel com uma conquista, e depois da primeira dose ela finge dormir de bruços, com o pé roçando tua coxa. Você entende o convite: ajoelha atrás dela, cheira a bunda arreganhada e começa a se masturbar por cima dela, o pau duro passando rente à pele, e sem querer ela vira o rosto, abre os olhos e sussurra: pode gozar? Você tá atônito, e ela te puxa pro colo dela, abre as pernas, monta em cima de ti e se esfrega na tua rola molhada, cavalgando até os dois jorrarem juntos, o corpo dos dois selado de suor. Depois ela puxa tua mão pra beijar os dedos e diz que no motel sempre tem segunda parte quando o parceiro sabe o começo — gargalhando de ver tua cara de quem ganhou na loteria. Ela fica deitada no teu peito e pede que você conte o começo de novo, que ela quer ouvir a história da tua voz, enquanto as mãos dela já deslizam pra cima do segundo round. Você percebe que o fingi dormir dela foi só o primeiro ato — e que a noite no motel ainda vai ter terceira, quarta e quinta parte.", "Imagine agora que você é o brinquedo escolhido no harém, e a sultã manda você despir na frente das mulheres do séquito sentadas em tapetes. Nu no centro, elas te devoram com olhares, e a sultã manda você rastejar entre as pernas dela. Você vai lambendo as coxas, a buceta quente, e uma das mulheres atrás enfia um vibrador no teu cú enquanto você lambe, fazendo você gemer com a boca cheia. A sultã goza na tua língua, e depois o harém inteiro brinca com teu corpo: uma te chupa, outra enfia os dedos em ti, uma amarra tuas mãos atrás das costas — e no fim a sultã manda que você se masturbe de joelhos pro harém inteiro, contando cada gota que cai no prato de prata. As mulheres batem palmas delicadas quando o prato se enche e a sultã prova o teu gozo com a ponta dos dedos; depois te levam pro banho de mármore cantando baixinho. Deitado nas sedas, você entende que aquele tributo virou o vinho da rainha — e que o harém inteiro agora quer a tua colheita — e você percebe que já tá com vontade de servir a colheita de novo.", "Imagine agora que você tá no quarto de hospital, soro na veia, e a enfermeira da noite entra pra medir tua pressão e te encontra com o pau duro marcando o lençol. Ela baixa o lençol, ri com carinho e diz que a fisioterapia da recuperação exige estímulo circulatório. Ela aciona a alavanca da cama, te deita de bruços e começa a massagem nas costas que escorrega pra bunda, e quando a mão alcança tua virilha ela vira teu quadril, te vira de costas, aponta o monitor cardíaco pra ti — e te masturba devagar olhando os batimentos acelerarem na tela, te fazendo chegar ao limite e parando, edging lento enquanto anota a frequência nas enfermarias da noite. Às 2h47 ela finalmente deixa o gozo sair, com o monitor disparando luzinha e os dois abafando risada com a mão na boca; ela limpa tuas coxas com o papel da cama, ajusta o soro e anota tua frequência no prontuário com um sorriso. Na porta ela para e avisa que amanhã tem mais, com troca de turno — e que a colega da manhã também vai querer conferir teu progresso. O monitor cardíaco ainda pisca alto no escuro, e você entende que a tua recuperação vai ser longa — e gostosa.", - "Imagine agora que um apocalipse passou, você é o último homem vivo, e encontra um grupo de mulheres numa praça abandonada. Elas te cercam, tocam teu corpo nu como bens preciosos, e a líder de cabelo grisalho anuncia o rodízio: cada noite uma de vocês te come, e você obedece. A primeira monta em ti na capota de um carro abandonado, cavalgando até gozar; a segunda te vira e te come o cu de pé no meio da praça, assistida pelas outras; a terceira se ajoelha e chupa teu pau até tuas pernas tremerem; e a quarta amarra as tuas mãos no poste e te faz gozar diante de todas, filmando na mão como um ritual de recomeço da humanidade. Você dorme exausto sob as estrelas, o corpo marcado de mordidas e porra, e acorda no dia seguinte com as mulheres cozinhando frutas e rindo, planejando a noite seguinte como quem sortearia quem fica com o teu leite. No fim do café, antes de o Sol subir de vez, a líder te puxa pela mão pra sombra da praça e diz que o rodízio noturno agora tem escala definida: todas as noites, na ordem que o conselho decidir — e que o teu papel no mundo recomeçado é agradecer de joelhos toda vez, até o dia em que elas escolherem você em silêncio." + "Imagine agora que um apocalipse passou, você é o último homem vivo, e encontra um grupo de mulheres numa praça abandonada. Elas te cercam, tocam teu corpo nu como bens preciosos, e a líder de cabelo grisalho anuncia o rodízio: cada noite uma de vocês te come, e você obedece. A primeira monta em ti na capota de um carro abandonado, cavalgando até gozar; a segunda te vira e te come o cu de pé no meio da praça, assistida pelas outras; a terceira se ajoelha e chupa teu pau até tuas pernas tremerem; e a quarta amarra as tuas mãos no poste e te faz gozar diante de todas, filmando na mão como um ritual de recomeço da humanidade. Você dorme exausto sob as estrelas, o corpo marcado de mordidas e porra, e acorda no dia seguinte com as mulheres cozinhando frutas e rindo, planejando a noite seguinte como quem sortearia quem fica com o teu leite. No fim do café, antes de o Sol subir de vez, a líder te puxa pela mão pra sombra da praça e diz que o rodízio noturno agora tem escala definida: todas as noites, na ordem que o conselho decidir — e que o teu papel no mundo recomeçado é agradecer de joelhos toda vez, até o dia em que elas escolherem você em silêncio.", + "Imagine agora que você tá de frente pro balcão de congelados do supermercado, escolhendo iogurte com uma calma que você não sente, quando uma mão quente e decidida desliza por dentro da tua calça por trás, abre a tua cueca no meio da bunda e encosta a ponta dos dedos direto no teu cú, arrepiado de susto e tesão. Você trava, segura a porta de vidro do balcão pra