diff --git a/.env b/.env index ba03303..35b777e 100755 --- a/.env +++ b/.env @@ -49,11 +49,17 @@ ENVIAR7_ARQUIVO_ORDENS=ordens7.json ENVIAR7_QUANTIDADE_ORDENS=2 # ═══ Envio Automático 8 ═════════════════════════════════════════════ -ENVIAR8_ATIVO=s +ENVIAR8_ATIVO=n ENVIAR8_INTERVALO_MINUTOS=1 ENVIAR8_ARQUIVO_ORDENS=ordens8.json ENVIAR8_QUANTIDADE_ORDENS=2 +# ═══ Envio Automático 9 ═════════════════════════════════════════════ +ENVIAR9_ATIVO=s +ENVIAR9_INTERVALO_MINUTOS=1 +ENVIAR9_ARQUIVO_ORDENS=ordens9.json +ENVIAR9_QUANTIDADE_ORDENS=1 + # ═══ Horário de funcionamento (formato HH:MM, 24h) ═══════════════════ HORA_INICIO=08:00 HORA_FIM=22:00 diff --git a/.env.example b/.env.example index 49af456..6ed24a9 100755 --- a/.env.example +++ b/.env.example @@ -60,6 +60,12 @@ ENVIAR8_INTERVALO_MINUTOS=1 ENVIAR8_ARQUIVO_ORDENS=ordens8.json ENVIAR8_QUANTIDADE_ORDENS=1 +# ═══ Envio Automático 9 ═════════════════════════════════════════════ +ENVIAR9_ATIVO=s +ENVIAR9_INTERVALO_MINUTOS=1 +ENVIAR9_ARQUIVO_ORDENS=ordens9.json +ENVIAR9_QUANTIDADE_ORDENS=1 + # ═══ Horário de funcionamento (formato HH:MM, 24h) ═══════════════════ HORA_INICIO=08:00 HORA_FIM=22:00 \ No newline at end of file diff --git a/README.md b/README.md index df35912..9d21a40 100755 --- a/README.md +++ b/README.md @@ -4,7 +4,7 @@ Bot do Telegram que envia ordens eróticas automáticas em intervalos configurá ## Funcionalidades -- **Múltiplos envios automáticos** — até 8 canais independentes rodando em paralelo (`ENVIAR1` a `ENVIAR8`), cada um com seu próprio arquivo de ordens, intervalo e quantidade por ciclo. +- **Múltiplos envios automáticos** — até 9 canais independentes rodando em paralelo (`ENVIAR1` a `ENVIAR9`), cada um com seu próprio arquivo de ordens, intervalo e quantidade por ciclo. - **Arquivos de ordens em JSON** — ordens são lidas de arquivos JSON (`ordens1.json` … `ordens8.json`) com total liberdade de edição. Cada arquivo tem seu próprio contexto temático (ex: `ordens4.json` foco em CABEÇA do pau, `ordens7.json` foco em exposição ao ar livre). - **Adaptação automática de gênero** — se `SEXO=feminino` no `.env`, o sistema substitui termos masculinos (pau, saco, cueca, punheta, porra, próstata) pelos equivalentes femininos (buceta, xota, calcinha, siririca, gozo, ponto G). Arquivos `ordens2.json` e `ordens3.json` usam "Ação sensual" como placeholder para substituição contextual. - **Controle de horário** — as ordens só são enviadas dentro da janela configurada (`HORA_INICIO` / `HORA_FIM`). @@ -44,7 +44,7 @@ chmod +x iniciar.sh ### Canais de envio (`ENVIAR{n}_*`) -Cada canal **1 a 8** tem sua própria configuração: +Cada canal **1 a 9** tem sua própria configuração: | Variável | Descrição | |---|---| @@ -63,7 +63,7 @@ ENVIAR1_QUANTIDADE_ORDENS=2 ### Arquivos de ordens -Os arquivos `ordens1.json` a `ordens8.json` contêm listas JSON com strings de ordens. Cada ordem é uma string descritiva com instruções de execução detalhadas. Contexto de cada arquivo: +Os arquivos `ordens1.json` a `ordens9.json` contêm listas JSON com strings de ordens. Cada ordem é uma string descritiva com instruções de execução detalhadas. Contexto de cada arquivo: | Arquivo | Ordens | Contexto | |---|---|---| @@ -75,6 +75,7 @@ Os arquivos `ordens1.json` a `ordens8.json` contêm listas JSON com strings de o | `ordens6.json` | 100 | CABEÇA do pau + pau + exibir bunda/cú. **Permite dedo no cú. Sem gozar.** | | `ordens7.json` | 400 | **Exposicao + sexo ao ar livre** | | `ordens8.json` | 100 | **Dominacao/humilhacao** — tapas, edging, ruined orgasm, multiplos orgasmos, humilhacao verbal, castigo corporal, dominacao imaginaria, submissao total | +| `ordens9.json` | 50 | **Imaginacao** — cenas eroticas detalhadas para fantasiar e gozar: vizinhos, flagras, boss/patroa, medicas, casais, dominacao, exposicao e voyeurismo | **Regras ao editar/criar ordens:** - O arquivo deve conter um array JSON válido de strings diff --git a/__pycache__/main.cpython-311.pyc b/__pycache__/main.cpython-311.pyc new file mode 100644 index 0000000..1d03c20 Binary files /dev/null and b/__pycache__/main.cpython-311.pyc differ diff --git a/iniciar.sh b/iniciar.sh index 7adc91b..5d818df 100755 --- a/iniciar.sh +++ b/iniciar.sh @@ -30,7 +30,7 @@ HORA_FIM=$(grep_val HORA_FIM) # Configuração de cada envio automático declare -a ENVIAR_ATIVO ENVIAR_INTERVALO ENVIAR_ARQUIVO ENVIAR_QUANTIDADE -for n in 1 2 3 4 5 6 7 8; do +for n in 1 2 3 4 5 6 7 8 9; do ENVIAR_ATIVO[$n]=$(grep_val "ENVIAR${n}_ATIVO") ENVIAR_INTERVALO[$n]=$(grep_val "ENVIAR${n}_INTERVALO_MINUTOS") ENVIAR_ARQUIVO[$n]=$(grep_val "ENVIAR${n}_ARQUIVO_ORDENS") @@ -47,7 +47,7 @@ if [ -z "$TELEGRAM_CHAT_ID" ] || [ "$TELEGRAM_CHAT_ID" = "seu_chat_id_aqui" ]; t fi # Validação dos arquivos de ordens -for n in 1 2 3 4 5 6 7 8; do +for n in 1 2 3 4 5 6 7 8 9; do if [ "${ENVIAR_ATIVO[$n]}" = "s" ] && [ ! -f "${ENVIAR_ARQUIVO[$n]}" ]; then echo "[!] Arquivo de ordens '${ENVIAR_ARQUIVO[$n]}' não encontrado (envio automático $n)" exit 1 @@ -55,7 +55,7 @@ for n in 1 2 3 4 5 6 7 8; do done export TELEGRAM_TOKEN TELEGRAM_CHAT_ID SEXO IDADE HORA_INICIO HORA_FIM -for n in 1 2 3 4 5 6 7 8; do +for n in 1 2 3 4 5 6 7 8 9; do export "ENVIAR${n}_ATIVO=${ENVIAR_ATIVO[$n]}" export "ENVIAR${n}_INTERVALO_MINUTOS=${ENVIAR_INTERVALO[$n]}" export "ENVIAR${n}_ARQUIVO_ORDENS=${ENVIAR_ARQUIVO[$n]}" @@ -99,7 +99,7 @@ echo "[+] Iniciando sistema de ordens..." echo " Sexo: ${SEXO:-masculino} | Idade: ${IDADE:-30}" echo " Horário: ${HORA_INICIO:-08:00} - ${HORA_FIM:-22:00}" echo "" -for n in 1 2 3 4 5 6 7 8; do +for n in 1 2 3 4 5 6 7 8 9; do status="❌ DESATIVADO" if [ "${ENVIAR_ATIVO[$n]}" = "s" ]; then status="✅ ATIVO" diff --git a/main.py b/main.py index 4cebfc8..c31369d 100755 --- a/main.py +++ b/main.py @@ -204,6 +204,7 @@ def main(): carregar_config_envio(6), carregar_config_envio(7), carregar_config_envio(8), + carregar_config_envio(9), ] asyncio.run(_executar_todos_envios(configs)) except KeyboardInterrupt: diff --git a/ordens9.json b/ordens9.json new file mode 100644 index 0000000..f006538 --- /dev/null +++ b/ordens9.json @@ -0,0 +1,52 @@ +[ + "Imagine agora que você está na área de serviço aberta pro quintal, o vento tocando a pele pelada, e você finge que não viu seu vizinho na janela. Você abaixa a calça e a cueca sem pressa, se curva arreganhando a bunda e abrindo o cú pra ele ver, puxa o pau pra trás entre as coxas até a cabecinha aparecer por baixo do saco e ficar exposta, enfia dois dedos melados de saliva no cú em camadas, sente o anelzinho abrir pra dentro, e começa a fazer edging só na cabeça do pau, a glande latejando roxa entre os dedos, o pré-gozo escorrendo pelo vão das coxas, e você geme baixinho de boca aberta sabendo que ele tá te olhando da janela. Você aguenta o edging o quanto o corpo aguenta, mas quando vê a mão dele sumir da janela e o corredor do prédio escurecer, o tesão te domina de vez e você goza duro de pé na área de serviço, a porra quente espirrando no cimento frio, e fica ofegante olhando pra janela de novo, ainda acesa, esperando, sabendo que amanhã os dois vão resolver isso sem o vidro no meio.", + "Imagine