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"Imagine agora que você está na área de serviço aberta pro quintal, o vento tocando a pele pelada, e você finge que não viu seu vizinho na janela. Você abaixa a calça e a cueca sem pressa, se curva arreganhando a bunda e abrindo o cú pra ele ver, puxa o pau pra trás entre as coxas até a cabecinha aparecer por baixo do saco e ficar exposta, enfia dois dedos melados de saliva no cú em camadas, sente o anelzinho abrir pra dentro, e começa a fazer edging só na cabeça do pau, a glande latejando roxa entre os dedos, o pré-gozo escorrendo pelo vão das coxas, e você geme baixinho de boca aberta sabendo que ele tá te olhando da janela. Você aguenta o edging o quanto o corpo aguenta, mas quando vê a mão dele sumir da janela e o corredor do prédio escurecer, o tesão te domina de vez e você goza duro de pé na área de serviço, a porra quente espirrando no cimento frio, e fica ofegante olhando pra janela de novo, ainda acesa, esperando, sabendo que amanhã os dois vão resolver isso sem o vidro no meio.",
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"Imagine agora que é madrugada e você acordou com o pau duro latejando, o pré-gozo manchando a cueca de tesão. Você vai pelado até a cozinha, abre a geladeira pra pegar agua gelada, e quando a luz ascende você vê o vizinho do prédio em frente imóvel na varanda dele, te encarando através do vidro. Você não se cobre: encosta na bancada, abre as pernas, pega no teu pau molhado e começa uma punheta lenta, passando o dedo no pré-gozo e levando à boca, provando teu próprio leite na frente dele, contraindo o cú a cada punhetada curta só na cabecinha. Ele também desabotoa a calça na varanda dele, e os dois se masturbam se encarando pela noite; ele goza primeiro, a mão fechada na luz do apartamento, e você continua te olhando até jorrar no copo de agua que ia ser tua bebida, a porra escorrendo pelo vidro gelado, e os dois se encaram num silêncio pesado, cada um lambendo a própria mão antes de desligar as luzes — mas nenhum dos dois fecha a cortina.",
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"Imagine agora que você está de quatro no chão do quarto, pelado, procurando uma meia embaixo da cama quando a campainha toca. Você abre a porta esquecendo que tá nu e dá de cara com o entregador com o pacote na mão. Ele abaixa os olhos, vê tua rola dura balançando, e não desvia. Ele sorri, entra, fecha a porta e manda você se ajoelhar. Você ajoelha sem pensar, ele segura teu queixo, aponta o pau dele e diz que a assinatura da entrega é na tua boca. Você abre a boca larga, estica a língua e recebe o pau dele fundo, inchando a tua garganta, e ele segura tua cabeça e fode tua cara até gozar na tua língua. Você engole tudo, abre a boca vazia pra conferência, e ele ajeita a calça, pega o pacote do chão e entrega na tua mão como se nada tivesse acontecido. Quando você assina o recibo com a mão tremendo, ele diz que amanhã tem outra entrega e que dessa vez o pacote pode precisar de conferência dentro do quarto — e ele sai assobiando, te deixando de joelhos na entrada, com o gozo dele ainda no fundo da garganta.",
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"Imagine agora que você está no churrasco da firma e a patroa loira te chama pra buscar cerveja no estoque. Ela tranca a porta, te empurra contra a caixa de bebidas, agarra teu pau por cima da calça e sussurra no teu ouvido que sempre sonhou em ver aquele corpo no escritório dela. Ela manda você ajoelhar e abrir a boca, e você chupa ela até ela gozar na tua boca gemendo baixinho entre as prateleiras. Depois ela te levanta, vira você de costas, desce a tua calça e a cueca, passa a mão melada no teu cú, mete dois dedos secos mesmo doendo, e ordena que você bata uma punheta pra ela até gozar numa sacola de lixo do estoque. Você goza de pé no quartinho escuro, a porra jorrando na sacola, e ela se masturba junto contigo vendo tua rola esvaziar. Ela ajeita a blusa, destrava a porta e volta pro churrasco como se o estoque só tivesse cerveja, mas no fim do dia ela te chama de lado e diz que segunda-feira às 18h você vai ter uma reunião particular no escritório dela — e que dessa vez é pra ir preparado.",
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"Imagine agora que você está na cozinha amassando pão, pelado, as mãos enfiadas na massa quente quando a vizinha de vestido curto para na calçada, se pendura na janela baixa e te vê inteiro. Ela não vai embora: se encosta na parede, cruza os braços e levanta a barra do vestido pra esfregar a mão na própria buceta olhando você. Você entende o desafio, tira as mãos da massa, leva a mão farinhenta e suada pro pau duro e começa a bater uma punheta relaxada pra ela, devagar, mostrando a cabecinha, virando de lado pra exibir a bunda arreganhada também. Quando ela levanta o vestido e mostra a buceta molhada acesa na luz da tarde, o teu corpo enlouquece e você se derrama, gozando na bancada, a porra escorrendo pela mesa quente. Ela aplaude de longe, aponta pro próprio peito e entra em casa. Dez minutos depois ela tá na tua porta com a roupa ainda cheirando a farinha, pedindo uma fatia do teu pão — e o convite pra terminarem dentro da tua cozinha o que o vidro da janela já tinha começado.",
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"Imagine agora que você está no vestiário da academia depois do treino, só de sunga, quando o personal trainer entra e tranca a porta. Ele não fala nada, só aponta pro chão. Você entende, tira a sunga, e fica de quatro na frente dele, a bunda no ar, o cú arreganhado de vergonha e tesão. Ele se ajoelha atrás de ti, enfia um dedo babado no teu cú, depois dois, massageando a próstata até tuas pernas tremerem, e com a outra mão segura teus quadris mandando você se esfregar no dedo dele como uma cadela. Ele manda você se virar e bater uma punheta olhando pra ele, fazendo edging até quase gozar e parar, 5 vezes, teu pau pulsando sem alívio, a glande roxa. Na quinta vez, quando tuas pernas já não seguram, ele se ajoelha na tua frente, limpa tua glande com a própria língua e diz que passou. Ele te dá um tapinha na bunda, pega a mochila e sai, mas antes de fechar a porta fala que amanhã no mesmo horário ele traz o plug pro aquecimento — e que o teu primeiro gozo no vestiário tá reservado pra ele.",
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"Imagine agora que você está na maca do consultório, as pernas posicionadas, e a médica morena de luvas anuncia o exame de próstata. Ela enfia o dedo enluvado devagar contornando o anel, e quando a ponta curva encontra tua próstata, tua espinha arrepia e o pau endurece pingando. Ela não para: massageia o ponto em círculos lentos com o dedo dentro e envolve tua glande com a mão esquerda, girando o dedo indicador na cabecinha molhada, no ritmo do dedo do cu. Você geme, se abre, empurra o quadril contra as duas mãos dela, e ela manda você gozar assim, sem nem encostar no corpo, só no dedo pulsando dentro e a pressão na cabeça. Você obedece, esguichando na barriga, e ela não tira o dedo da próstata até o último espasmo, depois lambe a luva limpando o gozo na tua frente. Ela anota o resultado no prontuário e manda buscar a recepção pra marcar o retorno — e no papelzinho do exame, além do controle da próstata, ela escreve um horário fora do expediente e um apelido: vem sem cueca na próxima consulta, o exame precisa de mais calma.",
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"Imagine agora que você está de bruços pelado na cama do hotel, a porta aberta, quando a camareira entra e te vê inteiro, a bunda arreganhada na direção dela. Ela não sai: entra, tranca a porta, e diz que a limpeza inclui reposição de toalhas e de outras coisas. Ela se ajoelha na cama atrás de ti, enfia um dedo no teu cú que você abre pra ela, depois dois, e fica massageando tua próstata até você gemer com a cara afundada no travesseiro. Ela manda você virar, pega teu pau duro na mão e chupa até tua perna tremer, faz edging 3 vezes te deixando no limite, e na quarta manda você jorrar na cara e nos seios dela como calibração do serviço. Ela sai do quarto com tuas toalhas sujas e o teu gozo secando na cara dela, fechando a porta com um sorriso que promete a volta. Meia hora depois ela volta com as toalhas limpas, pega teu pau ainda mole na mão e diz que a diária inclui a limpeza completa — e que a camareira do quarto ao lado também quer conferir se o serviço dela foi bem feito.",
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"Imagine agora que você está na beira da estrada trocando o pneu, e um caminhoneiro para e desce te ajudando. Ele se agacha no teu lado pra olhar o pneu, e quando você alcança a ferramenta a tua camisa sobe e ele vê o pau duro escapando pela cueca. Ele ri, se levanta, desabotoa a calça dele e aponta: sua rolinha quer documentação. Ele manda você ajoelhar no asfalto quente, puxa tua cabeça e te guia até o pau grosso dele, e você suga fundo com os olhos vidrados nele enquanto os caminhões passam longe. Ele segura tua nuca e goza na tua boca, manda abrir a boca mostrando a porra e engolir, e depois ainda te obriga a terminar de trocar o pneu de joelhos, o gozo dele escorrendo pela tua garganta. Você enche a calibragem do pneu suado e de joelhos, e ele, no alto da cabine, grita pela janela que o próximo posto da estrada tem uma parada reservada e que te avisa quando a rota dele passar de novo por aqui. A poeira do caminhão cobre teu rosto enquanto você se levanta — e, no fundo, você sabe que vai pegar carona da próxima vez.",
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"Imagine agora que é noite de lua cheia e você tá pelado na praia deserta, a água gelada na cintura, quando um casal maduro aparece caminhando pela areia. A mulher te olha de cima a baixo e diz pro marido que te quer. O marido concorda, e ela tira o vestido na areia, manda você deitar, senta com a buceta na tua boca fazendo você lamber até ela gozar, enquanto o marido se ajoelha atrás de ti e te come o cu com a mulher ainda sentada na tua cara. Eles trocam de posição: ele te faz deitar de frente, espalha tuas pernas e entra no teu cu de novo enquanto a mulher se abaixa e chupa teu pau molhado. Os três gozam juntos na areia, a porra escorrendo até a espuma do mar, e o casal se ajoelha nos teus lados e lambe o que sobrou no teu peito, cada um numa metade tua. Antes de irem, ela deixa o vestido na tua mão como lembrança e sussurra que toda noite de lua cheia eles voltam praquela praia — e que o convite vale pro próximo ciclo.",
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"Imagine agora que você está no escritório depois do expediente, calça caída, numa punheta de tédio na frente do monitor, quando a colega entra sem bater e trava. Ela tranca a porta, sobe na cadeira giratória e se ajoelha na tua frente, puxa teu pau duro da tua mão e continua da onde você parou, chupando devagar com os olhos nos teus, parando quando você chega no limite. Ela te faz edging 4 vezes sentada nos calcanhares, e na quinta sobe na tua cara com o vestido aberto, mandando você lamber a buceta dela até ela gozar na tua língua. Depois ela desce e te chupa até você derramar na boca dela, engolindo tudo, e volta pra mesa dela como se nada tivesse acontecido, com o gosto dos dois na boca. Dez minutos depois o teu celular acende com uma mensagem sem nome: o número dela e o horário da reunião das 19h de amanhã, no andar vazio, porta fechada — e a última frase manda você ir sem cueca, porque o scan pessoal dela vai ser bem mais demorado.",