não cair, e a mão desconhecida começa a trabalhar os dedos: passa o indicador em volta do anelzinho, pressiona de leve e enfia um dedo inteiro pra dentro sem pressa, enquanto atrás de ti uma voz abafada sussurra pra você continuar escolhendo iogurte como se nada. Você tá duro feito pedra dentro da calça, os outros clientes passando alheios, e o dedo dentro do teu cú se mexe devagar, dobrando na próstata até tuas pernas falharem; a mão tira o dedo, fecha a tua cueca e a calça, e quando você vira só vê o vulto dela sumindo no corredor dos frios — mas no teu bolso de trás tem um papel dobrado com um horário e a palavra congelados. Você termina a compra com as pernas bambas e, às 22h, no estacionamento, ela tá te esperando no carro com a mão já dentro do próprio short.", + "Imagine agora que você tá na fila do caixa do mercado com as compras no chão, quando sente uma mão deslizar por dentro da tua calça por trás, abrir a tua cueca e pressionar a palma inteira na tua bunda nua, os dedos fechando sobre o teu cú com uma calma criminosa. Você fica imóvel, o coração acelerado, a pessoa atrás de ti fingindo falar ao celular, e os dedos começam a brincar: um passa babado pelo anel, dois se insinuam devagar pra dentro enquanto você morde o lábio e segura a barra do carrinho; o caixa te chama pra pagar e você dá um passo com o dedo ainda te abrindo, a voz falhando no débito. Quando a mão sai, ela aperta tua bunda uma última vez e sussurra no teu ouvido que o pacote que você deixou cair no corredor 8 não tinha nada, mas que ela viu você se abaixar pra pegar. Você paga com as mãos trêmulas e, na saída, no estacionamento, ela tá encostada no carro dela à tua espera, com a mão no bolso e um sorriso de quem sabe exatamente onde usou os dedos.", + "Imagine agora que você tá no hortifruti do mercado dando tapinhas numa melancia, sentindo o peso dela, quando atrás de ti uma mão firme entra por dentro da tua calça e da tua cueca de uma vez, segura tua bunda por inteiro e enfia dois dedos no teu cú sem nenhum aviso, fazendo você quase derrubar a melancia no chão. A dona da mão, uma mulher alta de chapéu, finge examinar as frutas do lado, e os dedos dela trabalham dentro de ti em sessões curtas: entram, dobram, massageiam teu ponto, saem quando alguém se aproxima e voltam com mais dois quando alivia. Você fica mole no fim do hortifruti, o tesão subindo até a nuca, obrigado a ficar parado com a mão enfiada na tua bunda no meio do mercado; ela termina, arranca uma etiqueta de preço da melancia, escreve um número com a unha e gruda atrás do teu celular. Quando você finalmente entende e vira, ela tá na fila do caixa te olhando por cima do ombro, apontando com o queixo pro corredor das frutas tropicais.", + "Imagine agora que você tá escolhendo carne na frente do balcão de vidro do açougue, quando por trás uma mão ágil entra pela tua calça, abre tua cueca e acha teu cú direto, como quem conhece o caminho. Os dedos começam a trabalhar sem cerimônia: o indicador desliza pelo anel, o médio entra e sai devagar, enquanto no balcão o açougueiro te pergunta o ponto do bife e você responde mal passado com a voz saindo esquisita. A pessoa atrás de ti ri baixinho, os dedos dobrando no teu cú enquanto o açougueiro embrulha a carne, e o atendente chama o número da senha no exato momento em que o dedo te abre mais fundo, fazendo teus joelhos travarem na hora de pagar. Ela tira a mão, ajeita tua calça e finge ler o celular, mas antes de sair puxa tua camisa por cima do cós e deixa um bilhete de papel de açougue no teu bolso: a hora do fechamento da ala e uma frase — trago a carne, você traz onde ela entrar.", + "Imagine agora que você tá na padaria do bairro esperando o pão francês esfriar na bandeja, quando uma mão pequena e quente entra por dentro da tua calça e cueca por trás, segura tua bunda e desliza os dedos na fenda do teu cú com uma calma de quem tem tempo. Você congela no meio da fila, e os dedos começam a trabalhar teu buraco: um enfia devagar, agarrando teu quadril pra te segurar, enquanto a dona da mão pede em voz alta duas dúzias de pão de sal do teu lado. O padeiro atrás do balcão te olha sem suspeitar, e o dedo dentro de ti dobra e massageia tua próstata até o teu pau escorrer dentro da cueca, e você precisa morder o lábio pra não gemer no meio da padaria. Ela tira o dedo no exato momento em que a sacola quente chega na tua mão e passa por ti com um bom apetite sorrateiro, deixando no fundo da sacola de pão um cartãozinho de papel manteiga com nome, telefone e a frase: os dedos da próxima fornada são teus pra guardar. Você volta pra casa com o pão quente na mão e o cú ainda aberto, sabendo que amanhã cedo vai pedir pão no mesmo balcão.", + "Imagine agora que você tá parado no corredor de vitaminas da farmácia lendo um rótulo que você não tá lendo, quando sente uma mão entrar por dentro da tua calça por trás, abrir tua cueca e achar teu cú num piscar de olhos. A dona dela, uma moça de jaleco do laboratório, finge revisar a prateleira ao teu lado, e os dedos começam a dançar no teu anel: o polegar espalha um gelzinho frio que devia ser de massagem, o indicador entra inteiro e alisa tua próstata enquanto ela sussurra que a farmácia tem câmera, sim, mas que o ângulo do corredor 3 não alcança os dois. Você se apoia na prateleira, duro, o jaleco roçando na tua lateral, e os dedos entram e saem no ritmo da conversa dela sobre dosagem de vitamina, até ela enfiar dois de uma vez e te deixar gemer baixinho abafado no papel do rótulo. Ela termina, passa um cartão de fidelidade no teu bolso com o telefone dela riscado e diz que a retirada é no caixa ao lado, horário das 21h — e que o desconto do medicamento ela desconta em pessoa, com as luvas.", + "Imagine agora que você tá subindo a escada rolante do shopping, seguindo na direção das lojas do segundo piso, quando a pessoa no degrau