agora que é madrugada e você acordou com o pau duro latejando, o pré-gozo manchando a cueca de tesão. Você vai pelado até a cozinha, abre a geladeira pra pegar agua gelada, e quando a luz ascende você vê o vizinho do prédio em frente imóvel na varanda dele, te encarando através do vidro. Você não se cobre: encosta na bancada, abre as pernas, pega no teu pau molhado e começa uma punheta lenta, passando o dedo no pré-gozo e levando à boca, provando teu próprio leite na frente dele, contraindo o cú a cada punhetada curta só na cabecinha. Ele também desabotoa a calça na varanda dele, e os dois se masturbam se encarando pela noite; ele goza primeiro, a mão fechada na luz do apartamento, e você continua te olhando até jorrar no copo de agua que ia ser tua bebida, a porra escorrendo pelo vidro gelado, e os dois se encaram num silêncio pesado, cada um lambendo a própria mão antes de desligar as luzes — mas nenhum dos dois fecha a cortina.", + "Imagine agora que você está de quatro no chão do quarto, pelado, procurando uma meia embaixo da cama quando a campainha toca. Você abre a porta esquecendo que tá nu e dá de cara com o entregador com o pacote na mão. Ele abaixa os olhos, vê tua rola dura balançando, e não desvia. Ele sorri, entra, fecha a porta e manda você se ajoelhar. Você ajoelha sem pensar, ele segura teu queixo, aponta o pau dele e diz que a assinatura da entrega é na tua boca. Você abre a boca larga, estica a língua e recebe o pau dele fundo, inchando a tua garganta, e ele segura tua cabeça e fode tua cara até gozar na tua língua. Você engole tudo, abre a boca vazia pra conferência, e ele ajeita a calça, pega o pacote do chão e entrega na tua mão como se nada tivesse acontecido. Quando você assina o recibo com a mão tremendo, ele diz que amanhã tem outra entrega e que dessa vez o pacote pode precisar de conferência dentro do quarto — e ele sai assobiando, te deixando de joelhos na entrada, com o gozo dele ainda no fundo da garganta.", + "Imagine agora que você está no churrasco da firma e a patroa loira te chama pra buscar cerveja no estoque. Ela tranca a porta, te empurra contra a caixa de bebidas, agarra teu pau por cima da calça e sussurra no teu ouvido que sempre sonhou em ver aquele corpo no escritório dela. Ela manda você ajoelhar e abrir a boca, e você chupa ela até ela gozar na tua boca gemendo baixinho entre as prateleiras. Depois ela te levanta, vira você de costas, desce a tua calça e a cueca, passa a mão melada no teu cú, mete dois dedos secos mesmo doendo, e ordena que você bata uma punheta pra ela até gozar numa sacola de lixo do estoque. Você goza de pé no quartinho escuro, a porra jorrando na sacola, e ela se masturba junto contigo vendo tua rola esvaziar. Ela ajeita a blusa, destrava a porta e volta pro churrasco como se o estoque só tivesse cerveja, mas no fim do dia ela te chama de lado e diz que segunda-feira às 18h você vai ter uma reunião particular no escritório dela — e que dessa vez é pra ir preparado.", + "Imagine agora que você está na cozinha amassando pão, pelado, as mãos enfiadas na massa quente quando a vizinha de vestido curto para na calçada, se pendura na janela baixa e te vê inteiro. Ela não vai embora: se encosta na parede, cruza os braços e levanta a barra do vestido pra esfregar a mão na própria buceta olhando você. Você entende o desafio, tira as mãos da massa, leva a mão farinhenta e suada pro pau duro e começa a bater uma punheta relaxada pra ela, devagar, mostrando a cabecinha, virando de lado pra exibir a bunda arreganhada também. Quando ela levanta o vestido e mostra a buceta molhada acesa na luz da tarde, o teu corpo enlouquece e você se derrama, gozando na bancada, a porra escorrendo pela mesa quente. Ela aplaude de longe, aponta pro próprio peito e entra em casa. Dez minutos depois ela tá na tua porta com a roupa ainda cheirando a farinha, pedindo uma fatia do teu pão — e o convite pra terminarem dentro da tua cozinha o que o vidro da janela já tinha começado.", + "Imagine agora que você está no vestiário da academia depois do treino, só de sunga, quando o personal trainer entra e tranca a porta. Ele não fala nada, só aponta pro chão. Você entende, tira a sunga, e fica de quatro na frente dele, a bunda no ar, o cú arreganhado de vergonha e tesão. Ele se ajoelha atrás de ti, enfia um dedo babado no teu cú, depois dois, massageando a próstata até tuas pernas tremerem, e com a outra mão segura teus quadris mandando você se esfregar no dedo dele como uma cadela. Ele manda você se virar e bater uma punheta olhando pra ele, fazendo edging até quase gozar e parar, 5 vezes, teu pau pulsando sem alívio, a glande roxa. Na quinta vez, quando tuas pernas já não seguram, ele se ajoelha na tua frente, limpa tua glande com a própria língua e diz que passou. Ele te dá um tapinha na bunda, pega a mochila e sai, mas antes de fechar a porta fala que amanhã no mesmo horário ele traz o plug pro aquecimento — e que o teu primeiro gozo no vestiário tá reservado pra ele.", + "Imagine agora que você está na maca do consultório, as pernas posicionadas, e a médica morena de luvas anuncia o exame de próstata. Ela enfia o dedo enluvado devagar contornando o anel, e quando a ponta curva encontra tua próstata, tua espinha arrepia e o pau endurece pingando. Ela não para: massageia o ponto em círculos lentos com o dedo dentro e envolve tua glande com a mão esquerda, girando o dedo indicador na cabecinha molhada, no ritmo do dedo do cu. Você geme, se abre, empurra o quadril contra as duas mãos dela, e ela manda você gozar assim, sem nem encostar no corpo, só no dedo pulsando dentro e a pressão na cabeça. Você obedece, esguichando na barriga, e ela não tira o dedo da próstata até o último espasmo, depois lambe a luva limpando o gozo na tua frente. Ela anota o resultado no prontuário e manda buscar a recepção pra marcar o retorno — e no papelzinho do exame, além do controle da próstata, ela escreve um horário fora do expediente e um apelido: vem sem cueca na próxima consulta, o exame precisa de mais calma.", + "Imagine agora que você está de bruços pelado na cama do hotel, a porta aberta, quando a camareira entra e te vê inteiro, a bunda arreganhada na direção dela. Ela não sai: entra, tranca a porta, e diz que a limpeza inclui reposição de toalhas e de outras coisas. Ela se ajoelha na cama atrás de ti, enfia um dedo no teu cú que você abre pra ela, depois dois, e fica massageando tua próstata até você gemer com a cara afundada no travesseiro. Ela manda você virar, pega teu pau duro na mão e chupa até tua perna tremer, faz edging 3 vezes te deixando no limite, e na quarta manda você jorrar na cara e nos seios dela como calibração do serviço. Ela sai do quarto com tuas toalhas sujas e o teu gozo secando na cara dela, fechando a porta com um sorriso que promete a volta. Meia hora depois ela volta com as toalhas limpas, pega teu pau ainda mole na mão e diz que a diária inclui a limpeza completa — e que a camareira do quarto ao lado também quer conferir se o serviço dela foi bem feito.", + "Imagine agora que você está na beira da estrada trocando