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"Imagine agora que você volta pelado do banho e a síndica tá no teu corredor consertando o interfone. Ela te vê nu, não se apavora: entra, tranca, abre o caderno e diz que precisa vistoriar tudo com detalhes. Ela usa luvas de látex, manda você apoiar as mãos na parede, e vai checando a instalação: passa a luva no teu peito, na tua barriga, desce pela tua bunda e enfia o dedo enluvado no teu cú, abrindo pra inspeção, enquanto a outra mão segura teu pau e conta os batimentos como se fosse o pulso. Ela te vira e ordena que você bata uma punheta pra câmera noturna do celular dela, fazendo edging no comando dela, e só deixa gozar quando ela disser, com ela gravando tua cara contorcendo até a porra sair no chão do teu próprio corredor. Ela desliga a gravação, guarda o celular e diz que a vistoria tá aprovada, mas que uma unidade tão bem cuidada exige revisão mensal — e que na próxima ela traz o aparelho de medição maior. Ela sai destravando o interfone, e você fica no corredor com a porra ainda quente no piso, entendendo que o aluguel daquele apartamento passou a ser pago de outro jeito.",
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"Imagine agora que você tá na piscina do condomínio às duas da manhã, pelado, flutuando, quando a vizinha do quinto andar desce pra fumar. Ela vê teu corpo e, em vez de ir embora, entra na água pelada também, se aproxima pelas costas, agarra teu pau pela água e te puxa pra superfície, te encostando no azulejo da borda. Ela chupa teu pau com a água batendo na tua pele, as mãos segurando teu saco, e depois te vira, te encosta de bruços na quina da piscina e esfrega a buceta dela na tua bunda, enfiando devagar até o fundo, gemendo abafado. Quando ela chega perto de gozar, ela te ordena virar e gozar com ela, e os dois esguicham na água escura, o cheiro de cloro misturado com o dos dois. Ela fica te segurando pela borda até o corpo parar de tremer, depois beija tua boca molhada e diz que a piscina daqui pra frente tem regra nova: banho noturno só com ela. Ela volta pro quinto andar com a camisola encharcada, e você fica boiando no escuro sabendo que vai passar a ter insônia de propósito toda madrugada.",
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"Imagine agora que você tá numa trilha no mato, pelado, quando um homem alto aparece e sem dizer nada aponta pro toco de árvore caído. Você senta, abre as pernas, e ele se ajoelha entre elas, deita você de lado na madeira, passa saliva na tua bunda e entra no teu cu devagar, sem pressa, deixando você sentir cada centímetro abrindo teu corpo. Ele mete com o corpo curvado sobre o teu, a mão fechada no teu pau doído, e manda você se masturbar no ritmo dele, até vocês dois gozarem juntos — a porra dele lá dentro e a tua espirrando no mato. Ele se levanta, limpa as mãos na folhagem e segue a trilha sem dizer uma palavra, te deixando deitado pulsando na madeira, com o cú ainda cheio e as pernas bambas. Quando você se recupera e volta pro ponto de partida da trilha, encontra um bilhete preso num galho, escrito a mão, sem nome e sem assinatura: um horário e uma coordenada, e embaixo, uma única frase — no mesmo toco, da próxima vez você já vem de cueca abaixada.",
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"Imagine agora que sua esposa dorme de bruços ao teu lado e você acordou com o pau duro. Você pensa que ela dorme e começa a punheta escondida embaixo do lençol, olhando a bunda dela arreganhada pra tua direção, o cú entreaberto. Você chega perto do gozo quando ela vira o rosto devagar, abre os olhos e sussurra que tá te sentindo há dez minutos, que não vai te ajudar, que quer assistir você se esvaziar sozinho como um menino escondido. Ela pede que você venha por cima dela, deite em cima da bunda dela, esfregue o pau nela e goze na pele; você obedece, com ela virada te olhando fixo, assistindo tua cara de sofrimento até a porra escorrer no meio das costas dela. Ela pede pra você lamber, e quando a tua língua toca a pele quente ela geme um gemidinho fingido de sono que você sente na espinha. Ela adormece de verdade de bruços, e você deita colado nela, lambendo devagar, sabendo que a manhã vai começar com aquela mesma cara de sono virada pra ti, cobrando o café — e a continuação.",
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"Imagine agora que a amiga ruiva da tua esposa tá no quarto de hóspedes e a porta ficou entreaberta. Você passa pelado no corredor e vê o olho dela brilhando na fresta acompanhando teu peito, teu pau duro. Você não se cobre: para no meio do corredor, encara a fresta, pega no pau e começa a bater punheta devagar, mostrando pra ela. A porta abre mais, e ela tá de joelhos na cama se masturbando te olhando, o vestido levantado até a cintura, a mão enfiada na calcinha. Vocês dois se masturbam se encarando pelos olhos no escuro do corredor, um indo mais longe que o outro; quando o teu gozo sobe, ela abre a boca de olhos fechados te mandando gozar pra ela, e você derrama na frente da porta, exausto e sem pudor, enquanto ela se termina socando o próprio quadril na mão e geme alto sem conseguir conter. Ela abre a porta de vez, o vestido descendo, a boca molhada, uma mancha de tesão no tecido da calcinha, e te encara: diz que a tua esposa nunca vai saber de nada, mas que da próxima vez a porta vai ficar aberta de verdade — e que o teu nome vai sair da boca dela de um jeito que o travesseiro não vai esconder.",
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"Imagine agora que você convidou um casal de amigos pro jantar e o assunto esquenta até ela te desafiar a provar teu corpo. Você se vê de joelhos no meio da sala, e eles mandam você rastejar até o tapete. O marido manda você se deitar de costas pra frente deles, ela se abaixa e chupa teu pau enquanto o marido se ajoelha na tua cabeça e manda você chupar o pau dele de ponta a ponta, os dois se movimentando em você como se você fosse um brinquedo de dois furos. Depois eles trocam: ele come teu cu com a mulher chupando tua rola de novo, até os dois gozarem em ti quase ao mesmo tempo — a porra dele no teu cu e a dela na tua boca. Você fica no chão melado, lambendo os restos do tapete escuro, servindo os dois de sobremesa, e eles se arrumam como se o jantar tivesse sido perfeito. Na despedida, a mulher te beija na boca na frente do marido, que sorri, e avisa que toda festa boa acaba com sobremesa — e que o próximo jantar é semana que vem, na casa deles, com o cardápio que você já sabe qual vai ser.",
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"Imagine agora que uma mulher dominadora te ordena: calcinha de renda, camisola aberta nas costas e plug grosso no cu. Ela faz você deitar de bruços na cama com a calcinha afastada, puxa o plug com a mão e mete de novo devagar, deixando você gemer contra o colchão, e com a outra mão alcança teu pau por baixo e aperta a cabecinha até quase gozar, parando, fazendo edging até o limite 5 vezes com o plug enterrado. No final, ela manda você ajoelhar no chão, de costas pra ela, e bater uma punheta de quatro, com a calcinha fio dental no meio da bunda e o plug pulsando, até ela permitir o gozo — e ela filma tua cara se contorcendo com o próprio pau na mão. Ela termina a gravação no exato momento em que tuas pernas cedem e o gozo espirra pela renda da calcinha, e te deixa ajoelhado no chão por mais cinco minutos tremendo. Ela pega o celular, te mostra a própria cara contorcida e diz que o vídeo vai pro grupo das amigas dela só se você implorar — e você implora, de joelhos, e ela sorri, e grava a tua imploração também, ordenando que amanhã tem rodízio de plug da sala até o quarto.",
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"Imagine agora que você está amarrado na cama, pulsos e tornozelos presos nas colunas com gravatas, e a mulher de vestido preto senta na tua cara sem pedir licença, com a buceta quente pressionando tua boca. Ela goza duas vezes na tua língua, segurando teu cabelo, e depois se ajoelha entre tuas pernas amarradas, com uma cinta roxa de 20 centímetros na mão. Ela lubrifica, alinha na tua bunda esticada e entra devagar apesar dos teus gemidos, te fodendo firme enquanto teu pau bate no ar sem alívio, e com a mão livre ela puxa teu pau e te masturba no ritmo das estocadas, até você implorar pra gozar. Ela só deixa quando tua voz falha, fazendo você esguichar amarrado com a cinta ainda funda no teu cú, o corpo todo tremendo em espasmos. Ela não tira a cinta: fica em cima de ti sentindo cada pulso até o teu pau secar, depois te solta devagar, massageia teus pulsos e diz que amanhã as gravatas vão ser trocadas por corrente de verdade. No corredor, antes de sair, ela para e avisa que você vai precisar do descanso — porque aquela primeira cinta foi só o aquecimento.",
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"Imagine agora que você ficou invisível por um dia e entrou no vestiário feminino da piscina. Uma mulher de cabelo longo, pele lisa ainda molhada, entra, pendura a toalha e se despe devagar na tua frente, a blusa subindo, a calcinha descendo pelas coxas até ela ficar nua de frente pro espelho. Ela se senta no banco, abre as pernas pra se secar entre as dobras, e você fica parado vendo cada detalhe molhado, o pau invisível pulsando na mão invisível. Você se masturba na frente dela escondido, a um palmo da pele dela, cheirando o cheiro do sabonete misturado com o corpo dela, e goza silencioso no ar, a porra invisível caindo no piso frio. Ela termina de se secar, veste a calcinha e sai sem notar nada, mas esquece a toalha no banco. Você fica invisível no meio do vestiário, o peito subindo e descendo, e a noite inteira você dorme pensando no cheiro — até descobrir que o feitiço da invisibilidade não tem desfazer: ele só passa quando ela decide que você pode aparecer, e na manhã seguinte ela volta pra buscar a toalha, e dessa vez você vai estar visível, de joelhos, esperando.",
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"Imagine agora que você tá sentado pelado num banco de praça de madrugada, pau duro, quando uma moça do bar senta do teu lado. Ela percebe teu volume, sorri, desliza a mão até tua calça e tira tua rola pra fora, apertando devagar na mão dela, e com a outra mão abre a própria calcinha na tua frente, puxando tua mão pra dentro. Vocês dois se entregam ali, ela se masturba na tua mão enquanto te masturba, trepando sentados no banco de praça, até ela pedir que você goze nas mãos dela. Quando você jorra, ela leva as duas mãos meladas à boca, lambendo cada gota na tua frente, e te beija passando o gosto na tua língua. Ela se levanta, ajeita o vestido como se nada tivesse acontecido, e antes de sair põe o número dela no teu celular com o apelido a madrugada — e some na direção do ponto de ônibus. A praça fica em silêncio de novo, e você fica sentado com o pau pulsando, sabendo que amanhã vai esperar ela no mesmo banco, e que ela sabe disso também.",
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"Imagine agora que você tá na cadeira da barbearia, e quando o barbeiro termina de alinhar tua barba ele percebe tua ereção sob a capa. Ele tranca a porta, puxa a cortina e manda você tirar a calça: higiene de navalha exige área limpa. Ele reclina a cadeira, se ajoelha e chupa teu pau com uma técnica lenta de quem faz barba, parando nos beiços, usando a língua larga na cabecinha, fazendo edging até você implorar. Ele então sobe na cadeira, se posiciona de frente pra ti com o pau duro dele na tua boca, e você chupa ele em coro com ele te chupando, os dois se masturbando no ritmo um do outro, até gozarem juntos quase ao mesmo tempo. Ele limpa os dois gozos com a toalha quente de barbearia, te ajeita a gola da camisa e destranca a porta com um até a próxima raiz. No espelho, tua barba tá alinhada, mas tua cara ainda pulsa de vergonha e tesão — e no cartão do ponto de barbearia, em cima do preço, ele rabiscou um horário de madrugada e a palavra fechado pra você.",
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"Imagine agora que você tá deitado na cadeira do dentista, e a dentista senta por acidente em cima de ti, sentindo tua rola dura sob o jaleco. Ela não levanta: se ajusta, sussurra que anestesia não é necessária, e desce o zíper da tua calça com as mãos enluvadas, puxando teu pau pra fora enquanto a broca do outro lado ronca parada. Ela te chupa devagar com a cadeira quase deitada, parando pra perguntar se tá doendo, e depois se levanta, joga a saia pro lado e senta na tua rola com a buceta quente, cavalgando em cima de ti até o trilho da cadeira começar a deslizar. Ela goza em cima de ti e te faz gozar dentro, e então sai da cadeira, se recompõe e entrega a receita com uma risquinha no rodapé: o telefone dela e um horário de retorno. Na porta da clínica ela apertaria tua mão um pouco além do normal e diz que da próxima vez o exame é no consultório particular, de porta fechada — e que o dentista que vem no horário dela sabe disso.",