de trás, colada em ti, enfia a mão por dentro da tua calça e cueca e segura tua bunda sem nenhum aviso. A escada continua subindo, o movimento puxa os corpos, e os dedos da pessoa trabalham teu cú em silêncio: um entra devagar no ritmo do mecanismo da escada, outro se insinua e te abre mais, enquanto do lado a escada que desce leva dezenas de pessoas olhando na tua direção. Você fica imóvel, a mão no corrimão, o pau duro esmagado contra a calça, e a desconhecida atrás de ti respira quente na tua nuca e sussurra que o próximo degrau é dela, que ela não se vira. Ela te leva até o limite da escada, os dedos girando na tua próstata, e quando vocês chegam no topo ela solta, dá um beijo no teu pescoço e some no meio da multidão; mas o teu celular vibra com uma mensagem de número desconhecido: tô no terceiro piso, no banheiro do cinema, com a porta aberta e a mão molhada. Você fica na ponta da escada rolante escolhendo entre a loja e a porta — e o teu corpo já decidiu antes da tua cabeça.", + "Imagine agora que você tá num corredor de livros de uma livraria grande, procurando um romance na estante alta, quando um homem de terno encosta em ti por trás, pede licença e apoia a mão no teu ombro — mas a outra mão desliza por dentro da tua calça, abre tua cueca e encontra teu cú no escuro do corredor. Ele fala em voz baixa sobre os livros, os dedos trabalhando teu buraco: um entra inteiro, dobra, alisa, sai e volta com dois, enquanto você se equilibra na ponta dos pés fingindo ler as lombadas, o pau endurecendo contra a estante. O corredor tá vazio, mas qualquer passo pode cruzar, e os dedos dele aproveitam cada segundo, te abrindo no ritmo da voz enquanto ele cita autores; quando o teu joelho enfraquece, ele te segura pela cintura e enfia três dedos fundo, te deixando gemer dentro de um livro grande aberto na tua mão. Ele tira a mão, ajeita a tua calça num gesto seco e vira o corredor sem olhar pra trás; no teu bolso, um marcador de página com um horário e a frase: a sessão de autógrafos é no estoque, às 22h, e o convidado especial é teu cú.", + "Imagine agora que você tá na fila do banco, número na mão, esperando a senha ser chamada, quando a mulher atrás de ti encosta o corpo no teu e enfia a mão por dentro da tua calça por trás, cuidando de abrir a cueca e achar teu cú sem tirar o sorriso de fachada. Os dedos dela trabalham teu buraco com discrição total: um dedo entrando e saindo no ritmo da música ambiente, dobrando na próstata sempre que o sistema chama uma senha, fazendo você segurar as costas da cadeira com as juntas brancas. O guarda do banco passeia o olhar por vocês dois e nada vê, enquanto os dedos dela te levam três vezes até a beira do gozo e três vezes te trazem de volta, só de dedos, no meio da fila. Quando o teu número finalmente é chamado, ela dá um tapa seco na tua bunda, fecha tua cueca e sussurra que o saque de hoje é dela — e que o extrato tá no teu bolso de trás. Você anda até o caixa com as pernas bambas, saca, sai, e no estacionamento ela tá escorada num carro, empurrando o próprio short pro lado e apontando pros bancos de trás.", + "Imagine agora que você tá espremido no metrô lotado às 18h, de mão na bala de cima, quando sente uma mão entrar por dentro da tua calça por trás, por baixo da mochila, abrir tua cueca e ganhar teu cú no aperto da multidão. O movimento do trem joga os corpos, e os dedos da pessoa atrás trabalham teu buraco: um entrando e saindo no ritmo das estações anunciadas, enquanto a mulher colada em ti finge segurar o próprio celular e sussurra o nome da próxima estação como quem avisa a parada. Você tá duro no meio de dezenas de pessoas, a mão dela avançando dentro de ti em cada freada do metrô, dobrando a próstata quando o túnel fica escuro e soltando quando a luz volta, no ritmo perfeito do balanço. Quando a estação final dela chega, ela se desgruda, ajeita tua cueca rapidinho e desce sem olhar pra trás; a mão dela deixa um bilhete de papel amassado no fundo do teu bolso: mesma plataforma, mesmo horário, amanhã — traz a cueca de futebol, que eu quero ver o time entrando em campo.", + "Imagine agora que você tá na catraca do ônibus lotado, apertado na saída, e atrás de ti um homem de terno desliza a mão por dentro da tua calça, abre tua cueca pela fenda e toca teu cú com a palma inteira, os dedos fechando sobre o anel sem pressa. O ônibus sacoleja, as pessoas penduradas, e os dedos dele entram devagar, um, depois dois, trabalhando teu buraco enquanto ele finge conferir o troco do cobrador e pergunta em voz alta que ponto é aquele. Você tá duro e vermelho, segurando a barra, o rosto virado pra janela, e o dedo dele dobrando por dentro te faz morder a boca de todas as formas pra não gemer no meio da balbúrdia; ele enfia três quando o ônibus curva, te deixa a um fio do gozo e segura firme. Quando a porta da frente abre no ponto do centro, ele desliza a mão pra fora, fecha tua cueca e te empurra leve pra descer: seu ponto, né. Na calçada, o teu celular vibra com uma mensagem de número oculto — eu saí no mesmo ponto que você; tô na tua cola até o próximo ônibus, e dessa vez o banco de trás vai tá quase vazio.", + "Imagine agora que você tá na fila da pipoca do cinema, batendo o pé de impaciência, quando pela multidão do lobby uma mão entra por dentro da tua calça e cueca por trás e segura tua bunda com firmeza, os dedos encontrando teu cú e começando a brincar nele com uma calma de quem vai tirar o filme de um lugar vazio. Você congela na fila, o balde de pipoca na mão, e os dedos trabalham teu anel com o barulho do cinema abafando tudo: um entra inteiro e dobra, a ponta alisando tua próstata enquanto os adolescentes da bilheteria riem de alguma coisa no canto. A mão atrás de ti te segura num ritmo que acompanha os trailers: para quando a luz apaga, volta quando a sala escurece de vez; e quando o longa começa, ela enfia