o pneu, e um caminhoneiro para e desce te ajudando. Ele se agacha no teu lado pra olhar o pneu, e quando você alcança a ferramenta a tua camisa sobe e ele vê o pau duro escapando pela cueca. Ele ri, se levanta, desabotoa a calça dele e aponta: sua rolinha quer documentação. Ele manda você ajoelhar no asfalto quente, puxa tua cabeça e te guia até o pau grosso dele, e você suga fundo com os olhos vidrados nele enquanto os caminhões passam longe. Ele segura tua nuca e goza na tua boca, manda abrir a boca mostrando a porra e engolir, e depois ainda te obriga a terminar de trocar o pneu de joelhos, o gozo dele escorrendo pela tua garganta. Você enche a calibragem do pneu suado e de joelhos, e ele, no alto da cabine, grita pela janela que o próximo posto da estrada tem uma parada reservada e que te avisa quando a rota dele passar de novo por aqui. A poeira do caminhão cobre teu rosto enquanto você se levanta — e, no fundo, você sabe que vai pegar carona da próxima vez.", + "Imagine agora que é noite de lua cheia e você tá pelado na praia deserta, a água gelada na cintura, quando um casal maduro aparece caminhando pela areia. A mulher te olha de cima a baixo e diz pro marido que te quer. O marido concorda, e ela tira o vestido na areia, manda você deitar, senta com a buceta na tua boca fazendo você lamber até ela gozar, enquanto o marido se ajoelha atrás de ti e te come o cu com a mulher ainda sentada na tua cara. Eles trocam de posição: ele te faz deitar de frente, espalha tuas pernas e entra no teu cu de novo enquanto a mulher se abaixa e chupa teu pau molhado. Os três gozam juntos na areia, a porra escorrendo até a espuma do mar, e o casal se ajoelha nos teus lados e lambe o que sobrou no teu peito, cada um numa metade tua. Antes de irem, ela deixa o vestido na tua mão como lembrança e sussurra que toda noite de lua cheia eles voltam praquela praia — e que o convite vale pro próximo ciclo.", + "Imagine agora que você está no escritório depois do expediente, calça caída, numa punheta de tédio na frente do monitor, quando a colega entra sem bater e trava. Ela tranca a porta, sobe na cadeira giratória e se ajoelha na tua frente, puxa teu pau duro da tua mão e continua da onde você parou, chupando devagar com os olhos nos teus, parando quando você chega no limite. Ela te faz edging 4 vezes sentada nos calcanhares, e na quinta sobe na tua cara com o vestido aberto, mandando você lamber a buceta dela até ela gozar na tua língua. Depois ela desce e te chupa até você derramar na boca dela, engolindo tudo, e volta pra mesa dela como se nada tivesse acontecido, com o gosto dos dois na boca. Dez minutos depois o teu celular acende com uma mensagem sem nome: o número dela e o horário da reunião das 19h de amanhã, no andar vazio, porta fechada — e a última frase manda você ir sem cueca, porque o scan pessoal dela vai ser bem mais demorado.", + "Imagine agora que você volta pelado do banho e a síndica tá no teu corredor consertando o interfone. Ela te vê nu, não se apavora: entra, tranca, abre o caderno e diz que precisa vistoriar tudo com detalhes. Ela usa luvas de látex, manda você apoiar as mãos na parede, e vai checando a instalação: passa a luva no teu peito, na tua barriga, desce pela tua bunda e enfia o dedo enluvado no teu cú, abrindo pra inspeção, enquanto a outra mão segura teu pau e conta os batimentos como se fosse o pulso. Ela te vira e ordena que você bata uma punheta pra câmera noturna do celular dela, fazendo edging no comando dela, e só deixa gozar quando ela disser, com ela gravando tua cara contorcendo até a porra sair no chão do teu próprio corredor. Ela desliga a gravação, guarda o celular e diz que a vistoria tá aprovada, mas que uma unidade tão bem cuidada exige revisão mensal — e que na próxima ela traz o aparelho de medição maior. Ela sai destravando o interfone, e você fica no corredor com a porra ainda quente no piso, entendendo que o aluguel daquele apartamento passou a ser pago de outro jeito.", + "Imagine agora que você tá na piscina do condomínio às duas da manhã, pelado, flutuando, quando a vizinha do quinto andar desce pra fumar. Ela vê teu corpo e, em vez de ir embora, entra na água pelada também, se aproxima pelas costas, agarra teu pau pela água e te puxa pra superfície, te encostando no azulejo da borda. Ela chupa teu pau com a água batendo na tua pele, as mãos segurando teu saco, e depois te vira, te encosta de bruços na quina da piscina e esfrega a buceta dela na tua bunda, enfiando devagar até o fundo, gemendo abafado. Quando ela chega perto de gozar, ela te ordena virar e gozar com ela, e os dois esguicham na água escura, o cheiro de cloro misturado com o dos dois. Ela fica te segurando pela borda até o corpo parar de tremer, depois beija tua boca molhada e diz que a piscina daqui pra frente tem regra nova: banho noturno só com ela. Ela volta pro quinto andar com a camisola encharcada, e você fica boiando no escuro sabendo que vai passar a ter insônia de propósito toda madrugada.", + "Imagine agora que você tá numa trilha no mato, pelado, quando um homem alto aparece e sem dizer nada aponta pro toco de árvore caído. Você senta, abre as pernas, e ele se ajoelha entre elas, deita você de lado na madeira, passa saliva na tua bunda e entra no teu cu devagar, sem pressa, deixando você sentir cada centímetro abrindo teu corpo. Ele mete com o corpo curvado sobre o teu, a mão fechada no teu pau doído, e manda você se masturbar no ritmo dele, até vocês dois gozarem juntos — a porra dele lá dentro e a tua espirrando no mato. Ele se levanta, limpa as mãos na folhagem e segue a trilha sem dizer uma palavra, te deixando deitado pulsando na madeira, com o cú ainda cheio e as pernas bambas. Quando você se recupera e volta pro ponto de partida da trilha, encontra um bilhete preso num galho, escrito a mão, sem nome e sem assinatura: um horário e uma coordenada, e embaixo, uma única frase — no mesmo toco, da próxima vez você já vem de cueca abaixada.", + "Imagine agora que sua esposa dorme de bruços ao teu lado e você acordou com o pau duro. Você pensa que ela dorme e começa a punheta escondida embaixo do lençol, olhando a bunda dela arreganhada pra tua direção, o cú entreaberto. Você chega perto do gozo quando ela vira o rosto devagar, abre os olhos e sussurra que tá te sentindo há dez minutos, que não vai te ajudar, que quer assistir você se esvaziar sozinho como um menino escondido. Ela pede que você venha por cima dela, deite em cima da bunda dela, esfregue o pau nela e goze na pele; você obedece, com ela virada te olhando fixo, assistindo tua cara de sofrimento até a porra escorrer no meio das costas dela. Ela pede pra você lamber, e quando a tua língua toca a pele quente ela geme um gemidinho fingido de sono que você sente na espinha. Ela adormece de verdade de bruços, e você deita colado nela, lambendo devagar, sabendo que a manhã vai começar com aquela mesma cara de sono virada pra ti, cobrando o café — e a continuação.", + "Imagine agora que a amiga ruiva da tua esposa tá no quarto de hóspedes e a porta ficou entreaberta. Você passa pelado no