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"Imagine agora que você tá na fila do mercado de shorts, e uma mulher gostosa encosta em ti de propósito, rebolando o rabo na tua rola dura por cima do tecido. Você fica duro feito pedra enquanto ela finge não perceber a pressão encostando a cada movimento da fila. Ela vira o rosto, pisca, e aponta com o queixo pro corredor de produtos de limpeza, o mais vazio. Você segue ela, e no fundo do corredor ela te puxa pra dentro do depósito, tranca, se ajoelha e chupa teu pau com fome, com as mãos apertando teu saco, e depois te vira de costas, encosta você na pilha de papel higiênico e come teu cu ali mesmo, gemendo abafado, até te fazer gozar no chão frio do depósito. Ela se recompõe, puxa a blusa e volta pro caixa com o sorriso impecável, a tua porra ainda secando na coxa. Teu estoque inteiro passa no caixa dela, e no troco, junto das moedas, ela enfia um papelzinho com o número dela e um horário de madrugada — conferência de estoque.",
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"Imagine agora que você tá na sessão vazia do cinema e uma moça de cabelo curto senta do teu lado, coloca a cabeça no teu ombro e desliza a mão até tua calça, pegando no teu pau duro por cima do tecido. Ela te masturba ali mesmo, com o som do filme cobrindo teus suspiros, e quando percebe que o gozo tá subindo ela sussurra que precisa ir ao banheiro. Ela te leva pelo corredor escuro, te puxa pra dentro da cabine acessível, tranca e se ajoelha, chupando teu pau até a garganta com a mão apertando o teu saco, e depois se vira, arregaça o short e manda você comer ela de pé contra a porta da cabine, a película tremidora do filme passando luminosa sob a porta enquanto os dois gozam juntos no banheiro. Ela limpa com papel, puxa o short e sai como se fosse só mais uma visita ao banheiro, e vocês assistem o final do filme de mãos dadas no escuro. Na saída do cinema ela te espera no estacionamento com a chave do carro na mão, beija tua boca e diz que a sessão das 20h de amanhã já tá reservada — mas que o filme ela quer assistir do banco de trás.",
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"Imagine agora que a tua dona te põe de castigo de joelhos no quarto, ainda de meias, e manda você arregar o cú na direção do espelho. Ela senta na poltrona e manda você bater uma punheta lenta de costas pra ela, olhando teu reflexo: quero ver a tua cara de puta. Você se masturba devagar enquanto ela critica o ritmo e manda você enfiar um dedo no cu junto, empurrando pra dentro, a glande roxa refletida no espelho. Você chega perto do gozo 4 vezes e ela estala os dedos te fazendo parar no limite, o pau pulsando sem remédio, e no final ela diz que hoje você não vai gozar de jeito nenhum. Ela manda você lavar o dedo e guardar o tesão pra amanhã, e te deixa de joelhos tremendo na frente do espelho, o gozo preso latejando dentro de ti. Ela só sai do quarto quando você abaixa a cabeça, e no corredor ela deixa o celular gravando tua imagem encolhida no espelho; pela madrugada, chega a mensagem dela: uma foto tua de joelhos e o texto — amanhã você vai me mandar um vídeo se agradecendo por eu ter segurado você.",
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"Imagine agora que você é o modelo nu da aula de desenho, em pé no pedestal no meio dos cavaletes, e o professor manda você abrir mais as pernas. No fundo da sala tem uma aluna que não desenha, só te encara. Quando a aula acaba ela fica, espera a sala esvaziar, sobe no pedestal e diz que precisa estudar os detalhes de perto. Ela se ajoelha na tua frente, puxa teu pau duro e chupa devagar na luz da janela, com a mão no teu quadril, e depois manda você deitar no chão do estúdio, senta com a bunda nua na tua cara pra você lamber até ela gozar. No fim, ela te faz gozar por cima do desenho dela, marcando o papel com as manchas da tua porra. Ela levanta o papel, assina o canto com um sorriso e diz que aquela obra de arte ela vai emoldurar — e que o modelo de amanhã, no mesmo horário, é obrigatório. Na porta, ela apaga a luz e completa: e dessa vez eu quero você se virando sozinho quando eu entrar.",
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"Imagine agora que você tá nu na sala de espelhos do estúdio de ioga, e a instrutora alta manda você se ajoelhar na postura da criança e empinar o quadril. Ela se aproxima por trás, senta na tua bunda com a buceta por cima do teu cú, manda você arregar pra sentar melhor — e monta em ti com a virilha colada na tua pele. Você sente o calor da buceta dela esfregando na base da tua rola enquanto ela instrui tua respiração, cada movimento te deixando mais doído, e depois ela desce, pega teu pau e, numa posição de alongamento, te chupa entre as próprias pernas, se contorcendo até os dois gozarem em uníssono no espelho, sem quebrar a postura nenhum momento. Quando o gozo passa, ela mantém a posição por mais um minuto, respira fundo e te beija. Ela desliga a luva de luz da sala e diz que a aula de amanhã é sobre alongamento — e que você deve vir sem roupa, porque o tecido prende a energia. O espelho devolve a imagem dos dois suados e parados, e você já tá agendando mentalmente a próxima respiração profunda.",
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"Imagine agora que você tá de bruços na maca da massagem, e a massagista, depois das costas, manda você virar. A toalha escorrega, tua rola fica na vertical, e ela nem pisca: unta as mãos com óleo quente e começa a trabalhar a região pélvica — desliza pela tua virilha, envolve tua glande com a palma e vai massageando em círculos com a base do polegar, subindo devagar até você se esticar todo. Ela pega o vibrador que tava na bandeja, passa óleo, enfia no teu cú e liga na intensidade micro, enquanto a mão enrola teu pau; ela monta teu lombo, te fazendo gozar sem tirar o vibrador, o jato espirrando no teu próprio peito. Ela desliga o vibrador depois do último espasmo, te entrega a toalha limpa e agenda a próxima sessão pra amanhã no mesmo horário, anotando no caderno: livre, fosso, vibrador, controle. Você sai com as pernas bambas e o cheiro de óleo na pele, e a agenda dela da semana inteira já tem o teu nome em todas as linhas — você só não sabe disso ainda.",
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"Imagine agora que você tá sozinho acampando, pelado na barraca, quando uma moça das trilhas aparece pra esquentar as mãos na tua fogueira. Ela percebe o teu tesão, sorri e pergunta se pode se aquecer melhor. Ela entra na barraca, se despe na tua frente, monta sobre tua cara com a buceta quente pingando e manda você lamber até ela gozar, e depois vira o jogo: senta no teu colo de costas, puxa teu pau pra trás entre as coxas dela e se esfrega nele enquanto guia tua mão pra enfiar um dedo no teu próprio cú. Quando o gozo dos dois chega junto, ela manda você jorrar pra fora da barraca, na terra, como oferenda ao fogo, e te beija com o gosto dela ainda na tua boca. Ela limpa a boca, se veste, dá um beijo na tua testa e some na trilha antes do Sol nascer, deixando o cheiro dela estampado na barraca. Quando você arruma a mochila, encontra um papelzinho dobrado com um mapa da trilha e um X marcado — aqui é onde a gente se encontra no próximo camping, escrito no meio do desenho do Sol.",
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"Imagine agora que você é arte viva numa galeria erótica, em pé numa moldura de veludo vermelho, e uma senhora elegante de tailleur espera todo mundo sair da sala. Ela cruza a corda, sobe no pedestal e tira as luvas devagar, uma a uma. Ela toca tua rola dura, sente o calor pulsante, pede que você ajoelhe na plataforma e desce a calcinha dela pra você lamber a buceta madura ali, no silêncio da galeria. Ela goza em pé na tua boca, se recompõe e depois pega a bandeja de vidro que servia de adorno, manda você se masturbar até gozar em cima dela como se fosse arte contemporânea e leva a bandeja com a tua porra pro fundo do corredor, dizendo que vai pendurar aquilo na parede reservada da casa dela. Na semana seguinte você recebe um convite de vernissage em casa alheia — e no meio da sala de jantar, na parede reservada, tá a bandeja emoldurada com as tuas manchas, com uma plaquinha de ouro: obra doada por admiradora. Quando a senhora te encontra no centro da sala, ela ergue a taça na tua direção e brinda, em silêncio, arrumando outro encontro pra aquela semana.",
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"Imagine agora que você vive num reino imaginário e a rainha manda despir na corte inteira. Nu sob o teto abobadado, ela desce do trono, toca teu peito com o cetro, manda você rastejar atrás dela através do salão até os aposentos. Lá dentro ela te amarra pelas mãos na cama real, senta com a buceta na tua boca, e depois de gozar chama duas criadas e manda que brinquem com teu corpo: uma chupa tua rola enquanto outra enfia um vibrador de quartzo no teu cu, a rainha assistindo da cadeira, e manda parar quando tuas pernas tremem. Depois ela se ajoelha entre tuas coxas amarradas, segura tua glande molhada e te faz gozar na bandeja de ouro, provando com a colher de prata como quem saboreia um manjar real. Ela aprova com um aceno e os criados te carregam pra um banho de mármore; e naquela noite, quando ela manda te chamarem de novo, você entende que o teu destino no reino é ser provado todas as noites — até a colher se acostumar com o teu sabor — e que você já não sabe mais se quer ser provado por mais ninguém.",
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"Imagine agora que você tá no banho e percebe uma câmera espiã acesa no canto do box. Você entende que tá sendo filmado nu desde sempre, e em vez de te proteger, o tesão grita mais alto: você se vira pra lente, ensaboa o pau e começa uma punheta lenta, abrindo as pernas, enfiando um dedo no cú com o sabão escorrendo, se exibindo pra quem quer que esteja do outro lado. Você imagina os olhos atrás da lente se esfregando enquanto assistem tua glande latejando na câmera, e goza direto pra lente, a porra escorrendo pelo azulejo do box. Depois limpa a boca com a língua e manda um beijo pra câmera, desafiando teu espião a aparecer pra fazer a continuação ao vivo — e a câmera pisca duas vezes, como resposta. No dia seguinte tem um envelope na tua caixa de correio, sem carimbo, com um bilhete: te vi de perto, segunda-feira, 21h, portão dos fundos. Você guarda o bilhete e, na segunda-feira às 21h, você tá lá — e entende que a câmera espiã nunca foi pra te vigiar: era pra te chamar.",
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"Imagine agora que a moça de dreads do caixa do mercado segura tua mão ao devolver o troco e sussurra que te segue até o depósito. Lá dentro, no chão frio entre as caixas de bebida, ela puxa tua rola pra fora com as duas mãos e chupa com os olhos subindo pra ti, parando no limite, e depois te ordena que você lamba a buceta dela até ela gozar no teu rosto suado. Ela se vira, arregaça a farda e manda você comer ela de pé encostado nas pilhas, com as latas balançando a cada estocada, até os dois gozarem no meio do estoque. Ela volta pro caixa com a tua porra escorrendo pela coxa, te cobra a compra com um sorriso e diz que a próxima conferência de estoque é amanhã no mesmo horário. No estacionamento ela te espera com o carro ligado, e do banco do passageiro ela te beija e completa que amanhã a conferência é na casa dela, porque o depósito do mercado tem câmera escondida — e que o rolê que ela quer fazer contigo não cabe em horário de expediente.",