dois fundos e te leva ali mesmo, na fila escura, até tuas pernas travarem sem ninguém notar. Ela tira a mão, ajeita tua calça e te dá o troco da pipoca junto com uma nota de cinema amassada com um horário e o número da sala 6 — e na sala 6, na poltrona do fundo, ela já tá sentada com a mão no próprio colo, esperando você ocupar o lugar do lado.", + "Imagine agora que você tá na feira livre de sábado olhando as barracas de verdura, quando entre a multidão alguém chega por trás e enfia a mão por dentro da tua calça por baixo do boné abaixado, abre tua cueca e toca teu cú com os dedos quentes de segurar sacola. O movimento da feira empurra todo mundo, os pedestres passando amontoados, e os dedos trabalham teu buraco em silêncio: entram, viram, dobram, e cada vez que uma feirante grita o preço da laranja, o dedo te dá um soco fundo na próstata, fazendo teus olhos lacrimejarem de tesão contido. Você segura uma abobrinha sem conseguir soltar, e a pessoa atrás de ti, uma mulher de lenço na cabeça, comenta com a feirante o preço do tomate enquanto os dedos dela descrevem círculos dentro de ti. Quando ela termina, ajeita tua roupa num gesto de quem só esbarrou, e coloca na tua sacola de feira um embrulho de pano com uma banana dentro e um bilhete com um horário e o nome do bar do final da feira; no bar, às 13h, ela te espera na mesa dos fundos com a mão na própria calça, dizendo que a banana é só o aperitivo.", + "Imagine agora que você tá na fila da casa lotérica na segunda de manhã, segurando o volante de aposta, quando atrás de ti uma mulher de casaco encosta o peito nas tuas costas e a mão dela entra por dentro da tua calça, abre a cueca e pressiona a palma inteira no teu cú, os dedos fechando o anel com uma força que não pede permissão. A lotérica tá cheia de gente conferindo bilhete, e ela trabalha teu buraco com os dedos: um entra de lado, dois entram de frente, dobram na tua próstata no momento exato em que a tela da lotérica grita teu número da sorte. Você se encosta no vidro do balcão, duro, segurando o jogo com a mão tremendo, e ela continua enfiando e tirando os dedos no ritmo dos números que passam na tela, te levando três vezes até a beira de um gozo público. Quando é a tua vez de apostar, ela te dá um tapinha na bunda, ajeita tua cueca e sussurra que o prêmio de hoje não é da lotérica, é do carro estacionado do lado do mercado. Você aposta no escuro, sai com o bilhete no bolso e o cú pulsando — e ela tá lá, no carro, com o cinto desabotoado.", + "Imagine agora que você tá na fila do buffet de um restaurante self-service na hora do almoço, bandeja na mão, escolhendo arroz e feijão, quando a mão de uma colega de trabalho que tá atrás de ti na fila desliza por dentro da tua calça por trás, abre tua cueca e acha teu cú no meio da pressa de todo mundo se servindo. Você trava com a colher de arroz no ar, e ela, sorrindo pra tua reação, enfia o dedo devagar no teu anel enquanto continua conversando sobre o relatório da tarde, como se a mão dela não estivesse dentro da tua cueca no meio do restaurante. A fila anda, ela te segue, os dedos entrando e saindo do teu cú no ritmo das conchas de salada, dobrando na tua próstata quando você alcança a carne; o salão lotado em volta, ninguém vendo, só os dois sabendo que o almoço dela tá te comendo de pires. Ela termina no balcão de sobremesa, ajeita tua calça num gesto rápido e pega um pudim, dizendo que depois do almoço tem reunião na sala dela — e que o relatório que ela quer ver é o teu, de perto, com a porta trancada e o pudim sendo provado nos teus joelhos.", + "Imagine agora que você tá sentado no banco do terminal de ônibus aguardando a linha da noite, quando a mulher do casaco comprido, que também espera, senta do teu lado e enfia a mão por dentro da tua calça por baixo da coberta fina que ela esticou sobre os dois, abrindo tua cueca e ganhando teu cú com os dedos numa discrição de teatro. O terminal tá lotado, gente correndo pro ônibus, e ela trabalha teu anel em silêncio: dedo entrando, dedo dobrando, o polegar apertando o períneo, enquanto pergunta em voz alta que horas o próximo ônibus passa, como se a mão não estivesse enfiada em ti. Cada anúncio de chegada no alto-falante te dá um soco de adrenalina, e ela usa o sobressalto pra enfiar mais fundo, dobrando na próstata até tuas pernas se abrirem no banco; quando o ônibus dela finalmente chega, ela dá um último toque, tira a mão, ajeita tua cueca e desce pra linha dela sem olhar pra trás. Você fica sentado no terminal com o pau latejando, e quando o teu próprio ônibus chega, no banco de trás, tem um bilhete encostado no vidro escrito à mão: a linha da meia-noite, próximo sábado — e dessa vez o banco vai ser o de trás, vazio, com as cortinas fechadas.", + "Imagine agora que você tá no meio da multidão de um show de rock, pulando com todo mundo, suado, quando no aperto do público uma mão estranha consegue entrar por dentro da tua calça por baixo da camisa amarrada, abrir tua cueca e agarrar tua bunda, os dedos ganhando teu cú no pulso da música. O som tá alto, todo mundo pulando, e os dedos trabalham teu buraco no ritmo da bateria: um dedo entrando em cada refrão, dois dobrando na ponte, e toda vez que a galera grita no solo da guitarra, a mão te abre mais fundo, te deixando duro feito pedra no meio do mosh. Você segura a mão de quem tá do lado, que nem percebe, e a mão invisível atrás de ti continua te comendo de dedos, te levando perto do gozo e te segurando no limite durante três músicas inteiras. No fim do show, quando o estádio liga as luzes, a mão solta, ajeita tua cueca e a pessoa some na multidão que desce as escadas; no teu bolso de trás, um canhoto de ingresso amassado com um vestígio de batom rosa e a frase por cima do desenho do palco: o próximo show tem camarote — eu desço o dedo com você assistindo da grade.", + "Imagine agora que