corredor e vê o olho dela brilhando na fresta acompanhando teu peito, teu pau duro. Você não se cobre: para no meio do corredor, encara a fresta, pega no pau e começa a bater punheta devagar, mostrando pra ela. A porta abre mais, e ela tá de joelhos na cama se masturbando te olhando, o vestido levantado até a cintura, a mão enfiada na calcinha. Vocês dois se masturbam se encarando pelos olhos no escuro do corredor, um indo mais longe que o outro; quando o teu gozo sobe, ela abre a boca de olhos fechados te mandando gozar pra ela, e você derrama na frente da porta, exausto e sem pudor, enquanto ela se termina socando o próprio quadril na mão e geme alto sem conseguir conter. Ela abre a porta de vez, o vestido descendo, a boca molhada, uma mancha de tesão no tecido da calcinha, e te encara: diz que a tua esposa nunca vai saber de nada, mas que da próxima vez a porta vai ficar aberta de verdade — e que o teu nome vai sair da boca dela de um jeito que o travesseiro não vai esconder.", + "Imagine agora que você convidou um casal de amigos pro jantar e o assunto esquenta até ela te desafiar a provar teu corpo. Você se vê de joelhos no meio da sala, e eles mandam você rastejar até o tapete. O marido manda você se deitar de costas pra frente deles, ela se abaixa e chupa teu pau enquanto o marido se ajoelha na tua cabeça e manda você chupar o pau dele de ponta a ponta, os dois se movimentando em você como se você fosse um brinquedo de dois furos. Depois eles trocam: ele come teu cu com a mulher chupando tua rola de novo, até os dois gozarem em ti quase ao mesmo tempo — a porra dele no teu cu e a dela na tua boca. Você fica no chão melado, lambendo os restos do tapete escuro, servindo os dois de sobremesa, e eles se arrumam como se o jantar tivesse sido perfeito. Na despedida, a mulher te beija na boca na frente do marido, que sorri, e avisa que toda festa boa acaba com sobremesa — e que o próximo jantar é semana que vem, na casa deles, com o cardápio que você já sabe qual vai ser.", + "Imagine agora que uma mulher dominadora te ordena: calcinha de renda, camisola aberta nas costas e plug grosso no cu. Ela faz você deitar de bruços na cama com a calcinha afastada, puxa o plug com a mão e mete de novo devagar, deixando você gemer contra o colchão, e com a outra mão alcança teu pau por baixo e aperta a cabecinha até quase gozar, parando, fazendo edging até o limite 5 vezes com o plug enterrado. No final, ela manda você ajoelhar no chão, de costas pra ela, e bater uma punheta de quatro, com a calcinha fio dental no meio da bunda e o plug pulsando, até ela permitir o gozo — e ela filma tua cara se contorcendo com o próprio pau na mão. Ela termina a gravação no exato momento em que tuas pernas cedem e o gozo espirra pela renda da calcinha, e te deixa ajoelhado no chão por mais cinco minutos tremendo. Ela pega o celular, te mostra a própria cara contorcida e diz que o vídeo vai pro grupo das amigas dela só se você implorar — e você implora, de joelhos, e ela sorri, e grava a tua imploração também, ordenando que amanhã tem rodízio de plug da sala até o quarto.", + "Imagine agora que você está amarrado na cama, pulsos e tornozelos presos nas colunas com gravatas, e a mulher de vestido preto senta na tua cara sem pedir licença, com a buceta quente pressionando tua boca. Ela goza duas vezes na tua língua, segurando teu cabelo, e depois se ajoelha entre tuas pernas amarradas, com uma cinta roxa de 20 centímetros na mão. Ela lubrifica, alinha na tua bunda esticada e entra devagar apesar dos teus gemidos, te fodendo firme enquanto teu pau bate no ar sem alívio, e com a mão livre ela puxa teu pau e te masturba no ritmo das estocadas, até você implorar pra gozar. Ela só deixa quando tua voz falha, fazendo você esguichar amarrado com a cinta ainda funda no teu cú, o corpo todo tremendo em espasmos. Ela não tira a cinta: fica em cima de ti sentindo cada pulso até o teu pau secar, depois te solta devagar, massageia teus pulsos e diz que amanhã as gravatas vão ser trocadas por corrente de verdade. No corredor, antes de sair, ela para e avisa que você vai precisar do descanso — porque aquela primeira cinta foi só o aquecimento.", + "Imagine agora que você ficou invisível por um dia e entrou no vestiário feminino da piscina. Uma mulher de cabelo longo, pele lisa ainda molhada, entra, pendura a toalha e se despe devagar na tua frente, a blusa subindo, a calcinha descendo pelas coxas até ela ficar nua de frente pro espelho. Ela se senta no banco, abre as pernas pra se secar entre as dobras, e você fica parado vendo cada detalhe molhado, o pau invisível pulsando na mão invisível. Você se masturba na frente dela escondido, a um palmo da pele dela, cheirando o cheiro do sabonete misturado com o corpo dela, e goza silencioso no ar, a porra invisível caindo no piso frio. Ela termina de se secar, veste a calcinha e sai sem notar nada, mas esquece a toalha no banco. Você fica invisível no meio do vestiário, o peito subindo e descendo, e a noite inteira você dorme pensando no cheiro — até descobrir que o feitiço da invisibilidade não tem desfazer: ele só passa quando ela decide que você pode aparecer, e na manhã seguinte ela volta pra buscar a toalha, e dessa vez você vai estar visível, de joelhos, esperando.", + "Imagine agora que você tá sentado pelado num banco de praça de madrugada, pau duro, quando uma moça do bar senta do teu lado. Ela percebe teu volume, sorri, desliza a mão até tua calça e tira tua rola pra fora, apertando devagar na mão dela, e com a outra mão abre a própria calcinha na tua frente, puxando tua mão pra dentro. Vocês dois se entregam ali, ela se masturba na tua mão enquanto te masturba, trepando sentados no banco de praça, até ela pedir que você goze nas mãos dela. Quando você jorra, ela leva as duas mãos meladas à boca, lambendo cada gota na tua frente, e te beija passando o gosto na tua língua. Ela se levanta, ajeita o vestido como se nada tivesse acontecido, e antes de sair põe o número dela no teu celular com o apelido a madrugada — e some na direção do ponto de ônibus. A praça fica em silêncio de novo, e você fica sentado com o pau pulsando, sabendo que amanhã vai esperar ela no mesmo banco, e que ela sabe disso também.", + "Imagine agora que você tá na cadeira da barbearia, e quando o barbeiro termina de alinhar tua barba ele percebe tua ereção sob a capa. Ele tranca a porta, puxa a cortina e manda você tirar a calça: higiene de navalha exige área limpa. Ele reclina a cadeira, se ajoelha e chupa teu pau com uma técnica lenta de quem faz barba, parando nos beiços, usando a língua larga na cabecinha, fazendo edging até você implorar. Ele então sobe na cadeira, se posiciona de frente pra ti com o pau duro dele na tua boca, e você chupa ele em coro com ele te chupando, os dois se masturbando no ritmo um do outro, até gozarem juntos quase ao mesmo tempo. Ele limpa os dois gozos com a toalha quente de barbearia, te ajeita a gola da camisa e destranca a porta com um até a próxima raiz. No espelho, tua barba tá alinhada, mas tua cara ainda pulsa de vergonha e tesão — e no cartão