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"Imagine agora que você tá no ônibus lotado às sete da noite, e uma mulher de casaco sentada na janela te puxa pro colo. Por baixo do casaco estendido sobre vocês dois, ela desliza a mão quente até tua calça, abre o zíper devagar e puxa tua rola pra fora, masturbando teu pau no colo dela com os dedos contornando a glande em silêncio absoluto, os passageiros mexendo nos celulares. O balanço do ônibus acelera o tesão, e ela sente teu pau engrossar na mão até quase transbordar; então tira a própria calcinha pela cintura e te guia pra dentro dela ali mesmo, os dois gozando abafados naquele sussurro, o ônibus inteiro alheio. Ela desce no ponto dela com o corpo ainda tremendo e te devolve um papelzinho dobrado com o número e o horário do mesmo ônibus de amanhã. Você fica sentado com a calcinha dela enfiada no teu bolso — ela colocou sem avisar — e a viagem de volta inteira é só a tua mão escondida segurando o bilhete, contando as horas.",
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"Imagine agora que você tá pelado na piscina da tua casa e a faxineira do vizinho sobe no muro pra recolher a mangueira, te vendo na água. Ela não desvia: manda você sair, e você obedece nu, a água escorrendo. Ela olha tua rola dura brilhando, desce do muro pelo portão e diz que o equipamento dela tá entupido, precisando de limpeza. Ela se ajoelha na beira da piscina, chupa teu pau com a mão fechada na base, com a água formigando na tua pele, te faz edging 3 vezes, e depois manda você sentar na borda pra lamber a buceta dela enquanto ela se termina; os dois gozam com o som da água e da mangueira. Ela volta pro quintal do vizinho com tua porra na panturrilha e um recado no portão: o material dela nunca mais entupiu com a tua ajuda. À tardinha, ela cruza o muro de novo, agora de short curto, dizendo que o equipamento dela entupiu de novo — só que dessa vez ela entra na piscina junto, e vocês terminam na água enquanto a casa do vizinho dorme do outro lado da cerca.",
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"Imagine agora que você tá nu na sauna, o vapor espesso, e um homem maduro de anel de prata senta na tua frente. Ele nota tua rola endurecida com o calor, tira o anel e pede que você passe devagar na tua haste, como amuleto, assistindo a argola deslizar na cabecinha molhada. O vapor adensa a tensão, ele se aproxima, se ajoelha no banco de madeira e chupa teu pau com a língua quente, usando o anel como joia no teu anelzinho, e depois se vira, abre as pernas e pede que você faça o mesmo serviço nele, os dois se degustando no calor, até ele pedir que você goze no peito dele — e ele enxuga tua porra com a língua enquanto a sauna fecha. Os dois saem rubros e em silêncio, com o anel de volta no dedo dele, e no vestiário ele te dá um cartãozinho de horário da sauna de amanhã, às 20h, com o nome dele no verso. Quando a porta fecha, você percebe que, no meio do caminho, o anel que ele usava agora tá no teu dedo — e a promessa da sauna de amanhã pesa mais que a prata.",
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"Imagine agora que você tá no elevador panorâmico com uma executiva de tailleur quando ele trava entre andares. Na penumbra ela te encara, desabotoa a tua calça sem pedir licença e puxa tua rola pra fora, masturbando devagar com a mão gelada de anéis. Ela manda que você se vire pro vidro, e com o peito colado nas tuas costas ela contorna teu pau em edging pela transparência da cidade lá embaixo, sussurrando que o resgate vai demorar horas e que ela prefere se esquentar. Ela se ajoelha atrás de ti, lambe teu cú e enfia um dedo firme, te masturbando olhando tua cara refletida no vidro, e ordena que você goze na janela panorâmica — a porra escorrendo pelo painel com a cidade acesa atrás. Ela limpa com o lenço da bolsa, aperta o botão de emergência e, quando o elevador volta a funcionar, descem juntos sem trocar mais uma palavra. No corredor do térreo, a mão dela aperta a tua ainda com o gozo secando nos dedos, e de madrugada teu celular acende com uma mensagem sem número: reunião às 21h no último andar — e o elevador vai quebrar de novo.",
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"Imagine agora que você tá na cadeira do salão, e a cabeleireira de seios grandes percebe tua ereção sob a capa depois de encostar em ti de propósito. Ela tranca a porta da cabine privada, tira a capa te deixando só de cueca e manda você despir de vez. Ela reclina a cadeira, se senta na tua cara com a saia preta levantada e goza na tua língua duas vezes com a mão segurando a poltrona; depois pega tua rola e chupa com a boca quente de batom, te fazendo edging até a beira, quando pede que você goze por cima do peito aberto dela e limpa se lambendo o dedo. Ela te devolve arrumado, ajeita tuas mechas e cobra o corte na maquininha com uma piscadela, anotando teu número no celular. Quando você sai, o teu celular vibra com a mensagem: máscara de reconstrução capilar, terça, 19h — e o capilar foi só o começo.",
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"Imagine agora que você tá no provador da loja de roupas, de cueca com o pau duro marcado, e a vendedora entra sem bater pra ajudar com a numeração. Ela se ajoelha pra medir a barra, mas a mão sobe por dentro da tua perna, encosta na tua rola e aperta com a palma quente. Ela te manda experimentar o modelo, tira a cueca de tuas camadas, e chupa teu pau de pé na cabine apertada, com as outras provadoras alheias do outro lado da cortina, você mordendo o lábio pra não gemer no meio da loja. Ela te vira, te encosta no espelho do provador e come teu cu de pé até os dois gozarem, com a tua cara em êxtase colada no espelho. No caixa ela te cobra a calça escandalosamente cara, dizendo que o desconto especial tá embutido no preço do prazer dela — e dentro do saco, junto com a roupa, um cartãozinho com o turno dela de sexta e a palavra provador circulada de batom. Na sexta, no mesmo horário, o provador da loja tá reservado em silêncio, e a cortina presa pelo lado de dentro.",
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"Imagine agora que você tá nu numa banqueta de estúdio, sob o holofote, e a fotógrafa de cabelo azul te orienta poses eróticas de todas as formas: deitado, abrindo os joelhos, mão na virilha. Ela pede que você coloque a mão no pau, e quando você obedece ela diz: vai até o limite, sem gozar, eu filmo. Ela te faz edging na frente da lente, gravando tua cara sofrida em 4K, e depois se abaixa, coloca a câmera no tripé filmando o ângulo do chão, sobe na banqueta, monta em tuas costas com a calcinha aberta e se masturba na tua bunda enquanto manda você gozar pro chão na frente da lente, gravando cada gota caindo no asfalto frio do estúdio. Ela desliga a câmera no último pingo, baixa o tripé e te mostra o take final em câmera lenta, frame a frame, até a porra bater no chão. Ela salva o arquivo com o nome o gozo refletido e destranca a porta, dizendo que a exposição de abertura é sexta e que o teu lugar é na parede principal — mas que a obra definitiva ela quer filmar na casa dela, de porta fechada e sem espectador.",
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"Imagine agora que você tá no banheiro do bar com um amigo do teu irmão, e na frente do mictório você percebe que tua rola não desce. Ele percebe, ri e te puxa pra cabine trancando a porta. Ele desabotoa a calça dele e mostra o pau duro de lado pra você, e sem pedir licença encosta o corpo, incentivando você a pegar no dele. Vocês dois se masturbam em pé na cabine, se olhando, cada um sentindo o cheiro quente do outro, e quando ele percebe que você tá no limite ele se ajoelha no chão do banheiro e chupa teu pau até te fazer gozar na boca dele, engolindo tudo com os olhos nos teus. Ele levanta, limpa a boca com as costas da mão e pergunta se você vai contar pro seu irmão o que aconteceu no mictório — com a tua boca ainda aberta, sem conseguir responder. Dez minutos depois ele volta pra mesa do bar como se nada tivesse acontecido e puxa assunto com teu irmão; mas por baixo do balcão, a mão dele encontra a tua e aperta, te avisando que o mictório de sábado tá reservado — e você descobre que não vai conseguir mais beber cerveja nesse bar sem ficar duro.",
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"Imagine agora que você tá numa balada e uma mulher de coturno te puxa pelo cabelo pro banheiro do andar de cima. Ela tranca, te joga de joelhos, tira o cinto e bate na tua bunda nua até marcar, te chama de putinha, manda você abrir a boca e chupar os dedos embebidos em gel. Ela enfia um plug pequeno no teu cú, e quando ele tá enterrado ela te levanta, te vira de frente pro espelho sujo e manda que você se masturbe pra tua própria cara: quero ver essa cara de piranha até caber. Ela faz edging com você no espelho, parando no limite 4 vezes, e na quinta manda gozar na pia do banheiro, filmando tudo com o celular cunhado na mão, dizendo que aquela gravação vai de story privado pra quem ela quiser. Ela te ajuda a limpar, puxa tua calça e te guia pra fora com o pulso ainda na nuca; na porta da balada ela segura teu queixo: sexta, 23h, mesma balada, eu te procuro. Você volta pra mesa com o rosto queimando e a bunda marcada, e passa o resto da noite com o celular na mão, contando os dias pra sexta.",
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"Imagine agora que você é o garçom de um restaurante fino, e uma cliente de vestido vermelho te chama na mesa reservada pra provar o vinho. Ela levanta a barra do vestido quando você se abaixa, e você vê que ela tá sem calcinha, a buceta madura na altura da tua cara. Ela segura tua cabeça, te puxa pra debaixo da toalha e manda você lamber até ela gozar enquanto o salão inteiro janta em volta; ela goza na tua língua abafando o gemido com a toalha, te tira de lá e te manda reto pro banheiro. Quando você volta, ela tá com a tua calça no colo: ela tirou tua calça por baixo da mesa enquanto você lambia, e ela te chupa no vão escuro sob a toalha até a tua porra jorrar na taça de vinho. Ela ergue a taça, cheira, brinda baixinho pra ti e bebe tudo de um gole, com os olhos cravados nos teus. No final da noite, na gorjeta do cartão de visitas, além do dinheiro, um papel pequeno com o nome de um hotel e um horário marcado — e a frase: a mesa de amanhã já tá reservada no teu nome.",
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"Imagine agora que você descobre um cômodo secreto no subsolo do teu trabalho, e tua chefe de óculos tá lá dentro, de coleira no pescoço te esperando. Ela manda você se despir, se ajoelhar e entrega na tua mão o controle remoto do plug que ela mantinha no teu cú o dia todo; ela liga no máximo e te deixa vibrar até tuas pernas falharem, tua rola dura escorrendo no chão da sala secreta. Ela se senta na cadeira de veludo, abre o notebook e trabalha enquanto te vigia: manda você bater uma punheta devagar, parar quando ela levantar o dedo, gozar só quando ela mandar — e ela grava teu rostinho contorcendo por cima da mesa dela, te fazendo implorar, até ela acenar com a caneta e deixar você jorrar na sala. Ela fecha a pasta com teu nome e diz que a gravação ficou perfeita — mas que a versão que ela vai usar depende da tua próxima visita às terças, às 22h, sem falta. Ela te entrega a roupa na porta do elevador de serviço, e quando a porta fecha, o sistema de reconhecimento já registrou a tua próxima entrada na agenda.",
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"Imagine agora que você tá no trem noturno, e acorda de madrugada com a mão de um homem de terno entre as tuas pernas, por dentro do pijama. Ele não para quando você acorda: pede desculpas num fio de voz e continua, masturbando teu pau duro devagar, o trem balançando nas curvas, teus joelhos apertando as coxas. Ele percebe tua respiração presa e faz um edging lento, chegando ao limite e parando, tirando a mão e deixando você pulsando na madrugada, repetindo 3 vezes enquanto a cabine fica mais quente; na quarta, ele se ajoelha no chão do beliche, puxa tua pijama inteiro pra baixo e chupa tua rola até a garganta, te fazendo gozar com a mão na boca pra não acordar o trem inteiro. Ele limpa a boca, deita no beliche de baixo e cochila como se nada tivesse acontecido, o cheiro dos dois ficando na cabine até de manhã. Quando você desce na estação, encontra no bolso da pijama um bilhete: comboio das 23h, cabine 7 — o bilhete de volta é teu. E no bolso do casaco do terno, esquecido na cabine, o telefone dele, sem calma pra apagar o número antes do bilhete.",