você tá na academia no meio de uma série de agachamento na barra, quando uma instrutora se aproxima por trás pra corrigir tua postura e, aproveitando que o aparelho abraça os dois, desliza a mão por dentro da tua bermuda, abre tua cueca e prende os dedos no teu cú, testando tua forma por dentro. Ela fala em tom de treino sobre o alinhamento do quadril enquanto os dedos entram e saem, o suor escorrendo pela tua nuca, a academia cheia de gente se olhando nos espelhos sem enxergar nada além de um treino de postura. Cada agachamento que você faz enterra os dedos dela mais fundo, dobrando na tua próstata até tuas pernas tremerem de verdade no meio da série; ela para quando você chega na última repetição, te mantém no limite e te segura firme, sussurrando pra você finalizar o agachamento sem gozar. Na saída, ela te chama no canto, escreve no teu caderno de treino um número de telefone e a palavra quarto: sexta, 19h, treino de descanso ativo — e o aquecimento você já conhece.", + "Imagine agora que você tá na fila dos Correios no fim do expediente, com uma encomenda registrada na mão, quando o homem do terno cinza atrás de ti enfia a mão por dentro da tua calça por trás, sem tirar o olhar do celular, abre tua cueca pela fresta e sente o anel do teu cú com a ponta dos dedos, como quem confere uma etiqueta. O atendente chama as senhas e a fila anda devagar, e os dedos dele trabalham teu buraco na cadência do guichê: um dedo entra inteiro quando ele atualiza a tela, dois entram quando você dá um passo pra frente, dobrando na próstata e te fazendo segurar o pacote com as duas mãos pra se equilibrar. A fila dos Correios tá cheia de aposentados e estudantes, ninguém olhando pra trás, e ele te leva duas vezes até o fio do gozo enquanto o sistema anuncia próximo, guichê 4; quando é a tua vez, ele finalmente tira a mão, ajeita tua cueca e te cutuca pra andar: seu guichê. Você despacha a encomenda com a voz engasgada, e na saída teu celular acende com um número não salvo: encomenda registrada recebida com sucesso — retirada no endereço que eu anotei no vidro do teu carro, hoje às 22h, pelo portão dos fundos.", + "Imagine agora que você tá sentado num banco do parque no fim da tarde, tomando um sorvete de casquinha, quando a moça de vestido floral senta na ponta do banco e, aos poucos, por baixo da mochila que ela apoia entre vocês, a mão dela desliza por dentro da tua calça, abre tua cueca e chega no teu cú com os dedos gelados de segurar o copo. O parque tá cheio de gente passando, cachorro atravessando a grama, e ela trabalha teu anel com uma calma de domingo: um dedo entrando e saindo devagar, dobrando na tua próstata quando um casal de velhos passa bem devagar na tua frente, de mãos dadas. Você fica sentado com o sorvete derretendo, duro, os olhos presos no horizonte, e os dedos dela te levam três vezes até o pé do gozo, cada vez segurando e recomeçando, sem pressa nenhuma. Quando o Sol baixa e o parque esvazia, ela tira a mão, ajeita tua cueca, empresta o guardanapo pra tua mão melada de sorvete e diz que o banco é bom, mas que a cama da casa dela é melhor; ela anota o número no guardanapo e some pela trilha, e o teu sorvete derretido esquenta menos que o cú arrepiado.", + "Imagine agora que você tá no quarto com a janela aberta de cima a baixo, a luz acesa, pelado, com o plug de metal enfiado no cú e a cabeça do pau já aparecendo pelo elástico da cueca que você puxou pro lado. Você se vira de costas pra janela, se curva e pega nas duas nalgas, abrindo o cú com as mãos até o plug de metal brilhar no meio da bunda, e rebola devagar pro escuro da rua, imaginando o vizinho do prédio de trás com os olhos pregados naquele cú escancarado. Você mantém a posição com o plug pulsando, arregando o anel mais ainda, deixando a glande molhada aparecer entre as coxas a cada rebolada. Quando a janela do vizinho se acende e você vê a silhueta de mãos na cintura, o tesão vence e você enfia um dedo ao lado do plug, socando dentro de ti pelado na frente da janela, até a porra espirrar pelo chão do quarto com o plug ainda enterrado, e você fica de quatro no tapete, ofegante, sabendo que amanhã vai deixar a luz acesa de novo.", + "Imagine agora que você tá na área de serviço com a porta escancarada pro quintal no fim da tarde, só de camiseta apertada, a bunda pelada empinada na direção da casa ao lado, arreganhando o cú com as duas mãos como quem mostra mercadoria. Você abaixa devagar, curva mais fundo, e enfia o dedo indicador no cú, mexendo dentro do buraco exposto pro ar livre, o pré-gozo escorrendo pela coxa enquanto a cabeça do pau roxa pinga por baixo. A vizinha passa na varanda dela, freia, e fica te olhando de cima a baixo sem disfarçar; você não fecha a porta: dobra mais, abre, enfia dois dedos, e rebola a bunda arreganhada mostrando tudo pra ela, até ela balançar a cabeça com um sorriso e descer a escadaria dela. A noite cai e ela vem até o teu muro baixo, se aproxima por trás, e com um toque na tua bunda manda você continuar — os dedos voltam a trabalhar teu cú exposto, agora com o olhar dela de perto, você goza de quatro na grama do quintal, a porra cortando o ar, enquanto ela observa cada gota sem tirar os olhos da tua bunda aberta.", + "Imagine agora que você tá no quintal ao entardecer, de costas pro muro, calça e cueca nos tornozelos, e você inclina o corpo pra frente arreganhando a bunda contra a parede de tijolos, o cú escancarado com o plug grosso enterrado e a base dele pulsando na fresta. Você abre as pernas, puxa o plug com um dedo e enfia de volta devagar, exibindo o movimento pro vizinho que tá regando as plantas do outro lado e já parou de regar pra olhar o teu show. Você roda de lado e puxa o elástico da cueca descida pra mostrar a cabecinha melada, esfregando a glande com a ponta do dedo na frente dele, de pé no quintal, sem nenhuma vergonha. Ele cruza