do ponto de barbearia, em cima do preço, ele rabiscou um horário de madrugada e a palavra fechado pra você.", + "Imagine agora que você tá deitado na cadeira do dentista, e a dentista senta por acidente em cima de ti, sentindo tua rola dura sob o jaleco. Ela não levanta: se ajusta, sussurra que anestesia não é necessária, e desce o zíper da tua calça com as mãos enluvadas, puxando teu pau pra fora enquanto a broca do outro lado ronca parada. Ela te chupa devagar com a cadeira quase deitada, parando pra perguntar se tá doendo, e depois se levanta, joga a saia pro lado e senta na tua rola com a buceta quente, cavalgando em cima de ti até o trilho da cadeira começar a deslizar. Ela goza em cima de ti e te faz gozar dentro, e então sai da cadeira, se recompõe e entrega a receita com uma risquinha no rodapé: o telefone dela e um horário de retorno. Na porta da clínica ela apertaria tua mão um pouco além do normal e diz que da próxima vez o exame é no consultório particular, de porta fechada — e que o dentista que vem no horário dela sabe disso.", + "Imagine agora que você tá na fila do mercado de shorts, e uma mulher gostosa encosta em ti de propósito, rebolando o rabo na tua rola dura por cima do tecido. Você fica duro feito pedra enquanto ela finge não perceber a pressão encostando a cada movimento da fila. Ela vira o rosto, pisca, e aponta com o queixo pro corredor de produtos de limpeza, o mais vazio. Você segue ela, e no fundo do corredor ela te puxa pra dentro do depósito, tranca, se ajoelha e chupa teu pau com fome, com as mãos apertando teu saco, e depois te vira de costas, encosta você na pilha de papel higiênico e come teu cu ali mesmo, gemendo abafado, até te fazer gozar no chão frio do depósito. Ela se recompõe, puxa a blusa e volta pro caixa com o sorriso impecável, a tua porra ainda secando na coxa. Teu estoque inteiro passa no caixa dela, e no troco, junto das moedas, ela enfia um papelzinho com o número dela e um horário de madrugada — conferência de estoque.", + "Imagine agora que você tá na sessão vazia do cinema e uma moça de cabelo curto senta do teu lado, coloca a cabeça no teu ombro e desliza a mão até tua calça, pegando no teu pau duro por cima do tecido. Ela te masturba ali mesmo, com o som do filme cobrindo teus suspiros, e quando percebe que o gozo tá subindo ela sussurra que precisa ir ao banheiro. Ela te leva pelo corredor escuro, te puxa pra dentro da cabine acessível, tranca e se ajoelha, chupando teu pau até a garganta com a mão apertando o teu saco, e depois se vira, arregaça o short e manda você comer ela de pé contra a porta da cabine, a película tremidora do filme passando luminosa sob a porta enquanto os dois gozam juntos no banheiro. Ela limpa com papel, puxa o short e sai como se fosse só mais uma visita ao banheiro, e vocês assistem o final do filme de mãos dadas no escuro. Na saída do cinema ela te espera no estacionamento com a chave do carro na mão, beija tua boca e diz que a sessão das 20h de amanhã já tá reservada — mas que o filme ela quer assistir do banco de trás.", + "Imagine agora que a tua dona te põe de castigo de joelhos no quarto, ainda de meias, e manda você arregar o cú na direção do espelho. Ela senta na poltrona e manda você bater uma punheta lenta de costas pra ela, olhando teu reflexo: quero ver a tua cara de puta. Você se masturba devagar enquanto ela critica o ritmo e manda você enfiar um dedo no cu junto, empurrando pra dentro, a glande roxa refletida no espelho. Você chega perto do gozo 4 vezes e ela estala os dedos te fazendo parar no limite, o pau pulsando sem remédio, e no final ela diz que hoje você não vai gozar de jeito nenhum. Ela manda você lavar o dedo e guardar o tesão pra amanhã, e te deixa de joelhos tremendo na frente do espelho, o gozo preso latejando dentro de ti. Ela só sai do quarto quando você abaixa a cabeça, e no corredor ela deixa o celular gravando tua imagem encolhida no espelho; pela madrugada, chega a mensagem dela: uma foto tua de joelhos e o texto — amanhã você vai me mandar um vídeo se agradecendo por eu ter segurado você.", + "Imagine agora que você é o modelo nu da aula de desenho, em pé no pedestal no meio dos cavaletes, e o professor manda você abrir mais as pernas. No fundo da sala tem uma aluna que não desenha, só te encara. Quando a aula acaba ela fica, espera a sala esvaziar, sobe no pedestal e diz que precisa estudar os detalhes de perto. Ela se ajoelha na tua frente, puxa teu pau duro e chupa devagar na luz da janela, com a mão no teu quadril, e depois manda você deitar no chão do estúdio, senta com a bunda nua na tua cara pra você lamber até ela gozar. No fim, ela te faz gozar por cima do desenho dela, marcando o papel com as manchas da tua porra. Ela levanta o papel, assina o canto com um sorriso e diz que aquela obra de arte ela vai emoldurar — e que o modelo de amanhã, no mesmo horário, é obrigatório. Na porta, ela apaga a luz e completa: e dessa vez eu quero você se virando sozinho quando eu entrar.", + "Imagine agora que você tá nu na sala de espelhos do estúdio de ioga, e a instrutora alta manda você se ajoelhar na postura da criança e empinar o quadril. Ela se aproxima por trás, senta na tua bunda com a buceta por cima do teu cú, manda você arregar pra sentar melhor — e monta em ti com a virilha colada na tua pele. Você sente o calor da buceta dela esfregando na base da tua rola enquanto ela instrui tua respiração, cada movimento te deixando mais doído, e depois ela desce, pega teu pau e, numa posição de alongamento, te chupa entre as próprias pernas, se contorcendo até os dois gozarem em uníssono no espelho, sem quebrar a postura nenhum momento. Quando o gozo passa, ela mantém a posição por mais um minuto, respira fundo e te beija. Ela desliga a luva de luz da sala e diz que a aula de amanhã é sobre alongamento — e que você deve vir sem roupa, porque o tecido prende a energia. O espelho devolve a imagem dos dois suados e parados, e você já tá agendando mentalmente a próxima respiração profunda.", + "Imagine agora que você tá de bruços na maca da massagem, e a massagista, depois das costas, manda você virar. A toalha escorrega, tua rola fica na vertical, e ela nem pisca: unta as mãos com óleo quente e começa a trabalhar a região pélvica — desliza pela tua virilha, envolve tua glande com a palma e vai massageando em círculos com a base do polegar, subindo devagar até você se esticar todo. Ela pega o vibrador que tava na bandeja, passa óleo, enfia no teu cú e liga na intensidade micro, enquanto a mão enrola teu pau; ela monta teu lombo, te fazendo gozar sem tirar o vibrador, o jato espirrando no teu próprio peito. Ela desliga o vibrador depois do último espasmo, te entrega a toalha limpa e agenda a próxima sessão pra amanhã no mesmo horário, anotando no caderno: livre, fosso, vibrador, controle. Você sai com as pernas bambas e o cheiro de óleo na pele, e a agenda dela da semana inteira já tem o teu nome em todas as linhas — você só não sabe disso ainda.", + "Imagine agora que você tá sozinho acampando, pelado na barraca, quando uma moça das trilhas aparece pra