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"Imagine agora que você tá no motel com uma conquista, e depois da primeira dose ela finge dormir de bruços, com o pé roçando tua coxa. Você entende o convite: ajoelha atrás dela, cheira a bunda arreganhada e começa a se masturbar por cima dela, o pau duro passando rente à pele, e sem querer ela vira o rosto, abre os olhos e sussurra: pode gozar? Você tá atônito, e ela te puxa pro colo dela, abre as pernas, monta em cima de ti e se esfrega na tua rola molhada, cavalgando até os dois jorrarem juntos, o corpo dos dois selado de suor. Depois ela puxa tua mão pra beijar os dedos e diz que no motel sempre tem segunda parte quando o parceiro sabe o começo — gargalhando de ver tua cara de quem ganhou na loteria. Ela fica deitada no teu peito e pede que você conte o começo de novo, que ela quer ouvir a história da tua voz, enquanto as mãos dela já deslizam pra cima do segundo round. Você percebe que o fingi dormir dela foi só o primeiro ato — e que a noite no motel ainda vai ter terceira, quarta e quinta parte.",
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"Imagine agora que você é o brinquedo escolhido no harém, e a sultã manda você despir na frente das mulheres do séquito sentadas em tapetes. Nu no centro, elas te devoram com olhares, e a sultã manda você rastejar entre as pernas dela. Você vai lambendo as coxas, a buceta quente, e uma das mulheres atrás enfia um vibrador no teu cú enquanto você lambe, fazendo você gemer com a boca cheia. A sultã goza na tua língua, e depois o harém inteiro brinca com teu corpo: uma te chupa, outra enfia os dedos em ti, uma amarra tuas mãos atrás das costas — e no fim a sultã manda que você se masturbe de joelhos pro harém inteiro, contando cada gota que cai no prato de prata. As mulheres batem palmas delicadas quando o prato se enche e a sultã prova o teu gozo com a ponta dos dedos; depois te levam pro banho de mármore cantando baixinho. Deitado nas sedas, você entende que aquele tributo virou o vinho da rainha — e que o harém inteiro agora quer a tua colheita — e você percebe que já tá com vontade de servir a colheita de novo.",
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"Imagine agora que você tá no quarto de hospital, soro na veia, e a enfermeira da noite entra pra medir tua pressão e te encontra com o pau duro marcando o lençol. Ela baixa o lençol, ri com carinho e diz que a fisioterapia da recuperação exige estímulo circulatório. Ela aciona a alavanca da cama, te deita de bruços e começa a massagem nas costas que escorrega pra bunda, e quando a mão alcança tua virilha ela vira teu quadril, te vira de costas, aponta o monitor cardíaco pra ti — e te masturba devagar olhando os batimentos acelerarem na tela, te fazendo chegar ao limite e parando, edging lento enquanto anota a frequência nas enfermarias da noite. Às 2h47 ela finalmente deixa o gozo sair, com o monitor disparando luzinha e os dois abafando risada com a mão na boca; ela limpa tuas coxas com o papel da cama, ajusta o soro e anota tua frequência no prontuário com um sorriso. Na porta ela para e avisa que amanhã tem mais, com troca de turno — e que a colega da manhã também vai querer conferir teu progresso. O monitor cardíaco ainda pisca alto no escuro, e você entende que a tua recuperação vai ser longa — e gostosa.",
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"Imagine agora que um apocalipse passou, você é o último homem vivo, e encontra um grupo de mulheres numa praça abandonada. Elas te cercam, tocam teu corpo nu como bens preciosos, e a líder de cabelo grisalho anuncia o rodízio: cada noite uma de vocês te come, e você obedece. A primeira monta em ti na capota de um carro abandonado, cavalgando até gozar; a segunda te vira e te come o cu de pé no meio da praça, assistida pelas outras; a terceira se ajoelha e chupa teu pau até tuas pernas tremerem; e a quarta amarra as tuas mãos no poste e te faz gozar diante de todas, filmando na mão como um ritual de recomeço da humanidade. Você dorme exausto sob as estrelas, o corpo marcado de mordidas e porra, e acorda no dia seguinte com as mulheres cozinhando frutas e rindo, planejando a noite seguinte como quem sortearia quem fica com o teu leite. No fim do café, antes de o Sol subir de vez, a líder te puxa pela mão pra sombra da praça e diz que o rodízio noturno agora tem escala definida: todas as noites, na ordem que o conselho decidir — e que o teu papel no mundo recomeçado é agradecer de joelhos toda vez, até o dia em que elas escolherem você em silêncio.",
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"Imagine agora que você tá de frente pro balcão de congelados do supermercado, escolhendo iogurte com uma calma que você não sente, quando uma mão quente e decidida desliza por dentro da tua calça por trás, abre a tua cueca no meio da bunda e encosta a ponta dos dedos direto no teu cú, arrepiado de susto e tesão. Você trava, segura a porta de vidro do balcão pra não cair, e a mão desconhecida começa a trabalhar os dedos: passa o indicador em volta do anelzinho, pressiona de leve e enfia um dedo inteiro pra dentro sem pressa, enquanto atrás de ti uma voz abafada sussurra pra você continuar escolhendo iogurte como se nada. Você tá duro feito pedra dentro da calça, os outros clientes passando alheios, e o dedo dentro do teu cú se mexe devagar, dobrando na próstata até tuas pernas falharem; a mão tira o dedo, fecha a tua cueca e a calça, e quando você vira só vê o vulto dela sumindo no corredor dos frios — mas no teu bolso de trás tem um papel dobrado com um horário e a palavra congelados. Você termina a compra com as pernas bambas e, às 22h, no estacionamento, ela tá te esperando no carro com a mão já dentro do próprio short.",
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"Imagine agora que você tá na fila do caixa do mercado com as compras no chão, quando sente uma mão deslizar por dentro da tua calça por trás, abrir a tua cueca e pressionar a palma inteira na tua bunda nua, os dedos fechando sobre o teu cú com uma calma criminosa. Você fica imóvel, o coração acelerado, a pessoa atrás de ti fingindo falar ao celular, e os dedos começam a brincar: um passa babado pelo anel, dois se insinuam devagar pra dentro enquanto você morde o lábio e segura a barra do carrinho; o caixa te chama pra pagar e você dá um passo com o dedo ainda te abrindo, a voz falhando no débito. Quando a mão sai, ela aperta tua bunda uma última vez e sussurra no teu ouvido que o pacote que você deixou cair no corredor 8 não tinha nada, mas que ela viu você se abaixar pra pegar. Você paga com as mãos trêmulas e, na saída, no estacionamento, ela tá encostada no carro dela à tua espera, com a mão no bolso e um sorriso de quem sabe exatamente onde usou os dedos.",
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"Imagine agora que você tá no hortifruti do mercado dando tapinhas numa melancia, sentindo o peso dela, quando atrás de ti uma mão firme entra por dentro da tua calça e da tua cueca de uma vez, segura tua bunda por inteiro e enfia dois dedos no teu cú sem nenhum aviso, fazendo você quase derrubar a melancia no chão. A dona da mão, uma mulher alta de chapéu, finge examinar as frutas do lado, e os dedos dela trabalham dentro de ti em sessões curtas: entram, dobram, massageiam teu ponto, saem quando alguém se aproxima e voltam com mais dois quando alivia. Você fica mole no fim do hortifruti, o tesão subindo até a nuca, obrigado a ficar parado com a mão enfiada na tua bunda no meio do mercado; ela termina, arranca uma etiqueta de preço da melancia, escreve um número com a unha e gruda atrás do teu celular. Quando você finalmente entende e vira, ela tá na fila do caixa te olhando por cima do ombro, apontando com o queixo pro corredor das frutas tropicais.",
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"Imagine agora que você tá escolhendo carne na frente do balcão de vidro do açougue, quando por trás uma mão ágil entra pela tua calça, abre tua cueca e acha teu cú direto, como quem conhece o caminho. Os dedos começam a trabalhar sem cerimônia: o indicador desliza pelo anel, o médio entra e sai devagar, enquanto no balcão o açougueiro te pergunta o ponto do bife e você responde mal passado com a voz saindo esquisita. A pessoa atrás de ti ri baixinho, os dedos dobrando no teu cú enquanto o açougueiro embrulha a carne, e o atendente chama o número da senha no exato momento em que o dedo te abre mais fundo, fazendo teus joelhos travarem na hora de pagar. Ela tira a mão, ajeita tua calça e finge ler o celular, mas antes de sair puxa tua camisa por cima do cós e deixa um bilhete de papel de açougue no teu bolso: a hora do fechamento da ala e uma frase — trago a carne, você traz onde ela entrar.",
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"Imagine agora que você tá na padaria do bairro esperando o pão francês esfriar na bandeja, quando uma mão pequena e quente entra por dentro da tua calça e cueca por trás, segura tua bunda e desliza os dedos na fenda do teu cú com uma calma de quem tem tempo. Você congela no meio da fila, e os dedos começam a trabalhar teu buraco: um enfia devagar, agarrando teu quadril pra te segurar, enquanto a dona da mão pede em voz alta duas dúzias de pão de sal do teu lado. O padeiro atrás do balcão te olha sem suspeitar, e o dedo dentro de ti dobra e massageia tua próstata até o teu pau escorrer dentro da cueca, e você precisa morder o lábio pra não gemer no meio da padaria. Ela tira o dedo no exato momento em que a sacola quente chega na tua mão e passa por ti com um bom apetite sorrateiro, deixando no fundo da sacola de pão um cartãozinho de papel manteiga com nome, telefone e a frase: os dedos da próxima fornada são teus pra guardar. Você volta pra casa com o pão quente na mão e o cú ainda aberto, sabendo que amanhã cedo vai pedir pão no mesmo balcão.",
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"Imagine agora que você tá parado no corredor de vitaminas da farmácia lendo um rótulo que você não tá lendo, quando sente uma mão entrar por dentro da tua calça por trás, abrir tua cueca e achar teu cú num piscar de olhos. A dona dela, uma moça de jaleco do laboratório, finge revisar a prateleira ao teu lado, e os dedos começam a dançar no teu anel: o polegar espalha um gelzinho frio que devia ser de massagem, o indicador entra inteiro e alisa tua próstata enquanto ela sussurra que a farmácia tem câmera, sim, mas que o ângulo do corredor 3 não alcança os dois. Você se apoia na prateleira, duro, o jaleco roçando na tua lateral, e os dedos entram e saem no ritmo da conversa dela sobre dosagem de vitamina, até ela enfiar dois de uma vez e te deixar gemer baixinho abafado no papel do rótulo. Ela termina, passa um cartão de fidelidade no teu bolso com o telefone dela riscado e diz que a retirada é no caixa ao lado, horário das 21h — e que o desconto do medicamento ela desconta em pessoa, com as luvas.",
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"Imagine agora que você tá subindo a escada rolante do shopping, seguindo na direção das lojas do segundo piso, quando a pessoa no degrau de trás, colada em ti, enfia a mão por dentro da tua calça e cueca e segura tua bunda sem nenhum aviso. A escada continua subindo, o movimento puxa os corpos, e os dedos da pessoa trabalham teu cú em silêncio: um entra devagar no ritmo do mecanismo da escada, outro se insinua e te abre mais, enquanto do lado a escada que desce leva dezenas de pessoas olhando na tua direção. Você fica imóvel, a mão no corrimão, o pau duro esmagado contra a calça, e a desconhecida atrás de ti respira quente na tua nuca e sussurra que o próximo degrau é dela, que ela não se vira. Ela te leva até o limite da escada, os dedos girando na tua próstata, e quando vocês chegam no topo ela solta, dá um beijo no teu pescoço e some no meio da multidão; mas o teu celular vibra com uma mensagem de número desconhecido: tô no terceiro piso, no banheiro do cinema, com a porta aberta e a mão molhada. Você fica na ponta da escada rolante escolhendo entre a loja e a porta — e o teu corpo já decidiu antes da tua cabeça.",