os braços no muro, assiste você se masturbar de cabeça pro muro mostrando o apertar do cú no plug a cada movimento; quando você goza, a porra escorre pela parede de tijolos, e ele manda um aceno seco e volta pra mangueira — mas no dia seguinte, pendurado no galho da tua árvore, tá um bilhete amarrado com barbante marcando o mesmo horário.", + "Imagine agora que você tá na cozinha de frente pra janela baixa que dá na rua, cozinhando pelado da cintura pra baixo, a bunda nua empinada enquanto mexe a panela, arregando o cú de propósito a cada movimento pro vidro. Você pega o plug de silicone que deixou na bancada, se curva mais pra janela e enfia devagar no cú, gemendo baixinho com o ar da rua frio no anel aberto, e depois se agacha pra pegar a farinha, mostrando a glande da rola dura pendendo entre as coxas por baixo. O carteiro passa na calçada, trava pra olhar, e você continua cozinhando de bunda pro vidro, rebolando com o plug enterrado como se fosse a coisa mais natural do mundo. Ele some pra entregar as cartas, mas vinte minutos depois toca a tua campainha pra um 'recalculo de entrega', e quando você abre a porta de frente ainda com o plug dentro, ele te empurra pra cozinha, te dobra sobre o fogão e te arromba o cú ali mesmo, com a panela fervendo do lado e a janela aberta pro mundo ver.", + "Imagine agora que você tá na garagem com a porta inteira rebatida de pé, meio-dia, pelado em cima de um colchonete velho, de quatro, com o cú exposto direto pro portão aberto da rua. Você mantém a posição por muito tempo, arregando o anel com as mãos, enfiando o dedo com calma e mostrando o movimento molhado pra quem passar; um motoboy reduz na frente da garagem, alguns pedestres desviam e voltam pra olhar, e você continua ali, exibido, o plug pequeno na mão esperando a vez de entrar. O tesão sobe de ter tanta gente vendo, você enfia o plug, arregala o cú pra calçada e ainda puxa o pau pra trás entre as coxas pra mostrar a glande brilhando do lado de baixo. Você se masturba de quatro na garagem aberta, a porra jorrando no colchonete no meio da tarde ensolarada, e quando levanta, um vizinho da frente tá parado na própria calçada, cruzando os braços: você sorri, dá tchau com a mão suja, e ele volta a andar — mas de noite ele te chama pelo muro, querendo ver de perto o que ficou no colchonete.", + "Imagine agora que você tá no elevador do teu prédio de madrugada, vazio, e decide que ninguém vai subir até teu andar: você baixa a calça e a cueca, vira de costas pra câmera de segurança do elevador e arregala a bunda com as duas mãos, mostrando o cú inteiro pra lente, depois pinga saliva e fica arregando e fechando o anel pro registro. Você se agacha de cócoras de frente pra câmera, o pau pendendo, e puxa a cabeça do pau pra cima mostrando a glande melada na luz fria do elevador, se masturbando ali, parado, enquanto o elevador sobe andar por andar. Quando a porta abre no teu andar, você veste num piscar e sai; no dia seguinte, o porteiro do turno da manhã te entrega um envelope discreto com a tua cara na tela da câmera congelada — e um bilhete pedindo pra você repetir o espetáculo às 3h, no subsolo, onde ele cuida da manutenção sozinho.", + "Imagine agora que você tá na laje do prédio de madrugada, com a cidade inteira acesa lá embaixo, pelado com o plug de metal enterrado no cú e a cabeça do pau exposta no vento, se exibindo pra vista de ninguém e de todos ao mesmo tempo. Você se curva na beirada da laje, arregando o cú com o plug brilhando na luz da cidade, enfia o dedo ao lado dele, junta saliva e soca devagar no anel já aberto, mantendo a posição pro alto, como quem oferece o cú pro céu. Você senta num tijolo na borda, abre as pernas, puxa a glande pela ponta e vai levando até quase gozar, parando, depois recomeça, com a brisa gelada na pele e o plug pulsando. Quando a porra finalmente jorra, espirra na laje e some na noite, e você fica de quatro arregando o cú uma última vez pro vazio da cidade; embaixo, na sacada do vigésimo andar, alguém tá te vendo há meia hora — e no dia seguinte, na portaria, tem uma caixa sem remetente com um bilhete e um laço de presente.", + "Imagine agora que você tá na varanda da frente do apartamento, a grade baixa, com a porta da sala aberta e a luz acesa, pelado de quatro encostado na grade, arregando o cú na direção da rua e do prédio da frente. Você enfia o dedo no próprio cú exposto no meio da grade, movendo devagar, mostrando o buraco pra quem olha da calçada, e de vez em quando vira de lado, abaixa o corpo e expõe a glande da rola pendendo entre as aberturas da grade. Dois andares de frente, numa sacada, um casal tá com latinhas na mão te assistindo sem esconder; você continua o show, enfia dois dedos, arregala o anel pro casal e se masturba de quatro na varanda até gozar no piso frio, a porra escorrendo entre as grades. O casal bate palmas de longe, e meia hora depois o interfone toca: é a moça do casal, do outro lado, dizendo que desceram pra beber uma cerveja com o artista da varanda e que querem conferir de perto o que a fechadura faz com o plug.", + "Imagine agora que você tá dentro do carro estacionado num beco escuro às 23h, os vidros embaçados, as calças abaixadas, e você abre a porta do carro de propósito, virando de costas pro vão da porta e arreganhando a bunda e o cú com plug pra escuridão da rua deserta. Você mantém o carro meio aceso pra quem passa enxergar o contorno, enfia o dedo no próprio cú ao lado do plug exposto ao ar livre da calçada, mexendo devagar e arregando o anel pra direção do poste de luz. A cabeça do pau aparece entre as tuas coxas quando você se vira de lado no banco, e você puxa a glande melada, mostrando por alguns segundos pela janela aberta do carro, com o coração batendo de ser visto. Quando um casal de idosos atravessa a rua na tua frente e desvia o olhar, você goza ali mesmo, dentro