esquentar as mãos na tua fogueira. Ela percebe o teu tesão, sorri e pergunta se pode se aquecer melhor. Ela entra na barraca, se despe na tua frente, monta sobre tua cara com a buceta quente pingando e manda você lamber até ela gozar, e depois vira o jogo: senta no teu colo de costas, puxa teu pau pra trás entre as coxas dela e se esfrega nele enquanto guia tua mão pra enfiar um dedo no teu próprio cú. Quando o gozo dos dois chega junto, ela manda você jorrar pra fora da barraca, na terra, como oferenda ao fogo, e te beija com o gosto dela ainda na tua boca. Ela limpa a boca, se veste, dá um beijo na tua testa e some na trilha antes do Sol nascer, deixando o cheiro dela estampado na barraca. Quando você arruma a mochila, encontra um papelzinho dobrado com um mapa da trilha e um X marcado — aqui é onde a gente se encontra no próximo camping, escrito no meio do desenho do Sol.", + "Imagine agora que você é arte viva numa galeria erótica, em pé numa moldura de veludo vermelho, e uma senhora elegante de tailleur espera todo mundo sair da sala. Ela cruza a corda, sobe no pedestal e tira as luvas devagar, uma a uma. Ela toca tua rola dura, sente o calor pulsante, pede que você ajoelhe na plataforma e desce a calcinha dela pra você lamber a buceta madura ali, no silêncio da galeria. Ela goza em pé na tua boca, se recompõe e depois pega a bandeja de vidro que servia de adorno, manda você se masturbar até gozar em cima dela como se fosse arte contemporânea e leva a bandeja com a tua porra pro fundo do corredor, dizendo que vai pendurar aquilo na parede reservada da casa dela. Na semana seguinte você recebe um convite de vernissage em casa alheia — e no meio da sala de jantar, na parede reservada, tá a bandeja emoldurada com as tuas manchas, com uma plaquinha de ouro: obra doada por admiradora. Quando a senhora te encontra no centro da sala, ela ergue a taça na tua direção e brinda, em silêncio, arrumando outro encontro pra aquela semana.", + "Imagine agora que você vive num reino imaginário e a rainha manda despir na corte inteira. Nu sob o teto abobadado, ela desce do trono, toca teu peito com o cetro, manda você rastejar atrás dela através do salão até os aposentos. Lá dentro ela te amarra pelas mãos na cama real, senta com a buceta na tua boca, e depois de gozar chama duas criadas e manda que brinquem com teu corpo: uma chupa tua rola enquanto outra enfia um vibrador de quartzo no teu cu, a rainha assistindo da cadeira, e manda parar quando tuas pernas tremem. Depois ela se ajoelha entre tuas coxas amarradas, segura tua glande molhada e te faz gozar na bandeja de ouro, provando com a colher de prata como quem saboreia um manjar real. Ela aprova com um aceno e os criados te carregam pra um banho de mármore; e naquela noite, quando ela manda te chamarem de novo, você entende que o teu destino no reino é ser provado todas as noites — até a colher se acostumar com o teu sabor — e que você já não sabe mais se quer ser provado por mais ninguém.", + "Imagine agora que você tá no banho e percebe uma câmera espiã acesa no canto do box. Você entende que tá sendo filmado nu desde sempre, e em vez de te proteger, o tesão grita mais alto: você se vira pra lente, ensaboa o pau e começa uma punheta lenta, abrindo as pernas, enfiando um dedo no cú com o sabão escorrendo, se exibindo pra quem quer que esteja do outro lado. Você imagina os olhos atrás da lente se esfregando enquanto assistem tua glande latejando na câmera, e goza direto pra lente, a porra escorrendo pelo azulejo do box. Depois limpa a boca com a língua e manda um beijo pra câmera, desafiando teu espião a aparecer pra fazer a continuação ao vivo — e a câmera pisca duas vezes, como resposta. No dia seguinte tem um envelope na tua caixa de correio, sem carimbo, com um bilhete: te vi de perto, segunda-feira, 21h, portão dos fundos. Você guarda o bilhete e, na segunda-feira às 21h, você tá lá — e entende que a câmera espiã nunca foi pra te vigiar: era pra te chamar.", + "Imagine agora que a moça de dreads do caixa do mercado segura tua mão ao devolver o troco e sussurra que te segue até o depósito. Lá dentro, no chão frio entre as caixas de bebida, ela puxa tua rola pra fora com as duas mãos e chupa com os olhos subindo pra ti, parando no limite, e depois te ordena que você lamba a buceta dela até ela gozar no teu rosto suado. Ela se vira, arregaça a farda e manda você comer ela de pé encostado nas pilhas, com as latas balançando a cada estocada, até os dois gozarem no meio do estoque. Ela volta pro caixa com a tua porra escorrendo pela coxa, te cobra a compra com um sorriso e diz que a próxima conferência de estoque é amanhã no mesmo horário. No estacionamento ela te espera com o carro ligado, e do banco do passageiro ela te beija e completa que amanhã a conferência é na casa dela, porque o depósito do mercado tem câmera escondida — e que o rolê que ela quer fazer contigo não cabe em horário de expediente.", + "Imagine agora que você tá no ônibus lotado às sete da noite, e uma mulher de casaco sentada na janela te puxa pro colo. Por baixo do casaco estendido sobre vocês dois, ela desliza a mão quente até tua calça, abre o zíper devagar e puxa tua rola pra fora, masturbando teu pau no colo dela com os dedos contornando a glande em silêncio absoluto, os passageiros mexendo nos celulares. O balanço do ônibus acelera o tesão, e ela sente teu pau engrossar na mão até quase transbordar; então tira a própria calcinha pela cintura e te guia pra dentro dela ali mesmo, os dois gozando abafados naquele sussurro, o ônibus inteiro alheio. Ela desce no ponto dela com o corpo ainda tremendo e te devolve um papelzinho dobrado com o número e o horário do mesmo ônibus de amanhã. Você fica sentado com a calcinha dela enfiada no teu bolso — ela colocou sem avisar — e a viagem de volta inteira é só a tua mão escondida segurando o bilhete, contando as horas.", + "Imagine agora que você tá pelado na piscina da tua casa e a faxineira do vizinho sobe no muro pra recolher a mangueira, te vendo na água. Ela não desvia: manda você sair, e você obedece nu, a água escorrendo. Ela olha tua rola dura brilhando, desce do muro pelo portão e diz que o equipamento dela tá entupido, precisando de limpeza. Ela se ajoelha na beira da piscina, chupa teu pau com a mão fechada na base, com a água formigando na tua pele, te faz edging 3 vezes, e depois manda você sentar na borda pra lamber a buceta dela enquanto ela se termina; os dois gozam com o som da água e da mangueira. Ela volta pro quintal do vizinho com tua porra na panturrilha e um recado no portão: o material dela nunca mais entupiu com a tua ajuda. À tardinha, ela cruza o muro de novo, agora de short curto, dizendo que o equipamento dela entupiu de novo — só que dessa vez ela entra na piscina junto, e vocês terminam na água enquanto a casa do vizinho dorme do outro lado da cerca.", + "Imagine agora que você tá nu na sauna, o vapor espesso, e um homem maduro de anel de prata senta na tua frente. Ele nota tua rola endurecida com o calor, tira o anel e pede que você passe devagar na tua haste, como