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"Imagine agora que você tá num corredor de livros de uma livraria grande, procurando um romance na estante alta, quando um homem de terno encosta em ti por trás, pede licença e apoia a mão no teu ombro — mas a outra mão desliza por dentro da tua calça, abre tua cueca e encontra teu cú no escuro do corredor. Ele fala em voz baixa sobre os livros, os dedos trabalhando teu buraco: um entra inteiro, dobra, alisa, sai e volta com dois, enquanto você se equilibra na ponta dos pés fingindo ler as lombadas, o pau endurecendo contra a estante. O corredor tá vazio, mas qualquer passo pode cruzar, e os dedos dele aproveitam cada segundo, te abrindo no ritmo da voz enquanto ele cita autores; quando o teu joelho enfraquece, ele te segura pela cintura e enfia três dedos fundo, te deixando gemer dentro de um livro grande aberto na tua mão. Ele tira a mão, ajeita a tua calça num gesto seco e vira o corredor sem olhar pra trás; no teu bolso, um marcador de página com um horário e a frase: a sessão de autógrafos é no estoque, às 22h, e o convidado especial é teu cú.",
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"Imagine agora que você tá na fila do banco, número na mão, esperando a senha ser chamada, quando a mulher atrás de ti encosta o corpo no teu e enfia a mão por dentro da tua calça por trás, cuidando de abrir a cueca e achar teu cú sem tirar o sorriso de fachada. Os dedos dela trabalham teu buraco com discrição total: um dedo entrando e saindo no ritmo da música ambiente, dobrando na próstata sempre que o sistema chama uma senha, fazendo você segurar as costas da cadeira com as juntas brancas. O guarda do banco passeia o olhar por vocês dois e nada vê, enquanto os dedos dela te levam três vezes até a beira do gozo e três vezes te trazem de volta, só de dedos, no meio da fila. Quando o teu número finalmente é chamado, ela dá um tapa seco na tua bunda, fecha tua cueca e sussurra que o saque de hoje é dela — e que o extrato tá no teu bolso de trás. Você anda até o caixa com as pernas bambas, saca, sai, e no estacionamento ela tá escorada num carro, empurrando o próprio short pro lado e apontando pros bancos de trás.",
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"Imagine agora que você tá espremido no metrô lotado às 18h, de mão na bala de cima, quando sente uma mão entrar por dentro da tua calça por trás, por baixo da mochila, abrir tua cueca e ganhar teu cú no aperto da multidão. O movimento do trem joga os corpos, e os dedos da pessoa atrás trabalham teu buraco: um entrando e saindo no ritmo das estações anunciadas, enquanto a mulher colada em ti finge segurar o próprio celular e sussurra o nome da próxima estação como quem avisa a parada. Você tá duro no meio de dezenas de pessoas, a mão dela avançando dentro de ti em cada freada do metrô, dobrando a próstata quando o túnel fica escuro e soltando quando a luz volta, no ritmo perfeito do balanço. Quando a estação final dela chega, ela se desgruda, ajeita tua cueca rapidinho e desce sem olhar pra trás; a mão dela deixa um bilhete de papel amassado no fundo do teu bolso: mesma plataforma, mesmo horário, amanhã — traz a cueca de futebol, que eu quero ver o time entrando em campo.",
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"Imagine agora que você tá na catraca do ônibus lotado, apertado na saída, e atrás de ti um homem de terno desliza a mão por dentro da tua calça, abre tua cueca pela fenda e toca teu cú com a palma inteira, os dedos fechando sobre o anel sem pressa. O ônibus sacoleja, as pessoas penduradas, e os dedos dele entram devagar, um, depois dois, trabalhando teu buraco enquanto ele finge conferir o troco do cobrador e pergunta em voz alta que ponto é aquele. Você tá duro e vermelho, segurando a barra, o rosto virado pra janela, e o dedo dele dobrando por dentro te faz morder a boca de todas as formas pra não gemer no meio da balbúrdia; ele enfia três quando o ônibus curva, te deixa a um fio do gozo e segura firme. Quando a porta da frente abre no ponto do centro, ele desliza a mão pra fora, fecha tua cueca e te empurra leve pra descer: seu ponto, né. Na calçada, o teu celular vibra com uma mensagem de número oculto — eu saí no mesmo ponto que você; tô na tua cola até o próximo ônibus, e dessa vez o banco de trás vai tá quase vazio.",
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"Imagine agora que você tá na fila da pipoca do cinema, batendo o pé de impaciência, quando pela multidão do lobby uma mão entra por dentro da tua calça e cueca por trás e segura tua bunda com firmeza, os dedos encontrando teu cú e começando a brincar nele com uma calma de quem vai tirar o filme de um lugar vazio. Você congela na fila, o balde de pipoca na mão, e os dedos trabalham teu anel com o barulho do cinema abafando tudo: um entra inteiro e dobra, a ponta alisando tua próstata enquanto os adolescentes da bilheteria riem de alguma coisa no canto. A mão atrás de ti te segura num ritmo que acompanha os trailers: para quando a luz apaga, volta quando a sala escurece de vez; e quando o longa começa, ela enfia dois fundos e te leva ali mesmo, na fila escura, até tuas pernas travarem sem ninguém notar. Ela tira a mão, ajeita tua calça e te dá o troco da pipoca junto com uma nota de cinema amassada com um horário e o número da sala 6 — e na sala 6, na poltrona do fundo, ela já tá sentada com a mão no próprio colo, esperando você ocupar o lugar do lado.",
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"Imagine agora que você tá na feira livre de sábado olhando as barracas de verdura, quando entre a multidão alguém chega por trás e enfia a mão por dentro da tua calça por baixo do boné abaixado, abre tua cueca e toca teu cú com os dedos quentes de segurar sacola. O movimento da feira empurra todo mundo, os pedestres passando amontoados, e os dedos trabalham teu buraco em silêncio: entram, viram, dobram, e cada vez que uma feirante grita o preço da laranja, o dedo te dá um soco fundo na próstata, fazendo teus olhos lacrimejarem de tesão contido. Você segura uma abobrinha sem conseguir soltar, e a pessoa atrás de ti, uma mulher de lenço na cabeça, comenta com a feirante o preço do tomate enquanto os dedos dela descrevem círculos dentro de ti. Quando ela termina, ajeita tua roupa num gesto de quem só esbarrou, e coloca na tua sacola de feira um embrulho de pano com uma banana dentro e um bilhete com um horário e o nome do bar do final da feira; no bar, às 13h, ela te espera na mesa dos fundos com a mão na própria calça, dizendo que a banana é só o aperitivo.",
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"Imagine agora que você tá na fila da casa lotérica na segunda de manhã, segurando o volante de aposta, quando atrás de ti uma mulher de casaco encosta o peito nas tuas costas e a mão dela entra por dentro da tua calça, abre a cueca e pressiona a palma inteira no teu cú, os dedos fechando o anel com uma força que não pede permissão. A lotérica tá cheia de gente conferindo bilhete, e ela trabalha teu buraco com os dedos: um entra de lado, dois entram de frente, dobram na tua próstata no momento exato em que a tela da lotérica grita teu número da sorte. Você se encosta no vidro do balcão, duro, segurando o jogo com a mão tremendo, e ela continua enfiando e tirando os dedos no ritmo dos números que passam na tela, te levando três vezes até a beira de um gozo público. Quando é a tua vez de apostar, ela te dá um tapinha na bunda, ajeita tua cueca e sussurra que o prêmio de hoje não é da lotérica, é do carro estacionado do lado do mercado. Você aposta no escuro, sai com o bilhete no bolso e o cú pulsando — e ela tá lá, no carro, com o cinto desabotoado.",
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"Imagine agora que você tá na fila do buffet de um restaurante self-service na hora do almoço, bandeja na mão, escolhendo arroz e feijão, quando a mão de uma colega de trabalho que tá atrás de ti na fila desliza por dentro da tua calça por trás, abre tua cueca e acha teu cú no meio da pressa de todo mundo se servindo. Você trava com a colher de arroz no ar, e ela, sorrindo pra tua reação, enfia o dedo devagar no teu anel enquanto continua conversando sobre o relatório da tarde, como se a mão dela não estivesse dentro da tua cueca no meio do restaurante. A fila anda, ela te segue, os dedos entrando e saindo do teu cú no ritmo das conchas de salada, dobrando na tua próstata quando você alcança a carne; o salão lotado em volta, ninguém vendo, só os dois sabendo que o almoço dela tá te comendo de pires. Ela termina no balcão de sobremesa, ajeita tua calça num gesto rápido e pega um pudim, dizendo que depois do almoço tem reunião na sala dela — e que o relatório que ela quer ver é o teu, de perto, com a porta trancada e o pudim sendo provado nos teus joelhos.",
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"Imagine agora que você tá sentado no banco do terminal de ônibus aguardando a linha da noite, quando a mulher do casaco comprido, que também espera, senta do teu lado e enfia a mão por dentro da tua calça por baixo da coberta fina que ela esticou sobre os dois, abrindo tua cueca e ganhando teu cú com os dedos numa discrição de teatro. O terminal tá lotado, gente correndo pro ônibus, e ela trabalha teu anel em silêncio: dedo entrando, dedo dobrando, o polegar apertando o períneo, enquanto pergunta em voz alta que horas o próximo ônibus passa, como se a mão não estivesse enfiada em ti. Cada anúncio de chegada no alto-falante te dá um soco de adrenalina, e ela usa o sobressalto pra enfiar mais fundo, dobrando na próstata até tuas pernas se abrirem no banco; quando o ônibus dela finalmente chega, ela dá um último toque, tira a mão, ajeita tua cueca e desce pra linha dela sem olhar pra trás. Você fica sentado no terminal com o pau latejando, e quando o teu próprio ônibus chega, no banco de trás, tem um bilhete encostado no vidro escrito à mão: a linha da meia-noite, próximo sábado — e dessa vez o banco vai ser o de trás, vazio, com as cortinas fechadas.",
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"Imagine agora que você tá no meio da multidão de um show de rock, pulando com todo mundo, suado, quando no aperto do público uma mão estranha consegue entrar por dentro da tua calça por baixo da camisa amarrada, abrir tua cueca e agarrar tua bunda, os dedos ganhando teu cú no pulso da música. O som tá alto, todo mundo pulando, e os dedos trabalham teu buraco no ritmo da bateria: um dedo entrando em cada refrão, dois dobrando na ponte, e toda vez que a galera grita no solo da guitarra, a mão te abre mais fundo, te deixando duro feito pedra no meio do mosh. Você segura a mão de quem tá do lado, que nem percebe, e a mão invisível atrás de ti continua te comendo de dedos, te levando perto do gozo e te segurando no limite durante três músicas inteiras. No fim do show, quando o estádio liga as luzes, a mão solta, ajeita tua cueca e a pessoa some na multidão que desce as escadas; no teu bolso de trás, um canhoto de ingresso amassado com um vestígio de batom rosa e a frase por cima do desenho do palco: o próximo show tem camarote — eu desço o dedo com você assistindo da grade.",