do carro de porta aberta, a porra jorrando pelo capacho do passageiro, e depois fecha a porta devagar, liga o carro e vai embora — sem saber que o guarda noturno do quarteirão anotou tua placa, e que na noite seguinte ele te espera no mesmo beco, de prancheta na mão.", + "Imagine agora que você tá no vestiário de uma piscina pública, com a porta travada por uma mochila pra ficar entreaberta, pelado de frente pro espelho grande, arregando a bunda com o plug de metal e enfiando o dedo no cú exposto, mantendo a posição de costas pra fresta da porta. Você se curva no banco, abre o anel com os dedos na frente do espelho, mostrando o interior do cú pra quem passasse no corredor, e depois roda, puxa o elástico da calça imaginária e expõe a glande molhada no vidro, se masturbando de pé no meio do vestiário. Passos se aproximam por fora, mas a porta segue meio aberta e você não fecha: um homem entra pra trocar a roupa, te vê pelado exibindo o cú arreganhado, para e fica olhando sem falar. Você vira pra ele, mantém o dedo no cú, e ele larga a sacola, se aproxima, se ajoelha atrás de ti e começa a trabalhar o plug de dentro com a mão; você goza de pé no vestiário, a porra escorrendo pelo espelho, e ele sai depois sem se identificar — mas a molhada dele ficou no thy sacola, junto do número do apartamento dele escrito na etiqueta.", + "Imagine agora que você tá no estacionamento vazio do mercado à noite, entre dois carros, calça e cueca desabotoadas, encostado no vidro traseiro de um carro, arregando a bunda e o cú com as mãos na direção do corredor de acessos. Você curva com as palmas no vidro, enfia o dedo no próprio cú exposto sob as luzes do poste, movendo devagar pro carro do lado, com o vão entre as vagas aceso e à vista de quem passar. Roda de lado, puxa a glande melada pra fora da cueca baixa e esfrega a ponta do polegar nela, se masturbando de pé no meio do estacionamento, com a brisa noturna batendo na bunda arreganhada. Um carro entra no estacionamento, reduz, dá a ré pro lado de vocês e fica com o farol baixo iluminando teu cú aberto; você não desvia: mantém o dedo dentro, arregando pra luz, até gozar escorrendo pelo vidro do carro alheio — e o motorista, uma mulher de óculos escuros, abaixa o vidro e pergunta se tu sabe onde fica a vaga preferencial, porque ela prefere estacionar do teu lado toda noite.", + "Imagine agora que você tá no banheiro da piscina do condomínio, com a porta destravada e meio encostada, agachado de cócoras pelado, arreganhando a bunda e o cú na fresta, enfiando o dedo com calma no buraco exposto pro corredor dos vestiários. Você se levanta, vira de lado pro espelho, e puxa a cabeça do pau pela base, mostrando a glande veiada com gota de pré-gozo, se masturbando ali de pé na penumbra do banheiro público. Outra pessoa entra pra usar o banheiro, dá de cara com teu show na fresta, e em vez de sair, trava e fica olhando; você não fecha a porta, abaixa o corpo, arregala mais o cú e continua, com as orelhas quentes de tesão e vergonha misturados. Quando a pessoa sai e a porta trava, você goza de cócoras no chão do banheiro, a porra escorrendo pelo ralo, e se limpa com a toalha do pescoço; ao voltar pro torno da piscina, encontra um recado na sua cadeira, papel de guardanapo com um número e a frase: a porta trancada é a única diferença de hoje pra amanhã.", + "Imagine agora que você tá na academia depois do horário, quase vazia, pelado da cintura pra baixo na frente do espelho grande da sala de treino, de costas, arregando a bunda e o cú com as duas mãos e enfiando um dedo na sua frente do teu reflexo, se exibindo pro vidro e pra câmera do canto. Você se curva na barra, abre o anel com o dedo, molha os lábios com saliva e trava, mantendo o cú escancarado na direção do espelho e da porta de vidro da recepção, a glande pendendo entre as coxas à mostra. Você levanta, puxa a cabecinha pra fora da calça descida e se masturba em pé na frente do espelho, com o plug no chão te esperando; enfia o plug, rebola arregando o cú no vidro, e goza de frente pra tua própria imagem, a porra espirrando no espelho da academia. No dia seguinte, o personal-chefe te chama na sala dele e devolve tua foto congelada pela câmera em cima da mesa, com um sorriso: o horário de manutenção da câmera é toda quarta às 22h, e o tapete do salão fica livre — se você tiver a coragem de repetir.", + "Imagine agora que você tá numa duna de praia deserta ao pôr do sol, pelado, deitado de bruços na areia quente, arregando a bunda e o cú com as mãos pro céu aberto, o plug de metal brilhando no meio do anel à luz dourada. Você se apoia nos cotovelos, levanta o quadril e enfia o dedo no próprio cú exposto pro horizonte, mexendo devagar e arregando o buraco com a ponta, a brisa salgada batendo no interior exposto. Deita de costas, abre as pernas, e puxa a glande melada pra fora, deixando a cabeça do pau exposta ao vento do mar enquanto se masturba pro pôr do sol, sem ninguém por perto além das gaivotas. No auge do gozo, a porra espirra na areia ardente e some imediatamente, e você fica de bruços arregando o cú uma última vez pro sol morrer, exausto e liberto; quando levanta e veste, descobre pegadas frescas adiantando no areal, vindas do lado oposto — alguém assistiu tudo, sentado ao longe, e deixou um desenho no chão: um círculo com um ponto no meio e a flecha apontando pra tua direção.", + "Imagine agora que você tá numa trilha deserta no meio do mato, pelado, parado no cruzamento dos dois caminhos com a mochila na mão, arregando a bunda e o cú com as duas mãos em pé, mostrando o buraco aberto pro ar da mata pro caso de alguém surgir na curva. Você caminha devagar pelo atalho, curva em cada clareira, e a cada parada abaixa a parte de trás do corpo, abre o cú com os dedos e enfia um dedo melado de saliva no interior exposto, brincando até a glande melada aparecer por baixo