amuleto, assistindo a argola deslizar na cabecinha molhada. O vapor adensa a tensão, ele se aproxima, se ajoelha no banco de madeira e chupa teu pau com a língua quente, usando o anel como joia no teu anelzinho, e depois se vira, abre as pernas e pede que você faça o mesmo serviço nele, os dois se degustando no calor, até ele pedir que você goze no peito dele — e ele enxuga tua porra com a língua enquanto a sauna fecha. Os dois saem rubros e em silêncio, com o anel de volta no dedo dele, e no vestiário ele te dá um cartãozinho de horário da sauna de amanhã, às 20h, com o nome dele no verso. Quando a porta fecha, você percebe que, no meio do caminho, o anel que ele usava agora tá no teu dedo — e a promessa da sauna de amanhã pesa mais que a prata.", + "Imagine agora que você tá no elevador panorâmico com uma executiva de tailleur quando ele trava entre andares. Na penumbra ela te encara, desabotoa a tua calça sem pedir licença e puxa tua rola pra fora, masturbando devagar com a mão gelada de anéis. Ela manda que você se vire pro vidro, e com o peito colado nas tuas costas ela contorna teu pau em edging pela transparência da cidade lá embaixo, sussurrando que o resgate vai demorar horas e que ela prefere se esquentar. Ela se ajoelha atrás de ti, lambe teu cú e enfia um dedo firme, te masturbando olhando tua cara refletida no vidro, e ordena que você goze na janela panorâmica — a porra escorrendo pelo painel com a cidade acesa atrás. Ela limpa com o lenço da bolsa, aperta o botão de emergência e, quando o elevador volta a funcionar, descem juntos sem trocar mais uma palavra. No corredor do térreo, a mão dela aperta a tua ainda com o gozo secando nos dedos, e de madrugada teu celular acende com uma mensagem sem número: reunião às 21h no último andar — e o elevador vai quebrar de novo.", + "Imagine agora que você tá na cadeira do salão, e a cabeleireira de seios grandes percebe tua ereção sob a capa depois de encostar em ti de propósito. Ela tranca a porta da cabine privada, tira a capa te deixando só de cueca e manda você despir de vez. Ela reclina a cadeira, se senta na tua cara com a saia preta levantada e goza na tua língua duas vezes com a mão segurando a poltrona; depois pega tua rola e chupa com a boca quente de batom, te fazendo edging até a beira, quando pede que você goze por cima do peito aberto dela e limpa se lambendo o dedo. Ela te devolve arrumado, ajeita tuas mechas e cobra o corte na maquininha com uma piscadela, anotando teu número no celular. Quando você sai, o teu celular vibra com a mensagem: máscara de reconstrução capilar, terça, 19h — e o capilar foi só o começo.", + "Imagine agora que você tá no provador da loja de roupas, de cueca com o pau duro marcado, e a vendedora entra sem bater pra ajudar com a numeração. Ela se ajoelha pra medir a barra, mas a mão sobe por dentro da tua perna, encosta na tua rola e aperta com a palma quente. Ela te manda experimentar o modelo, tira a cueca de tuas camadas, e chupa teu pau de pé na cabine apertada, com as outras provadoras alheias do outro lado da cortina, você mordendo o lábio pra não gemer no meio da loja. Ela te vira, te encosta no espelho do provador e come teu cu de pé até os dois gozarem, com a tua cara em êxtase colada no espelho. No caixa ela te cobra a calça escandalosamente cara, dizendo que o desconto especial tá embutido no preço do prazer dela — e dentro do saco, junto com a roupa, um cartãozinho com o turno dela de sexta e a palavra provador circulada de batom. Na sexta, no mesmo horário, o provador da loja tá reservado em silêncio, e a cortina presa pelo lado de dentro.", + "Imagine agora que você tá nu numa banqueta de estúdio, sob o holofote, e a fotógrafa de cabelo azul te orienta poses eróticas de todas as formas: deitado, abrindo os joelhos, mão na virilha. Ela pede que você coloque a mão no pau, e quando você obedece ela diz: vai até o limite, sem gozar, eu filmo. Ela te faz edging na frente da lente, gravando tua cara sofrida em 4K, e depois se abaixa, coloca a câmera no tripé filmando o ângulo do chão, sobe na banqueta, monta em tuas costas com a calcinha aberta e se masturba na tua bunda enquanto manda você gozar pro chão na frente da lente, gravando cada gota caindo no asfalto frio do estúdio. Ela desliga a câmera no último pingo, baixa o tripé e te mostra o take final em câmera lenta, frame a frame, até a porra bater no chão. Ela salva o arquivo com o nome o gozo refletido e destranca a porta, dizendo que a exposição de abertura é sexta e que o teu lugar é na parede principal — mas que a obra definitiva ela quer filmar na casa dela, de porta fechada e sem espectador.", + "Imagine agora que você tá no banheiro do bar com um amigo do teu irmão, e na frente do mictório você percebe que tua rola não desce. Ele percebe, ri e te puxa pra cabine trancando a porta. Ele desabotoa a calça dele e mostra o pau duro de lado pra você, e sem pedir licença encosta o corpo, incentivando você a pegar no dele. Vocês dois se masturbam em pé na cabine, se olhando, cada um sentindo o cheiro quente do outro, e quando ele percebe que você tá no limite ele se ajoelha no chão do banheiro e chupa teu pau até te fazer gozar na boca dele, engolindo tudo com os olhos nos teus. Ele levanta, limpa a boca com as costas da mão e pergunta se você vai contar pro seu irmão o que aconteceu no mictório — com a tua boca ainda aberta, sem conseguir responder. Dez minutos depois ele volta pra mesa do bar como se nada tivesse acontecido e puxa assunto com teu irmão; mas por baixo do balcão, a mão dele encontra a tua e aperta, te avisando que o mictório de sábado tá reservado — e você descobre que não vai conseguir mais beber cerveja nesse bar sem ficar duro.", + "Imagine agora que você tá numa balada e uma mulher de coturno te puxa pelo cabelo pro banheiro do andar de cima. Ela tranca, te joga de joelhos, tira o cinto e bate na tua bunda nua até marcar, te chama de putinha, manda você abrir a boca e chupar os dedos embebidos em gel. Ela enfia um plug pequeno no teu cú, e quando ele tá enterrado ela te levanta, te vira de frente pro espelho sujo e manda que você se masturbe pra tua própria cara: quero ver essa cara de piranha até caber. Ela faz edging com você no espelho, parando no limite 4 vezes, e na quinta manda gozar na pia do banheiro, filmando tudo com o celular cunhado na mão, dizendo que aquela gravação vai de story privado pra quem ela quiser. Ela te ajuda a limpar, puxa tua calça e te guia pra fora com o pulso ainda na nuca; na porta da balada ela segura teu queixo: sexta, 23h, mesma balada, eu te procuro. Você volta pra mesa com o rosto queimando e a bunda marcada, e passa o resto da noite com o celular na mão, contando os dias pra sexta.", + "Imagine agora que você é o garçom de um restaurante fino, e uma cliente de vestido vermelho te chama na mesa reservada pra provar o vinho. Ela levanta a barra do vestido quando você se abaixa, e você vê que ela tá sem calcinha, a buceta madura na altura da tua cara. Ela segura tua cabeça, te puxa pra debaixo da toalha e manda você lamber até ela gozar enquanto o salão