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"Imagine agora que você tá na academia no meio de uma série de agachamento na barra, quando uma instrutora se aproxima por trás pra corrigir tua postura e, aproveitando que o aparelho abraça os dois, desliza a mão por dentro da tua bermuda, abre tua cueca e prende os dedos no teu cú, testando tua forma por dentro. Ela fala em tom de treino sobre o alinhamento do quadril enquanto os dedos entram e saem, o suor escorrendo pela tua nuca, a academia cheia de gente se olhando nos espelhos sem enxergar nada além de um treino de postura. Cada agachamento que você faz enterra os dedos dela mais fundo, dobrando na tua próstata até tuas pernas tremerem de verdade no meio da série; ela para quando você chega na última repetição, te mantém no limite e te segura firme, sussurrando pra você finalizar o agachamento sem gozar. Na saída, ela te chama no canto, escreve no teu caderno de treino um número de telefone e a palavra quarto: sexta, 19h, treino de descanso ativo — e o aquecimento você já conhece.",
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"Imagine agora que você tá na fila dos Correios no fim do expediente, com uma encomenda registrada na mão, quando o homem do terno cinza atrás de ti enfia a mão por dentro da tua calça por trás, sem tirar o olhar do celular, abre tua cueca pela fresta e sente o anel do teu cú com a ponta dos dedos, como quem confere uma etiqueta. O atendente chama as senhas e a fila anda devagar, e os dedos dele trabalham teu buraco na cadência do guichê: um dedo entra inteiro quando ele atualiza a tela, dois entram quando você dá um passo pra frente, dobrando na próstata e te fazendo segurar o pacote com as duas mãos pra se equilibrar. A fila dos Correios tá cheia de aposentados e estudantes, ninguém olhando pra trás, e ele te leva duas vezes até o fio do gozo enquanto o sistema anuncia próximo, guichê 4; quando é a tua vez, ele finalmente tira a mão, ajeita tua cueca e te cutuca pra andar: seu guichê. Você despacha a encomenda com a voz engasgada, e na saída teu celular acende com um número não salvo: encomenda registrada recebida com sucesso — retirada no endereço que eu anotei no vidro do teu carro, hoje às 22h, pelo portão dos fundos.",
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"Imagine agora que você tá sentado num banco do parque no fim da tarde, tomando um sorvete de casquinha, quando a moça de vestido floral senta na ponta do banco e, aos poucos, por baixo da mochila que ela apoia entre vocês, a mão dela desliza por dentro da tua calça, abre tua cueca e chega no teu cú com os dedos gelados de segurar o copo. O parque tá cheio de gente passando, cachorro atravessando a grama, e ela trabalha teu anel com uma calma de domingo: um dedo entrando e saindo devagar, dobrando na tua próstata quando um casal de velhos passa bem devagar na tua frente, de mãos dadas. Você fica sentado com o sorvete derretendo, duro, os olhos presos no horizonte, e os dedos dela te levam três vezes até o pé do gozo, cada vez segurando e recomeçando, sem pressa nenhuma. Quando o Sol baixa e o parque esvazia, ela tira a mão, ajeita tua cueca, empresta o guardanapo pra tua mão melada de sorvete e diz que o banco é bom, mas que a cama da casa dela é melhor; ela anota o número no guardanapo e some pela trilha, e o teu sorvete derretido esquenta menos que o cú arrepiado.",
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"Imagine agora que você tá no quarto com a janela aberta de cima a baixo, a luz acesa, pelado, com o plug de metal enfiado no cú e a cabeça do pau já aparecendo pelo elástico da cueca que você puxou pro lado. Você se vira de costas pra janela, se curva e pega nas duas nalgas, abrindo o cú com as mãos até o plug de metal brilhar no meio da bunda, e rebola devagar pro escuro da rua, imaginando o vizinho do prédio de trás com os olhos pregados naquele cú escancarado. Você mantém a posição com o plug pulsando, arregando o anel mais ainda, deixando a glande molhada aparecer entre as coxas a cada rebolada. Quando a janela do vizinho se acende e você vê a silhueta de mãos na cintura, o tesão vence e você enfia um dedo ao lado do plug, socando dentro de ti pelado na frente da janela, até a porra espirrar pelo chão do quarto com o plug ainda enterrado, e você fica de quatro no tapete, ofegante, sabendo que amanhã vai deixar a luz acesa de novo.",
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"Imagine agora que você tá na área de serviço com a porta escancarada pro quintal no fim da tarde, só de camiseta apertada, a bunda pelada empinada na direção da casa ao lado, arreganhando o cú com as duas mãos como quem mostra mercadoria. Você abaixa devagar, curva mais fundo, e enfia o dedo indicador no cú, mexendo dentro do buraco exposto pro ar livre, o pré-gozo escorrendo pela coxa enquanto a cabeça do pau roxa pinga por baixo. A vizinha passa na varanda dela, freia, e fica te olhando de cima a baixo sem disfarçar; você não fecha a porta: dobra mais, abre, enfia dois dedos, e rebola a bunda arreganhada mostrando tudo pra ela, até ela balançar a cabeça com um sorriso e descer a escadaria dela. A noite cai e ela vem até o teu muro baixo, se aproxima por trás, e com um toque na tua bunda manda você continuar — os dedos voltam a trabalhar teu cú exposto, agora com o olhar dela de perto, você goza de quatro na grama do quintal, a porra cortando o ar, enquanto ela observa cada gota sem tirar os olhos da tua bunda aberta.",
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"Imagine agora que você tá no quintal ao entardecer, de costas pro muro, calça e cueca nos tornozelos, e você inclina o corpo pra frente arreganhando a bunda contra a parede de tijolos, o cú escancarado com o plug grosso enterrado e a base dele pulsando na fresta. Você abre as pernas, puxa o plug com um dedo e enfia de volta devagar, exibindo o movimento pro vizinho que tá regando as plantas do outro lado e já parou de regar pra olhar o teu show. Você roda de lado e puxa o elástico da cueca descida pra mostrar a cabecinha melada, esfregando a glande com a ponta do dedo na frente dele, de pé no quintal, sem nenhuma vergonha. Ele cruza os braços no muro, assiste você se masturbar de cabeça pro muro mostrando o apertar do cú no plug a cada movimento; quando você goza, a porra escorre pela parede de tijolos, e ele manda um aceno seco e volta pra mangueira — mas no dia seguinte, pendurado no galho da tua árvore, tá um bilhete amarrado com barbante marcando o mesmo horário.",
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"Imagine agora que você tá na cozinha de frente pra janela baixa que dá na rua, cozinhando pelado da cintura pra baixo, a bunda nua empinada enquanto mexe a panela, arregando o cú de propósito a cada movimento pro vidro. Você pega o plug de silicone que deixou na bancada, se curva mais pra janela e enfia devagar no cú, gemendo baixinho com o ar da rua frio no anel aberto, e depois se agacha pra pegar a farinha, mostrando a glande da rola dura pendendo entre as coxas por baixo. O carteiro passa na calçada, trava pra olhar, e você continua cozinhando de bunda pro vidro, rebolando com o plug enterrado como se fosse a coisa mais natural do mundo. Ele some pra entregar as cartas, mas vinte minutos depois toca a tua campainha pra um 'recalculo de entrega', e quando você abre a porta de frente ainda com o plug dentro, ele te empurra pra cozinha, te dobra sobre o fogão e te arromba o cú ali mesmo, com a panela fervendo do lado e a janela aberta pro mundo ver.",
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"Imagine agora que você tá na garagem com a porta inteira rebatida de pé, meio-dia, pelado em cima de um colchonete velho, de quatro, com o cú exposto direto pro portão aberto da rua. Você mantém a posição por muito tempo, arregando o anel com as mãos, enfiando o dedo com calma e mostrando o movimento molhado pra quem passar; um motoboy reduz na frente da garagem, alguns pedestres desviam e voltam pra olhar, e você continua ali, exibido, o plug pequeno na mão esperando a vez de entrar. O tesão sobe de ter tanta gente vendo, você enfia o plug, arregala o cú pra calçada e ainda puxa o pau pra trás entre as coxas pra mostrar a glande brilhando do lado de baixo. Você se masturba de quatro na garagem aberta, a porra jorrando no colchonete no meio da tarde ensolarada, e quando levanta, um vizinho da frente tá parado na própria calçada, cruzando os braços: você sorri, dá tchau com a mão suja, e ele volta a andar — mas de noite ele te chama pelo muro, querendo ver de perto o que ficou no colchonete.",
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"Imagine agora que você tá no elevador do teu prédio de madrugada, vazio, e decide que ninguém vai subir até teu andar: você baixa a calça e a cueca, vira de costas pra câmera de segurança do elevador e arregala a bunda com as duas mãos, mostrando o cú inteiro pra lente, depois pinga saliva e fica arregando e fechando o anel pro registro. Você se agacha de cócoras de frente pra câmera, o pau pendendo, e puxa a cabeça do pau pra cima mostrando a glande melada na luz fria do elevador, se masturbando ali, parado, enquanto o elevador sobe andar por andar. Quando a porta abre no teu andar, você veste num piscar e sai; no dia seguinte, o porteiro do turno da manhã te entrega um envelope discreto com a tua cara na tela da câmera congelada — e um bilhete pedindo pra você repetir o espetáculo às 3h, no subsolo, onde ele cuida da manutenção sozinho.",
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"Imagine agora que você tá na laje do prédio de madrugada, com a cidade inteira acesa lá embaixo, pelado com o plug de metal enterrado no cú e a cabeça do pau exposta no vento, se exibindo pra vista de ninguém e de todos ao mesmo tempo. Você se curva na beirada da laje, arregando o cú com o plug brilhando na luz da cidade, enfia o dedo ao lado dele, junta saliva e soca devagar no anel já aberto, mantendo a posição pro alto, como quem oferece o cú pro céu. Você senta num tijolo na borda, abre as pernas, puxa a glande pela ponta e vai levando até quase gozar, parando, depois recomeça, com a brisa gelada na pele e o plug pulsando. Quando a porra finalmente jorra, espirra na laje e some na noite, e você fica de quatro arregando o cú uma última vez pro vazio da cidade; embaixo, na sacada do vigésimo andar, alguém tá te vendo há meia hora — e no dia seguinte, na portaria, tem uma caixa sem remetente com um bilhete e um laço de presente.",
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"Imagine agora que você tá na varanda da frente do apartamento, a grade baixa, com a porta da sala aberta e a luz acesa, pelado de quatro encostado na grade, arregando o cú na direção da rua e do prédio da frente. Você enfia o dedo no próprio cú exposto no meio da grade, movendo devagar, mostrando o buraco pra quem olha da calçada, e de vez em quando vira de lado, abaixa o corpo e expõe a glande da rola pendendo entre as aberturas da grade. Dois andares de frente, numa sacada, um casal tá com latinhas na mão te assistindo sem esconder; você continua o show, enfia dois dedos, arregala o anel pro casal e se masturba de quatro na varanda até gozar no piso frio, a porra escorrendo entre as grades. O casal bate palmas de longe, e meia hora depois o interfone toca: é a moça do casal, do outro lado, dizendo que desceram pra beber uma cerveja com o artista da varanda e que querem conferir de perto o que a fechadura faz com o plug.",
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"Imagine agora que você tá dentro do carro estacionado num beco escuro às 23h, os vidros embaçados, as calças abaixadas, e você abre a porta do carro de propósito, virando de costas pro vão da porta e arreganhando a bunda e o cú com plug pra escuridão da rua deserta. Você mantém o carro meio aceso pra quem passa enxergar o contorno, enfia o dedo no próprio cú ao lado do plug exposto ao ar livre da calçada, mexendo devagar e arregando o anel pra direção do poste de luz. A cabeça do pau aparece entre as tuas coxas quando você se vira de lado no banco, e você puxa a glande melada, mostrando por alguns segundos pela janela aberta do carro, com o coração batendo de ser visto. Quando um casal de idosos atravessa a rua na tua frente e desvia o olhar, você goza ali mesmo, dentro do carro de porta aberta, a porra jorrando pelo capacho do passageiro, e depois fecha a porta devagar, liga o carro e vai embora — sem saber que o guarda noturno do quarteirão anotou tua placa, e que na noite seguinte ele te espera no mesmo beco, de prancheta na mão.",