entre as pernas. O mato esconde metade do teu show, mas quem passa pela trilha principal enxerga a bunda arreganhada e o movimento do dedo na fenda; você se agacha, enfia o plug que tinha no bolso da mochila, arregala o anel pro caminho e se masturba de quatro na terra, a glande roçando no capim. A porra jorra na folhagem seca, e quando você se limpa, um casal de mochileiros aparece na curva com os olhos arregalados — eles passam sem dizer nada, mas no comedor da clareira seguinte deixam pendurado pra ti um bilhete com o nome da pousada deles e o quarto reservado pro 'artista da trilha', se ele quiser expor de perto.", + "Imagine agora que você tá no banheiro do restaurante com a porta quase trancada, meio encostada, e decide deixar aprovada uma fresta: pelado da cintura pra baixo, de quatro no piso frio, arreganhando a bunda e o cú na direção da porta, com o plug médio enterrado e a glande da rola pendendo entre as coxas. Você puxa o plug devagar, mostrando o anel aberto, e enfia de volta, arregando mais, o barulho das mesas e dos pratos chegando pela fresta enquanto você trabalha o próprio cú exposto ao corredor do salão. Um garçom abre a porta pra checar, te vê naquela posição de quatro exibindo o plug, e em vez de fechar, fica parado na fresta assistindo você gemer baixinho arregando o cú pra ele. Você goza assim, de quatro no banheiro do restaurante, a porra pingando no ladrilho, e ele tranca a porta por fora com o charminho da chave antes de voltar ao salão; meia hora depois ele te serve a sobremesa com um recado no guardanapo: o banheiro de funcionários, no fundo do corredor, fica aberto até — e a porta tem trinco dos dois lados.", + "Imagine agora que você tá na varanda do hotel no décimo segundo andar, madrugada, pelado com a porta do quarto aberta e a luz ligada, de quatro encostado na grade, arregando a bunda e o cú com o plug de metal refletido na janela do prédio do outro lado. Você enfia o dedo ao lado do plug, movendo devagar o interior exposto pro quarto do edifício vizinho, que tá com a cortina aberta esperando o show começar; depois vira de frente, apoia as costas na grade, abre as pernas e mostra a glande melada, se masturbando em pé na varanda iluminada. No quarto vizinho, uma mulher parada na janela acompanha teu ritmo com a mão se movendo na própria calcinha; você rebola de quatro, arregala o cú na direção do vidro dela e goza com a porra espirrando pela grade do doze andar, caindo na rua lá embaixo. A janela dela se fecha devagar, mas vinte minutos depois, pela fresta da tua porta, desliza um papel: o número do quarto dela, no mesmo andar, com a frase — a próxima de quatro é na minha sacada, e o plug eu trouxe.", + "Imagine agora que você tá atrás do posto de gasolina de madrugada, no vão escuro entre o compressor de ar e a parede do caixa, pelado da cintura pra baixo, de costas pro movimento da rua, arregando a bunda e o cú com as mãos enquanto enfia o dedo no próprio buraco exposto ao asfalto. Um frentista sai pra recolher a mangueira, te vê naquele vão exibindo o cú escancarado com o dedo entrando e saindo, e fica imóvel com a mangueira na mão, assistindo você se expor sem pressa. Você se abaixa, puxa a glande melada pra fora e se masturba de pé atrás do posto, de costas pra rua, com a luz fria das bombas cortando a tua silhueta a cada movimento da bunda. A porra jorra no cimento do posto, e o frentista engole seco, vira e volta pra bomba; no vidro do teu carro, no dia seguinte, tem um papelzinho debaixo do limpador com um turno da madrugada e a frase: a vaga de trás da bomba 4 é tua — e o compressor eu desligo pra você exibir sem barulho.", + "Imagine agora que você tá no banheiro acessível do shopping, com a porta trancada pela metade esquerda e um batente impedindo a trava de encaixar, pelado de frente pro espelho grande, arregando a bunda e o cú com as duas mãos na fresta da porta e com o dedo entrando no próprio buraco exposto ao corredor do shopping. Você se curva sobre a pia, mantém o plug na mão esperando, arregala o anel com o dedo molhado de saliva e dá uma rebolada lenta pro espaço do corredor; gente passa do lado de fora sem enxergar, e você continua, tesão subindo no risco de alguém dar de cara com teu cú aberto e a cabeça do pau pendendo. Uma mulher tenta abrir a porta, sente a resistência, espiou pela fresta e te vê de quatro arreganhando o cú com o plug entrando; ela não grita, não chama ninguém: segura a porta meio aberta, com o corpo escondendo a cena, e fica olhando a tua glande melada brilhar no espelho. Você goza de quatro na pia, a porra escorrendo pela louça, e ela solta a porta, barata, mas deixa pra trás o cartão do salão de beleza do piso dela, com um horário de retoque circulado e a palavra cabine no verso.", + "Imagine agora que você tá na frente da janela da tua casa na rua movimentada, fim de dia, pelado com o plug de metal enterrado no cú, de costas pro vidro, arregando a bunda e enfiando o dedo no interior exposto enquanto quem passa na calçada vê a silhueta e parte do show. Uma jurada da rua, ônibus lotado parado no sinal, fica cara a cara contigo por alguns segundos e não consegue desviar os olhos do teu cú aberto contra o vidro; você mantém o dedo dentro, arregala mais, e leva a cabeça da glande à ponta da orelha do vidro, exibindo a gota de pré-gozo comprimida na transparência. O ônibus buzinou, o sinal abriu, e tu continuas na janela, plug pulsando, arregando o cú pro tráfego como presente pra qualquer olhar: você goza com a boca aberta na vidraça, a porra escorrendo pelo vidro, e a última passageira do ônibus ainda te vê de joelhos atrás da janela, respirando fundo. No outro dia, uma carta anônima cai na tua caixa de correio, sem remetente, com um horário de passagem do ônibus da linha 7 — e a frase: as 18h eu passo lá de novo, e quero ver mais fundo." ] \ No newline at end of file