inteiro janta em volta; ela goza na tua língua abafando o gemido com a toalha, te tira de lá e te manda reto pro banheiro. Quando você volta, ela tá com a tua calça no colo: ela tirou tua calça por baixo da mesa enquanto você lambia, e ela te chupa no vão escuro sob a toalha até a tua porra jorrar na taça de vinho. Ela ergue a taça, cheira, brinda baixinho pra ti e bebe tudo de um gole, com os olhos cravados nos teus. No final da noite, na gorjeta do cartão de visitas, além do dinheiro, um papel pequeno com o nome de um hotel e um horário marcado — e a frase: a mesa de amanhã já tá reservada no teu nome.", + "Imagine agora que você descobre um cômodo secreto no subsolo do teu trabalho, e tua chefe de óculos tá lá dentro, de coleira no pescoço te esperando. Ela manda você se despir, se ajoelhar e entrega na tua mão o controle remoto do plug que ela mantinha no teu cú o dia todo; ela liga no máximo e te deixa vibrar até tuas pernas falharem, tua rola dura escorrendo no chão da sala secreta. Ela se senta na cadeira de veludo, abre o notebook e trabalha enquanto te vigia: manda você bater uma punheta devagar, parar quando ela levantar o dedo, gozar só quando ela mandar — e ela grava teu rostinho contorcendo por cima da mesa dela, te fazendo implorar, até ela acenar com a caneta e deixar você jorrar na sala. Ela fecha a pasta com teu nome e diz que a gravação ficou perfeita — mas que a versão que ela vai usar depende da tua próxima visita às terças, às 22h, sem falta. Ela te entrega a roupa na porta do elevador de serviço, e quando a porta fecha, o sistema de reconhecimento já registrou a tua próxima entrada na agenda.", + "Imagine agora que você tá no trem noturno, e acorda de madrugada com a mão de um homem de terno entre as tuas pernas, por dentro do pijama. Ele não para quando você acorda: pede desculpas num fio de voz e continua, masturbando teu pau duro devagar, o trem balançando nas curvas, teus joelhos apertando as coxas. Ele percebe tua respiração presa e faz um edging lento, chegando ao limite e parando, tirando a mão e deixando você pulsando na madrugada, repetindo 3 vezes enquanto a cabine fica mais quente; na quarta, ele se ajoelha no chão do beliche, puxa tua pijama inteiro pra baixo e chupa tua rola até a garganta, te fazendo gozar com a mão na boca pra não acordar o trem inteiro. Ele limpa a boca, deita no beliche de baixo e cochila como se nada tivesse acontecido, o cheiro dos dois ficando na cabine até de manhã. Quando você desce na estação, encontra no bolso da pijama um bilhete: comboio das 23h, cabine 7 — o bilhete de volta é teu. E no bolso do casaco do terno, esquecido na cabine, o telefone dele, sem calma pra apagar o número antes do bilhete.", + "Imagine agora que você tá no motel com uma conquista, e depois da primeira dose ela finge dormir de bruços, com o pé roçando tua coxa. Você entende o convite: ajoelha atrás dela, cheira a bunda arreganhada e começa a se masturbar por cima dela, o pau duro passando rente à pele, e sem querer ela vira o rosto, abre os olhos e sussurra: pode gozar? Você tá atônito, e ela te puxa pro colo dela, abre as pernas, monta em cima de ti e se esfrega na tua rola molhada, cavalgando até os dois jorrarem juntos, o corpo dos dois selado de suor. Depois ela puxa tua mão pra beijar os dedos e diz que no motel sempre tem segunda parte quando o parceiro sabe o começo — gargalhando de ver tua cara de quem ganhou na loteria. Ela fica deitada no teu peito e pede que você conte o começo de novo, que ela quer ouvir a história da tua voz, enquanto as mãos dela já deslizam pra cima do segundo round. Você percebe que o fingi dormir dela foi só o primeiro ato — e que a noite no motel ainda vai ter terceira, quarta e quinta parte.", + "Imagine agora que você é o brinquedo escolhido no harém, e a sultã manda você despir na frente das mulheres do séquito sentadas em tapetes. Nu no centro, elas te devoram com olhares, e a sultã manda você rastejar entre as pernas dela. Você vai lambendo as coxas, a buceta quente, e uma das mulheres atrás enfia um vibrador no teu cú enquanto você lambe, fazendo você gemer com a boca cheia. A sultã goza na tua língua, e depois o harém inteiro brinca com teu corpo: uma te chupa, outra enfia os dedos em ti, uma amarra tuas mãos atrás das costas — e no fim a sultã manda que você se masturbe de joelhos pro harém inteiro, contando cada gota que cai no prato de prata. As mulheres batem palmas delicadas quando o prato se enche e a sultã prova o teu gozo com a ponta dos dedos; depois te levam pro banho de mármore cantando baixinho. Deitado nas sedas, você entende que aquele tributo virou o vinho da rainha — e que o harém inteiro agora quer a tua colheita — e você percebe que já tá com vontade de servir a colheita de novo.", + "Imagine agora que você tá no quarto de hospital, soro na veia, e a enfermeira da noite entra pra medir tua pressão e te encontra com o pau duro marcando o lençol. Ela baixa o lençol, ri com carinho e diz que a fisioterapia da recuperação exige estímulo circulatório. Ela aciona a alavanca da cama, te deita de bruços e começa a massagem nas costas que escorrega pra bunda, e quando a mão alcança tua virilha ela vira teu quadril, te vira de costas, aponta o monitor cardíaco pra ti — e te masturba devagar olhando os batimentos acelerarem na tela, te fazendo chegar ao limite e parando, edging lento enquanto anota a frequência nas enfermarias da noite. Às 2h47 ela finalmente deixa o gozo sair, com o monitor disparando luzinha e os dois abafando risada com a mão na boca; ela limpa tuas coxas com o papel da cama, ajusta o soro e anota tua frequência no prontuário com um sorriso. Na porta ela para e avisa que amanhã tem mais, com troca de turno — e que a colega da manhã também vai querer conferir teu progresso. O monitor cardíaco ainda pisca alto no escuro, e você entende que a tua recuperação vai ser longa — e gostosa.", + "Imagine agora que um apocalipse passou, você é o último homem vivo, e encontra um grupo de mulheres numa praça abandonada. Elas te cercam, tocam teu corpo nu como bens preciosos, e a líder de cabelo grisalho anuncia o rodízio: cada noite uma de vocês te come, e você obedece. A primeira monta em ti na capota de um carro abandonado, cavalgando até gozar; a segunda te vira e te come o cu de pé no meio da praça, assistida pelas outras; a terceira se ajoelha e chupa teu pau até tuas pernas tremerem; e a quarta amarra as tuas mãos no poste e te faz gozar diante de todas, filmando na mão como um ritual de recomeço da humanidade. Você dorme exausto sob as estrelas, o corpo marcado de mordidas e porra, e acorda no dia seguinte com as mulheres cozinhando frutas e rindo, planejando a noite seguinte como quem sortearia quem fica com o teu leite. No fim do café, antes de o Sol subir de vez, a líder te puxa pela mão pra sombra da praça e diz que o rodízio noturno agora tem escala definida: todas as noites, na ordem que o conselho decidir — e que o teu papel no mundo recomeçado é agradecer de joelhos toda vez, até o dia em que elas escolherem você em silêncio." +] \ No newline at end of file