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"Imagine agora que você tá no vestiário de uma piscina pública, com a porta travada por uma mochila pra ficar entreaberta, pelado de frente pro espelho grande, arregando a bunda com o plug de metal e enfiando o dedo no cú exposto, mantendo a posição de costas pra fresta da porta. Você se curva no banco, abre o anel com os dedos na frente do espelho, mostrando o interior do cú pra quem passasse no corredor, e depois roda, puxa o elástico da calça imaginária e expõe a glande molhada no vidro, se masturbando de pé no meio do vestiário. Passos se aproximam por fora, mas a porta segue meio aberta e você não fecha: um homem entra pra trocar a roupa, te vê pelado exibindo o cú arreganhado, para e fica olhando sem falar. Você vira pra ele, mantém o dedo no cú, e ele larga a sacola, se aproxima, se ajoelha atrás de ti e começa a trabalhar o plug de dentro com a mão; você goza de pé no vestiário, a porra escorrendo pelo espelho, e ele sai depois sem se identificar — mas a molhada dele ficou no thy sacola, junto do número do apartamento dele escrito na etiqueta.",
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"Imagine agora que você tá no estacionamento vazio do mercado à noite, entre dois carros, calça e cueca desabotoadas, encostado no vidro traseiro de um carro, arregando a bunda e o cú com as mãos na direção do corredor de acessos. Você curva com as palmas no vidro, enfia o dedo no próprio cú exposto sob as luzes do poste, movendo devagar pro carro do lado, com o vão entre as vagas aceso e à vista de quem passar. Roda de lado, puxa a glande melada pra fora da cueca baixa e esfrega a ponta do polegar nela, se masturbando de pé no meio do estacionamento, com a brisa noturna batendo na bunda arreganhada. Um carro entra no estacionamento, reduz, dá a ré pro lado de vocês e fica com o farol baixo iluminando teu cú aberto; você não desvia: mantém o dedo dentro, arregando pra luz, até gozar escorrendo pelo vidro do carro alheio — e o motorista, uma mulher de óculos escuros, abaixa o vidro e pergunta se tu sabe onde fica a vaga preferencial, porque ela prefere estacionar do teu lado toda noite.",
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"Imagine agora que você tá no banheiro da piscina do condomínio, com a porta destravada e meio encostada, agachado de cócoras pelado, arreganhando a bunda e o cú na fresta, enfiando o dedo com calma no buraco exposto pro corredor dos vestiários. Você se levanta, vira de lado pro espelho, e puxa a cabeça do pau pela base, mostrando a glande veiada com gota de pré-gozo, se masturbando ali de pé na penumbra do banheiro público. Outra pessoa entra pra usar o banheiro, dá de cara com teu show na fresta, e em vez de sair, trava e fica olhando; você não fecha a porta, abaixa o corpo, arregala mais o cú e continua, com as orelhas quentes de tesão e vergonha misturados. Quando a pessoa sai e a porta trava, você goza de cócoras no chão do banheiro, a porra escorrendo pelo ralo, e se limpa com a toalha do pescoço; ao voltar pro torno da piscina, encontra um recado na sua cadeira, papel de guardanapo com um número e a frase: a porta trancada é a única diferença de hoje pra amanhã.",
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"Imagine agora que você tá na academia depois do horário, quase vazia, pelado da cintura pra baixo na frente do espelho grande da sala de treino, de costas, arregando a bunda e o cú com as duas mãos e enfiando um dedo na sua frente do teu reflexo, se exibindo pro vidro e pra câmera do canto. Você se curva na barra, abre o anel com o dedo, molha os lábios com saliva e trava, mantendo o cú escancarado na direção do espelho e da porta de vidro da recepção, a glande pendendo entre as coxas à mostra. Você levanta, puxa a cabecinha pra fora da calça descida e se masturba em pé na frente do espelho, com o plug no chão te esperando; enfia o plug, rebola arregando o cú no vidro, e goza de frente pra tua própria imagem, a porra espirrando no espelho da academia. No dia seguinte, o personal-chefe te chama na sala dele e devolve tua foto congelada pela câmera em cima da mesa, com um sorriso: o horário de manutenção da câmera é toda quarta às 22h, e o tapete do salão fica livre — se você tiver a coragem de repetir.",
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"Imagine agora que você tá numa duna de praia deserta ao pôr do sol, pelado, deitado de bruços na areia quente, arregando a bunda e o cú com as mãos pro céu aberto, o plug de metal brilhando no meio do anel à luz dourada. Você se apoia nos cotovelos, levanta o quadril e enfia o dedo no próprio cú exposto pro horizonte, mexendo devagar e arregando o buraco com a ponta, a brisa salgada batendo no interior exposto. Deita de costas, abre as pernas, e puxa a glande melada pra fora, deixando a cabeça do pau exposta ao vento do mar enquanto se masturba pro pôr do sol, sem ninguém por perto além das gaivotas. No auge do gozo, a porra espirra na areia ardente e some imediatamente, e você fica de bruços arregando o cú uma última vez pro sol morrer, exausto e liberto; quando levanta e veste, descobre pegadas frescas adiantando no areal, vindas do lado oposto — alguém assistiu tudo, sentado ao longe, e deixou um desenho no chão: um círculo com um ponto no meio e a flecha apontando pra tua direção.",
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"Imagine agora que você tá numa trilha deserta no meio do mato, pelado, parado no cruzamento dos dois caminhos com a mochila na mão, arregando a bunda e o cú com as duas mãos em pé, mostrando o buraco aberto pro ar da mata pro caso de alguém surgir na curva. Você caminha devagar pelo atalho, curva em cada clareira, e a cada parada abaixa a parte de trás do corpo, abre o cú com os dedos e enfia um dedo melado de saliva no interior exposto, brincando até a glande melada aparecer por baixo entre as pernas. O mato esconde metade do teu show, mas quem passa pela trilha principal enxerga a bunda arreganhada e o movimento do dedo na fenda; você se agacha, enfia o plug que tinha no bolso da mochila, arregala o anel pro caminho e se masturba de quatro na terra, a glande roçando no capim. A porra jorra na folhagem seca, e quando você se limpa, um casal de mochileiros aparece na curva com os olhos arregalados — eles passam sem dizer nada, mas no comedor da clareira seguinte deixam pendurado pra ti um bilhete com o nome da pousada deles e o quarto reservado pro 'artista da trilha', se ele quiser expor de perto.",
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"Imagine agora que você tá no banheiro do restaurante com a porta quase trancada, meio encostada, e decide deixar aprovada uma fresta: pelado da cintura pra baixo, de quatro no piso frio, arreganhando a bunda e o cú na direção da porta, com o plug médio enterrado e a glande da rola pendendo entre as coxas. Você puxa o plug devagar, mostrando o anel aberto, e enfia de volta, arregando mais, o barulho das mesas e dos pratos chegando pela fresta enquanto você trabalha o próprio cú exposto ao corredor do salão. Um garçom abre a porta pra checar, te vê naquela posição de quatro exibindo o plug, e em vez de fechar, fica parado na fresta assistindo você gemer baixinho arregando o cú pra ele. Você goza assim, de quatro no banheiro do restaurante, a porra pingando no ladrilho, e ele tranca a porta por fora com o charminho da chave antes de voltar ao salão; meia hora depois ele te serve a sobremesa com um recado no guardanapo: o banheiro de funcionários, no fundo do corredor, fica aberto até — e a porta tem trinco dos dois lados.",
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"Imagine agora que você tá na varanda do hotel no décimo segundo andar, madrugada, pelado com a porta do quarto aberta e a luz ligada, de quatro encostado na grade, arregando a bunda e o cú com o plug de metal refletido na janela do prédio do outro lado. Você enfia o dedo ao lado do plug, movendo devagar o interior exposto pro quarto do edifício vizinho, que tá com a cortina aberta esperando o show começar; depois vira de frente, apoia as costas na grade, abre as pernas e mostra a glande melada, se masturbando em pé na varanda iluminada. No quarto vizinho, uma mulher parada na janela acompanha teu ritmo com a mão se movendo na própria calcinha; você rebola de quatro, arregala o cú na direção do vidro dela e goza com a porra espirrando pela grade do doze andar, caindo na rua lá embaixo. A janela dela se fecha devagar, mas vinte minutos depois, pela fresta da tua porta, desliza um papel: o número do quarto dela, no mesmo andar, com a frase — a próxima de quatro é na minha sacada, e o plug eu trouxe.",
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"Imagine agora que você tá atrás do posto de gasolina de madrugada, no vão escuro entre o compressor de ar e a parede do caixa, pelado da cintura pra baixo, de costas pro movimento da rua, arregando a bunda e o cú com as mãos enquanto enfia o dedo no próprio buraco exposto ao asfalto. Um frentista sai pra recolher a mangueira, te vê naquele vão exibindo o cú escancarado com o dedo entrando e saindo, e fica imóvel com a mangueira na mão, assistindo você se expor sem pressa. Você se abaixa, puxa a glande melada pra fora e se masturba de pé atrás do posto, de costas pra rua, com a luz fria das bombas cortando a tua silhueta a cada movimento da bunda. A porra jorra no cimento do posto, e o frentista engole seco, vira e volta pra bomba; no vidro do teu carro, no dia seguinte, tem um papelzinho debaixo do limpador com um turno da madrugada e a frase: a vaga de trás da bomba 4 é tua — e o compressor eu desligo pra você exibir sem barulho.",
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"Imagine agora que você tá no banheiro acessível do shopping, com a porta trancada pela metade esquerda e um batente impedindo a trava de encaixar, pelado de frente pro espelho grande, arregando a bunda e o cú com as duas mãos na fresta da porta e com o dedo entrando no próprio buraco exposto ao corredor do shopping. Você se curva sobre a pia, mantém o plug na mão esperando, arregala o anel com o dedo molhado de saliva e dá uma rebolada lenta pro espaço do corredor; gente passa do lado de fora sem enxergar, e você continua, tesão subindo no risco de alguém dar de cara com teu cú aberto e a cabeça do pau pendendo. Uma mulher tenta abrir a porta, sente a resistência, espiou pela fresta e te vê de quatro arreganhando o cú com o plug entrando; ela não grita, não chama ninguém: segura a porta meio aberta, com o corpo escondendo a cena, e fica olhando a tua glande melada brilhar no espelho. Você goza de quatro na pia, a porra escorrendo pela louça, e ela solta a porta, barata, mas deixa pra trás o cartão do salão de beleza do piso dela, com um horário de retoque circulado e a palavra cabine no verso.",
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"Imagine agora que você tá na frente da janela da tua casa na rua movimentada, fim de dia, pelado com o plug de metal enterrado no cú, de costas pro vidro, arregando a bunda e enfiando o dedo no interior exposto enquanto quem passa na calçada vê a silhueta e parte do show. Uma jurada da rua, ônibus lotado parado no sinal, fica cara a cara contigo por alguns segundos e não consegue desviar os olhos do teu cú aberto contra o vidro; você mantém o dedo dentro, arregala mais, e leva a cabeça da glande à ponta da orelha do vidro, exibindo a gota de pré-gozo comprimida na transparência. O ônibus buzinou, o sinal abriu, e tu continuas na janela, plug pulsando, arregando o cú pro tráfego como presente pra qualquer olhar: você goza com a boca aberta na vidraça, a porra escorrendo pelo vidro, e a última passageira do ônibus ainda te vê de joelhos atrás da janela, respirando fundo. No outro dia, uma carta anônima cai na tua caixa de correio, sem remetente, com um horário de passagem do ônibus da linha 7 — e a frase: as 18h eu passo lá de novo, e quero ver mais fundo."
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